Considerada segunda melhor TV pública pela BBC, Cultura completa 52 anos

A TV Cultura completa 52 anos de história nesta terça-feira (15). Inaugurada em 1969 após meses de transmissões experimentais, a emissora vem, desde então, cumprindo o objetivo de informar e formar novas gerações.

Um discurso do então governador de São Paulo Roberto de Abreu Sodré, criador da Fundação Padre Anchieta (Centro Paulista de Rádio e TV Educativa), foi o primeiro conteúdo exibido pela TV Cultura. Em seguida, teleaulas, musicais, esporte, livre imprensa, programas de opinião, documentários e cinema tomaram conta da programação.

As crianças não podiam ficar de fora do público-alvo da emissora educativa. A coprodução da versão brasileira do seriado Vila Sésamo, de 1972, foi um dos primeiros passos para incluir os pequenos. A partir de então, clássicos como Bambalalão, Rá-Tim-Bum, Castelo Rá-Tim-Bum, Cocoricó e Mundo da Lua marcaram a vida de muitos brasileiros.

O mais antigo programa de entrevistas da televisão brasileira também está aqui! O Roda Viva recebe, desde 1986, personalidades da política, das artes e de diversas áreas do conhecimento para trazer discussões relevantes ao debate público. Debates e pluralidade de ideias não faltam nos jornalísticos da casa, como o Jornal da Cultura e o Opinião.

Reconhecida pela BBC de Londres como a segunda melhor televisão pública do mundo e avaliada por 53% dos telespectadores como a melhor emissora nacional, de acordo com pesquisa Datafolha de 2019, a TV Cultura segue colaborando com a formação crítica do cidadão e o desenvolvimento cultural da população.

A emissora não poupa esforços para inovar e levar o melhor conteúdo ao público, esteja ele onde estiver. Em dezembro de 2020, a TV Cultura passou operar com um dos transmissores mais potentes do mundo, atingindo 2 milhões de novos telespectadores na Grande São Paulo. Ainda, marca presença na internet, com um crescimento de audiência de quase 500% nas plataformas digitais no primeiro trimestre de 2021.

Por TV Cultura

TikTok irá transmitir Roda Viva, da TV Cultura

(Divulgação)

A TV Cultura fechou uma parceria inédita com o TikTok e vai transmitir, a partir da próxima segunda-feira (17), o Roda Viva no canal da emissora na plataforma. A atração comandada por Vera Magalhães vai ao ar às 22h.

A ação é novidade no Brasil. Pela primeira vez, um programa de entrevistas será exibido, de maneira simultânea, na televisão e no aplicativo. 

A edição desta semana recebe a diretora-executiva da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck.

Médica pela Universidade Federal Fluminense, mestre em Engenharia de Produção e doutora em Comunicação e Cultura, Jurema Werneck acompanha de perto temas como a chacina de Jacarezinho, o maior massacre na história do Rio de Janeiro, o quadro de desigualdade social no país, agravado pela pandemia e o desmatamento na Amazônia, que vem batendo novos recordes, assuntos que vai tratar na entrevista.

Por TV Cultura

Lázaro Ramos apresentará série na TV Cultura

(TV Cultura/Divulgação)

O ator Lázaro Ramos apresentará a série Trip Transformadores na TV Cultura, a partir do próximo dia 22. Ele irá estrear como apresentador na emissora, depois de ter feito parte da série “Contos da Meia-Noite”, em 2004. 

A série Trip Transformadores é um projeto multiplataforma social da revista e editora Trip que nasceu em 2007. Todos os anos o projeto faz um tributo a brasileiros de origens distintas, exaltando os seus feitos benéficos para a sociedade. 

Lázaro irá apresentar cinco episódios que serão exibidos semanalmente aos sábados, às 22h. Veja abaixo a programação:

22 de maio: 

Homenageado 1 – líder indígena pensador e escritor Ailton Krenak, que conversa com o cineasta Fernando Meirelles. Interpretação: ator Jesuíta Barbosa; 

Homenageada 2 – criadora do projeto Vida Corrida, no Capão Redondo, zona sul de SP, Neide Santos. Ela conversa com a atriz Barbara Paz; interpretação: atriz Maeve Jinpings; 

29 de maio: 

Homenageado 1 – youtuber e influencer Felipe Netto, que conversa com o historiador Leandro Karnal; interpretação: ator Bruno Gagliasso; 

Homenageado 2 – empreendedor social e fundador do projeto Gerando Falcões Edu Lyra conversa com o ator Silvero Pereira; interpretação: atriz Maeve Jinkings;

5 de junho: 

Homenageado 1 – ativista social e líder do projeto Central Única das Favelas (Cufa) Celso Athayde conversa com o cantor Leo Jaime; interpretação: ator Marcelo Mello Jr;

Homenageada 2 – presidente da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad) Luiza Batista conversa com o estilista Dudu Bertholini; Interpretação: atriz Taís Araújo;

12 de junho: 

Homenageado 1 – o físico e engenheiro Ricardo Galvão, que vai conversar com o ator Caio Blat; interpretação: ator Bruno Gagliasso; 

Homenageada 2 – a biomédica e pesquisadora Jaqueline Goes de Jesus, que falará com a cantora Fernanda Abreu; interpretação: atriz Taís Araújo; 

19 de junho: 

Homenageado 1 – Rodrigo Pipponzi, empresário e um dos fundadores da MOL, a maior editora de impacto social do mundo; ele vai conversar com o rapper Dexter. Interpretação: ator Jesuíta Barbosa; 

Homenageado 2 – O rapper e ativista Emicida; ele conversa com o estilista Ronaldo Fraga; interpretação: ator Marcelo Mello Jr.

Por TV Cultura

Jornalistas da TV Cultura são agredidos por apoiadores de Bolsonaro

(Reprodução)

A equipe da TV Cultura do Pará foi agredida enquanto gravava a reportagem sobre a passagem de Jair Bolsonaro (sem partido) por Belém no último sábado (24). Apoiadores do presidente ameaçaram o repórter Diogo Pugét e o cinegrafista Carlos Augusto. Eles foram obrigados a deixar o local onde gravavam imagens na base aérea da cidade. 

Diogo foi empurrado enquanto tentava conversar com um dos apoiadores de Jair Bolsonaro. A equipe precisou ser escoltada pela Polícia Militar.

Por Tv Cultura

Cris Guterres comanda novo programa jornalístico da TV Cultura

(Nathalie Bohm/TV Cultura)

A TV Cultura estreia nesta sexta (9) o programa Estação Livre, apresentado pela jornalista e empreendedora Cris Guterres, considerada pela revista Forbes uma das criadoras de conteúdo mais inovadoras de 2020. Feita por uma maioria de mulheres pretas, a atração tem a missão de valorizar a cultura negra, a rica diversidade do Brasil e trazer a sociedade para repensar e ajudar a reconstruir um país mais justo para todos. O programa vai ao ar às 22h, na TV Cultura, site oficial, canal no YouTube e redes sociais da emissora. 

O programa vai mostrar histórias, lutas e conquistas de pessoas que encontraram seus espaços e se tornaram referência no Brasil e no mundo, e também de quem apoia a diversidade de um país plural como o Brasil. Mulheres e homens de várias áreas e profissões, negros e não negros que fazem a diferença e ajudam a valorizar a cultura black. Segundo o IBGE, o Brasil é composto por 54% de pessoas pretas e pardas.

“Num momento como esse vivido pelo Brasil, em que os extremos ser acirram e acabam se sobrepondo ao bom senso, a TV Cultura – como uma emissora pública – tem a obrigação de propor programas como o Estação Livre: um espaço de conteúdo onde a diversidade, a inclusão e as ações da sociedade civil se encontram e se fazem representar por quem realmente importa, o povo brasileiro”, afirma Eneas Carlos Pereira, diretor de Programação da emissora.

Com uma hora de duração e edições temáticas, o Estação Livre tem participação de convidados e reportagens feitas pelos jovens vídeorrepórteres Lucas Veloso e Rodney Suguita. Entre os assuntos abordados estão empreendedorismo, comunidades, literatura, dança, gastronomia e artes plásticas.

“Quanto mais tivermos um país rico em diversidade, como é o Brasil, mais ganharemos em intelectualidade, formação e cultura. Elementos que contribuem para o crescimento e não para segregar. Cada pessoa que passar pelo Estação Livre contribuirá e muito para o desenvolvimento genuíno de todos nós”, afirma Kelly Castilho, diretora do programa com mais de 25 anos no mercado de filmes publicitários e cinematográficos.

“É um programa para todos, afinal a sociedade brasileira é muito diversa, composta por pessoas brancas, negras, indígenas, pessoas de descendência asiática, libanesa”, completa a apresentadora, Cris Guterres.

Na edição de estreia, o tema é empreendedorismo. Participam do programa Adriana Barbosa, CEO da Casa Preta Hub – centro de capacitação digital para empreendedores -, e Vras77, diretor de audiovisual que abriu uma produtora de vídeo, onde ele mesmo construiu seus próprios equipamentos por falta de dinheiro para investir. Geraldo Rufino, fundador da Jr Diesel, fala sobre como começou a empreender e qual seu conselho para os futuros empreendedores. 

Nova grade

Estação Livre é parte da nova grade de jornalismo da TV Cultura. A emissora, que já tinha em sua programação o Roda Viva e o #Provoca, às segundas e terças-feiras, no início de 2021 lançou os programas Manhattan Connection e Linhas Cruzadas, às quartas e quintas-feiras, e agora, completa a faixa semanal das 22h, com o Estação Livre.

“A preocupação com a diversidade de olhares e de pontos de vista está no DNA da TV Cultura. E o Estação Livre cumprirá um papel crucial, de trazer para a grade da emissora uma visão jornalística sobre a cultura afro contemporânea, do empreendedorismo à música, da dança à cozinha, dos problemas e das soluções. Estamos muito felizes que essa missão esteja sendo abraçada por um grupo de mulheres negras”, comenta Leão Serva, diretor de Jornalismo.

Sobre a apresentadora

Cris Guterres é jornalista e empreendedora. Ela é co-fundadora e Diretora Criativa da agência Meteora, onde ao lado da publicitária Renata Hilario apresenta o podcast Meteora, reconhecido como um dos mais inovadores do país em 2019 pelo Youpix Builders. Em 2018, venceu o primeiro reality show brasileiro a premiar equipes empreendedoras ao criar um produto para a maior marca de chocolates do mundo, a Cacau Show. A jornalista também é colunista do Universa do UOL.

Por TV Cultura

Fórmula E: último brasileiro campeão, Di Grassi prevê edição atípica

Lucas di Grassi (Divulgação)

Nos três principais campeonatos internacionais de monopostos (Fórmula E, Fórmula 1 e Fórmula Indy), apenas a primeira tem, atualmente, pilotos brasileiros garantidos em todas as etapas dos respectivos grids. Lucas Di Grassi e Sérgio Sette Câmara representam o país na categoria dos carros elétricos, cuja temporada 2021 começou nos dias 26 e 27 de fevereiro, com duas corridas em Al-Diriyah (Arábia Saudita).

Di Grassi é o mais experiente (e não apenas porque é 14 anos mais velho que Sette Câmara). O paulista de 36 anos, da equipe Audi, disputa a Fórmula E desde a temporada inaugural, em 2014, e venceu a primeira corrida da história da categoria. É o piloto com mais provas (71) no campeonato e o segundo que mais etapas ganhou (10, três a menos que o suíço Sébastien Buemi). Foi, ainda, campeão na edição 2016/2017, vice duas vezes (2015/2016 e 2017/2018) e terceiro em mais duas ocasiões (2014/2015 e 2018/2019).

Seis etapas estão marcadas até junho e outras seis aguardam a confirmação da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). O cenário de indefinição se deve à pandemia do novo coronavírus (covid-19), que, na temporada passada, após as quatro primeiras provas, teve as últimas seis corridas realizadas em uma maratona de oito dias no aeroporto de Tempelhof, em Berlim (Alemanha).

“[2020] foi um ano muito atípico e não é de praxe a Fórmula E fazer tantas provas em um único local. Foi bem estressante e diferente, pois dava para melhorar o carro dia após dia. Mas foi algo que não condiz com a realidade. Estávamos há praticamente um ano sem uma corrida normal. A última tinha sido em Marrakesh [Marrocos, em 29 de fevereiro do ano passado]”, comentou Di Grassi à Agência Brasil.

A edição deste ano também fugirá à normalidade. A quarta etapa (24 de abril) está marcada para Valência (Espanha). Será a primeira vez que a Fórmula E, tradicionalmente disputada em pistas de rua, de menor velocidade, terá uma corrida em um circuito tradicional (Ricardo Tormo), que recebeu a pré-temporada da categoria em 2017. Segundo a FIA, o percurso terá “uma configuração desenhada especialmente” para a categoria.

Para Di Grassi, a prova espanhola, que substituirá a etapa de Paris (França), cancelada devido à pandemia, deverá ser uma das mais imprevisíveis de 2021: “Veículos como um Fórmula E, um Fórmula 1 ou um Fórmula Indy são desenhados com características específicas para determinada pista. O da Fórmula E foi desenhado para pistas de rua. Nosso pneu é supermole, serve para piso seco ou molhado, foi desenvolvido para energias baixas, velocidades reduzidas, como a Fórmula 1 usa em Mônaco. Nosso pneu é assim o ano inteiro, então, em uma pista de alta velocidade, ele [pneu supermole] derrete como chiclete”, explicou o piloto.

“O trem de força [de um veículo de Fórmula E] foi desenhado para, no máximo, 250 quilômetros por hora. Em pistas maiores, o carro pode chegar a 300 quilômetros por hora. Há uma série de dificuldades técnicas porque o calendário inicial não levava em conta pistas tradicionais. Então, faz diferença, não é algo que foi planejado no desenvolvimento inicial do carro. Mas não há muito o que fazer. A Fórmula E tem feito o melhor para contornar essa pandemia”, completou o brasileiro.

Após duas etapas, Di Grassi aparece na 14ª posição do campeonato, com seis pontos, após um nono e um oitavo lugar, respectivamente. Sette Câmara, da equipe Dragon Penske, está em nono, com 12 pontos, somados com a quarta colocação na segunda corrida em Al-Diriyah (na primeira, ficou em 20º). O neerlandês Nyck de Vries (Mercedes), com 32 pontos (uma vitória) lidera, seguido pelo britânico Sam Bird (Jaguar), com 25 pontos (e também um triunfo).

Mais Brasil

Se atualmente está em baixa nas principais categorias do automobilismo internacional, sem representantes fixos na Fórmula 1 desde 2017 e com Tony Kanaan e Hélio Castroneves confirmados em apenas cinco das 17 etapas da Fórmula Indy em 2021, o Brasil segue 100% presente na Fórmula E. O país teve ao menos dois representantes em cada uma das sete temporadas (contando com a atual). Na edição de 2018/2019, quatro brasileiros chegaram a fazer parte do grid. O primeiro campeão da categoria foi Nelsinho Piquet (2013/2014).

“O automobilismo é muito complexo. Requer talentos individuais e temos bons nomes mundo afora. Temos [Gianluca] Petecof, [Felipe] Drugovich [ambos na Fórmula 2], [Pietro] Fittipaldi [piloto reserva da equipe Haas na Fórmula 1 e que disputou duas provas no fim da última temporada] surgindo. Temos os já estabelecidos, como o Pipo [Derani, que disputará o Mundial de Endurance em 2021], o próprio Tony, o Helinho, que acabou de vencer [as 24 horas de] Daytona [tradicional evento de carros esportivos]”, enumerou Di Grassi.

“Mas a falta de brasileiros nas categorias tops mostra que o automobilismo não é algo que simplesmente acontece no Brasil. É resultado de infraestrutura, investimento e planejamento, desde o kartismo, do longo prazo. É igual à educação, de forma geral. Você não pode pegar um [único] mandato de um presidente e organizar [toda] a educação no Brasil. Não funciona assim. O brasileiro pensa no curto, no curtíssimo prazo. Precisa ter categoria de base, autódromos, eventos nacionais, kartismo forte”, concluiu o paulista.

Por Lincoln Chaves – Repórter da TV Brasil e da Rádio Nacional 

TV Cultura transmite Fórmula E

(Divulgação)

Na próxima sexta-feira (26), será dada a largada para a sétima temporada da Fórmula E, que em 2021 contará com transmissão ao vivo da TV Cultura. O anúncio foi feito neste sábado (20), nas redes sociais da emissora. 

Ótima oportunidade para o fã de automobilismo acompanhar de perto o principal campeonato de carros elétricos do mundo, bem como o desempenho dos brasileiros Lucas di Grassi, da Audi, e Sérgio Sette Câmara, da Penske. 

A primeira etapa do circuito mundial terá como palco a Arábia Saudita, no autódromo de Al Diriyah. E o campeonato começa a todo vapor, com corrida dupla já no próximo final de semana. 

Na sexta, serão realizados os primeiros treinos oficiais da temporada. O primeiro grid será disputado na própria sexta-feira (26), enquanto o segundo no sábado (27). 

Em procedimento que deve se repetir ao longo de todo o ano, a TV Cultura transmitirá o evento completo nas redes sociais, incluindo os treinos livres. Na televisão, somente as corridas e os treinos classificatórios serão exibidos na íntegra.

A Fórmula E 2021 é formada, ao todo, por 14 etapas em 12 cidades pelo mundo. São 12 equipes e 24 pilotos na disputa. Após o circuito árabe, será a vez da Itália receber a competição, em Roma, no dia 10 de abril. 

Por TV Cultura

O Mundo de Mia é um dos programas mais vistos da TV Cultura

O Mundo de Mia, série híbrida live-action e CGI, se tornou um dos programas mais vistos da grade da TV Cultura, informa a produtora Studio 100. Duas temporadas estão sendo exibidas pela emissora.

No ar desde outubro do ano passado, O Mundo de Mia ocupou o primeiro lugar entre todos os programas direcionados ao público infantil, de 7 a 11 anos. A atração registrou, além de melhor audiência, atingiu maior quantidade de compartilhamentos digitais e melhor alcance individual. Apenas na Grande São Paulo, o Mundo de Mia foi assistido por dois milhões de expectadores, em dezembro.

Na esteira do sucesso alcançado na TV, produtos licenciados, incluindo brinquedos, roupas e publicações também chegam ao mercado.

O Mundo de Mia – Temporada 1

Mia, de 12 anos, é lançada no mundo maravilhoso de Centopia, cheio de elfos, unicórnios, faunos e dragões. Mas o reino outrora lúdico está em perigo. A rainha má Panthea busca capturar os unicórnios e aproveitar seu poder para se manter jovem. Os valentes elfos, liderados pelo Príncipe Mo e pela ousada guerreira Yuko, lutam para detê-la. Graças à sua habilidade única de se comunicar com unicórnios, Mia deve proteger o Onchao de chifre dourado. Enquanto Mia oscila entre tentar se encaixar em sua nova escola e sua vida como uma elfa de contos de fadas, ela se torna a chave para salvar Centopia.

Serviço

O Mundo de Mia

  • TV Cultura
  • De segunda a sexta-feira
  • 17h

Thaís Oyama e Luiz Felipe Pondé comandam novo programa jornalístico da TV Cultura

(TV Cultura/Divulgação)

Estreia na próxima quinta (28), às 22h, o Linhas Cruzadas, novo programa jornalístico da TV Cultura. Sob o comando da jornalista Thaís Oyama e do filósofo Luiz Felipe Pondé, a atração vai trazer análises aprofundadas dos fatos do noticiário recente. 

No programa de estreia, o tema é a democracia e as recentes ameaças ao sistema democrático. “Minha expectativa é que a gente consiga trazer para a mesa um jornalismo com mais profundidade, com mais extensão conceitual”, diz Pondé sobre a estreia.

A atração também vai marcar a estreia de Thaís Oyama na televisão. “O que vou tentar fazer aqui é provocar o Pondé a fazer duas coisas que ele faz muito bem: uma é pensar, e a outra é provocar as pessoas a pensar e eventualmente jogar alguns pensamentos velhos pela janela e adquirir outros”, afirma a jornalista. 

Exibido às quintas, Linhas Cruzadas será parte da nova faixa de jornalismo da emissora, que vai trazer uma atração diferente para cada dia da semana após o Jornal da Cultura. O tradicional Roda Viva continua às segundas, no mesmo horário; às terças, #Provoca, programa de entrevistas comandado por Marcelo Tas; já as quartas são dedicadas ao Manhattan Connection, que chegou à emissora nesta quarta (20).

Por TV Cultura

Mourão visita São Paulo no dia do aniversário da cidade

Bolo em comemoração aos 466 anos da fundação da cidade de São Paulo e 87 anos da inauguração do Mercado Municipal (Ravena Rosa/Agência Brasil)


O presidente da República em exercício, Hamilton Mourão, participou hoje (25), dia do aniversário de 466 anos de São Paulo, da cerimônia da inauguração da estátua de D. Pedro I, no Parque da Independência, próximo à Casa do Grito. A estátua foi doada pela maçonaria da cidade, levando em consideração que D. Pedro I era maçon.

“Feliz oportunidade de encontramos em São Paulo quando se comemoram os 466 anos da cidade para homenagear aquele que aqui neste local proclamou a independência do Brasil. É ocasião para nós brasileiros ainda hoje, em pleno século 21, refletirmos sobre o significado do 7 de setembro para nossa história”, disse Mourão.

Ele lembrou que foi no local onde está o Parque da Independência que  D. Pedro I soube de fatos que poderiam atrapalhar a autonomia do país, e que a guerra pela independência já acontecia desde junho anterior. “Foi aí que ele declarou que todas as tropas tropas e navios enviadas ao Brasil sem seu consentimento seriam rechaçadas de armas na mão.”

Mourão falou à plateia que, antes de D. Pedro I declarar a independência, uma sucessão de atos foi dando forma à autonomia do Brasil, como a formação do primeiro ministério do país, a convocação de um conselho e procuradores gerais, eleitos pelas províncias, a determinação de que nenhuma lei vinda de Portugal seria cumprida sem consentimento do príncipe regente e a convocação de uma assembleia constituinte.

Mourão disse que, depois de uma situação política insustentável, D. Pedro I pediu a união em busca da independência. Diante de constatação de que não havia interesse de Portugal em ceder, mas, sim, em colonizar o país. Foi, então, que D Pedro I declarou a independência e tornou a nação soberana, acrescentou.

“Aquele foi um dia de festa, assim como hoje, nesta brava, dinâmica e incansável São Paulo, que nasceu na fé do Colégio dos Jesuítas e foi forjada pela coragem dos Carvalhos, Buenos, Tibiriçás e outros homens e mulheres. Felizes somos nós cidadãos de um país que nasceu livre e desassombrado na procura de espaço e prosperidade, vocação cuja sínteses está plasmada nesta cidade. Viva São Paulo, viva o Brasil, saúde , força e união”, finalizou.

Presidente da República em Exercício, Hamilton Mourão, também visitou a TV Cultura (Romério Cunha /VPR/via Agência Brasil)

Por  Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil