Capital recua e não confirma vacinação de quem tem 28 anos

Durante a reabertura do Vale do Anhangabaú neste domingo (25), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse que a vacinação contra Covid-19 para pessoas com 28 anos não está confirmada na cidade de São Paulo. O plano era imunizar com a primeira dose o grupo na próxima quinta (29) e sexta (30).

“Eu havia anunciado que nós faríamos na quinta e sexta (a vacinação de pessoas com) 28 anos. Eu estou retirando essa confirmação. A gente tinha um diálogo com o estado, que, aparentemente, nós, prefeitura, interpretamos mal com relação às doses. Então o que está confirmado é a vacinação terça e quarta de (pessoas com) 29 anos. A prefeitura de São Paulo está desconfirmando a vacinação de quinta e sexta para 28. A gente vai trabalhar até quarta-feira para ver se consegue junto com o estado articular para retomar”, disse o prefeito.

A vacinação para pessoas com 29 anos foi mantida para a próxima terça (27) e quarta (28). A prefeitura vai tentar reverter a situação nos próximos dias, mas, neste momento, as pessoas com 28 anos ainda não recebem o imunizante nesta semana.

Ainda segundo o cronograma da capital paulista, nesta segunda (26), será aplicada a segunda dose da Pfizer em gestantes e puérperas que receberam a primeira dose da AstraZeneca, além de uma nova repescagem para grupos anteriores.

Para se vacinar, é necessário levar um documento com foto, CPF e comprovante de residência com endereço da capital paulista. O pré-cadastro no site Vacina Já, do governo estadual, não é obrigatório.

Por TV Cultura

Brasileiros voltam às ruas contra Bolsonaro

(Roberto Parizzoti/Fotos Públicas)

Manifestantes voltaram às ruas de todo o país neste sábado (24/07) para protestos contra o presidente Jair Bolsonaro. Os atos foram convocados por partidos da oposição, centrais sindicais, movimentos de renovação política e grupos descontentes com o governo.

Dezenas de cidades brasileiras registraram manifestações, incluindo capitais como Salvador, Belo Horizonte, Recife, Belém, Curitiba, Goiânia, Florianópolis, João Pessoa e Maceió. Em São Paulo e Rio de Janeiro, dezenas de milhares participaram dos protestos, segundo organizadores.

Ao todo, estavam marcados atos em quase 500 cidades, incluindo em 17 países além do Brasil. Na Alemanha, protestos ocorreram em Berlim e outras cidades.

Entre as principais pautas estiveram a defesa da democracia, o impeachment de Bolsonaro, o fim da corrupção, vacinas para todos, volta do auxílio emergencial de R$ 600 e geração de empregos de qualidade.

É a quarta vez em dois meses que os brasileiros saem às ruas para grandes protestos nacionais contra o presidente, após os atos de 29 de maio19 de junho e 3 de julho, e a primeira após uma pesquisa Datafolha indicar reprovação recorde de Bolsonaro.

A maior concentração era esperada em São Paulo, onde o protesto chegou a fechar os dois lados da Avenida Paulista ao longo da tarde. Os participantes começaram a se reunir por volta das 14h (hora local) no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), e logo todos os quarteirões da avenida estavam tomados. A circulação na via voltou a ser liberada a partir das 18h.

Cartazes pediam o impeachment de Bolsonaro, o fim da davastação da Amazônia e mais vacinas contra a covid-19 para a população. Muitos ainda erguiam bandeiras do Brasil, que costumam ser associadas a apoiadores do presidente.

Suspeitas de corrupção envolvendo o governo federal na compra de imunizantes também foram lembradas. “Bolsonaro priorizou propina em vez da vacina”, dizia um cartaz na Paulista.

Diversos políticos estiveram presentes e discursaram em carros de som durante o ato, incluindo os ex-presidenciáveis Guilherme Boulos (Psol) e Fernando Haddad (PT), que foi também prefeito de São Paulo e ministro da Educação nos governos petistas.

“Hoje nós temos 8 milhões de universitários neste país, de todas as cores e orientações. O Brasil está representado, e temos uma massa crítica que não vai abrir mão da democracia e de seus direitos sociais, civis e políticos, e da sua liberdade”, declarou Haddad.

Boulos, por sua vez, afirmou: “Vai ter eleição em 2022. E mais do que isso. Nós vamos trabalhar para que, antes da eleição, tenha impeachment. Nós vamos trabalhar para que, em 2022, Bolsonaro não esteja na urna.”

Em Brasília, manifestantes fecharam a Esplanada dos Ministérios durante a tarde. O ato começou por volta das 15h no Museu Nacional da República e seguiu caminho até o Congresso Nacional. Além de pedidos de “Fora, Bolsonaro”, os participantes também pressionaram por mais políticas sociais em meio à pandemia, como o aumento do auxílio emergencial.

No Rio de Janeiro, manifestantes saíram às ruas do centro da cidade ainda durante a manhã. A concentração ocorreu na avenida Presidente Vargas, em frente ao monumento a Zumbi dos Palmares, e a marcha seguiu até a praça da Candelária.

Manifestantes erguiam cartazes pedindo também a saída de Bolsonaro, aceleração da campanha de vacinação contra a covid-19 e mais proteção ao meio ambiente e à Amazônia. Presentes aproveitaram ainda para criticar as privatizações de órgãos públicos, como os Correios. Grupos ambientalistas, de defesa dos negros e dos LGBTQs também se uniram ao ato.

O deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ), líder da oposição na Câmara, lançou críticas a Bolsonaro em pronunciamento em cima de um carro de som. Além de defender o impeachment do presidente, ele rechaçou o voto impresso, que vem sendo defendido pelo governo federal.

(Alexandre Linhares/Fotos Públicas)

Em Recife, a marcha ocorreu também pela manhã no centro da cidade. Muitos vestindo vermelho e a grande maioria de máscara, os participantes condenaram a gestão da pandemia de covid-19 por parte do governo federal e pressionaram o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a dar andamento ao processo de impeachment de Bolsonaro.

Em Salvador, um número semelhante de participantes de protestos anteriores saiu às ruas, apesar do tempo chuvoso. “Nem bala, nem covid, nem fome”, dizia um cartaz que chamava Bolsonaro de genocida e pedia o impeachment do presidente e do vice Hamilton Mourão.

“Dia de unir o país”

Os atos foram convocados pelo chamado Bloco Democrático, formado por partidos de oposição, tanto de esquerda quanto de direita (Cidadania, PV, PCdoB, PDT, PSB, PSDB, Rede Sustentabilidade e Solidariedade), centrais sindicais, movimentos estudantis, movimentos de esquerda e grupos a favor da renovação política.

O mote dos protestos dizia que é “dia de unir o país em defesa da democracia, da vida dos brasileiros e do Fora Bolsonaro”.

“É hora de unir os brasileiros, independente de colorações partidárias e ideológicas, na defesa intransigente da democracia”, destacou o grupo em nota.

O bloco afirmou ainda que a “ação do governo federal tem sido marcada de maneira criminosa pela irresponsabilidade e descaso com a defesa da vida do nosso povo, atacando a ciência e sabotando a vacinação, usando o momento de dor e perda por que passamos como uma oportunidade para ações corruptas, reveladas pela CPI da Pandemia”.

A nota acrescenta que “ao mesmo tempo em que sabota todos os esforços da sociedade para vencer o coronavírus, Bolsonaro ataca diariamente o regime democrático brasileiro e busca, inequivocamente, as condições para a imposição de um regime autoritário que destrua as instituições republicanas para acabar com as liberdades democráticas”.

Renovação política

Desta vez, o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua optaram por não convocar os apoiadores para o ato, já que a iniciativa tem o apoio de muitos partidos de esquerda. Os dois grupos marcaram um protesto pelo impeachment de Bolsonaro para 12 de setembro, com o apoio de partidos como PSL e Novo.

No entanto, outros movimentos intitulados de “renovação política” estiveram nas ruas, como Acredito e Agora, que defendem trazer nomes de fora da política partidária para disputar as eleições.

Enquanto os dois primeiros protestos se concentraram, sobretudo, na gestão catastrófica de Bolsonaro em relação à pandemia, o último, em 3 de julho, passou a englobar, também, pautas anticorrupção, impulsionados  pelo escândalo da Covaxin. Além disso, os últimos protestos ganharam a adesão de partidos da direita e da centro-direita.

le,ek (ots)

Começa vacinação de quem tem 30 anos

(Edson Hatakeyama/Pref. de São Paulo)

Nesta sexta-feira (23), a cidade de São Paulo vacina contra a Covid-19 o grupo de 30 anos, que é composto por cerca de 154 mil pessoas. É obrigatório, no momento da imunização, apresentar comprovante de residência da capital e um documento de identificação.

Segundo o cronograma da prefeitura, no sábado (24) haverá uma repescagem para quem tem de 30 a 34 anos e ainda não tomou a primeira dose do imunizante.

Na última quinta-feira (23), o prefeito Ricardo Nunes (MDB) anunciou a vacinação para o público de 29 e 28 anos, que deve ser imunizado na próxima semana.

Confira o calendário atualizado de vacinação contra a Covid-19 na capital:

Sexta-feira (23): 30 anos.

Sábado (24): Repescagem para quem tem de 30 a 34 anos e 2ª dose para todos os grupos.

Segunda-feira (26): 2ª dose de Pfizer para 652 grávidas em casa que tomaram AstraZeneca e repescagem para 30 anos ou mais.

Terça (27) e quarta-feira (28): 29 anos.

Quinta (29) e sexta-feira (30): 28 anos.

Toda a rede estará em operação para a vacinação da primeira ou segunda dose (D1 e D2)468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs)megapostos com acesso a pedestres, postos que funcionam exclusivamente em sistema drive-thru e a rede de farmácias parceiras. A vacina também está disponível nasAMAs/UBSs Integradasunidades do Serviço de Atenção Especializada (SAE) e nos Centros de SaúdeConfira a lista completa dos endereços aqui.

Pelo Filômetro, é possível acompanhar em tempo real asituação de espera nos postos de vacinação que estão em funcionamento na cidade.

Por Tv Cultura

Pfizer e AstraZeneca: 2 doses protegem contra variante delta, diz estudo

Duas doses dos imunizantes da Pfizer-Biontech ou da AstraZeneca contra a covid-19 são quase tão eficazes contra a variante delta do coronavírus, tida como altamente contagiosa, quanto contra a variante alfa, dominante até então no Reino Unido, mostrou um estudo publicado nesta quarta-feira (21/07) na revista especializada New England Journal of Medicine. Os dados ressaltam, porém, que uma única dose não fornece proteção suficiente.

As conclusões corroboram constatações anteriores divulgadas em maio pela Public Health England (PHE), agência do Ministério da Saúde britânico, sobre a eficácia das vacinas contra covid-19 produzidas pelas referidas empresas farmacêuticas com base em dados do mundo real.

De acordo com a pesquisa mais recente, duas doses da vacina da Pfizer são 88% eficazes na prevenção de casos sintomáticos de covid-19 após uma infecção pela variante delta, em comparação com 93,7% no caso da variante alfa, praticamente o mesmo que havia sido relatado anteriormente.

Já duas doses do imunizante da AstraZeneca se mostraram 67% eficazes contra a variante delta – acima, portanto, dos 60% relatados originalmente – e 74,5% eficazes contra a variante alfa, em comparação com uma estimativa original de 66% de eficácia.

“Foram observadas apenas pequenas diferenças em eficácia contra a variante delta em comparação com a variante alfa após o recebimento de duas doses de vacina”, escreveram pesquisadores da PHE no estudo.

Metodologia

Para o estudo, os pesquisadores fizeram duas abordagens: primeiramente, os cientistas compararam o estado de vacinação de pessoas com covid-19 sintomática com o estado de vacinação de pessoas que relataram sintomas, mas obtiveram um teste negativo.

Já numa segunda análise, a proporção de pessoas infectadas com a variante delta em relação à variante alfa foi estimada de acordo com o estado de vacinação. A suposição era que se a vacina fosse igualmente eficaz contra cada variante, uma proporção semelhante de casos com qualquer uma das variantes seria esperada em pessoas não vacinadas e em pessoas vacinadas.

Por outro lado, se a vacina fosse menos eficaz contra a variante delta do que contra a variante alfa, então seria de se esperar que a primeira representasse uma proporção maior de casos três semanas após a vacinação do que entre não vacinados.

Ambas as variantes foram identificadas com o uso de sequenciamento e com base no gene da proteína spike.

Outras conclusões

O estudo publicado nesta quarta-feira também constatou que uma dose da Pfizer é 36% eficaz na prevenção de casos sintomáticos após o contágio pela variante delta, enquanto que uma dose da AstraZeneca é cerca de 30% eficaz. O resultado reforça estimativas anteriores da PHE, segundo as quais, a primeira dose de qualquer uma das vacinas seria cerca de 33% eficaz.

“Nossa descoberta de eficácia reduzida após a primeira dose apoiaria os esforços para maximizar a aplicação de duas doses entre os grupos vulneráveis no contexto da circulação da variante delta”, disseram os autores do estudo.

Dados de Israel haviam estimado uma eficácia menor da vacina da Pfizercontra casos sintomáticos após uma infecção pela variante delta, embora a proteção contra quadros graves da doença tenha continuado alta.

A variante B.1.617.2 (delta) do Sars-CoV-2, o coronavírus causador da covid-19, foi primeiramente detectada na Índia, e já se espalhou pelo mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou nesta terça que a cepa poderá se tornar dominante no mundo em poucos meses.

Por Deutsche Welle
ip/lf (Reuters, ots)

Começa hoje vacinação de quem tem 31 anos

(Roberto Parizotti/Fotos Públicas)

A Prefeitura de São Paulo inicia hoje (22) a vacinação contra a Covid-19 para quem tem 31 anos. O público estimado nesta faixa etária é de 151.064 pessoas.

Amanhã (23), segundo a Prefeitura, é a vez do público de 30 anos receber a primeira dose do imunizante. Para esta faixa etária são esperadas 154.046 pessoas. Todos os postos de vacinação estarão abertos para a imunização na capital.

“Vale lembrar que, além das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas, os 20 megapostos foram pensados justamente para comportar esta fase, com mais mesas de cadastros e aplicação, além de local para espera do público, evitando aglomerações e filas nas unidades”, diz nota da Prefeitura. 

A secretaria municipal da saúde informa que os munícipes podem acompanhar em tempo real qual o melhor momento para se deslocarem até os postos de vacinação da capital por meio do site “De Olho na Fila”. Na plataforma, é possível monitorar a quantidade de pessoas em cada posto de vacinação e, assim, escolher o melhor horário para se imunizar. Cabe ressaltar que todas as vacinas disponíveis foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Elas são eficazes e seguras contra a Covid-19. Não há necessidade nem possibilidade de escolher um imunizante específico. Documentos necessários e pré-cadastro Para garantir as doses à população do município de São Paulo, a SMS reforça a obrigatoriedade de o cidadão apresentar no ato da vacinação um comprovante de residência na capital, juntamente com os documentos pessoais, preferencialmente Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). O comprovante de endereço no município de São Paulo pode ser apresentado de forma física ou digital.

Se não houver no próprio nome do munícipe, serão aceitos comprovantes em nome do cônjuge, companheiro, pais e filhos, desde que apresentado também um documento que comprove o parentesco ou estado civil, como Registro Geral (RG), certidão de nascimento, certidão de casamento ou escritura de união estável. Vale lembrar que o preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já (www.vacinaja.sp.gov.br) agiliza o tempo de atendimento nos postos de vacinação.

Basta inserir dados como nome completo, CPF, endereço, telefone e data de nascimento. Mais informações, como o calendário atualizado de vacinação da gestão municipal, os públicos elegíveis no momento e a lista completa de postos abertos na capital podem ser conferidas na página Vacina Sampa.

Defensoria quer que Justiça obrigue Estado a vacinar detentos

(Gov. do Estado de SP)

A Defensoria Pública de São Paulo ajuizou uma ação para que a população carcerária do estado seja vacinada contra o novo coronavírus de forma prioritária. Segundo o órgão, a imunização dentro das penitenciárias é mais lenta do que a para a população em geral.

De acordo com a defensoria, foi tentado resolver a situação sem a judicialização do assunto, com reuniões do Núcleo Especializado de Situação Carcerária com autoridades estaduais. Os defensores lembram que o Programa Nacional de Imunizações já prevê a prioridade na vacinação para as pessoas privadas de liberdade. Segundo ele, as condições das prisões, com superlotação, que dificultam o distanciamento social, e pouco acesso a medidas de higiene e equipes de saúde tornam essa população vulnerável à disseminação do vírus.

A defensoria afirma que em inspeções realizadas em unidades prisionais foi constatado que pessoas idosas e com comorbidades ainda não foram vacinadas. Entre as pessoas com mais de 35 anos, que no estado de São Paulo já estão sendo imunizadas de forma ampla, apenas 18 mil das mais de 80 mil pessoas nessa faixa etária receberam a vacina.

O texto da ação é assinado por 24 defensoras e defensores públicos do Núcleo Especializado de Situação Carcerária.

Responsabilidade das prefeituras

A Secretaria Estadual da Administração Penitenciária afirma que a responsabilidade pela vacinação contra a covid-19 é das prefeituras. “A vacinação em cada unidade prisional depende de agendamento das respectivas prefeituras, de acordo com definição do PEI (Plano Estadual de Imunização)”, ressalta a pasta.

Segundo a secretaria, até o momento foram vacinadas mais de 43 mil pessoas presas. “Importante destacar que a população privada de liberdade é mais jovem que a população em geral e a expectativa é que a vacinação avance a partir da segunda quinzena de julho e no mês de agosto”, acrescenta a nota.

A pasta diz ainda que estão sendo tomadas diversas medidas para conter a disseminação do vírus entre as pessoas privadas de liberdade, como a testagem em massa e a distribuição de máscaras do tipo N95/PFF2 e de produtos de higiene (álcool em gel e sabonete líquido.

Por Daniel Mello, da Agência Brasil

Começa vacinação de quem tem 32 anos

(SP Agora)

Quem tem 32 anos e mora em São Paulo pode ir a um dos pontos de vacinação da capital nesta quarta-feira (21) para receber a primeira dose da vacina contra a covid-19. O público estimado é de 147.223 pessoas.

Todos os postos de vacinação estarão abertos para a imunização das novas faixas etárias. Além das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas, os 20 megapostos foram adequados para atender essa fase, com mais mesas de cadastros e aplicação, além de local para espera do público, evitando aglomerações e filas nas unidades.

Os cidadãos podem acompanhar em tempo real qual o melhor momento para se deslocarem até os postos de vacinação da capital por meio do site De Olho na Fila. Na plataforma, é possível monitorar a quantidade de pessoas em cada posto de vacinação e, assim, escolher o melhor horário para se imunizar.

Documentos necessários e pré-cadastro

Para receber a vacina é obrigatório que o cidadão apresente, no ato da vacinação um comprovante de residência na capital, juntamente com os documentos pessoais, preferencialmente Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

O comprovante de endereço no município de São Paulo pode ser apresentado de forma física ou digital. Se não houver no próprio nome do munícipe, serão aceitos comprovantes em nome do cônjuge, companheiro, pais e filhos, desde que apresentado também um documento que comprove o parentesco ou estado civil, como Registro Geral (RG), certidão de nascimento, certidão de casamento ou escritura de união estável.

O preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já agiliza o tempo de atendimento nos postos de vacinação. Basta inserir dados como nome completo, CPF, endereço, telefone e data de nascimento.

Onde se vacinar

A lista completa de postos pode ser encontrada no Vacina Sampa.

Estado bate recorde de aplicação de vacina em um único dia

O estado de São Paulo bateu nesta sexta-feira (16) o recorde de vacinas contra a covid-19 aplicadas em um único dia. Segundo o Vacinômetro, da Secretaria Estadual da Saúde, foram aplicadas ontem 500.011 doses de vacina nos 645 municípios do estado.

Desse total, 294.810 foram de primeira dose e 176.004, de segunda dose das vacinas do Instituto Butantan/Sinovac/CoronaVac, Fiocruz/Oxford/AstraZeneca e Pfizer/BioNTech. Além disso, houve 29.197 imunizações com dose única do imunizante da Janssen. Este é o segundo dia consecutivo de recorde na aplicação de vacinas contra a covid-19 no estado.

Até o momento, mais de 31,1 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 foram aplicadas em São Paulo, sendo 7,2 milhões para a segunda dose e 991 mil de dose única. Com isso, já estão imunizados, com o esquema vacinal completo 17,72% da população geral.

O governo paulista espera vacinar toda a população adulta acima de 18 anos, pelo menos com a primeira dose, até o dia 20 de agosto.

A evolução diária da vacinação em São Paulo pode ser acompanhada no painel completo do Vacinômetro.

Por Elaine Patricia Cruz, da Agência Brasil

Quem tem 34 anos começa a ser vacinado segunda-feira

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), abre a campanha de vacinação contra a Covid-19 para as pessoas com 34 anos na segunda-feira (19). No dia seguinte, será a vez das pessoas com 33 anos e na quarta-feira (21), os que têm 32 anos. 

Quinta, sexta e sábado (22, 23 e 24) estão reservados para a repescagem das pessoas de 32 a 34 anos e para a aplicação da segunda dose de todos os grupos. 

O público estimado, entre os três grupos, é de 435.557 pessoas. São 143.297 de 34 anos, 145.037 de 33 anos, e 147.223 de 32 anos. 

A partir de segunda-feira, a imunização será realizada nos drive-thrus, megapostos e farmácias, das 8h às 17h. Nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 7h às 19h, e nas AMAs/UBSs Integradas, também das 7h às 19h. 

Documentos necessários e pré-cadastro 

Para garantir as doses à população do município de São Paulo, a SMS reforça a obrigatoriedade de o cidadão apresentar no ato da vacinação um comprovante de residência na capital, juntamente com os documentos pessoais, preferencialmente Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). 

O comprovante de endereço no município de São Paulo pode ser apresentado de forma física ou digital. Se não houver no próprio nome do munícipe, serão aceitos comprovantes em nome do cônjuge, companheiro, pais e filhos, desde que apresentado também um documento que comprove o parentesco ou estado civil, como Registro Geral (RG), certidão de nascimento, certidão de casamento ou escritura de união estável. 

Vale lembrar que o preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já (www.vacinaja.sp.gov.br) agiliza o tempo de atendimento nos postos de vacinação. Basta inserir dados como nome completo, CPF, endereço, telefone e data de nascimento. 

Mais informações, como o calendário atualizado de vacinação da gestão municipal, os públicos elegíveis no momento e a lista completa de postos abertos na capital podem ser conferidas na página Vacina Sampa. 

Onde se vacinar 

A lista completa de postos pode ser encontrada no Vacina Sampa: 

https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/doencas_e_agravos/coronavirus/index.php?p=307599

Começa vacinação de quem tem 35 anos; veja calendário

(Edson Hatakeyama/Pref. de São Paulo)

Nesta sexta-feira (16), a cidade de São Paulo vacina contra a Covid-19 o grupo de 35 anos, que é composto por cerca de 152 mil pessoas. É obrigatório, no momento na imunização, apresentar comprovante de residência da capital e um documento de identificação.

Segundo o cronograma da prefeitura, no sábado (17) haverá uma repescagem para o público de 35 a 37 anos que não tiver conseguido se vacinar até então. Na segunda (19), será a vez de quem tem 34 anos, um grupo com cerca de 143 mil pessoas.

Calendário atualizado de vacinação na capital:

Sexta-feira (16): 35 anos

Sábado (17): Repescagem para quem tem entre 35 e 37 anos e 2ª dose para todos os grupos

Segunda-feira (19): 34 anos

Terça-feira (20): 33 anos

Quarta-feira (21): 32 anos

Quinta, sexta e sábado (22, 23 e 24): Repescagem para quem tem de 32 a 34 anos e 2ª dose para todos os grupos.

Toda a rede estará em operação para a vacinação da primeira ou segunda dose (D1 e D2)468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs)megapostos com acesso a pedestres, postos que funcionam exclusivamente em sistema drive-thru e a rede de farmácias parceiras. A vacina também está disponível nasAMAs/UBSs Integradasunidades do Serviço de Atenção Especializada (SAE) e nos Centros de SaúdeConfira a lista completa dos endereços aqui.

Pelo Filômetro, é possível acompanhar em tempo real a situação de espera nos postos de vacinação que estão em funcionamento na cidade.

Por TV Cultura