Internações por covid-19 despencam e um quarto dos pacientes não se vacinou

A quantidade de internações por covid-19 na cidade de São Paulo despencou cerca de 90%, segundo levantamento divulgado pela Secretaria Municipal da Saúde, que relaciona a queda ao avanço da vacinação. Enquanto no pico da pandemia, o município chegou a registrar mais de 500 internações por dia, entre 8 e 28 de setembro o número de pacientes que deram entrada em hospitais, por dia, caiu para 51.

Durante o período do levantamento, 1.082 pessoas com mais de 18 anos foram hospitalizadas, além de 105 menores de 18 anos, ainda sem o esquema vacinal completo, totalizando 1.187. Destes, 753 ocuparam um leito de enfermaria e 434 uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), informa nota da Prefeitura.

Entre os internados, 261 não estavam vacinados (excluindo os menores de 18 anos), o que representa um quarto do total dos pacientes. 

“A curva de internações começou a diminuir a partir de junho, período que coincide com o avanço da vacinação no município”, comenta Marilande Marcolin, secretária-executiva de Atenção Hospitalar.

Outro dado que chama a atenção no levantamento é que a maioria dos casos se concentra em pacientes com mais de 40 anos de idade, com maior incidência nos maiores de 60 anos. Nos casos em que os pacientes precisaram de uma UTI, também foi possível verificar a menor incidência de intubações.

“Isso reforça o planejamento da dose adicional para os maiores de 60 anos e a manutenção das medidas preventivas, com o uso de máscaras e a importância de uma boa higiene pessoal, com lavagem frequente das mãos e uso do álcool em gel”, disse Luiz Carlos Zamarco, secretário-adjunto da Secretaria Municipal da Saúde.

Brasil recebe lote de 4,5 milhões de doses da vacina da Pfizer

Chegou hoje (16) ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), mais um lote de 4,5 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer. Os imunizantes do laboratório norte-americano chegaram em dois voos no início da manhã. Mais um carregamento com 1,3 milhão de doses está previsto para chegar amanhã (17).

Os lotes fazem parte do contrato assinado com o Ministério da Saúde para fornecimento de 100 milhões de doses da vacina até dezembro. A farmacêutica já fez a entrega de 100 milhões de doses previstas no primeiro termo assinado com o governo brasileiro.

O Ministério da Saúde já distribuiu 310,5 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus de quatro laboratórios para serem aplicadas em todo o país. Até o momento, 101,3 milhões de pessoas foram completamente imunizadas contra a doença com duas doses ou vacina de dose única.

Por Agência Brasil

Brasil recebe 3,2 milhões de doses da Pfizer

Chegarou hoje (15) ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), um carregamento com 3,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer. Ontem (14), o laboratório norte-americano já havia feito a entrega de 912,6 mil doses. A previsão é de que até o próximo domingo (17), desembarquem no Brasil mais 10 milhões de doses do imunizante.

Os lotes fazem parte do contrato assinado com o Ministério da Saúde para fornecimento de 100 milhões de doses da vacina até dezembro. A farmacêutica já fez a entrega de 100 milhões de doses previstas no primeiro termo assinado com o governo brasileiro.

O Ministério da Saúde já distribuiu 310,5 milhões de doses de vacinas contra o novo coronavírus de quatro laboratórios para serem aplicadas em todo o país. Ontem, o Brasil atingiu a marca de 100 milhões de pessoas completamente imunizadas contra a covid-19 com duas doses ou dose única.

Por Agência Brasil

Mutirão vai incentivar segunda dose contra covid-19

Neste sábado (16), o estado de São Paulo vai promover o dia V de vacinação contra a covid-19, um mutirão para ampliar a cobertura vacinal contra a doença. Com isso, cinco mil postos de saúde estarão abertos no sábado, em todo o estado de São Paulo, entre as 7h e as 19h, principalmente para a aplicação da segunda dose de vacina contra a covid-19.

Nesse dia, também serão aplicadas as doses de reforço para idosos que tomaram a segunda dose há mais de seis meses. A terceira dose ou dose de reforço está sendo aplicada porque foi observada uma queda na proteção da vacina contra a covid-19, após seis meses da segunda dose.

O objetivo principal desse dia V de vacinação é atrair os faltosos da segunda dose, ou seja, aquelas pessoas que já poderiam ter tomado a segunda dose mas que ainda não compareceram aos postos de saúde para completar o esquema vacinal.

Segundo Regiane de Paula, coordenadora do Programa Estadual de Imunização de São Paulo, cerca de 4,1 milhões de pessoas ainda não tomaram a segunda dose de imunizante contra a covid-19 em todo o estado paulista.

Até este momento, 61,79% da população total de São Paulo já completou o esquema vacinal.

As prefeituras também vão poder aproveitar a data para atualizar o cadastro na plataforma VaciVida, inserindo dados de pessoas que já tomaram o imunizante e que eventualmente ainda não constam do sistema.

Multivacinação

Neste mesmo dia, pais ou responsáveis podem levar seus filhos para atualização da carteira de vacinação. Segundo o governo paulista, serão oferecidos 16 tipos de vacinas, que protegem contra 20 doenças. O governo pede que os pais ou responsáveis levem a carteira de vacinação de seus filhos para que o profissional de saúde avalie quais doses e vacinas precisam ser aplicadas.

campanha nacional de multivacinação do Ministério da Saúde começou no dia 1° e vai até o dia 29 de outubro.

Por Agência Brasil

Estado exigirá ao menos uma dose de vacina para grandes eventos

(Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Para entrar em um grande evento no estado de São Paulo, o governo paulista vai exigir que a pessoa tenha tomado ao menos uma dose de vacina contra a covid-19. A informação foi divulgada hoje (6). Com a decisão, quem não tiver tomado nenhuma dose, não poderá frequentar este tipo de evento em São Paulo.

“O primeiro critério fundamental [para entrar em um grande evento], sem dúvida, é a vacinação completa. Quem quiser frequentar um grande evento a partir deste mês, como o futebol, a pessoa vai precisar ter esquema vacinal completo. Se não tiver o esquema completo, precisa ter ao menos a primeira dose e um teste negativo. Pessoas que não tomaram a primeira dose por razões diversas não vão conseguir frequentar esses grandes eventos. Outra condição é que o uso de máscara será fundamental nessas situações”, disse o coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, Paulo Menezes, em entrevista coletiva.

São Paulo tem retomado, gradualmente, a reabertura de eventos esportivos, culturais e de lazer, com controle de público. A presença de torcida nos estádios de futebol de São Paulo, por exemplo, já está autorizada. Neste momento, a presença é restrita a 30% da capacidade do estádio. Esse limite vai aumentar para 50% a partir de 16 de outubro e para 100% em novembro.

Para ir ao estádio, a pessoa precisa apresentar o comprovante de vacinação físico ou digital – disponível no Conecte SUS (imagem) ou no aplicativo do Poupatempo. Se tomou apenas uma dose, precisa apresentar, além do comprovante de vacinação, um teste de covid-19.

Festas de final de ano

Menezes disse que o comitê ainda não tem uma posição definida sobre a realização de grandes eventos ao ar livre sem controle de público, como as festas de ano novo e carnaval. “Nós entendemos que ainda não é o momento de discutir os grandes eventos abertos, porque não há nenhum controle”, disse ele.

Por Agência Brasil

Mais de 559 mil pessoas não tomaram a 2ª dose da vacina

A prefeitura de São Paulo estima que 559.676 pessoas ainda não tomaram a segunda dose de vacina contra a covid-19 na cidade. O dado foi divulgado hoje (4) pela Secretaria Municipal de Saúde.

Segundo o secretário da Saúde, Edson Aparecido, esse número inclui até mesmo as pessoas que atrasaram a dose em um dia.

A prefeitura alerta a população de que é necessário completar o esquema vacinal, ou seja, tomar as duas doses caso tenha tomado Pfizer/BioNTech, AstraZeneca/Oxford/Fiocruz ou CoronaVac/Sinovac/Butantan como primeira dose. Completar o esquema vacinal é essencial para garantir proteção completa contra as formas graves da covid-19 e, principalmente, garantir mais proteção contra a variante Delta, que foi identificada inicialmente na Índia.

“A tendência é ir diminuindo o processo de vacinação dos atrasados. O esforço é permanente. O processo de vacinação é de conscientização”, disse o secretário.

Para que as pessoas completem o seu esquema vacinal, a prefeitura vai promover um dia especial para vacinação de segunda dose no dia 16 de outubro.

A relação dos postos de vacinação na cidade de São Paulo pode ser consultada no site Vacina Sampa.

Por Agência Brasil

Covid-19: Capital aplica dose de reforço em idosos acima de 60 anos

A partir desta segunda-feira (4), a prefeitura de São Paulo inicia a aplicação da dose adicional contra a covid-19 em idosos acima de 60 anos de idade e em profissionais de saúde, maiores de 18 anos, que receberam a segunda dose, ou dose única, há mais de seis meses. Na última sexta-feira (1º), a capital recebeu 329.760 novas doses do imunizante da Pfizer para essa finalidade.

A dose adicional para os profissionais de saúde e idosos está disponível em todas as 469 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas, além dos 21 megapostos, 19 drive-thrus, três centros de saúde e postos volantes.

No caso dos profissionais de saúde, é necessário apresentar comprovante de vínculo empregatício em serviço de saúde da cidade de São Paulo ou documento do conselho de classe. Também é possível apresentar comprovantes de profissão, certificado ou diploma.

Identidade

Os idosos com mais de 60 anos devem apresentar documento de identificação, comprovante de vacinação físico ou digital e comprovante de endereço do município para os casos em que as doses anteriores não foram realizadas na cidade.

A vacinação com doses adicionais também segue liberada para pessoas com mais de 18 anos que tenham alto grau de imunossupressão. Para esse grupo, é preciso ter tomado a segunda dose ou dose única há pelo menos 28 dias.

Funcionamento

Drive-thrus e farmácias parceiras: vacinação primeira dose (D1), segunda dose (D2) e dose adicional (DA), das 8h às 17h;

Megapostos: vacinação D1, D2 e DA, das 8h às 17h;

Unidades Básicas de Saúde (UBSs): vacinação D1, D2 e DA, das 7h às 19h;

AMAs/UBSs Integradas: vacinação D1, D2 e DA, das 7h às 19h.

A lista completa de postos pode ser encontrada na página Vacina Sampa.

Por Agência Brasil

Estado fará mutirão para segunda dose contra covid-19

O governo de São Paulo vai promover sábado (2) uma mobilização, chamada de Dia V, para aplicação da segunda dose da vacina contra a covid-19. Mais de cinco mil postos de vacinação dos 645 municípios paulistas estarão abertos das 7h às 19h para que as pessoas que estão com a sua segunda dose atrasada possam ser imunizadas.

“O Dia V é uma grande oportunidade para quem está com a segunda dose da vacina atrasada e agora poderá se vacinar”, disse João Doria, governador de São Paulo.

Esse dia de mobilização também vai servir para que os municípios atualizem o sistema VaciVida, inserindo dados de pessoas imunizadas que ainda não haviam sido incluídos no sistema.

por Agência Brasil

Idosos acima de 70 anos podem tomar dose de reforço contra covid-19

A cidade de São Paulo inicia, nesta segunda-feira (27), a aplicação da dose adicional da vacina contra a covid-19 para idosos acima de 70 anos de idade. Estão elegíveis aqueles que tomaram a segunda dose ou a dose única há mais de seis meses. Essa nova etapa será feita com o imunizante da Pfizer. O público estimado é de 174.198 pessoas.

Segundo a prefeitura, até as 13h do último sábado (25), a capital já havia aplicado 97.257 doses de reforço.

A vacinação também segue liberada para pessoas com mais de 18 anos que tenham alto grau de imunossupressão. Para esse grupo, com mais de 18 mil cidadãos, é preciso ter tomado a última dose do esquema vacinal (segunda dose ou dose única) há pelo menos 28 dias.

A população pode acompanhar a disponibilidade de segundas doses dos imunizantes por meio da plataforma De Olho na Fila.

Toda a rede está aberta para atender ao público elegível para primeira dose (D1), segunda dose (D2) e dose adicional. Os idosos devem comparecer a um dos postos do município com comprovante de ciclo vacinal completo e de residência, bem como um documento com foto.

Com relação aos pacientes acamados em domicílio, a aplicação da vacina é feita pela equipe da Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do usuário, assim como para Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) e população indígena aldeada na cidade de São Paulo.

Doses remanescentes

Os idosos com mais de 60 anos e trabalhadores da saúde com mais de 18 anos, exceto gestantes e puérperas, podem fazer a inscrição nas UBSs, para receber as doses de reforço, caso haja dose remanescente próximo ao horário de encerramento das atividades do serviço de saúde. Vale para o cidadão que tomou a segunda dose há mais seis meses na capital. Para isso, é preciso apresentar comprovante de ciclo vacinal completo e de residência, bem como um documento com foto.

Funcionamento:

Drive-thrus e farmácias: vacinação D1, D2 e DA, das 8h às 17h;

Megapostos: vacinação D1, D2 e DA, das 8h às 17h;

Unidades Básicas de Saúde (UBSs): vacinação D1, D2 e DA, das 8h às 19h;

AMAs/UBSs Integradas: vacinação D1, D2 e DA, das 7h às 19h.

lista completa de postos pode ser encontrada na página Vacina Sampa.

Por Agência Brasil

Coronavac reduziu em 90% mortes de pessoas com mais de 70 anos em cinco estados

A imunização com a vacina do Instituto Butantan reduziu em 90%, em média, as mortes por COVID-19 entre os idosos com mais de 70 anos no Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Piauí. A queda indica a eficiência do imunizante que foi utilizado na vacinação de 80% das pessoas nesta faixa etária em todo país. Nesta quarta-feira (22), os cinco estados formalizaram a aquisição de mais 2,5 milhões de doses da Coronavac para fortalecer os respectivos planos de imunização.

Na soma dos cinco estados, a média semanal de mortes por COVID-19 entre as pessoas com 70 anos chegou a 148 por dia em 28 de março e caiu para apenas 15 em 20 de agosto. Esse resultado, de 90% na redução dos óbitos, é superior à média nacional, que ficou igualmente alta, em 88%.

No Brasil, a média semanal de mortes por COVID-19 entre as pessoas com 70 anos ou mais caiu de 1.316 por dia em 28 de março para 164 em 20 de agosto. Os dados são do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), do Ministério da Saúde.

No estado do Ceará, a redução dos óbitos entre idosos chegou a 95%. A média semanal de mortes por COVID-19, entre pessoas com mais de 70 anos, caiu de 67 por dia em 28 de março, para quatro em 20 de agosto. O estado adquiriu mais 300 mil doses da Coronavac por meio do contrato celebrado junto ao Butantan.

No Espírito Santo, a média semanal de mortes por COVID-19, entre pessoas com mais de 70 anos, caiu 75%. A redução foi de quatro por dia em 28 de março, para uma em 20 de agosto. O Governo do ES adquiriu outras 500 mil doses da Coronavac.

O Mato Grosso registrou queda de 78% nos óbitos. A média semanal de mortes por COVID-19, entre pessoas com mais de 70 anos, caiu de 16 por dia em 28 de março, para quatro em 20 de agosto. O estado vai receber 500 mil novas doses da Coronavac.

No Pará, a média semanal de mortes por COVID-19, entre pessoas com mais de 70 anos no estado, passou de 46 por dia em 28 de março para apenas três em 20 de agosto. A queda foi de 93%. O Estado vai receber um carregamento de 1 milhão de novas doses da Coronavac.

Por fim, no estado do Piauí, a média semanal de mortes por COVID-19, entre pessoas com mais de 70 anos, caiu de 15 por dia em 28 de março, para três em 20 de agosto. A redução foi de 80%. O Governo do PI adquiriu mais 200 mil doses da vacina do Butantan.

A vacina produzida pelo Instituto Butantan teve papel fundamental na queda dos óbitos, uma vez que oito de cada 10 pessoas com mais de 70 anos foram imunizadas com Coronavac no país. Em 28 de março as vacinas da Pfizer e da Janssen ainda não eram aplicadas no Brasil e a proporção de imunizantes disponíveis no país era de oito doses de Coronavac para cada duas da Astrazeneca.

Com a entrega de 100 milhões de doses e conclusão do contrato com o Ministério da Saúde, o Governo de SP e o Instituto Butantan puderam iniciar a entrega das doses aos estados que haviam realizados acordos prévios para aquisição da Coronavac.

Por Gov. do Estado de SP