CIEE promove maratona com 12 mil vagas de estágio

(Divulgação)

O Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) vai oferecer mais de 12 mil vagas de estágio e aprendizagem a partir de segunda-feira (22). Chamado de Maratona de Vagas, o evento ocorrerá de forma virtual: jovens e adolescentes em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho podem conferir as vagas pela internet até o dia 26 de fevereiro.

De acordo com o superintendente nacional de Atendimento do CIEE, Luiz Gustavo Coppola, o início do ano é o período com mais opções para os jovens encontrarem vagas, já que, no primeiro semestre, em geral, as empresas costumam abrir mais espaço para entrada de novos talentos.

“Nos primeiros meses do ano, temos uma janela única de oportunidades. Por meio da campanha, queremos engajar os jovens, oferecer suporte e mostrar que sim, é possível alcançar espaço no mundo do trabalho”, destacou.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

São Paulo abre vagas para profissionais de saúde

Estão abertas as inscrições para o processo de seleção para contratação emergencial de profissionais de saúde e assistencial social pelo governo de São Paulo. Os trabalhadores vão reforçar o combate à pandemia de coronavírus no estado.

São 925 vagas: assistente social (20 vagas); médico (245 vagas); oficial de saúde (30 vagas); e técnico de enfermagem (630 vagas).

O processo de seleção será feito pela Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp). A análise vai considerar os títulos acadêmicos e a experiência profissional dos candidatos.

Os salários oferecidos no processo seletivo variam de R$ 1.200 a R$ 3.291. Além desses valores, são oferecidos prêmios de incentivo e por produtividade que devem elevar a remuneração dos profissionais.

As inscrições podem ser feitas até o dia 22 de abril pela página da instituição. O resultado final da seleção está previsto para o dia 5 de maio.

Por Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

Vagas: Supermercados devem contratar 5 mil pessoas

(Fernanda Cruz/Agência Brasil)

Pelo menos 5 mil vagas temporárias devem ser criadas entre março e abril nos supermercados da região metropolitana de São Paulo, informou a Associação Paulista dos Supermercados (Apas). A maioria das vagas é para repositor e caixa. No mesmo período do ano passado, foram criadas 500 vagas.

A criação desses postos de trabalho ocorre devido à demanda de consumo presencial e online e do turnover (taxa de rotatividade) de funcionários e da quarentena de idosos e pessoas do grupo de risco à covid-19.

“Visando à diminuição da circulação de pessoas nos estabelecimentos, a Apas informa que os associados estão realizando entrevistas por meio de aplicativos online (como WhatsApp), assim como recebimento de currículo. A associação lembra que o candidato deve procurar as redes oficiais dos supermercados para mais informações”, diz a Apas, em nota.

De acordo com dados divulgados pela Apas, no último dia 26, o movimento presencial de clientes nos supermercados do estado estavaá próximo do normal. Nessa data, uma quinta-feira, as vendas cresceram 7,6%, em comparação com o dia 27 de fevereiro (também uma quinta-feira). O movimento daquela quinta-feira (26) ficou bem próximo da demanda dos dias 13, 14 e 15 deste mês (primeiro fim de semana do levantamento), que foi de 8,5%.

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil

Censo do IBGE vai contratar 46 mil pessoas no Estado

IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicou esta semana os editais para o Processo Seletivo Simplificado para o Censo 2020. São 208.695 vagas em todo o Brasil, sendo 46.337 no Estado de São Paulo. As inscrições vão até dia 24.

Os selecionados vão trabalhar na coleta de informações para o Censo, entrevistando os moradores de todos domicílios brasileiros. Há dois processos seletivos: para Agentes Censitários Municipais / Agentes Censitários Supervisores (que exige escolaridade nível médio) e para Recenseadores (exige nível fundamental). As informações são do IBGE.

As vagas são temporárias e os contratos terão duração prevista de três meses (Recenseador) ou de cinco meses (Agentes Censitários Municipais / Agentes Censitários Supervisores), podendo ser renovados de acordo com as necessidades do IBGE e a disponibilidade orçamentária.

Os melhores colocados em cada município ocuparão a vaga de Agente Censitário Municipal, que será o responsável pela coordenação da coleta do Censo 2020 naquela cidade. Os demais agentes censitários supervisionam as equipes de recenseadores. As remunerações dessas duas funções são de R$ 2.100 para Agente Censitário Municipal e R$ 1.700 para Agentes Censitários Supervisores.

Inscrições

A taxa de inscrição para as funções de nível médio é de R$ 35,80 e para Recenseador, de R$ 23,61. Os valores podem ser pagos em qualquer banco, casa lotérica ou pela internet. As inscrições serão via internet, pelo site da organizadora do Processo Seletivo, o Cebraspe.

O ideal é que os recenseadores aprovados no processo seletivo sejam moradores das próprias localidades onde irão trabalhar, para economia de custos com deslocamentos e maior produtividade nas visitas domiciliares.

Nos municípios maiores e em áreas remotas, as vagas são oferecidas por áreas de trabalho específicas. Essas áreas podem abranger bairros, favelas, localidades de difícil acesso, aldeias indígenas ou comunidades quilombolas, por exemplo.

Provas

Para ambas as funções dos processos seletivos, as provas serão realizadas em todos os municípios onde houver vagas. O edital com a relação de todos os locais de provas será divulgado em 8 de maio para agentes censitários e em 18 de maio para recenseadores. O cronograma completo dos processos seletivos está nos editais.

Agentes censitários Municipais e Supervisores: As provas serão em 17 de maio. Os candidatos farão prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório, com 10 questões de Língua Portuguesa, 10 questões de Raciocínio Lógico Quantitativo, 5 questões de Ética no Serviço Público, 15 questões de Noções de Administração / Situações Gerenciais e 20 questões de Conhecimentos Técnicos. Os links de acesso à documentação referente a esse conteúdo programático estão no edital.

Recenseadores: As provas serão em 24 de maio. Haverá prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, com 10 questões de Língua Portuguesa, 10 questões de Matemática, 5 questões sobre Ética no Serviço Público e 25 questões de Conhecimentos Técnicos. O link de acesso à documentação referente aos Conhecimentos Técnicos para Recenseadores pode ser encontrado no edital.

Condições

Os profissionais contratados temporariamente pelo IBGE também terão direito a férias e 13º salários proporcionais, de acordo com a legislação em vigor e conforme o estabelecido pelos editais. Quem trabalhou recentemente como temporário, para o IBGE ou qualquer outro órgão público, também pode ser recontratado, caso seja aprovado nesses processos seletivos do Censo 2020.

Os recenseadores são os profissionais que irão visitar todos as residências do país, entrevistando seus moradores. Eles serão remunerados por produtividade, de acordo com o número de domicílios visitados. No site do IBGE há um simulador onde os candidatos podem verificar a remuneração a ser obtida, com base nos valores pagos por setor censitário nas diferentes localidades do país.

*Com informações do Governo do Estado de SP

Veja qual a região da Capital com mais desempregados

Vista aerea da cidade de São Paulo (Governo do Estado de São Paulo)


O desemprego atinge de forma desigual a população da cidade de São Paulo. Pesquisa divulgada hoje (23), pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), mostra que a zona sul do município tem um índice de 15,5% de pessoas sem emprego. No centro ampliado, o percentual de desempregados é de 10,1% e em toda cidade de 12,8%.

A zona norte também tem um percentual acima do observado no município de pessoas sem trabalho, 13,9%, enquanto na zona leste o índice é 12,1%. A força de trabalho da capital paulista é de 6,45 milhões de pessoas, sendo que 825 mil desses residentes em idade economicamente ativa estão desocupados.

A zona sul também concentra o maior percentual de população com o ensino fundamental incompleto, 41,4%. O índice de pessoas com ensino superior nessa parte da cidade é 10%. Na média, a cidade tem 34,1% de pessoas com ensino fundamental incompleto e 15,3% com ensino superior. No centro ampliado, 28,3% cursaram a universidade e 32,5% não chegaram a concluir o período escolar.

Aposentadorias e rendimentos

Em toda a cidade, 14% dos domicílios são sustentados exclusivamente por aposentadorias. O maior percentual é na zona norte, com 18,8%, e o menor na zona sul, com 9,8%. No centro ampliado, o índice fica em 13,5%.

O rendimento médio per capita também apresenta diferenças consideráveis entre as diferentes partes da cidade. No município a renda média é de R$ 1.452, chegando a R$ 2.366 no centro ampliado. Na zona sul, a renda média por pessoa é de R$ 1.095 e na parte da zona leste mais distante do centro, R$ 992.

A zona sul de São Paulo concentra 2,72 milhões de pessoas; o centro ampliado, 2,67 milhões; a zona norte, 2,3 milhões; a parte leste mais próxima do centro, 1,63 milhão e a zona leste mais periférica, 2,49 milhões. No total, vivem na cidade 11,81 milhões de pessoas.

Para elaboração do estudo, o Seade visitou 2,1 mil domicílios.

Por  Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil

CPTM abre 132 vagas para aprendiz

(Portal do Governo de São Paulo/Reprodução)


A partir desta segunda-feira (9), a CPTM recebe inscrições para 132 vagas para as áreas de Assistente Administrativo (36 vagas), Eletricista de Manutenção Eletroeletrônica (32 vagas) e Técnico em Manutenção Metroferroviária (64 vagas). O processo de inscrição vai até sexta-feira (13).

Os candidatos devem ter idade 18 anos completos em 3 de fevereiro de 2020 e idade máxima de 24 anos na data de conclusão do curso, que tem duração de 2 anos. Outro requisito é ter concluído o Ensino Médio.

Os alunos aprendizes recebem no primeiro ano (12 meses) uma bolsa de estudos que corresponde a um salário mínimo e, no segundo, a bolsa de estudo passa para um salário mínimo e meio. Além disso, os aprendizes receberão como benefícios plano de saúde e odontológico, vale alimentação, vale transporte e vale refeição.

Os estudantes terão aulas teóricas e técnicas no Senai Mariano Ferraz e no Centro de Formação Profissional Engenheiro James C. Stewart, na Lapa, onde há um protótipo de estação ferroviária e da via permanente, um simulador de operação de trens e vários laboratórios técnicos. A escola é uma oportunidade de aprender tudo sobre o sistema metroferroviário. Os alunos também praticam o que aprenderam na operação da CPTM com a supervisão dos profissionais da empresa.

A Fase Escolar é ministrada na Escola Senai Mariano Ferraz, localizada na Vila Leopoldina, no horário das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira. Já a Fase de Prática Profissional Supervisionada será realizada na CPTM, no período das 8h às 11h, nos dias úteis, com acompanhamento da operação ferroviária.]

*Informações do Governo do Estado de SP

De vendedor a enfermagem, veja 5 mil vagas de emprego

(Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Nesta semana, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho oferece o total 5.371 mil vagas de emprego por meio do Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo (CATe). As oportunidades são para todas as regiões da capital.

A posição que lidera o ranking desta semana é de vendedor de serviços com o total de 210 vagas ofertadas. O candidato precisa ter o mínino o ensino médio completo e não há necessidade de experiência – salário de R$ 1.198 a R$ 1.450 por mês.

O segundo lugar do ranking está o cargo de telemarketing apresentando 119 oportunidades. Os contratantes buscam profissionais que tenham ensino médio completo e experiência de seis meses. Há 22 vagas destinadas para as pessoas com deficiência e o salário para todas as vagas é de R$ 998 a R$ 1.047 por mês.

Há 112 vagas para auxiliar de limpeza. Será exigido dos trabalhadores o ensino fundamental incompleto e seis meses de experiência. O salário para os profissionais varia entre R$ 1.000 a R$ 1.500. Há vagas para pessoas com deficiência, 77 oportunidades estão sendo oferecidas e o salário está entorno de R$ 1.181 a R$ 1.500.

Destaque de 50 vagas para atuar como auxiliar de enfermagem. Para se candidatar, é necessária experiência de seis meses e candidato precisa ter o ensino médio completo. A remuneração está entorno de R$ 1.200.

Para quem está em busca de vagas como atendente de lanchonete, estão disponíveis 30 oportunidades, exigindo ensino médio completo, sem experiência, sendo oferecido salário de R$ 574 a 575 por mês, carga de seis horas ou dias alternados.

De acordo com a distribuição regional, a zona central apresenta o maior número de oportunidades, com 423 vagas, seguida pela zona sul, com 259. A região leste apresenta 220 ofertas de emprego e a região norte dispõe de 212. Já a zona oeste da cidade conta com 197 possibilidades de contratação.

Todas as oportunidades de emprego podem ser consultadas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h em qualquer uma das 24 unidades do Cate. É necessário apresentar RG, CPF, número do PIS e carteira de trabalho. A lista completa de endereços está disponível aqui.

CATe

O Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho é uma rede de atendimento gratuito com 24 unidades distribuídas por todas as regiões da cidade de São Paulo. Visando orientar trabalhadores e empreendedores, o CATe oferece serviços de encaminhamento de vagas, oficinas de qualificação profissional e emissão de carteira de trabalho.

*conteúdo Prefeitura de São Paulo

Desemprego no Brasil cai em julho, diz IBGE

Por Vitor Abdala

(Leon Rodrigues/Prefeitura de SP/Reprodução)

A taxa de desemprego do país recuou para 11,8% no trimestre finalizado em julho deste ano. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada hoje (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa é inferior aos 12,5% do trimestre encerrado em abril deste ano e aos 12,3% de julho de 2018.

A população desocupada ficou em 12,6 milhões de pessoas no trimestre finalizado em julho, 4,6% abaixo do trimestre encerrado em abril (menos 609 mil pessoas), mas estatisticamente estável em relação a igual período de 2018.

Já a população ocupada ficou em 93,6 milhões de pessoas e chegou ao maior número da série histórica, iniciada em 2012. O contingente é 1,3% maior (mais 1.219 mil pessoas) do que em relação ao trimestre encerrado em abril e 2,4% superior (mais 2.218 mil pessoas) do que o trimestre encerrado em julho do ano passado.

País registra criação de 48,4 mil vagas de trabalho formal

Por Kelly Oliveira

A criação de empregos com carteira assinada teve saldo positivo em junho, com a criação de 48.436 vagas. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgado hoje (25) pelo Ministério da Economia.

O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. O saldo positivo em junho foi resultado de 1.248.106 admissões contra 1.199.670 desligamentos ocorridos no período.

O resultado de junho foi o melhor para o período desde 2013, quando, no mesmo mês, foram geradas 123.836 vagas. Em junho de 2018 foram registradas mais demissões do que contratações, gerando saldo negativo de 661 vagas.

No primeiro semestre deste ano, foram criados mais 408.500 postos de trabalho ( 8.221.237 admissões e 7.812.737 desligamentos), o maior saldo para o período desde 2014 quando foram criadas 588.671 vagas. No mesmo período do ano passado, o saldo foi de 392.461 vagas.

O estoque do emprego formal no Brasil chegou a 38,819 milhões, em junho, maior do que do o registrado em junho de 2018 (38,294 milhões).

Para o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, os dados indicam que o resultado deste ano será melhor do que o de 2018. Dalcomo ainda aposta na melhora dos índices de confiança dos empresários e de consumidores impulsionada pela aprovação da reforma da Previdência, a criação da medida provisória Medida Provisória nº 881 (Liberdade Econômica) e a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“ [Mas]Essas medidas não bastam. Uma medida apenas não é suficiente. Nem mesmo a Nova Previdência é suficiente, mas é indispensável para outras mudanças”, disse. Ele citou a necessidade da reforma tributária, a melhora do ambiente de negócios, com a MP da Liberdade Econômica, e outras medidas de desburocratização.

Setores

Em junho, o setor de serviços foi o que mais gerou empregos, com saldo de 23.020 vagas, seguido por agropecuária (22.702) e construção civil (13.136). Já a indústria da transformação demitiu mais do que contratou, registrando saldo negativo de 10.988 vagas. O comércio também apresentou saldo negativo (3.007 vagas).

No acumulado de seis meses, o setor de serviços se destacou, com geração de 272.784 vagas. A agropecuária apresentou saldo de 75.380. O terceiro lugar na criação de vagas foi ocupado pelo setor da indústria da transformação (69.286). Por outro lado, o comércio registrou saldo negativo (88.772) no mesmo período.

Para o subsecretário de Políticas Públicas e Relações de Trabalho do Ministério da Economia, Matheus Stivali, a retração do emprego no comércio é reflexo da atividade econômica em recuperação. “A explicação é próprio desempenho fraco da economia. O comércio emprega pessoas de qualificação média e é onde mais a crise econômica é sentida”, disse.

Regiões

No mês, o Sudeste foi a região que mais gerou empregos formais (31.054), a mesma situação observada no acumulado do ano, com geração de 251.656 vagas. O Sul registrou saldo negativo de 2.714 vagas, mas, na soma dos resultados dos últimos seis meses, a região teve geração de 11.455 empregos. No primeiro semestre, o Nordeste foi a única região a apresentar saldo negativo, com 35.193 vagas.

Reforma trabalhista

Considerando as mudanças introduzidas pela nova legislação trabalhista, o saldo de postos de trabalho na modalidade intermitente – quando o empregado recebe por horas de trabalho – chegou a 10.177 vagas. No parcial, 1.427.

Os desligamentos por acordo chegaram a 17.952, em junho, o equivalente a 1,5% do total de desligamentos no mês.

O salário médio de demissão chegou a R$ 1.766,67. O de admissão, R$ 1.606,62.

Melhor fevereiro desde 2014, país gera 173 mil vagas

(Arquivo)

O país registrou, pelo terceiro mês seguido, a criação de empregos com carteira assinada. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, o saldo positivo de emprego formal chegou a 173.139 no último mês. Esse foi o maior saldo positivo para fevereiro desde 2014 (260.823).

O resultado decorreu de 1.453.284 admissões e 1.280.145 demissões. O estoque do emprego formal alcançou 38,6 milhões de postos de trabalho.

Nos dois meses do ano, o saldo de geração de empregos formais chegou a 211.474. Nos 12 meses terminados em fevereiro, foram criados 575.226 postos de trabalho.

Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, há sinalização de “retomada consistente” do emprego no país.

“Nossa expectativa é de que essa retomada se mantenha nos próximos meses principalmente porque a economia vai bem. Esse número de empregos gerados no mês de fevereiro é uma demonstração de que as mudanças propostas – como flexibilidade, desburocratização, uma visão mais liberal da economia – passam confiança à economia real no processo de retomar as contrações”, explicou.