Black Friday deve gerar 800 mil downloads de aplicativos de compras

As promoções de Black Friday devem impulsionar as buscas por aplicativos de vendas online, gerando cerca de 800 mil downloads no período. A estimativa foi feita pela empresa especialista em mobile marketing, RankMyApp.

O levantamento é baseado em dados históricos. Ainda de acordo com o estudo, também houve um aumento no número de conversões, um ponto-chave para uma boa estratégia de negócio, pois o termo influencia na possibilidade dos usuários manterem os apps instalados.

Com isso, separamos abaixo algumas oportunidades de descontos e promoções para esta Black Friday que vão desde utensílios domésticos a teste de ancestralidade. Confira abaixo:

(Mediamodifier/Pixabay)

WDC Networks

A WDC Networks, empresa brasileira de capital aberto pioneira em “Tecnologia As a Service”, está oferecendo descontos de Black November durante todo o mês, para quem deseja comprar em seu e-commerce ou direto com os vendedores. A companhia está oferecendo descontos nos produtos de telecomunicações, segurança eletrônica, energia solar e áudio e vídeo profissional, com as melhores soluções para descomplicar o seu negócio.

Ativy Digital

A Ativy Digital, empresa referência em transformação digital na América Latina, está com uma super promoção de Black Friday: na compra de qualquer serviço de cibersegurança até o dia 25, o cliente ganha o Pentest – também conhecido como Teste de Intrusão, em português -, um método de avaliação da segurança de um sistema, simulando um ataque de uma fonte maliciosa, para reconhecer os pontos de falhas e corrigi-lás. 

Apto

O Apto, plataforma que anuncia imóveis novos em fase de lançamento, em construção ou prontos para morar, está promovendo a Black November, onde os compradores terão o mês inteiro para encontrar e adquirir imóveis com descontos especiais de até 30% e ganhar brindes especiais. A ação conta com algumas construtoras e imobiliárias de renome no portfólio, como a Ekko Group, Terral, Abyara, Direcional, Riva, Gabarito Imobiliária, Saint Martin, Fibra Experts, MPD, Seisa Mester, Bem Imobiliária e Gafisa. A promoção será realizada por meio do site.

Genera

A Genera, o primeiro laboratório especializado em genômica pessoal do Brasil, promete uma super baixa nos preços para essa Black Friday. Os clientes poderão comprar os testes de ancestralidade, saúde e bem-estar com até 50% de desconto! Além disso, durante a semana da Black Friday, o laboratório vai divulgar várias surpresas, de forma única e exclusiva, para quem fizer parte dos melhores amigos no instagram da marca.  As promoções terão início no dia 22 de novembro e vão até a Cyber Monday, no dia 29, e estará incluído os pacotes básico, standard e completo. 

Forever Liss

A Forever Liss, e-commerce de nicho especializada em beleza, oferece produtos com qualidade de salão para uso em casa em seu portfólio que conta com 55 linhas e mais de 250 produtos, além de complementos capilares como suplementos vitamínicos. Em seu canal no YouTube, ensina como utilizar seus produtos e obter os cabelos dos sonhos em casa a preços acessíveis. Para a Black Friday, a partir do dia 18/11 a Forever Liss está com descontos de até 80% em todos os seus produtos como os queridinhos Banho de Verniz, máscara de hidratação Catiônica, Penteia Cabelo e Magia de Unicórnio Preparador Capilar. As promoções duram até 07/12.

Brinox

O Grupo Brinox, um dos maiores fabricantes de utilidades domésticas do Brasil, reuniu duas das três marcas da empresa, para promover a Mega Black Friday da Coza Design e Brinox, entre os dias 1 e 30 de novembro, no e-commerce oficial da empresa. A campanha oferecerá até 70% de desconto em itens selecionados. Entre as megas promoções estão utensílios para toda a casa, incluindo cestas organizadoras, lixeiras, talheres, jogos de panelas, kits de pratos e cumbucas. A Mega Black Friday da Coza Design e Brinox é destinada a pessoas que amam decoração, uma mesa de jantar bem posta e gostam de celebrar os momentos com muito conforto e beleza. 

Juntos Somos Mais 

A Juntos Somos Mais, joint venture da Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre, promove um mês inteiro de promoções, descontos e novas parcerias. O programa de fidelidade para varejistas, pelo qual a empresa é nacionalmente conhecida, atua com uma promoção tripla: 20% de bonificação no acúmulo de pontos, com 30% de cashback para usuários que fizerem compras em novembro, além dos descontos nos produtos disponíveis para a troca por pontos. O programa de fidelidade para profissionais de obra também conta com novidades exclusivas para a Black Friday: desde o início de novembro, está no ar a campanha “Carrinho Cheio”, que irá sortear um ano de supermercado para um profissional de obra que enviar os comprovantes de compras das marcas participantes no projeto durante o mês e também oferecerá dezenas de Vales-Compra de 150 reais para o resgate de prêmios.

Habitissimo

A habitissimo, plataforma especializada em serviços de médias e grandes reformas, inicia em 16 de novembro o chamado “Blackissimo”, programação que vai até o dia 30 de novembro com promoções e bônus exclusivos para usuários, aproveitando o mês da Black Friday. Para esta edição, a plataforma oferece uma condição especial para novos usuários cadastrados na plataforma: R$ 250 em saldo + 10% off nos planos premium. Para o público que já faz parte da base do Habitissimo, isto é, pintores, marceneiros, arquitetos, vidraceiros, entre outros profissionais, está sendo ofertado um upsell de 15% off em qualquer plano e um bônus de até R$50,00 nas recargas manuais. Para os profissionais cadastrados no programa de fidelidade da Juntos Somos Mais e que ainda não estão vinculados ao habitissimo, existe a oferta de 12 mil pontos + 30% off no plano anual e 3 mil pontos + 30% off no plano trimestral, sendo esses da modalidade premium. 

MadeiraMadeira

A MadeiraMadeira, primeiro unicórnio LATAM de 2021, preparou uma super oferta para a Black Friday de 2021. Entre os dias 23 e 26 de novembro, a marca irá promover uma campanha com até 80% OFF  aplicáveis a centenas de itens disponíveis no site e aplicativo da marca, além das guide shops, presentes em todo Brasil. A lista de itens contemplará produtos de diversos estilos e categorias, com artigos para a sala, cozinha, quarto, além de produtos de decoração, ideais para garantir um toque especial no ambiente. Para este ano, o grande diferencial da campanha está na precificação unificada entre o online e o offline, com o intuito de garantir ao consumidor uma compra justa, independente do local onde está comprando, a fim de garantir a melhor experiência para o cliente durante o período de compras mais movimentado do ano

InfoJobs

A InfoJobs, empresa de tecnologia para recrutamentos, que para este ano preparou a Blue Friday. A ação permitirá às empresas que contratarem os serviços do PandaPé, software de recrutamento e seleção do InfoJobs, de 15 a 30 de novembro, só pagando por ele em janeiro de 2022. Desta forma, as organizações podem começar o ano com seus serviços de recursos humanos atualizados e digitalizados, aumentando as chances de contratar os profissionais ideais e alavancar suas atividades. 

Nomah

Aproveitando também a semana Black Friday, a Nomah, startup de locação flexível, irá trazer 15 dias de descontos variados para aluguel de apartamentos para 2021 e 2022, sendo alguns períodos como julho, novembro e dezembro. Todos serão divulgados via stories no Instagram ao longo das semanas e poderão ser usados via promocode em nomah.com. A empresa oferece aos clientes a oportunidade de usufruir de diversas unidades espalhadas pelas cidades, para que a estadia seja flexível, prática e aconchegante.

Meu Acerto

A Meu Acerto, plataforma que oferece uma solução inovadora  para negociação digital de dívidas, está disponibilizando descontos de até 98% e parcelamentos em até 48x em serviços oferecidos para todos que desejarem regularizar sua vida financeira, nessa Black Friday. A proposta da fintech é promover o bem-estar financeiro para consumidores endividados, por meio de soluções focadas na experiência do cliente.

Pier 

A Pier, primeira insurtech a virar seguradora no Brasil e uma das principais do segmento com proteções para seguro auto e celular, oferece 50% de desconto para novos membros, no primeiro de mês de uso, tanto no Seguro Auto, quanto no Celular. A seguradora, que atua com seguros de smartphones e automóveis, alia tecnologia ao atendimento humanizado para substituir as ofertas complexas por um seguro descomplicado, e trocar a burocracia por processos instantâneos de ponta a ponta.

TrucKPad

O TruckPad, maior plataforma da América Latina de conexão entre caminhoneiros autônomos e transportadoras de cargas, também irá promover uma ação diferenciada do que é praticado normalmente pelo varejo. A LogTech vai oferecer um combo de soluções para otimizar a logística de transportadores, com 30% a 50% de desconto em seus serviços. Durante o período de Black Friday, as transportadoras terão descontos para adesão à solução de emissão do CIOT, publicação ilimitada de fretes na plataforma, emissão do vale-pedágio, além de descontos para consultas ilimitadas no sistema de gerenciamento de risco. A adesão aos serviços deve ser feita pelo site.

Grão de Gente

A Grão de Gente, empresa líder no segmento de produtos para enxoval e decoração de quarto infantil, preparou uma série de ações para a Black Friday 2021. Além de descontos de até 70% em mais de 50 mil produtos do site, a marca preparou ofertas especiais que incluem parcelamento em 12 vezes sem juros, frete grátis para todo o Brasil e envio imediato. A empresa possui uma cadeia de produção independente e verticalizada, e está adotando a estratégia de estoque de produtos acabados especialmente para atender a demanda da Black Friday.

Webinar aborda gestão de vendas pela internet

No dia 28 de outubro, a partir das 15h, a Mailbiz, empresa especializada em soluções e consultoria de e-mail marketing, promoverá o webinar “Primeiros passos para uma gestão de e-commerce Data Driven”. 

A conversa contará com a presença de Henrique Duarte, líder de planejamento estratégico da Agência FG e apresentação de Vinícius Correa, fundador da Mailbiz. 

Durante o mini evento, o conceito de Data Driven será explicado sob diversos aspectos. “O profissional de hoje precisa aprender a tomar decisões baseadas em dados, indicadores e KPIs, elementos fundamentais para a construção de um funil escalável para um e-commerce”, explica. 

O objetivo, de uma forma geral, é ensinar gestores e empresários a otimizarem as vendas, taxas de conversão, pedidos, ticket médio, receita e faturamento. 

Link para inscrição: https://conteudo.mailbiz.com.br/webinar-gestao-de-e-commerce-data-driven 

Varejo cresce 22% no primeiro semestre, aponta federação

No primeiro semestre deste ano, o varejo paulista apresentou um aumento de 22% nas vendas, revela a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo (FCDLESP), em comunicado. O balanço realizado pela entidade, com a participação das principais CDLs do Estado de São Paulo, aponta que o setor varejista mostra sinais de recuperação e segue otimista para o segundo semestre. 

Mesmo com boas perspectivas, a entidade alerta que o setor ainda enfrenta dificuldades para se recuperar e tentar equilibrar o volume de vendas em comparação ao ano de 2019. “A insegurança do consumidor na hora de comprar, aumento da inflação e incerteza no cenário da pandemia foram os principais entraves para o varejo”, argumenta a Federação. 

De modo geral, segundo o levantamento da FCDLESP, o segmento que ainda enfrenta mais dificuldades na recuperação são os bares e restaurantes – duramente afetados pela pandemia. Em paralelo, o setor que mais mostrou avanços é o de vestuário e calçados. 

“O atual momento que o varejo vive foi refletido no percentual de vendas do Dia dos Pais”, diz Mauricio Stainoff, presidente da FCDLESP. “Com menos restrições, o comércio gerou mais possibilidades de venda, e a data, considerada uma das mais importantes do segundo semestre, demonstrou bons resultados, o que gera um sentimento otimista nos lojistas”.  

Vender pela internet exige habilidades digitais; entenda

Vender produtos pela internet pode ser uma boa opção pensa em empreender. Mas ter um e-commerce não se resume divulgar na internet e esperar que os consumidores venham até sua empresa.

Não que esta seja uma ‘ciência’ para poucos, mas é preciso algum nível de dedicação para obter sucesso. Por isso, é necessário dominar algumas habilidades para alavancar o e-commerce.

De acordo com pesquisa realizada pela Social Miner e Opinion Box, em 2021 cerca de 50% dos consumidores devem comprar mais via e-commerce.

Para aproveitar este movimento acentuado pela Pandemia em 2020, as empresas devem se adaptar e ajudar seus profissionais com as habilidades de marketing que podem contribuir para alavancar os resultados de um e-commerce.

Vinícius Correa, CEO e fundador da Mailbiz, empresa especializada em consultoria e soluções de e-mail marketing, listou algumas dicas para ajudar.

Confira.

Capacidade de Comunicação

A escrita nada mais é do que uma forma de comunicação textual. E é preciso ter esta compreensão na hora de produzir artigos para blogs, tutoriais e outros conteúdos voltados ao público da empresa. Ter empatia e aproximação na escrita pode ajudar, e muito, na melhoria dos resultados da empresa. Os clientes gostam de um tratamento diferenciado.

Análise de Dados

O mercado tem olhado cada vez mais para os dados na tomada de decisão. Seja uma empresa ou um investidor, os indicadores precisam ser analisados de forma minuciosa por alguém que conheça este tipo de ferramenta. Esta capacidade para embasar estratégias em fatos contribui para que os lojistas enxerguem movimentos de mercado e evite perdas de tempo e dinheiro.

Percepção Estética e de Design

A aparência de um conteúdo, seja e-mail marketing ou post de rede social pode ter um impacto importante na forma como o público recebe a mensagem. Uma interface poluída ou fotos de má qualidade podem espantar o consumidor da sua empresa. É importante que tudo tenha um design agradável e que seja intuitivo, ou seja, de fácil compreensão.

Compreensão de ADS

Hoje em dia, a mídia paga, apesar de inflacionada, deve fazer parte da estratégia de marketing digital das empresas, assim como a não paga. Tudo deve caminhar de forma harmoniosa. Ferramentas como Instagram e Facebook atingem um número muito grande de usuários. Diante deste cenário, é fundamental que os profissionais dominem a habilidade de marketing de ADS.

Técnicas de SEO

Saber trabalhar com técnicas de SEO é uma habilidade de marketing indispensável para alavancar qualquer e-commerce. A ideia central é que Google e Bing, dois dos maiores buscadores da atualidade, encontrem e cataloguem sua página com mais facilidade. É preciso que o profissional saiba executar o trabalho para que a loja seja encontrada pelos usuários.

O Profissional T do Marketing

O profissional T é, basicamente, aquele que domina muitos conhecimentos, sendo especialista em um deles. Hoje, ao definir uma estratégia de conteúdo, é fundamental que a empresa saiba conversar com as diferentes plataformas a fim de integrar todo o processo e obter melhores resultados.

Por fim, não é obrigatório ser um expert em tecnologia para começar um e-commerce. Contudo, ao longo do processo será fundamental entender, ainda que um pouco, todo o ecossistema de e-commerce. E algumas habilidades de marketing são essenciais para alavancar a loja.

Vendas do comércio crescem em abril

O comércio varejista nacional teve alta de 1,4% em seu volume de vendas na passagem de abril para maio deste ano. Essa é a segunda alta consecutiva do indicador, que já havia subido 4,9% de março para abril. O dado é da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O setor também teve crescimentos de 1,1% na média móvel trimestral, 16% na comparação com maio de 2020, 6,8% no acumulado do ano e 5,4% no acumulado de 12 meses.

A receita nominal cresceu 2,4% em relação a abril, 29,8% na comparação com maio do ano passado, 18,1% no acumulado do ano e 13,3% no acumulado de 12 meses.

A alta de 1,4% no volume de vendas de abril para maio foi puxada por sete das oito atividades pesquisadas pelo IBGE. A exceção foi o segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, que recuou 1,4%.

Entre as altas, o destaque ficou com tecidos, vestuário e calçados (16,8%) e combustíveis e lubrificantes (6,9%). Os demais setores com crescimento foram: outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,7%), livros, jornais, revistas e papelaria (1,4%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,3%), supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1%) e móveis e eletrodomésticos (0,6%).

Varejo ampliado

O varejo ampliado, que também inclui veículos e materiais de construção, teve alta de 3,8% em seu volume de vendas na comparação com abril. Os materiais de construção cresceram 5%, enquanto os veículos e peças tiveram alta de 1% no período.

Segundo o IBGE, o varejo ampliado teve altas de 26,2% na comparação com maio de 2020, de 12,4% no acumulado do ano e de 6,8% no acumulado de 12 meses. Na receita nominal, houve aumentos de 4,7% na comparação com abril deste ano, de 41,1% em relação a maio de 2020, de 24,6% no acumulado do ano e de 15% em 12 meses.

Por Vitor Abdala, da Agência Brasil

Quatro setores do varejo cresceram e quatro despencaram em vendas em 2020

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro fechou 2020 com uma alta de 1,2%, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A receita nominal teve alta de 6%.

Segundo o pesquisador Cristiano Santos, do IBGE a pandemia de covid-19 teve impacto nos resultados da pesquisa ao longo do ano. “Os resultados da pesquisa costumam ter variações menores, mas com a pandemia houve uma mudança neste cenário, já que tivemos dois meses (março e abril) de quedas muito grandes”, afirma.

Apesar da alta no ano, o comércio teve quedas de 6,1% no volume de vendas (a mais intensa da série histórica iniciada em 2000) e de 5,3% na passagem de novembro para dezembro. Na média móvel trimestral, os recuos foram de 1,8% no volume de vendas e de 0,8% na receita nominal.

Na comparação de dezembro de 2020 com dezembro de 2019, houve altas de 1,2% no volume de vendas e de 9,2% na receita nominal.

Vendas em alta

No acumulado do ano, quatro dos oito segmentos do varejo tiveram alta nas vendas: supermercados, alimentos, bebidas e fumo (4,8%), móveis e eletrodomésticos (10,6%), artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria (8,3%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,5%).

Quatro setores tiveram queda nas vendas: combustíveis e lubrificantes (-9,7%), tecidos, vestuário e calçados (-22,7%), livros, jornais, revistas e papelaria (-30,6%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-16,2%).

O varejo ampliado, que também inclui vendas de veículos e de material de construção, fechou o ano com recuo de 3,7% no volume e de 2,8% na receita nominal. Os veículos, motos, partes e peças tiveram queda de 13,7% no volume. Já o volume de materiais de construção cresceu 10,8%.

Dezembro

Na passagem de novembro para dezembro, todas as oito atividades do comércio varejista apresentaram retração, com destaque para outros artigos de uso pessoal e doméstico (-13,8%), tecidos, vestuário e calçados (-13,3%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-6,8%).

Dois segmentos avaliados no varejo ampliado também tiveram redução de vendas: veículos, motos, partes e peças (-2,6%) e material de construção (-1,8%).

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil 

Vendas caem 10,3% na semana do Natal

As vendas no varejo físico na capital paulista caíram 10,3% entre os dias 18 e 24 de dezembro de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019, de acordo com o Indicador de Atividade do Comércio-Natal, da empresa Serasa Experian. Ela analisa o comportamento do consumo.

No fim de semana entre os dias 18 e 20 do último mês de 2020, o recuo foi de 5,6% na comparação com os dias 20 a 22 do mesmo mês do ano anterior. Segundo a entidade, este é o pior desempenho já registrado na série histórica, iniciada em 2003.

“O surgimento de uma segunda onda de contaminação da covid-19, que aqui no Brasil se intensificou a partir da segunda metade de novembro, avançando por todo o mês de dezembro, afugentou o consumidor das lojas”, diz a Serasa.

Segundo ela, além disso parte das vendas de Natal acabou sendo antecipada na Black Friday, em novembro, quando houve alta de 6,1% em 2020, algo considerado razoável pela entidade.

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil 

Vendas de fim de ano ajudam varejo a se recuperar

Balanço da Associação Comercial de São Paulo mostra que as vendas do varejo nos primeiros quinze dias de dezembro tiveram alta de 0,4% em comparação com o mesmo período de 2019. O levantamento foi feito a partir dos dados da Boa Vista, que administra serviços de proteção ao crédito.

Para o economista da associação, Marcelo Solimeo, a alta mostra que o comércio está conseguindo se reequilibrar após um ano de perdas. “Os números mostram que apenas devemos zerar as perdas de dezembro comparadas com as do período similar do ano passado; não é um crescimento econômico”, analisou.

Crescimento em 2022

Na opinião do especialista, o varejo só voltará a ter fôlego para ter crescimento real em 2022. “Crescimento, mesmo, só acreditamos que vá ocorrer em 2022, se não houver pandemia por muito tempo em 2021”, ponderou.

Neste fim de ano, segundo a associação, as vendas estão tendo impulso do 13º salário e da última parcela do auxílio emergencial.

Ano de perdas

As medidas de distanciamento social para conter a pandemia de coronavírus provocaram uma retração nas vendas do comércio que chegou a 54,9% em junho, mês com maior queda no ano. As perdas foram se reduzindo gradualmente com a flexibilização da quarentena.

Assim, a redução das vendas em novembro ficou em 5%, na comparação com o mesmo mês de 2019. As vendas da primeira quinzena de dezembro significam uma alta de 41,2% em relação às duas primeiras semanas do mês anterior.

Por Daniel Mello, da Agência Brasil

Confiança do comércio tem quarta alta consecutiva

O Índice de Confiança do Comércio, da Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 10,5 pontos de julho para agosto deste ano. Essa foi a quarta alta consecutiva do indicador, que chegou a 96,6 pontos, em uma escala de zero a 200, e recuperou 92% da confiança perdida durante a pandemia de covid-19.

A confiança subiu nos seis principais segmentos do comércio pesquisados pela FGV. Houve altas tanto no Índice da Situação Atual, que mostra a avaliação do empresário do setor no momento presente e que subiu 13,6 pontos (para 102 pontos), quanto no Índice de Expectativas, que mostra a confiança no futuro e que cresceu 6,8 pontos (para 91,3 pontos).

“A confiança do comércio mantém a tendência de recuperação, com expressiva alta em agosto. Apesar dos resultados positivos, a velocidade da recuperação não tem sido homogênea entre os segmentos. Os consumidores estão se mostrando cautelosos e a incerteza se mantém elevada, dificultando a elaboração de cenários mais claros da tendência da confiança nos próximos meses“, diz o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler.

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Vendas no varejo crescem 8% de maio para junho, diz IBGE

O comércio varejista cresceu 8% em junho na comparação com o mês anterior. A alta, na série com ajuste sazonal, ocorreu depois do crescimento de 14,4% em maio. Essa foi a segunda alta consecutiva. A média móvel trimestral subiu 0,9%, no trimestre que terminou em junho. O acumulado nos últimos 12 meses alcançou 0,1%. Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 0,5% em relação a junho de 2019. O acumulado nos últimos 12 meses ficou em 0,1%. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, os destaques foram para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (6,4%); móveis e eletrodomésticos (25,6%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,0%); e outros artigos de uso pessoal e doméstico (4,4%). As atividades que apresentaram queda foram: tecidos, vestuário e calçados (-44,5%); combustíveis e lubrificantes (-16,3%); livros, jornais, revistas e papelaria (-39,5%); e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-10,0%).

Varejo ampliado

O comércio varejista ampliado, que inclui além do varejo as atividades de veículos, motos, partes e peças e segmento de material de construção, teve crescimento de 12,6%, em relação a maio, na série com ajuste sazonal, com o segundo mês de altas das atividades de veículos, motos, partes e peças de 35,2%, enquanto no mês anterior ficou em 38,6% e em material de construção de 16,6%, quando em maio ficou em 22,3%.

Com o recuo de 0,9%, frente a junho de 2019, o comércio varejista ampliado registrou a quarta taxa negativa consecutiva. O resultado de junho de 2020 refletiu a contribuição de veículos, motos, partes e peças (-13,7%) e tecidos, vestuário e calçados (-44,5%).

Covid-19

De acordo com o IBGE, pelo segundo mês consecutivo, os resultados mostraram menor impacto do isolamento social no comércio por causa da pandemia da covid-19. A pesquisa apontou que 12,9% do total de empresas coletadas relataram influência nas suas receitas em junho causadas pelo isolamento social. Esse patamar é 5,2 pontos percentuais abaixo do resultado do mês anterior, e 15,2 pontos percentuais inferior ao de abril, que registrou 28,1%, maior percentual de impactados desde março, mês em começaram as medidas de restrição do comércio tanto nas ruas como em shoppings. Esses números indicam que 32,9% dos relatos de justificativa da variação de receita das empresas da amostra se relaciona ao novo coronavírus como principal causa de modificação no valor das vendas.

Vendas

O volume de vendas do comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e de material de construção, cresceu 12,6% em relação a maio, sendo que na média móvel do trimestre chegou a 3,9%. Na comparação com junho de 2019, houve um recuo de 0,9%, a quarta taxa negativa. O acumulado nos últimos 12 meses caiu 1,3% e intensificou a queda no ritmo de vendas. Considerando o impacto da covid-19 no comércio varejista ampliado, a variação das empresas impactadas recuou 6,8%, enquanto as que não relataram impacto cresceram 0,5%.

Atividades

Sete das oito atividades pesquisadas no comércio varejista registraram alta na passagem de maio para junho de 2020: livros, jornais, revistas e papelaria (69,1%); tecidos, vestuário e calçados (53,2%); móveis e eletrodomésticos (31,0%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (26,1%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (22,7%); combustíveis e lubrificantes (5,6%); e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,7%). A única queda nas vendas frente a maio de 2020 foi verificada no setor de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,7%).

“O dado de junho é a primeira taxa no campo positivo, após três meses de quedas seguidas. Um fator importante desse período é que pelo segundo mês consecutivo os resultados mostraram um menor impacto no comércio do quadro de isolamento social devido à covid-19 “, disse o gerente da PMC, Cristiano Santos.

Estados

As vendas do comércio crescem em 24 das 27 unidades da federação. De maio para junho de 2020, na série com ajuste sazonal, a taxa média de vendas do comércio varejista no país cresceu 8%, Os destaques são: Pará (39,1%), Amazonas (35,5%) e Ceará (29,3%). Os destaques de queda ficaram com Rio Grande do Sul (-9,0%), Paraíba (-2,4%) e Mato Grosso (-2,0%).

No comércio varejista ampliado, entre maio e junho, houve alta de 12,6%, com resultados positivos também em 24 das 27 unidades da federação. Amapá (43,3%), Pará (43,0%) e Amazonas (38,7%) foram os destaques positivos, enquanto Rio Grande do Sul (-6,5%), Mato Grosso (-2,2%) e Paraíba (-0,3%) registraram quedas.

Trimestre

A redução do ritmo de vendas do comércio varejista na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2020, quando saiu de 1,6% para -7,7%, significa, segundo o IBGE, recorde histórico, no campo negativo, para a comparação trimestre contra igual trimestre do ano anterior. É o primeiro resultado negativo nessa comparação desde o período de janeiro a março de 2017.

Houve recorde também no varejo ampliado, que registrou queda de 14,6% com relação ao mesmo trimestre de 2019, a primeira queda desde o primeiro trimestre de 2017 (-2,2%).

Seis das oito atividades do comércio varejista, tiveram recuo nesta comparação com destaque para: tecidos, vestuário e calçados (-61,4%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-59,7%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-31,7%); combustíveis e lubrificantes (-21,1%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-20,1%); e móveis e eletrodomésticos (-6,3%).

As duas atividades que continuaram no campo positivo para este indicador foram as que não tiveram suas atividades no isolamento social no período: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (6,8%); e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,7%).

Semestre

A pandemia causou resultados semestrais negativos para o varejo. Como ocorreu nos resultados trimestrais, o impacto do fechamento de lojas físicas e redução no ritmo do comércio desde a segunda quinzena de março resultou em números desfavoráveis no período. O comércio varejista teve queda de 3,1%, em relação ao semestre anterior, sendo o primeiro valor negativo desde o primeiro semestre de 2017 (-0,2%) e o mais intenso desde o segundo semestre de 2016 (-5,6%). No varejo ampliado, o recuo ficou em 7,4%, primeira variação negativa desde o segundo semestre de 2016 (-8,1%).

Por Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil