Sem Telegram, plataformas vão combater fake news nas eleições

Na manhã desta terça-feira (15), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinará acordos com as plataformas digitais Twitter, TikTok, Facebook, WhatsApp, Google, Instagram, YouTube e Kwai com o objetivo de combater a disseminação de desinformação no processo eleitoral. Os representantes das plataformas se encontram com o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso.

O evento que acontece a partir das 11h será transmitido ao vivo pelo canal do TSE. Segundo o órgão, a renovação da parceria com as principais plataformas digitais que operam no Brasil “reforça a estratégia para combater a divulgação de notícias falsas que podem comprometer a legitimidade e a integridade das eleições marcadas para os dias 2 de outubro (primeiro turno) e 30 de outubro (eventual segundo turno)”.

“Nosso objetivo é desenvolver ações para coibir e também neutralizar a disseminação de notícias falsas nas redes sociais durante as eleições deste ano. Paz e segurança nas eleições de 2022. Por isso, juntos, mais uma vez, vamos realizar, como sempre temos feito, eleições limpas, livres e seguras”, ressaltou o vice-presidente do TSE, ministro Edson Fachin.

Os memorandos de entendimento a serem assinados listam as ações, medidas e projetos que serão desenvolvidos em conjunto pela Corte Eleitoral e por cada plataforma, conforme as respectivas características, funcionalidades e público-alvo. Por meio deste acordo, todas as plataformas se comprometem a priorizar informações oficiais como forma de mitigar o impacto nocivo das fake news no processo eleitoral brasileiro.

Os termos de cooperação pactuados com as organizações não envolvem troca de recursos financeiros e não acarretam qualquer custo ao Tribunal. As medidas a serem colocadas em prática devem ocorrer inclusive após o período eleitoral, até 31 de dezembro deste ano.

Whatsapp para hoje de funcionar em celulares antigos

O WhatsApp vai deixar de funcionar em smartphones antigos a partir desta segunda-feira (1º). O aplicativo não será mais compatível com o Android 4.0.4 e versões mais antigas.

Em seu site, a empresa diz que “não será mais compatível com aparelhos Android com o sistema operacional 4.0.4 e versões anteriores”. Ou seja, fica disponível apenas para telefones com Android 4.1 ou mais recentes.

Em iPhones, o aplicativo passa a ser compatível somente com o iOS 10 ou mais recentes. É possível continuar usando o app também em alguns modelos com o sistema operacional KaiOS 2.5.1.

A justificativa do WhatsApp é que, por terem sistemas ultrapassados, esses aparelhos não podem receber atualizações necessárias para que o aplicativo funcione normalmente e com segurança. Segundo a empresa, antes da interrupção de acessos, avisos são enviados aos usuários.

Para seguir com o aplicativo, os usuários precisam atualizar o celular ou transferir a conta para um aparelho com uma versão mais recente do sistema operacional do Google.

Como saber a versão do Android

Por conta de mudanças feitas pelas fabricantes, os passos para descobrir a versão do Android podem ser diferentes em cada celular. Veja como encontrar a informação em celulares de duas marcas populares:

Samsung

  1. Abra as “Configurações”;
  2. Clique em “Sobre o telefone”;
  3. Clique em “Informações do software”;
  4. Busque por “Versão Android”.

Motorola

  1. Abra as “Configurações”;
  2. Clique em “Sistema”;
  3. Clique em “Sobre o dispositivo”;
  4. Busque por “Versão do Android”.
  5. Como saber a versão do iOS
  1. Abra o menu “Ajustes”;
  2. Clique em “Geral”;
  3. Clique em “Sobre”.

    Por TV Cultura

Facebook diz que falha interna provocou apagão das redes sociais

O Facebook atribuiu a queda das suas plataformas – Instagram, WhatsApp e da própria rede social – a uma falha de configuração interna. Em nova divulgada na noite desta segunda-feira (4), a empresa lamentou o “transtorno causado pela interrupção”, que durou mais de seis horas. A plataforma descartou um ataque hacker e o vazamento de dados dos usuários.

“Queremos esclarecer que acreditamos que a causa da queda foi uma mudança de configuração”, afirmou a empresa.

De acordo com o Facebook, a falha ocorreu durante uma mudança numa estrutura que coordena o tráfego entre seus centros de dados, o que gerou um efeito cascata que interrompeu a comunicação e fez com que outros centros fossem afetados. A empresa não especificou quem executou a alteração na configuração e se essa mudança estava planejada.

A plataforma utilizou a nota divulgada à imprensa para pedir desculpas aos usuários pelo apagão: “A todas as pessoas e empresas que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de nossas plataformas”.

“A todas as pessoas e empresas em todo o mundo que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de hoje em nossas plataformas. Temos trabalhado o máximo que podemos para restaurar o acesso e nossos sistemas estão funcionando novamente. A causa subjacente dessa interrupção também afetou muitas das ferramentas e sistemas internos que usamos em nossas operações diárias, complicando nossas tentativas de diagnosticar e resolver o problema rapidamente.

Nossas equipes de engenharia aprenderam que as alterações de configuração nos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos data centers causaram problemas que interromperam essa comunicação. Essa interrupção no tráfego de rede teve um efeito cascata na maneira como nossos data centers se comunicam, interrompendo nossos serviços.

Nossos serviços estão novamente online e estamos trabalhando ativamente para devolvê-los totalmente às operações regulares. Queremos deixar claro neste momento que acreditamos que a causa raiz dessa interrupção foi uma alteração de configuração com defeito. Também não temos evidências de que os dados do usuário tenham sido comprometidos como resultado desse tempo de inatividade.

Pessoas e empresas em todo o mundo confiam em nós todos os dias para se manterem conectadas. Entendemos o impacto que interrupções como essas têm na vida das pessoas e nossa responsabilidade em mantê-las informadas sobre interrupções em nossos serviços. Pedimos desculpas a todos os afetados e estamos trabalhando para entender mais sobre o que aconteceu hoje para que possamos continuar a tornar nossa infraestrutura mais resiliente.”

Por TV Cultura

Whatsapp, Facebook e Instagram voltam a funcionar

(Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Após passarem a tarde fora do ar, o Whatsapp, Facebook e o Instagram começaram a normalizar os serviços no início da noite desta segunda-feira (4), mas com instabilidade. Já era possível acessar o feed dos aplicativos e visualizar as publicações. O WhatsApp foi o último a começar a dar sinal de vida.

Os aplicativos e as versões web do WhatsApp, Instagram, Facebook e Messenger ficaram fora do ar por volta de 12h30. Segundo o comando das empresas, houve um um problema entre a comunicação do servidor de origem e o dispositivo de rede.

O Facebook não deu mais detalhes sobre o problema. O possível culpado é o DNS (Sistema de Nomes de Domínio), responsável por registrar os endereços de IP, associados aos domínios.

De acordo com o site Downdetector, que monitora as reclamações dos usuários, o pico de queixas foi registrado por volta das 12h50. Cerca de 17.433 relatos eram sobre o WhatsApp, 5 mil sobre o Instagram e 4 acerca do facebook.

A tendência é que os serviços de Facebook e Instagram volte aos poucos e o usuário possa aproveitar os aplicativos nas próximas horas.

*Com TV Cultura

“O Facebook está dilacerando nossas sociedades”, diz ex-funcionária

Frances Haugen em entrevista ao programa 60 Minutes (Robert Fortunato/CBS News)

Uma ex-funcionária do Facebook se identificou como a responsável pelo vazamento de informações internas do gigante das mídias sociais sobre efeitos nocivos que plataformas da empresa podem exercer sobre usuários adolescentes.

Frances Haugen, de 37 anos, revelou neste domingo (03/10) em entrevista à emissora americana CBS ter sido ela a responsável pelo repasse ao Wall Street Journal de dados de pesquisas realizadas pelo próprio Facebook sobre influências de serviços do grupo à saúde mental de adolescentes e que colocaram recentemente o Facebook sob intensa pressão política nos EUA.

A ex-gerente de produto do grupo acusou seu ex-empregador de colocar sistematicamente o lucro acima da segurança de seus usuários. “O Facebook paga seus lucros com nossa segurança”, disse Haugen.

Ela já trabalhou para outras empresas do setor, como Google e Pinterest, mas disse que o Facebook é “significativamente pior” do que qualquer coisa que ela já viu.

“A versão atual do Facebook está dilacerando nossas sociedades e levando à violência étnica em todo o mundo”, afirmou.

“Inspirar raiva é mais fácil”

Wall Street Journal relatou que o Facebook, através de suas próprias investigações, havia chegado à conclusão de que especialmente sua plataforma social Instagram pode ser prejudicial à saúde mental de adolescentes. O jornal citou uma frase em que a companhia reconhece que o serviço contribui para piorar e percepção do próprio corpo de “um em cada três adolescentes”.

Haugen – que deixou o Facebook em maio, após cerca de dois anos na empresa – ressaltou que o algoritmo que determina qual conteúdo é exibido para os usuários é projetado para evocar uma reação. E pesquisas realizadas pela própria empresa mostraram que “é mais fácil inspirar as pessoas a terem raiva do que para outras emoções”, disse Haugen.

“Quando vivemos num ambiente de informações que é repleto de conteúdo de ódio e polarizador, isso faz erodir nossa confiança cívica, a fé que temos uns nos outros, a habilidade que temos de querer nos importar uns com os outros”, disse.

“O Facebook percebeu que, ao modificar o algoritmo para ser mais seguro, as pessoas gastam menos tempo na página e clicam menos em anúncios”, o que faz com que a empresa ganhe menos dinheiro.

Ela disse que durante a eleição presidencial de 2020 nos Estados Unidos, a empresa percebeu o perigo que tal conteúdo representava e ativou sistemas de segurança para reduzi-lo. “Mas assim que as eleições terminaram, eles voltam atrás ou mudam as configurações de volta para o que era antes, para priorizar o crescimento em vez da segurança, e isso realmente parece uma traição à democracia para mim”, ressaltou.

“Havia conflitos de interesse entre o que era bom para o público e o que era bom para o Facebook”, disse Haugen no programa 60 Minutes, da emissora CBS.

A ex-funcionária do Facebook deve testemunhar no Congresso dos EUA nesta terça-feira. “As ações do Facebook deixam claro que não podemos confiar em seu autopoliciamento. Devemos considerar uma supervisão mais forte”, disse o senador Richard Blumenthal, referindo-se à entrevista veiculada na CBS.

Transtornos alimentares e depressão

O Instagram, que pertence ao Facebook, e outras plataformas que dependem da encenação virtual praticada por seus usuários vêm sendo repetidamente criticadas por não fornecerem aos menores, em particular, proteção adequada contra agressões e danos que possam sofrer – como cyberbullying e problemas psicológicos.

A série de reportagens publicadas pelo Wall Street Journal nas últimas semanas revelou, entre outras coisas, que uma pesquisa do Facebook sobre a influência do Instagram constatou que a plataforma social pode reforçar, entre adolescentes, a insatisfação com a imagem do próprio corpo, especialmente entre meninas, podendo levar a transtornos alimentares e depressão.

Após a publicação da reportagem, o Facebook afirmou haver mais dados dos mesmos estudos em que os adolescentes apontaram outros temas como úteis. Ainda assim, após uma onda de críticas, o Facebook decidiu suspender – mas não abandonar – o desenvolvimento de uma versão do Instagram para crianças abaixo dos 13 anos, o Instagram Kids.

Por Deutsche Welle
md/lf (AFP, DPA)

Facebook não confirma causa de apagão das redes sociais

Usuários de várias partes do mundo, inclusive do Brasil, relataram nesta segunda-feira (04/10) interrupções nos serviços do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Dezenas de milhares de pessoas de países como Estados Unidos, México, Espanha, França, Romênia, Noruega, Geórgia e Grécia entraram no site Downdetector, que monitora reclamações sobre serviços da internet, para reportar que não estavam conseguindo utilizar nenhum dos serviços.

O Facebook, dono das três redes sociais, reconheceu que os usuários estavam tendo problemas para acessar seus aplicativos, mas não forneceu quaisquer especificações sobre a origem do problema ou quantas pessoas foram afetadas.

“Estamos cientes de pessoas que estão tendo problemas para acessar nossos aplicativos e produtos”, informou o Facebook, em comunicado. “Estamos trabalhando para retornar à normalidade assim que possível, e pedimos desculpas por qualquer inconveniente”, completa a nota.

Problema no DNS

Embora a companhia não tenha divulgado a origem do problema, uma mensagem de erro na página do Facebook sugere um problema com o Sistema de Nomes de Domínio (DNS), que permite que os endereços da web levem os usuários aos seus destinos. Uma paralisação semelhante na empresa de nuvem Akamai Technologies Inc derrubou vários sites em julho.

Especialistas em segurança que rastreiam a situação dizem que a interrupção pode ter sido provocada por um erro de configuração, que pode ser o resultado de uma falha interna, embora um caso de sabotagem interna também seja possível. Um ataque externo ao servidor é considerado menos provável.

Interrupção em meio a denúncias

A queda generalizada nos serviços do Facebook acontece em meio à repercussão da publicação pelo The Wall Street Journal de uma série de artigos escritos com base em documentos internos do Facebook vazados.

Entre outras informações, os documentos indicam que o Instagram é prejudicial para uma parte dos usuários mais jovens, é especialmente “tóxico” para os adolescentes e agrava os problemas que uma em cada três meninas tem com sua imagem corporal.

Em entrevista ao programa americano de televisão 60 MinutesFrances Haugen, ex-funcionária do Facebook que afirma ter vazado os documentos à imprensa, afirmou que durante o tempo em que trabalhou para a empresa se assustou com decisões tomadas e afirmou que os lucros estavam acima da segurança dos usuários.

Queda na bolsa

A interrupção nos serviços também fez as ações do Facebook na Bolsa eletrônica de Nova York, a Nasdaq, o segundo maior mercado de ações do mundo, entrarem em queda. Por volta das 16h15 (horário de Brasília), as ações registravam queda de 5,31%.

Porém, independentemente das interrupções desta segunda-feira, as ações do Facebook já recuavam 14% desde 14 de setembro, quando o The Wall Street Journal passou a publicar as denúncias.

Por Deutsche Welle
le/lf (Reuters, Efe, ots)

Apagão nas redes sociais afeta usuários no mundo

Após a instabilidade dos aplicativos WhatsApp, Facebook e Instagram registrada nesta segunda-feira (4), a equipe do WhatsApp utilizou a conta do Twitter para afirmar que está trabalhando para voltar os serviços ao normal.

“Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização aqui o mais rápido possível. Obrigado pela paciência!”, disse na publicação.

De acordo com o site Downdetector, que monitora as reclamações dos usuários, o pico de queixas foi registrado por volta das 12h50. Cerca de 17.433 relatos eram sobre o WhatsApp, 5 mil sobre o Instagram e 4 mil sobre o Facebook.

Por TV Cultura

Whatsapp: plataforma não vai impor restrição a quem não aceitar novas regras

O WhatsApp não imporá mais restrições aos usuários que não aderirem às novas regras de coleta e tratamento de dados que estão em processo de adoção no Brasil e no restante do mundo. As novas práticas da plataforma são questionadas por órgãos como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Ministério Público Federal (MPF).

A nova política foi anunciada no início do ano. Ela envolve o repasse ao Facebook, empresa controladora do WhatsApp, de dados das interações com contas comerciais. A nova política entrou em vigor no dia 15 de maio. Inicialmente, o WhatsApp divulgou restrições e limitações a quem não aceitasse a nova política.

Entre as restrições estavam a impossibilidade de acessar a lista de conversas e a suspensão do envio de mensagens e chamadas para o celular algumas semanas depois, caso o usuário não aceitasse a nova política.

Os órgãos ANPD, Cade e MPF apontaram problemas tanto para a proteção de dados dos usuários quanto para a concorrência do mercado de redes sociais e serviços de mensageria. Pesquisadores e entidades de direitos digitais também se manifestaram questionando a nova política.

Diante dos questionamentos, o WhtsApp se comprometeu a adiar a entrada em vigor das limitações por 90 dias. Agora, abandonou este prazo de três meses e abriu mão de impor tais obrigações.

Em nota à Agência Brasil, a empresa afirmou que, devido à discussão com autoridades regulatórias e especialistas em privacidade, a opção foi por não tornar as limitações obrigatórias.

“Ao invés disso, o WhatsApp continuará lembrando os usuários de tempos em tempos para que eles aceitem a atualização, incluindo quando as pessoas escolhem usar determinadas funcionalidades opcionais, como se comunicar no WhatsApp com uma empresa que esteja recebendo suporte do Facebook”, diz o comunicado da plataforma.

Por Jonas Valente, da Agência Brasil

Transferências bancárias poderão ser feitas pelo WhatsApp

(Arquivo/Reprodução)

Horas depois de o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, anunciar que o órgão liberaria transações pelo WhatsApp, o BC autorizou oficialmente as transferências bancárias pelo aplicativo. A decisão foi anunciada na noite desta terça-feira (30) pela autoridade monetária.

A empresa Facebook Pagamentos do Brasil, dona do WhatsApp, foi aprovada como “iniciador de transações”. As operadoras Visa e Mastercard receberam autorizações de dois arranjos de pagamentos: transferência/depósito e operações pré-pagas, em que o cliente abastece uma carteira virtual com dinheiro para gastar mais tarde.

As operações só poderão ser feitas dentro do Brasil. Transações com o exterior estão vetadas. Os pagamentos de compras por meio da plataforma Facebook Pay, que haviam sido pedidos pelas operadoras, continuam sob análise e não foram incluídos na autorização.

Em nota, o Banco Central informou que as autorizações “poderão abrir novas perspectivas de redução de custos para os usuários de serviços de pagamentos”. As transferências e as contas pré-pagas estarão disponíveis assim que o WhatsApp liberar a modalidade. Caberá ao próprio aplicativo definir as tarifas de transação.

Em junho do ano passado, o BC suspendeu o teste que o Facebook tinha começado a fazer no Brasil. Em parceria com as operadoras Visa e Mastercard, pessoas físicas e empresas poderiam usar a função pagamento dentro do aplicativo para transferirem dinheiro e fazerem pagamentos no país e em reais. O BC, na época, interrompeu o serviço para verificar os riscos da nova tecnologia.

Por Wellton Máximo, da Agência Brasil

Whatsapp limita uso para quem não aceitar nova política de privacidade

(Arquivo/Reprodução)

O WhatsApp publicou uma página oficial explicando o que irá acontecer com os usuários que não aceitarem sua nova política de privacidade, prevista para entrar em vigor no dia 15 de maio.

Segundo o site, quem não aceitar a nova política poderá receber ligações e notificações, “por um breve período”, sem detalhes de quanto tempo isso irá valer. Por outro lado, o envio e leitura de mensagens ficará totalmenterestrito. A conta não será apagada e as pessoas ainda poderão concordar com os novos termos após a data de vigência, de acordo com a página de suporte do aplicativo. 

A nova política de privacidade vale somente para conversas com empresas. A companhia afirma que todas as mensagens – texto, áudio, vídeo e imagens – são criptografadas de ponta a ponta, significando que somente o remetente e o destinatário podem ver a mensagem. 

O aplicativo ressalta que não mantém registros sobre com quem os usuários estão conversando e que não compartilha listas de contatos com o Facebook, pontos vistos como preocupações de parte dos usuários. 

A nova política de privacidade, porém, deixa de garantir a proteção da criptografia em conversas com contas comerciais, aquelas usadas por empresas. Já que as grandes varejistas não usam um celular para responder os clientes e sim ferramentas que gerenciam os chats. Como existe um terceiro armazenando e gerenciando interações, o aplicativo não consegue garantir a criptografia de ponta a ponta nas conversas.

Por TV Cultura