Como a tecnologia pode ajudar a prevenir doenças?

Os avanços tecnológicos e o uso da inteligência artificial vêm mudando a forma como as pessoas se relacionam, trabalham e cuidam da própria saúde. Há alguns anos, pouco se falava sobre cirurgias e consultas à distância. Hoje, porém, o cenário é totalmente diferente. 

Dados de um levantamento realizado pela IBM em parceria com a Morning Consult apontam que quase metade das empresas brasileiras de diversos segmentos, inclusive, saúde e finanças, já aplicam a Inteligência Artificial (IA) de alguma forma nos negócios. 

Ainda segundo a pesquisa, de fato, a pandemia acelerou o processo de implementação desta tecnologia e de outras de automação, especialmente, quando o assunto é atendimento ao cliente. 

Mas não só isso. O uso da inteligência artificial como um todo tem influenciado a saúde das pessoas inclusive no que diz respeito à prevenção. A Truvio, uma startup brasileira que utiliza a inteligência artificial para identificar quadros de saúde mais graves.

“Entre outras coisas, fazemos um trabalho de coleta de dados dos colaboradores das empresas que atendemos com a finalidade de ajudá-los antes que algum pequeno incômodo se torne algo grande”, explica Mauro J. Silva Jr, médico e fundador da Healthtech.      

Na prática, a startup atua em duas pontas. A primeira, ao evitar que as pessoas desenvolvam problemas de saúde mais graves. A segunda, ao atuar na prevenção, ajuda na redução de custos com planos de saúde. Muita gente não sabe, mas os reajustes levam em conta a utilização do convênio, sobretudo, em serviços de emergência, geralmente os mais caros. 

Hoje, no portfólio da empresa estão serviços como o Saúde 360, que ajuda a otimizar custos com planos, o Saúde Digital, que ajuda os funcionários com atenção médica primária. 

Segundo Christopher Coburn, responsável pela área de inovação do Mass General Brigham, uma das principais empresas de pesquisa acadêmica do mundo, hoje nos beneficiamos de investimentos que foram feitos nos últimos 30, 40 anos. 

Para ele, o direcionamento de recursos para o setor no passado criou as condições para o desenvolvimento de ferramentas que só podem ser acessadas hoje, como terapias genéticas e o uso da inteligência artificial na prevenção de doenças. 

Em resumo, o executivo acredita que por meio da pesquisa, será possível antecipar diagnósticos em dez anos. 

Na América Latina, o uso deste tipo de tecnologia é um grande desafio. O ritmo de crescimento da utilização tem aumentado, mas, no Brasil, somente 37% dos negócios utilizavam algo nesta linha até 2021. 

De acordo com Mauro, da Truvio, este é um cenário que tem mudado. No dia a dia da startup, o médico conta que cada vez mais companhias, corretores e pessoas têm aderido ao uso de tecnologias como um meio de tornar a saúde mais acessível e eficiente.

PF e PRF vão convocar aprovados em concurso

O governo federal publicou hoje (26), no Diário Oficial da União (DOU), um decreto autorizando a nomeação de 625 candidatos aprovados no concurso da Polícia Rodoviária Federal, que não passaram dentro do quantitativo de vagas. A publicação autoriza o início do curso de formação para o cargo.

O concurso, realizado no ano passado, ofereceu um total de 1,5 mil vagas. Segundo o decreto, a nomeação dos novos policiais ficará condicionada ao provimento do quantitativo de vagas originalmente previsto no concurso público e à existência de vagas na data da nomeação.

Além da nomeação dos policiais rodoviários, o DOU também trouxe outro decreto, autorizando o início do curso de formação para 625 agentes da Polícia Federal. 

A nomeação dos policiais também seguirá as regras relativas ao provimento do quantitativo de vagas originalmente previsto no concurso público e à existência de vagas na data da nomeação.

Tanques em refinaria da Petrobras. Em cada um deles há a marca BR estampada.

Bolívia quer cobrar mais pelo gás natural vendido ao Brasil

O governo da Bolívia afirmou nesta quarta-feira (25/05) que está tentando renegociar o seu atual contrato de fornecimento de gás natural à Petrobras e que busca um preço mais alto para o insumo.

Na sexta-feira passada, a Petrobras já havia informado que a Bolívia havia cortado em 30% o fornecimento de gás natural à estatal, de 20 milhões de metros cúbicos diários para 14 milhões, sem especificar o motivo para a redução.

Em um comunicado à imprensa divulgado nesta quarta-feira, o ministro dos Hidrocarbonetos e Energia da Bolívia, Franklin Molina, afirmou que o atual preço vigente no contrato com a Petrobras estaria provocado prejuízos à estatal boliviana Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB).

Ele argumentou também que o preço atual foi definido em um adendo contratual assinado durante o governo da presidente interina Jeanine Áñez, que governou o país por um ano, de novembro de 2019, após a renúncia de Evo Morales, até a posse do atual presidente, o esquerdista Luis Arce, do mesmo partido de Morales, em novembro de 2020.

“É um dever renegociar as condições deste adendo, porque foi assinado por um governo de fato que não se preocupou com os interesses do Estado (…) A Bolívia procura um melhor preço para o seu gás natural, melhores condições e um melhor mercado”, afirmou Molina.

O governo Arce e seu partido, o Movimento ao Socialismo (MAS), costumam se referir à gestão de Áñez como um “governo de fato” por considerarem que em 2019 houve um golpe de Estado contra Morales e que a transição de poder não foi legal.

Renegociação e novos contratos

Quando o adendo do contrato de venda de gás natural para a Petrobras foi assinado, em março de 2020, o governo interino boliviano esperava obter um rendimento de pelo menos 4 bilhões de dólares até 2026, para fornecer de 14 a 20 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia.

Ao assinar esse adendo ao contrato, a Petrobras abriu mão de outros 10 milhões de metros cúbicos diários de gás para que pudessem ser negociados com outras empresas no Brasil, como parte da abertura do mercado de gás no país e da quebra do monopólio da estatal no setor.

De acordo com Molina, nos termos atuais do contrato, a Petrobras paga de 6 a 7 dólares por milhão de BTU, uma medida usada na comercialização do insumo. Ele afirmou que existem atualmente no Brasil empresas privadas interessadas em comprar gás boliviano a um preço de 15 a 18 dólares por milhão de BTU.

O ministro relatou que foi feita uma tentativa “formal” de solicitar à Petrobras uma renegociação do contrato e que o presidente da YPFB, Armin Dorgathen, foi ao Brasil em busca de “melhores condições” para a venda de gás ao mercado brasileiro.

“A resposta não foi a esperada e, tendo em conta esta situação, nos concentramos no contrato, no qual uma das suas cláusulas declara que se uma das partes não estiver satisfeita com o preço, essa parte pode procurar renegociar”, afirmou Molina.

O gás natural tem sido o principal produto de exportação da Bolívia e o pilar da economia do país nas últimas duas décadas, sendo os seus principais mercados a Argentina e o Brasil.

Uma das hipóteses discutidas no mercado é que o corte também poderia estaria ligado ao fornecimento de gás da Bolívia para a Argentina por preços superiores aos pagos pela estatal brasileira.

Preços em alta

A Petrobras, ao informar que estava recebendo 30% menos gás natural da Bolívia, disse que tinha tomado medidas para retomar o fornecimento, mas que teria que recorrer à importações de outras fontes.

Nesse caso, a substituição seria feita pelo gás natural liquefeito (GNL), importado de países como Estados Unidos, Trinidad e Tobago e Catar, usando navios que transportam o gás na forma líquida.

A guerra na Ucrânia vem provocando aumento generalizado dos preços do GNL, enquanto países dependentes do gás natural russo, especialmente os da União Europeia, buscam fontes alternativas.

A maior demanda fez os preços do BTU dispararem – se, durante a pandemia, o milhão de BTU era negociado a 5 dólares, nesta semana está em torno de 27 dólares.

Momento delicado

A estatal brasileira atravessa um período turbulento em sua gestão. Na segunda-feira, o governo federal decidiu demitir o então presidente da Petrobras, José Mauro Ferreira Coelho, apenas 40 dias depois de ele assumir o cargo, e indicou para seu lugar Caio Mário Paes de Andrade, secretário especial de Desburocratização do Ministério da Economia.

A troca do comando da estatal foi realizada em meio a crescentes pressões do presidente Jair Bolsonaro contra os reajustes frequentes dos preços de combustíveis e do gás de cozinha e críticas à política de preços praticada pela estatal, que usa como referência os valores do mercado internacional.

O aumento dos combustíveis coloca pressão sobre a inflação dos produtos e tem potencial para afetar a popularidade de Bolsonaro e sua corrida à reeleição. Segundo relatos da imprensa brasileira, o objetivo do governo é postergar ao máximo novos aumentos dos combustíveis.

Essa intenção do governo, no entanto, se choca com os interesses dos acionistas privados da Petrobras. A política de reajustes atual é um dos fatores que explicam os lucros recordes que a estatal vem registrando.

bl (Lusa, ots)

Augusto Aras, PGR, durante sessão no STF.

Augusto Aras: perdão de Silveira não devolve direitos políticos

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu que o indulto concedido pelo presidente Jair Bolsonaro ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) é constitucional, mas tem efeito apenas sobre os aspectos penais da condenação e não atinge outras esferas, como a eleitoral.

Segundo Aras, o perdão livra Silveira da pena de oito anos e nove meses de prisão, mas não anula a suspensão dos direitos políticos do parlamentar quando a condenação transitar em julgado, ou seja, quando não houver mais possibilidade de recurso.

Augusto Aras, PGR, durante sessão no STF.
Augusto Aras, procurador Geral da República (Arquivo/Rosinei Coutinho/STF)

O parecer de Aras sobre o indulto presidencial consta em um documento de 62 páginas enviado na noite desta quarta-feira (25/05) ao Supremo Tribunal Federal (STF).

“A graça e o indulto não eximem seus beneficiários de eventual responsabilização nas searas cível, administrativa, eleitoral ou nas demais esferas do direito em que possa repercutir a prática do fato delituoso”, afirma um trecho do parecer.

O texto segue afirmando que “o exercício do poder de graça não interfere na suspensão dos direitos políticos, após o trânsito em julgado, em decorrência da condenação, e, tampouco, no que venha a ser ou tenha sido decidido quanto à perda de mandato político”.

“Nenhuma interferência surte, ademais, no tocante a eventual inelegibilidade decorrente da condenação, que poderá ser objeto de apreciação pela Justiça Eleitoral”, conclui.

Segundo o procurador-geral, cabe à Justiça Eleitoral avaliar, no momento do pedido de registro de candidatura, se eventuais candidatos são elegíveis. Silveira estaria cogitando concorrer ao Senado pelo Rio de Janeiro nas eleições de outubro.

Indulto é ato político

Daniel Silveira, com camisa social dobrada no braço até próximo ao cotovelo, com os braços apoiados na mesa enquanto fala ao microfone.
Daniel Silveira, deputado federal (PTB-RJ) (Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados)

Aras afirma ainda que indultos presidenciais são atos “eminentemente políticos” e por isso não devem ser restringidos pelo Judiciário, desde que atendam aos critérios estabelecidos na Constituição.

Nesse sentido, o procurador-geral opina que o ato de Bolsonaro não ultrapassou os limites constitucionais – nem mesmo pelo fato de o perdão ter sido concedido antes de o processo tramitar em julgado. Segundo Aras, não há regra expressa sobre o tema na Constituição.

“Não havendo disposição constitucional impeditiva da concessão de indulto ou graça individual anteriormente ao trânsito em julgado da decisão condenatória, compreende-se deter o chefe de Estado ampla margem de avaliação política para, por meio dos referidos institutos, definir o momento em que o perdão será conferido, ainda que inexista título condenatório definitivo.”

Em seu parecer, Aras defende, portanto, que o Supremo rejeite as ações que questionam o perdão da pena concedido a Silveira.

Em abril, o deputado foi condenado pelo plenário do STF a oito anos e nove meses de prisão e à cassação de seu mandato por atacar o sistema democrático e fazer ameaças a ministros do tribunal. No dia seguinte, porém, o aliado de Bolsonaro foi beneficiado por um indulto – o primeiro indulto individual em 77 anos no país.

Partidos da oposição recorreram ao Supremo, alegando abuso de poder e desvio de finalidade, e a ministra relatora do caso, Rosa Weber, pediu um parecer da Procuradoria-Geral. Ações buscam suspender o perdão, afirmando que o decreto afronta preceitos básicos da Constituição e que o presidente não pode usar o instrumento para satisfazer vontades pessoais.

ek (ots)

Bailarinos no palco fazem coreografia. Mulheres com vestidos longos e homens com calça. Alguns homens sem camisa.

Theatro São Pedro estreia espetáculos de música e dança

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) e a Orquestra do Theatro São Pedro iniciam hoje (26), na capital paulista, uma temporada inspirada em obras dos modernistas brasileiros: Desassossegos, de Henrique Rodovalho; e Di, assinada por Miriam Druwe. As apresentações ocorrem até o dia 5 de junho.

Em Di, Druwe mergulha nas cores, texturas, sensações e imagens que povoam o universo do pintor Di Cavalcanti, ao som dos Choros nº 6, de Heitor Villa-Lobos, acentuando os traços modernistas em cena. Telas do artista, como Cinco Moças de GuaratinguetáFavela, São João e Mulheres Protestando foram cedidas para as apresentações por sua filha, Elisabeth Di Cavalcanti. 

“Fui buscando referências que encontrassem ressonância em mim e no elenco. O Di Cavalcanti tem essa alegria das festas dos subúrbios, uma sensualidade, mas também tem um pouco de melancolia. Então comecei a fazer perguntas: Como era a cabeça dele ao criar? Como essa dinâmica vem para o corpo?” destacou a coreógrafa Druwe.

Bailarinos no palco fazem coreografia. Mulheres com vestidos longos e homens com calça. Alguns homens sem camisa.
Di Cavalcanti inspira estreia da São Paulo Companhia de Dança (Charles Lima/SPCD/Divulgação)

O programa se completa com Madrugada, coreografada por Antonio Gomes a partir das Valsas de Esquina de Francisco Mignone, arranjadas especialmente para orquestra por Rubens Ricciardi.

Na semana seguinte, de 2 a 5 de junho, o Theatro São Pedro sedia a estreia de Desassossegos, assinada por Henrique Rodovalho, que desde 2020 é coreógrafo residente da SPCD.

“O modernismo surge em uma época de questionamentos e experimentos, e Desassossegos é muito isso. Estou aceitando minhas dúvidas e querendo arriscar e experimentar, trazendo essas questões para os fluxos de movimento e as dinâmicas”, ressalta.

No programa, está ainda Infinitos Traçados, obra com oito bailarinos em cena, com coreografias de Esdras Hernández Villar, Jonathan dos Santos e Monica Proença.

Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) e estão à venda no site theatrosaopedro.byinti.com .

R$ 100 milhões: Mega-sena volta a acumular

Após ninguém acertar as seis dezenas (11 – 14 – 36 – 41 – 54 – 59) sorteadas na noite da última quarta-feira (25), o prêmio da Mega-Sena acumulou, e o próximo concurso pode pagar até R$ 100 milhões.

O sorteio acontece às 20h no Espaço Loterias Caixa, dentro do terminal Rodoviário Tietê, zona norte de São Paulo. O próximo acontecerá no sábado (28), e as apostas podem ser feitas até as 19h do mesmo dia, através de qualquer lotérica do Brasil ou do site da Caixa Econômica Federal.

Houve 121 apostas ganhadoras da quina, que ocorre quando o jogador acerta cinco números sorteados. Cada um levou mais de R$ 45 mil. Já a quadra, que ocorre quando quatro dezenas estão certas, foi vencida por 7.558 pessoas, que levaram R$ 1.029,63 cada.

De acordo com a própria caixa, a probabilidade de vencer o prêmio máximo com uma aposta simples é de uma em mais de 50 milhões.

Fachada do Ministério Público do Rio de Janeiro. Placa na entrada do prédio exibe nome do órgão.

Policiais suspeitos de tortura são alvos de operação

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) faz hoje (26) uma operação para prender 11 policiais militares suspeitos de torturar e extorquir criminosos. Segundo o MPRJ, os agentes sequestravam, torturavam as vítimas e exigiam o pagamento de resgate.

Os investigados são policiais que, na época dos crimes, eram lotados inicialmente no Batalhão de Queimados (24º BPM), na Baixada Fluminense. Depois, alguns desses agentes foram transferidos para o batalhão de São João de Meriti (21º BPM), na mesma região, mantendo o esquema criminoso.

Entre os alvos da operação Mercenários, está um coronel da Polícia Militar que atualmente comanda outro batalhão da Baixada Fluminense.

De acordo com o MPRJ, os policiais recebiam propina de criminosos. Mas, quando o pagamento aos agentes não era realizado, eles faziam os sequestros e realizavam apreensões de materiais ilícitos em benefício próprio.

Além das prisões, estão sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, expedidos pelo juízo da Auditoria Militar do Tribunal de Justiça. A operação conta com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar (PM).

Foto mostra placa com logomarca da UPA 24 horas. Abaixo traz a indicação de "classificação 2". Ao fundo, desfocado, funcionários do hospital.

País registra 132 mortes por covid-19 em 24 horas

O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, 9.787 novos casos de covid-19. No mesmo período, foram confirmadas 132 mortes em decorrência da doença, segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado nesta quarta-feira (25). O levantamento é feito com base em dados enviados pelas secretarias estaduais e municipais de saúde.

Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 30.846.602 casos confirmados da doença e 666.037 óbitos.

Ainda segundo o boletim, 29.895.469 pessoas se recuperaram da doença e 285.096 casos estão em acompanhamento.

O boletim informa ainda que há 3.265 óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação.

boletim epidemiológico 25.05.2022
divulgação/Ministério da Saúde

Estados

O estado de São Paulo lidera o ranking de mortes por covid-19, com 169.053 casos, seguindo por Rio de Janeiro (73.791), Minas Gerais (61.520) e Paraná (43.284). O menor número de mortes é registrado no Acre (2.002), Amapá (2.133), Roraima (2.152) e Tocantins (4.157).

Vacinação

A página do Ministério da Saúde que atualiza os dados da vacinação estava indisponível na tarde desta quarta-feira. Até ontem (24), haviam sido aplicadas 432 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 176,8 milhões de primeira dose e 158,5 milhões com a segunda dose.

A dose única da vacina da Janssen foi aplicada em 4,8 milhões de pessoas. Outras 84,5 milhões já receberam pelo menos uma dose de reforço e outras 3,5 milhões já receberam o segundo reforço.

Motoristas e cobradores com os braços para o alto durante votação sobre manifestação. Todos estão dentro de um auditório.

Motoristas e cobradores suspendem manifestação

Motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo suspenderam as manifestações marcadas para a tarde desta quarta-feira (25). A decisão aconteceu após a Justiça do Trabalho conceder uma liminar que prevê multa diária de R$ 50 mil em caso de paralisação.

Diante da decisão, o Sidmotoristas, sindicato que representa a categoria, afirmou que não haverá atos, mas manterá o “estado de greve”.

Motoristas e cobradores com os braços para o alto durante votação sobre manifestação. Todos estão dentro de um auditório.
Motoristas e cobradores durante reunião no Sindmotoristas (Sindmotoristas/Reprodução)

Uma nova reunião entre empresários e o poder público deverá acontecer amanhã para a discussão da contraproposta a ser apresentada aos trabalhadores. A principal reivindicação é o reajuste salarial de 12,47%, taxa semelhante a inflação do ano passado, mais um aumento real.

O plano dos motoristas e cobradores eram realizar atos pela capital paulista na tarde de hoje, e operar com 80% da frota nos horários de pico e 60% nos outros períodos.

Imagem aérea mostra moradias construídas em área de risco.

Famílias são retiradas de área de risco em Carapicuíba

Mais de 400 famílias estão sendo retiradas de uma área na Vila Municipal, em Carapicuíba, região metropolitana de São Paulo, na manhã de hoje (25). De acordo com informações da prefeitura da cidade, a reintegração de posse é resultado de uma decisão judicial porque há risco de deslizamento no local, conforme apontam laudos do perito da justiça, Defesa Civil e empresa privada.

Segundo a prefeitura, as famílias já estão sendo orientadas desde janeiro por meio de plantões assistenciais. A prefeitura também trabalha em parceria com o serviço social da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) para formalizar a adesão dos beneficiários aos programas habitacionais oferecidos no município.

Todas as famílias tinham prazo até ontem para saírem do local e aderirem voluntariamente aos programas habitacionais.

Imagem aérea mostra moradias construídas em área de risco.
(Pref. de Carapicuíba)

“Os moradores já possuem dois meses creditados de ajuda de custo de R$ 400 mensais e continuarão recebendo até os apartamentos serem entregues. É importante ressaltar que essas unidades habitacionais da CDHU serão construídas próximas ao Fórum, em área doada pela Prefeitura de Carapicuíba, e o processo de licitação já está em andamento”, informou a prefeitura.

A prefeitura está disponibilizando caminhões de mudanças para os moradores. A reintegração de posse contará com apoio da Defesa Civil, Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, Corpo de Bombeiros, SAMU, Vigilância em Zoonoses, Conselho Tutelar, além das Secretarias de Assistência Social, Trânsito, Segurança, Obras, Habitação, Saúde, Educação, entre outros órgãos.