Polícia

Cães e Papagaio São Resgatados Na zona Sul

A Polícia Civil fechou, na tarde de terça-feira (5), um criadouro clandestino de cães, que funcionava em uma casa no bairro Cidade Ademar, zona sul da Capital. Durante a ação, sete cachorros da raça maltês e um papagaio foram resgatados.

Papagaio também foi resgatado durante ação da Polícia Civil (Foto: SSP/ Divulgação)

Agentes do 11º Distrito Policial investigavam crimes de maus tratos aos animais e receberam uma denúncia indicando um imóvel onde a proprietária teria um criadouro clandestino. No local, os agentes encontraram os animais trancados na laje.

A proprietária da residência não apresentou qualquer documentação referente à compra dos animais e mantinha os cães sem tratamento veterinário necessário e adequado. Os animais viviam em condições precárias de saúde e higiene no local.

Os cachorros estavam sujos, assustados, com unhas grandes, pelos emaranhados, dentes quebrados e apodrecidos e infestados de pulgas, alguns ainda estavam molhados e machucados. Ao longo da ação, um papagaio também foi resgatado.

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Os animais foram retirados do criadouro e entregues a um veterinário, de uma clínica vizinha à delegacia. O profissional voluntariou-se para atender os animais, até decisão judicial sobre a tutela dos mesmos. O profissional ainda fornecerá castração e tratamento para a recuperação do estado de saúde de todos.

Outros Crimes

Na unidade de polícia judiciária foi constatado que a acusada já tinha passagem por este tipo de crime. Um veterinário, de uma clínica vizinha ao distrito policial, voluntariou-se em atender os animais. Ele reconheceu a mulher, que já havia levado uma cadela, prenha e mal tratada, para seus cuidados.

O profissional relatou ainda que o animal já estava há pelos 17 horas em trabalho de parto e que ao fazer a cesárea encontrou todos os filhotes mortos, devido à falta de atendimento veterinário em tempo oportuno. Além disso, ele também contou que a mãe também estava muito debilitada e morreu.

Na ocasião, a acusada teria sido informada sobre o óbito dos animais, mas não retornou à clínica, nem pagou pelos serviços. A autora vai responder matar espécimes da fauna silvestre e praticar ato de abuso a animais e o caso investigado a partir do registro de termo circunstanciado (TC).

(Texto: SSP)

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