Pimentão, cenoura, mandioca e ervilha: Veja os legumes do mês

(Divulgação)

Fundamentais na alimentação diária, os legumes são boas fontes de sais minerais, vitaminas e fibras alimentares. Juntamente com frutas e verduras, a ausência desses alimentos nas refeições pode contribuir para o desenvolvimento de alguns problemas de saúde, como fadiga e indisposição.

Além de saudáveis, os legumes podem ser preparados de diferentes maneiras, trazendo variedade para cada prato. Eles podem ser consumidos em sopas ou cremes, refogados, assados, cozidos, em molhos, crus ou misturados com outros alimentos e temperos.

Legumes de agosto

Vale lembrar que a escolha por alimentos da época traz muitas vantagens. Além de serem mais baratos por terem maior abundância no período, os legumes da safra também apresentam melhor qualidade nutricional, com menos aditivos e agrotóxicos. Se for possível, dê preferência aos alimentos orgânicos, que são ainda mais saudáveis.

Os melhores legumes para consumir em agosto são:

  • Abóbora;
  • Abobrinha;
  • Cará;
  • Cenoura;
  • Ervilha;
  • Fava;
  • Inhame;
  • Mandioca;
  • Mandioquinha;
  • Nabo;
  • Pimentão;
  • Rabanete.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) reforça que, para uma melhor qualidade de vida, uma alimentação saudável precisa ser variada e com alimentos naturais.

Por Pref. de São Paulo

Doações de empresas ajudam a minimizar impactos da pandemia

Os últimos 12 meses não foram fáceis. E a conta das dificuldades não vai apenas para o Covid 19. Além de conviver com o perigo iminente da doença, milhões de pessoas foram jogadas de uma hora para a outra para fora do mercado de trabalho e viram suas fontes de renda minguarem.

De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad Contínua), mais de 3,4 milhões de brasileiros estão desocupados há pelo menos dois anos. Hoje, cerca de 23% dos desempregados do Brasil estão nesta situação há mais de dois anos. São cerca de 14 milhões de pessoas sem emprego. 

Para minimizar os impactos, empresas e sociedade têm se unido com o objetivo de oferecer algum alento para as pessoas em situação de vulnerabilidade.

A2J Consultoria Ambiental, por exemplo, tem organizado campanhas de doação de alimentos e até insumos hospitalares desde que a pandemia começou.

Este ano, o movimento organizado pela empresa junto a colaboradores e parceiros levantou mais de dez toneladas de alimentos, que foram distribuídos entre as instituições Cruz Vermelha, Oca Cultural, Pequeno Cotolengo e ONG Alquimia. Além disso, também foram arrecadados mais de 4500 itens hospitalares para as unidades de saúde da região de Cotia.

De acordo com João Paulo Toledo, sócio diretor da empresa, tal iniciativa tem como objetivo dar algum retorno para a sociedade pelos 11 anos de trabalho, especialmente durante a pandemia.

 “Por ser considerada um serviço essencial, a A2J não precisou parar durante a pandemia, mas vimos empresas e famílias sofrerem na pele os efeitos da crise. Ficamos felizes em poder atuar além da consultoria ambiental, ajudando a sociedade neste momento de dificuldades. Isso reforça a nossa missão, que é a de deixar um futuro melhor para as próximas gerações,” explica.

Por outro lado, a Mailbiz, empresa de consultoria especializada soluções de e-mail marketing, apoia desde o início de 2021 a iniciativa Filhos de Sião, localizada na cidade de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul. 

Na prática, a iniciativa da empresa tem como objetivo ser a mantenedora do projeto do Mercado Solidário, Papelaria Solidária e a Loja Solidária. 

“Foi um projeto que me chamou muito a atenção por conta da característica de dar o poder de escolha para as pessoas. Mais do que doações, as famílias recebem créditos e podem fazer as compras de itens de higiene ou alimentação. Ela escolhe. Não é como uma simples doação de cestas básicas. Além disso, eles também trabalham com a ideia de qualificação dessas famílias para inserção no mercado de trabalho”, comenta Vinícius Correa, fundador e CEO da Mailbiz. 

Além disso, outras mobilizações ganharam força. No Rio de Janeiro, por exemplo, o movimento Rio Contra a Fome ganhou corpo e tem sido destaque. 

De acordo com dados recentes do Movimento União Rio, que reúne mais de 70 ONGs da região metropolitana da cidade, o empenho individual das pessoas somou mais de 70% de mais de 8 mil cestas básicas entregues nos postos de coleta regionais. 

Alimentos puxam alta de preços, indica IBGE

(Marco Santos/USP imagens/via Fotos Públicas)

O grupo de despesas com alimentação e bebidas teve uma alta de preços de 2,28% em setembro, e foi o principal responsável pela inflação oficial no mês, de 0,64%. A alta dos alimentos foi maior do que a observada em agosto, de 0,78%.

Os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foram divulgados hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alta dos alimentos ocorreu principalmente por causa da refeição dentro do domicílio, que subiu 2,89%. Entre os produtos com maiores aumentos de preço estão o óleo de soja (27,54%) e o arroz (17,98%). O tomate teve alta de 11,72%; o leite longa vida, 6,01%, e as carnes, 4,53%. 

“O câmbio num patamar mais elevado estimula as exportações. Quando se exporta mais, reduz os produtos para o mercado doméstico e, com isso, temos uma alta nos preços. Outro fator é a demanda interna elevada, que por conta dos programas de auxílio do governo, como o auxílio emergencial, tem ajudado a manter os preços num patamar elevado. No caso do grão de soja, temos ainda forte demanda da indústria de biodiesel”, explicou o pesquisador do IBGE Pedro Kislanov.

Outro grupo de despesas com impacto importante na inflação em setembro foi o de transportes (0,70%), cuja alta de preços foi puxada pela gasolina (1,95%), óleo diesel (2,47%), etanol (2,21%) e passagens aéreas (6,39%).

Também tiveram altas de preços os grupos artigos de residência (1%), habitação (0,37%), vestuário (0,37%), comunicação (0,15%) e despesas pessoais (0,09%).

Por outro lado, saúde e cuidados pessoais teve deflação (queda de preços) de 0,64%, principalmente devido ao item plano de saúde, cujos preços recuaram 2,31% devido a decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de suspender até o fim do ano os reajustes dos planos. Educação também teve deflação de 0,09%.

Por Vitor Abdala, da Agência Brasil

Sobe inflação para família com renda mais baixa

(Marco Santos/USP imagens/via Fotos Públicas)

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação da cesta de compras para famílias brasileiras com renda até 2,5 salários mínimos, registrou inflação de 0,89% em setembro deste ano, taxa superior ao 0,55% observado em agosto. De acordo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-C1 acumula taxas de inflação de 3,13% no ano e de 4,54% em 12 meses.

As taxas de inflação do IPC-C1 ficaram acima daquelas medidas pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a variação das cestas de compras de todas as faixas de renda. O IPC-BR teve taxas de 0,82% em setembro e de 3,62% em 12 meses.

A alta da inflação de agosto para setembro do IPC-C1 foi puxada por três das oito classes de despesa, com destaque para alimentação (que subiu de 0,76% em agosto para 2,23% em setembro). As outras altas foram observadas nos grupos, educação, leitura e recreação (de 0,09% para 2,44%) e vestuário (de -0,42% para 0,12%).

Por outro lado, cinco grupos tiveram queda na taxa: saúde e cuidados pessoais (de 0,61% em agosto para 0,10% em setembro), despesas diversas (de 0,58% para 0,26%), habitação (de 0,61% para 0,54%), comunicação (de 0,12% para 0,04%) e transportes (de 0,68% para 0,61%).

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Após investir R$ 500 mi, fábrica de chocolates é inaugurada

João Doria mostra chocolate que será produzido no local (Governo do Estado de SP)

Foi inaugurada hoje (25), em Guararema, na grande São Paulo, uma nova unidade da multinacional Mars Wrigley. A planta da fábrica de chocolates recebeu investimento de R$ 500 milhões e garantirá 100% da produção do chocolate Snickers no Brasil.

Considerada uma das maiores empresas de alimentos do mundo, a Mars possui outras duas unidades no Estado, nos municípios de Descalvado e Mogi Mirim.

“A vinda de mais empresas e produtos para nosso Estado é uma prova de confiança. Queremos que a Mars continue a crescer e investir no Brasil, em especial em São Paulo”, salientou o governador João Doria.

A nova unidade gerou um total de 1.357 empregos, sendo 125 diretos – 79 na operação direta de fabricação de chocolates – e 1.232 indiretos, incluídos os postos de trabalho criados durante as obras, entre outros.

InvestSP

A construção da nova fábrica da Mars teve o suporte e assessoria da InvestSP, a agência de promoção de investimentos do Estado de São Paulo. A agência intermediou a emissão de licenças ambientais para melhorias na infraestrutura, especialmente no abastecimento de energia elétrica para a unidade.

Desde 2011, a Mars faz investimentos no segmento de chocolates e alimentos no Brasil, especialmente em São Paulo. A companhia ampliou a produção em Guararema, inaugurou um novo escritório na capital e agora expande e moderniza a produção de algumas de suas principais linhas de produtos.

“A inauguração da fábrica Mars no Brasil marca a expansão de nossos negócios no País e reforça nosso compromisso com o desenvolvimento da economia local”, enfatizou o presidente da Mars Wrigley no Brasil, Harvey Millar .

No território nacional, a Mars ainda atua nos mercados de nutrição animal, com marcas como Pedigree, Royal Canin e Whiskas, e alimentos, com as marcas Uncle Ben’s, Raris e Masterfoods, entre outras. Todas as unidades de negócios fazem parte da Mars Incorporated, multinacional de origem norte-americana com mais de 100 anos de atuação e presença em 80 países.

*com informações do Governo do Estado de SP