Azul quer comprar 220 aviões elétricos

(Divulgação)

A companhia aérea Azul assinou uma intenção de compra de 220 aeronaves elétricas da fabricante alemã Lilium. O modelo – uma espécie de táxi voador – deve entrar na malha aérea da empresa a partir de 2025 e será usado basicamente para realizar viagens curtas e conectar centro econômicos, regiões metropolitanas e até mesmo condomínios residenciais.

A Lilium anunciou nesta quarta-feira (04/08) que o acordo com a Azul é a primeira encomenda de grande porte recebida e que o negócio gira em torno de 1 bilhão de euros. Antes de a compra ser selada em definitivo é preciso obter a aprovação para a aeronave voar no Brasil. 

As aeronaves são tipo eVTOL, sigla para electric vertical take-off and landing (decolagem e pouso vertical elétrico, em tradução livre. Elas têm capacidade de pousar e decolar verticalmente como helicópteros e não precisam de pistas ou aeroportos.

A aeronave elétrica consegue voar até 240 quilômetros de distância a uma altura máxima de três mil metros, alcança velocidade de até 280 quilômetros por hora e possui espaço para um piloto e seis passageiros.

Empresa brasileira pretende voar com modelo elétrico a partir de 2025 (Divulgação)

Ao contrário dos carros elétricos, que demoram para recarregar suas baterias, as aeronaves da Lilium conseguem recarregar em apenas 30 minutos no solo. A aeronave é movida por 36 pequenos motores elétricos giratórios montados em quatro asas. O alcance do eVTOL deve ser ampliado assim que houver baterias melhores disponíveis no mercado. A empresa planeja um alcance de até 300 quilômetros em 2026.

“Uber dos céus” 

O presidente da Azul, John Rodgerson, afirmou em entrevista ao jornal Valor Econômico que o eVTOL “pode ser o ‘Uber dos céus'”. A empresa avalia operar os eVTOL em rotas como Campinas-Santos, Campinas-Campos do Jordão, São Paulo-São José dos Campos ou Rio de Janeiro-Búzio.

O negócio será conduzido e liderado pelas duas empresas, de forma conjunta. “A Lilium planeja trabalhar com a Azul para transformar radicalmente o transporte regional de alta velocidade no Brasil”, diz um trecho do comunicado da fabricante alemã.

A Azul e a Lilium consideram que o fato de o mercado brasileiro de viagens aéreas ser bem consolidado pode facilitar a nova modalidade de viagens. A rede regional deve ser montada dentro de dois a três anos. A primeira aeronave deve ser construída no próximo ano.

Ajuda também o fato de o Brasil atualmente ser um dos maiores mercados de helicópteros do mundo. Porém, segundo a Lilium, os custos operacionais de um eVTOL representam apenas um quinto dos custos operacionais de um helicóptero.

Após os testes de voo e aprovação em 2024, o serviço comercial com o eVTOL deve ser lançado inicialmente na Flórida e na Alemanha.

Nas últimas duas semanas, outras duas empresas do crescente setor de táxi aéreo já haviam anunciado transações semelhantes. A americana United Airlines encomendou 200 máquinas da startup californiana Archer, enquanto a American Airlines, a Virgin Atlantic e a empresa de leasing Avolon contrataram a British Vertical Aerospace para produzir até mil aeronaves. Além disso, dois operadores de helicópteros encomendaram 200 táxis aéreos da brasileira Embraer.

A Lilium foi fundada em 2015 por um grupo de graduados da Universidade Técnica de Munique, entre eles o presidente-executivo da empresa, Daniel Wiegand. A empresa, com sede em Oberpfaffenhofen, perto de de Munique, possui mais de 600 funcionários. Ao contrário da maioria dos outros fabricantes de táxis aéreos, a Lilium não aposta em conexões aéreas dentro de uma cidade ou metrópole, mas em rotas regionais.

Por Deutsche Welle
pv (ots)

Avião que buscaria vacina na Índia levará oxigênio a Manaus

(Tony Winston/Ministério da Saúde/via Fotos Públicas)

O Ministério da Saúde informou que um avião vai transportar, neste sábado (16), 80 cilindros com oxigênio hospitalar para Manaus. A carga ajudará a abastecer e reforçar com o gás as unidades de saúde da região amazonense, que vive um colapso por causa da pandemia de covid-19.

O transporte será feito pela mesma aeronave que buscará, ainda sem data definida, dois milhões de doses de vacinas contra a covid-19 em Mumbai, na Índia. O avião A330neo, da companhia Azul, que estava no pátio do aeroporto de Recife (PE) de onde iria para a Índia, seguiu às 23h de ontem (15) para o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), para ser carregado com os cilindros.

Desde o fim do ano passado, o Amazonas vive um avanço nos números da doença e está com quase todos leitos clínicos e de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ocupados no estado, tanto na rede pública como na privada. 

Além disso, por causa da alta demanda, a rede do estado tem sofrido, principalmente nos últimos dias, um desabastecimento em larga escala de oxigênio hospitalar, insumo essencial para manter a respiração de pacientes internados com a covid-19 e outros problemas. O governo estadual já transferiu, até o momento, cerca de 230 pacientes para outros estados. 

Até o momento, segundo o Ministério da Saúde, foram recrutados 198 médicos, 562 enfermeiros, 1.212 técnicos de enfermagem, 313 fisioterapeutas e 263 farmacêuticos para atuar nos serviços da rede pública de Manaus. No total, o ministério informou ter contratado 30.196 profissionais para reforçar o atendimento.

Na última quinta-feira (14), o governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou medidas mais drásticas para conter a disseminação da covid-19 no estado, incluindo toque de recolher para a população, além do fechamento de uma série de atividades e comércio não essenciais.

Por Agência Brasil

Voo que buscará vacina de Oxford é adiado para amanhã

O Ministério da Saúde (MS) informou nesta quinta-feira (14) que o avião da companhia aérea Azul previsto para decolar hoje em direção à Índia para buscar 2 milhões de doses da vacina contra a covid-19, só sairá de solo brasileiro amanhã (15) à noite.

Em nota, a pasta disse que o voo foi reprogramado em algumas horas devido a questões logísticas internacionais. Com a reprogramação, a aeronave deve decolar de Viracopos em direção a Recife ainda na tarde desta quinta-feira, mas a partida para Mumbai, na Índia foi adiada para amanhã, as 23h. 

Em nota, a Azul também comentou a mudança: “a aeronave decola de Campinas nesta tarde e deve chegar à capital pernambucana à noite, pernoitando no aeroporto dos Guararapes [foto]”. A aeronave deve decolar do aeroporto paulista às 15h30.

A volta da aeronave ao Brasil estava marcada para o sábado (16), pelo Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Mas, com a alteração no voo, ainda não há informações sobre a data e hora do retorno da aeronave.

“A data de retorno do avião ao Brasil, com a carga de vacinas estimada em 15 toneladas, ainda está sendo avaliada de acordo com o andamento dos trâmites da operação de logística feita pelo Governo Federal em parceria com a Azul”, diz a nota do ministério da Saúde. 

Ao chegar ao país, a vacina ainda precisa aguardar o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que as doses comecem a ser aplicadas. A agência se reúne no domingo (17) para analisar o pedido de uso emergencial apresentado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira da AstraZeneca e da Universidade de Oxford no Brasil.

De acordo com o Ministério, a vacina será distribuída aos estados em até cinco dias após o aval da Anvisa para, assim, dar início à imunização em todo o país, de forma simultânea e gratuita.

A pasta disse ainda que, além do apoio da Azul, conta também com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias Gol, Latam e Voepass, para a logística de transporte gratuito do imunizante.

A segurança no transporte das doses pelo Brasil será realizada pelas Forças Armadas, em ação conjunta com o Ministério da Defesa.

Aeronave

O avião que partirá em direção à Índia é um Airbus A330neo, maior aeronave da frota da companhia e estará equipado com contêineres específicos para garantir o controle de temperatura das doses que, de acordo com as recomendações do fabricante, é de menos de 80 graus Celsius (°C). 

Ontem (13), a a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou as empresas aéreas a transportarem vacinas refrigeradas com gelo seco na cabine de passageiros dos aviões. O transporte só ocorrerá, entretanto, se não houver passageiros durante o voo.

Por Luciano Nascimento, da Agência Brasil

Governo e aéreas se reúnem em Fórum de aviação

(Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas/Reprodução)


O governo brasileiro vai aproveitar o Fórum de Lideranças do Setor Aéreo da América Latina e Caribe, que ocorre até amanhã (29), em Brasília, para se reunir com companhias aéreas da região visando promover e estimular a atuação no mercado brasileiro, atualmente dominado por três agentes: Latam, Gol e Azul. O encontro é considerado o maior evento sobre aviação do continente e reúne autoridades e executivos da área.

Segundo o secretário nacional de Aviação do Ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann, representantes do Executivo vão apresentar o mercado brasileiro sob as novas regras. Na lista de encontros estão empresas como Volaris, do México, Jetblue, dos Estados Unidos, e Sky, do Chile. As reuniões fazem parte das ações do governo para estimular a entrada de novos agentes econômicos no setor.

Sky é uma das empresas de baixo custo que opera no Brasil (Reprodução)

“Estamos trabalhando fortemente com elas. Primeiro, ao apresentar o mercado brasileiro. Segundo, ao desburocratizar o processo de abertura dessas empesas no Brasil. O grupo Globália conseguiu um contrato de concessão em menos 15 dias. O último, da Azul, levou mais de um ano. Agora eles estão passando por processo de certificação”, disse o secretário nacional.

Uma das iniciativas adotadas neste ano neste sentido foi a polêmica cobrança por bagagens. A isenção desse custo foi incluída na lei decorrente da Medida Provisória 863, mas foi vetada pelo presidente Jair Bolsonaro. Em sessão tensa, o Congresso votou pela revogação do veto, mas não atingiu o quórum necessário.

O governo argumentou que a medida era necessária para atrair novas empresas. Na ocasião, o ministro do Turismo, Marcelo Antônio, declarou que a permissão para cobrança por despacho de mala era “fundamental” para que o país conseguisse atrair cada vez mais empresas low cost [companhias aéreas de baixo custo] e também outras empresas que queiram operar no espaço aéreo brasileiro”.

Em agosto, com a vigência da regra de cobrança, a Agência Nacional de Aviação (Anac) informou que a companhia de baixo custo JetSmart, controlada por um fundo sediado nos Estados Unidos Indigo Partners, entrou com solicitação para atuar no país.

No Fórum de Lideranças do Setor Aéreo da América Latina e Caribe, Ronei Glanzman afirmou a jornalistas que o conceito de low cost é aberto e que o intuito é trazer novas firmas estrangeiras para concorrer no país.

Desafios

Além da ampliação da concorrência, representantes de associações do setor mostraram, em conferência de imprensa no Fórum da Alta, que existem outros desafios. O presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, destacou a relevância de reduzir os gastos com combustível. Ele informou que já foram feitos acordos com governos de 17 estados tratando da diminuição do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Servios (ICMS). Em São Paulo e no Distrito Federal, exemplificou, a taxa foi de 25% para 12%. Em troca, as companhias aéreas ampliaram as rotas saindo desses estados.

Sanovicz acrescentou que outro desafio está na infraestrutura aeroportuária. Ele elogiou as concessões de diversas unidades nos últimos anos e citou como iniciativas importantes as concessões dos aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont, no Rio de Janeiro. O presidente da Alta, Luís Felipe de Oliveira, também elogiou o processo. “Concessão no Brasil passou por rodadas diferentes. Houve debate do setor com governo, que escutou a indústria. E nessa última rodada foi melhor. Tivemos oportunidade de aperfeiçoar processos”, afirmou.

*Com informações de Jonas Valente, da Agência Brasil

http://spagora.com.br/interior-tera-18-novos-voos-diarios-para-congonhas/

Santos Dumont em obras a partir de hoje afeta ponte aérea Rio-São Paulo

Por Vinícius Lisboa

(Tania Rêgo/Agência Brasil)

As obras de manutenção da pista principal do Aeroporto Santos Dumont começam hoje (24) e vão até 21 de setembro. Nesses 29 dias, o aeroporto, localizado na região central do Rio de Janeiro, continuará a receber aeronaves menores na pista auxiliar, o que incluirá parte dos voos da Azul e da Passaredo.

A reforma da pista principal do aeroporto será executada 24 horas por dia e sete dias por semana. Com as obras, será instalada uma camada porosa de atrito que vai melhorar o contato entre os pneus das aeronaves e a pista, reduzindo restrições nas operações em dias secos e chuvosos. 

A pista principal do Santos Dumont tem 1.323 metros de comprimento e 42 metros de largura, enquanto a pista auxiliar tem 1.260 metros por 30 metros. Para que a pista auxiliar possa receber aeronaves 3C, como o Embraer E-190, o Airbus A318 e o Boeing 737-700, foi feita uma reforma de cabeceira e a implantação do sistema indicador de rampa. 

A última vez que o Santos Dumont passou por obras desse tipo foi em 2009, e a previsão da Infraero, empresa responsável pela administração dos principais aeroportos do país, é que as intervenções atuais tenham validade de mais 10 anos. 

Voos transferidos

Durante a obra, o Aeroporto Internacional Tom Jobim – Rio Galeão deve receber 6 mil voos que passariam pelo Santos Dumont, incluindo todas as viagens das companhias Gol e Latam. Segundo a concessionária Rio Galeão, o aeroporto internacional receberá 767 mil passageiros a mais no período, o que representa um acréscimo de 73% em sua movimentação normal.

A Latam vai oferecer transporte terrestre gratuito entre o Santos Dumont e o Terminal 1 do Galeão no período das obras. Os clientes poderão embarcar, por ordem de chegada, em ônibus que partirão de hora em hora. Para usar o serviço, será preciso apresentar documento pessoal com foto válido para embarque, além do localizador do voo, da reserva ou do cartão de embarque. 

A Gol também vai oferecer transporte gratuito entre os dois aeroportos e alerta que podem ocorrer pequenos ajustes no horário de partida dos voos transferidos para o Galeão. 

A Azul manterá no Santos Dumont, entre os dias 24 e 31 de agosto, os voos entre o Rio de Janeiro e as cidades de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, e São José dos Campos e Ribeirão Preto, no interior paulista, além de voos para o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Entre os dias 1º e 21 de setembro, além destes, a companhia vai retomar a ligação Rio-Vitória. Todos os outros voos da Azul serão transferidos para o Galeão.

Lojistas

A queda na circulação de passageiros no Santos Dumont preocupa lojistas e vendedores do aeroporto e do Shopping Bossa Nova Mall, que fica ao lado do terminal.

Gerente de uma loja de óculos, Robert Alves teme que o faturamento anual seja prejudicado. “Vai impactar diretamente no nosso dia a dia”, disse Alves. “Estamos vendo a possibilidade de conseguir parcerias com outras lojas para dar descontos.”

Funcionário de um quiosque de bebidas no aeroporto, Marcelo Matias disse que sua escala de trabalho pode ser mudada para compensar a redução no número de clientes. “Estamos pensando em fazer escala 12 por 36 porque o público vai cair bastante”, informou Matias.

*Colaborou Tatiana Alves, repórter do Radiojornalismo da EBC

Companhias menores vão usar espaços da Avianca em Congonhas

Por Luciano Nascimento

Antes de iniciar operação em Congonhas, Passaredo operava 14 destinos, segundo site da companhia (Reprodução)

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a operação no aeroporto das empresas Passaredo e Map. As duas companhias receberam, ao lado da Azul, os slots, autorizações de pousos e decolagens no terminais, que pertenciam a Avianca, que suspendeu as operações em maio. Com a decisão efetuada ontem (14), dos 41 slots da Avianca, a MAP vai operar 12; a Azul 15, e a Passaredo ficou com 14. Todos eles, nos horários que eram operados pela Avianca Brasil na pista principal.

“A aprovação ocorreu após análise realizada em conjunto com o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA) dos requisitos operacionais e de performance das aeronaves das empresas aéreas. Após a aprovação, as empresas poderão iniciar a oferta de voos de acordo com os horários alocados e as rotas registradas”, disse a Anac.

E-195, fabricado pela Embraer, será usado inicialmente pela Azul nos voos entre Congonhas e Santos Dumont (Azul/Reprodução)

Na terça-feira (13), a Azul anunciou o início da venda de passagens para a ponte aérea Rio-São Paulo. A empresa informou que fará 16 voos diários entre Congonhas e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com início das viagens previsto para 29 de agosto.

A Azul usará de cinco a seis aeronaves Embraer E-195, inicialmente na pista auxiliar do aeroporto. A empresa disse que vai operar com tarifas iniciais de R$ 99 por trecho.

A Anac também confirmou a alocação dos 14 slots da pista auxiliar para a empresa Two Flex dedicada à aviação regional com aviões de até nove lugares.

No final de julho, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) redistribuiu os 41 slots da Avianca em Congonhas para a  Azul, Map e Passaredo, três das quatro empresas que manifestaram interesse nas autorizações.

Assim como a Passaredo, Map opera 14 destinos (Reprodução)

A decisão de redistribuir os slots foi tomada pela Anac no dia 25 de julho, em reunião extraordinária e vale para a temporada de 27/10/2019 a 28/3/2020, mas, segundo a Anac, considerando o nível crítico de concentração e alta saturação da infraestrutura de Congonhas, as empresas estão autorizadas a iniciar imediatamente a oferta de voos.

Mesmo com a redistribuição dos slots, duas companhias concentram mais de 87% dos slot de Congonhas: A Gol e a Latam, com pouco mais de 43% dos slots da pista principal, cada. A Azul, Passaredo e MAP dividem o restante, pouco mais de 12%.

Azul inicia operação na ponte aérea Rio-SP a R$ 99

E-195, fabricado pela Embraer, será usado inicialmente pela Azul nos voos entre Congonhas e Santos Dumont (Azul/Reprodução)

A Azul Linhas Aéreas anunciou o início das operações na ponte aérea Rio-São Paulo no dia 29 de agosto, com preços que partem de R$ 99 por trecho, entre os aeroportos de Congonhas e Santos Dumont. Ao todo, serão 17 voos em cada sentido por dia e as passagens já estão à venda. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

A companhia, que herdou slots da Avianca, vai operar com a aeronave brasileira, da Embraer, E-195, autorizado a atuar, inclusive, durante as obras de reparo da pista principal de Santos Dumont, ao contrário de Latam e Gol. Nesse período, o E-195 da Azul vai pousar e decolar pela pista auxiliar.

A rota entre os dois aeroportos é uma das mais movimentadas do mundo.