Incêndio em indústria mata três pessoas

Um incêndio de grandes proporções em uma indústria de reciclagem em Barueri, na Grande São Paulo, deixou ao menos três mortos hoje (26). Os corpos das vítimas foram encontrados pelo Corpo de Bombeiros em um dos galpões da empresa. 

O incêndio, que teve início por volta das 11 horas, gerou uma grande nuvem de fumaça tóxica preta que atingiu parte do município. As chamas já foram controladas e os bombeiros fazem o rescaldo do local. 

A prefeitura de Barueri emitiu um alerta à população em relação à inalação da fumaça tóxica. “A fumaça preta que tomou conta do céu da região é extremamente tóxica e, se algum cidadão a tiver inalado, a orientação do Corpo de Bombeiros é para procurar a unidade de saúde mais próxima”, destacou a administração municipal, em nota.

O Corpo de Bombeiros fez o combate ao incêndio com o apoio de 18 viaturas e 57 homens.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

Loja desaba em shopping em Alphaville

(Corpo de Bombeiros/via Agência Brasil)

O desabamento de um mezanino de uma loja de decoração de interiores no shopping Mackenzie Mall deixou pessoas feridas no final da manhã de hoje (17). O shopping é localizado na Rua dos Tucunarés, em Alphaville, bairro nobre localizado entre os municípios de Barueri e de Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o desabamento deixou pelo menos seis pessoas feridas. Quatro delas foram levadas ao pronto-socorro Imperial. Uma jovem, de 17 anos, teve ferimentos na perna e foi encaminhada para o pronto-socorro Samed. Uma mulher, de 40 anos, teve ferimentos no crânio e foi levada para o pronto-socorro de Osasco.

Cerca de 24 bombeiros ainda trabalhavam no local até o início da noite deste sábado (17).

Por Elaine Patrícia Cruz, da Agência Brasil

ONG realiza ação social para pessoas em situação de rua

A ONG Amor Philia realizou hoje (29), em Barueri, na Grande São Paulo, o projeto + Amor – Fome. A ação social levou comida, água, roupas, calçados, atendimento médico, corte de cabelo e barba e até banho para moradores de rua.

Jadir Gerônimo foi atendido pelos voluntários e renovou as esperanças.

“É muito ruim viver nas ruas. Agora estou limpo, alimentado, com roupas e sapatos novos e cabelo cortado. Isso vai me ajudar com o novo emprego de carteira assinada. Vou começar na segunda”, disse Jadir.

Mais de 60 pessoas em situação de rua foram atendidas pela ação, liderada pela empresária Mariana Marques, CEO da Amarq Consultoria em Benefícios de Saúde. A empresária, que está engajada em ações sociais há quase 10 anos, diz que ajudar o próximo é o que faz a vida ter sentido.

“Ações assim trazem a inclusão e retomada dessas pessoas ao convívio social, o que é de suma importância para impulsionar a mudança que elas precisam. Sou muito grata por ter a oportunidade de ajudar e por ter parceiros como a First Tech, ONG Saúde de
Rua e Lú Design Hair que foram grandes apoiadores dessa ação. Além, é claro, dos voluntários que se empenham em arrecadar fundos e trabalhar para que tudo desse certo”, destacou Mariana em comunicado.

Um dos voluntários é o funcionário público Eli Carlos Rodrigues da Silva que faz triagem e acolhimento de moradores de rua há 21 anos.

“Com a pastoral e uma equipe da prefeitura da cidade de Barueri, sempre promovemos almoços e doações aos moradores de rua. Esta é a terceira vez que a Amor Philia está engajada em ações nesta na região. É uma grande felicidade promover a inclusão e a oportunidade de aproximação deles com pessoas dispostas a ajudar”, concluiu.

Desde o início da pandemia a Amor Philia, assim como outras ONGs e projetos sociais, teve uma queda significativa de doações. Para ficar por dentro das ações da ONG e ser um voluntário, basta entrar em contato pelo Facebook ou Instagram.

Acusados são absolvidos de chacina em Osasco e Barueri

Ex-PM e ex-GCM eram acusados por 17 mortes

Os sete integrantes do júri popular absolveram hoje (26) o ex-policial militar Victor Cristilder dos Santos e o guarda civil Sérgio Manhanhã da acusação de participar, em 13 de agosto de 2015, da chacina de Osasco e Barueri, em que 17 pessoas foram assassinadas. Um mandado de soltura já foi emitido pela juíza Élia Kinosita Bulman.

O julgamento, que começou na segunda-feira (22), terminou hoje (26), por volta das 15h20, depois que o Conselho de Sentença, formado por sete jurados, decidiu pela absolvição dos réus.

Esta foi a segunda vez que os dois réus foram julgados pela chacina. No primeiro julgamento, eles foram condenados, recorreram da decisão e solicitaram novo júri.O pedido foi atendido, mas a prisão de ambos foi mantida. Agora, com a absolvição, os dois serão soltos.

Ontem (25), os dois réus foram interrogados individualmente. Logo depois, foram realizados os debates: a acusação, formada pelo Ministério Público e a Defensoria Pública, e o advogado de defesa tiveram prazo de duas horas e meia para apresentar suas argumentações.

Na manhã de hoje, em réplica, os representantes do Ministério Público e da Defensoria falaram por mais duas horas, e o advogado de defesa teve duas horas para a tréplica. Só então o Conselho de Sentença se reuniu para dar o veredito.

A decisão dos sete jurados pela absolvição dos dois acusados de participar da chacina não pode mais ser revista, informou o promotor Marcelo Oliveira, responsável pela acusação. Em entrevista a jornalistas, após o julgamento, o promotor disse que não cabe recurso à decisão. “Não cabe recurso. O ordenamento jurídico nosso não permite esse tipo de apelação por uma segunda vez. Está acabado, terminou”, disse ele, lamentando o resultado.

Acusação

(Reprodução)

O Ministério Público sustentou que as 17 mortes foram uma vingança pelo assassinato de um policial militar e de um guarda civil, dias antes. De acordo com a acusação, os agentes de segurança se reuniram e decidiram fazer uma chacina para vingar as mortes.

Para a acusação, por meio de mensagens no celular, Cristilder combinou com Manhanhã o início do horário da chacina, dirigiu um dos carros usados na chacina e disparou contra as vítimas.

Histórico

No primeiro julgamento, ocorrido em setembro de 2017, Manhanhã e mais dois ex-policiais militares, Fabrício Emmanuel Eleutério e Thiago Barbosa Henklain, foram condenados pelo crime.

Eleutério foi condenado à pena de 255 anos, 7 meses e 10 dias de prisão. A sentença de Henklain foi de 247 anos, 7 meses e 10 dias e de Sérgio Manhanhã , de 100 anos e 10 meses. Segundo a acusação, Manhanhã agiu para desviar viaturas dos locais onde os crimes ocorreram. Ele foi denunciado por 11 mortes.

Já Cristilder foi julgado à parte, em março de 2018. Ele foi acusado por oito mortes e também por tentativa de homicídio. O tribunal do júri,naquela ocasião, condenou o ex-policial a 119 anos, 4 meses e 4 dias de reclusão, em regime inicialmente fechado.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Chacina em Osasco e Barueri: Júri de ex-PM e ex-GCM entra no segundo dia

O júri popular do ex-policial militar Victor Cristilder dos Santos e o guarda-civil municipal Sérgio Manhanhã, acusados de participar da chacina de Osasco e Barueri, em 2015, entra hoje (23) no segundo dia. Ontem (22), seis testemunhas foram ouvidas, no primeiro dia de julgamento. Os dois réus já foram condenados no primeiro julgamento do caso, mas recorreram e solicitaram novo júri.

Tanto acusação quanto defesa solicitaram ouvir em depoimento 40 testemunhas do caso. A acusação, feita pelo Ministério Público e pela Defensoria Pública, encaminhou uma lista de 20 testemunhas ao júri popular, enquanto a defesa requisitou 16. Além disso, tanto acusação quanto defesa pediram a presença de quatro testemunhas comuns. No primeiro dia de julgamento, porém, acusação e defesa abriram mão do depoimento de 16 testemunhas. Portanto, ao todo, serão ouvidas 24 pessoas.

Entre as seis testemunhas ouvidas ontem estão dois delegados, dois sobreviventes da chacina, o filho de uma vítima e um capitão da Polícia Militar.

O julgamento

Sete jurados vão decidir se os dois réus são culpados da acusação de participar das 17 mortes ocorridas no dia 13 de agosto de 2015 nas chacinas de Osasco e de Barueri.

A previsão é que o julgamento dure cerca de cinco dias.

Por causa da pandemia do novo coronavírus, o julgamento não terá presença de público. Apesar disso, na manhã de ontem, parentes e amigos das vítimas fizeram uma vigília e levaram faixas com fotos dos mortos nas chacinas à porta do Fórum para clamar por justiça.

A acusação

(Reprodução)

Segundo o Ministério Público, as 17 mortes teriam sido uma vingança pelo assassinato, dias antes, de um policial militar e de um guarda-civil. De acordo com a acusação, os agentes de segurança se reuniram e decidiram fazer uma chacina para vingar as mortes.

Para a acusação, o policial Cristilder, como é mais conhecido, teria combinado com o guarda municipal o início do horário da chacina por meio de mensagens no celular. Além disso, ele teria dirigido um dos carros usados na chacina e feito disparos com armas de fogo contra as vítimas. Ele foi acusado por oito mortes e também por tentativa de homicídio.

Histórico

Cristilder e Manhanhã foram condenados no primeiro julgamento do caso, mas os advogados recorreram, e três desembargadores do Tribunal de Justiça decidiram por um novo julgamento, que começou hoje. Os acusados continuam presos.

O primeiro julgamento foi desmembrado em duas partes. Em setembro de 2017, os sete sorteados para o júri popular condenaram Fabrício Emmanuel Eleutério e Thiago Barbosa Henklain, além do guarda-civil Sérgio Manhanhã.

Eleutério foi condenado à pena de 255 anos, 7 meses e 10 dias de prisão e Henklain, a 247 anos, 7 meses e 10 dias. Manhanhã foi condenado a 100 anos e 10 meses.

Os dois policiais foram acusados de atirar nas vítimas e respondiam por todas as mortes e tentativas de assassinato. O guarda-civil, segundo a acusação, atuou para desviar viaturas dos locais onde os crimes ocorreriam e foi denunciado por 11 mortes.

Na segunda parte do julgamento, ocorrida em março de 2018, Cristilder foi acusado por oito mortes e também por tentativa de homicídio. O tribunal do júri condenou o ex-policial a 119 anos, 4 meses e 4 dias em reclusão em regime inicialmente fechado.

*com Agência Brasil

Réus da chacina de Osasco e Barueri voltam a ser julgados

(Reprodução)

O julgamento de dois réus acusados de terem participado das chacinas de Osasco e Barueri, na Grande São Paulo, tem início às 10h de amanhã (22). Dezessete pessoas foram assassinadas e sete ficaram feridas nas chacinas, ocorridas no dia 13 de agosto de 2015. Os assassinatos teriam ocorrido, segundo a acusação, para vingar as mortes de um policial militar e de um guarda civil metropolitano, que haviam sido assassinados dias antes.

Serão julgados o ex-policial militar Victor Cristilder e o guarda civil municipal Sérgio Manhanhã, que estão presos. Eles foram julgados e condenados no primeiro julgamento do caso, mas suas defesas recorreram e três desembargadores do Tribunal de Justiça decidiram, então, determinar um novo julgamento. Os acusados seguem presos. 

A previsão do Tribunal de Justiça é de que o julgamento dure cerca de cinco dias.  Ele será realizado no Fórum de Osasco e será fechado ao público. Do lado de fora, às 9h30 da manhã, as famílias das vítimas da chacina vão fazer uma vigília pedindo por justiça.

Histórico

A acusação do Ministério Público diz que o ex-policial Cristilder, como é mais conhecido, teria combinado com o guarda municipal Sérgio Manhanhã sobre o início do horário da chacina por meio de mensagens no celular. Além disso, ele teria dirigido um dos carros utilizados no evento e efetuado disparos com armas de fogo contra as vítimas. Ele foi acusado por oito mortes e também por tentativa de homicídio. Em março de 2018, em um julgamento separado, o tribunal do júri condenou Cristilder a 119 anos, 4 meses e 4 dias em reclusão em regime inicialmente fechado. 

Já Manhanhã foi julgado em setembro de 2017, junto com os ex-policiais militares Fabrício Emmanuel Eleutério e Thiago Barbosa Henklain. Nesse julgamento, Fabrício Emmanuel Eleutério foi condenado a pena de 255 anos, 7 meses e 10 dias de prisão. Thiago Barbosa Henklain recebeu sentença de 247 anos, 7 meses e 10 dias. Já o guarda-civil Sérgio Manhanhã foi condenado a 100 anos e 10 meses.

Eleutério e Henklain foram acusados de terem disparado contra as vítimas e respondiam por todas as mortes e tentativas de assassinato. Já o guarda-civil, segundo a acusação, teria atuado para desviar viaturas dos locais onde os crimes ocorreriam e foi denunciado por 11 mortes. Eles responderam por homicídio qualificado, por motivo torpe, com emprego de recurso que dificulta as perdas das vítimas e praticado por grupo de extermínio, além de responderem pelo crime de formação de quadrilha.

Expulsão

Cristilder foi expulso da Polícia Militar em julho de 2019, junto com Henklain e Eleutério. Segundo o Diário Oficial de São Paulo, publicado no dia 20 de julho de 2019, os três policias cometeram “atos atentatórios à instituição, ao estado, aos direitos humanos fundamentais e desonrosos, consubstanciando transgressão disciplinar de natureza grave”. A corporação não confirmou se a expulsão teve relação com a participação nas chacinas de Osasco e de Barueri.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Sequestradores são presos após tentar render empresário

A Polícia Militar prendeu uma quadrilha que realizava sequestros na região do Rio Pequeno e Butantã, Zona Oeste de São Paulo. O bando, sendo três homens e uma mulher, agia com violência para aterrorizar suas vítimas .

Eles foram detidos no início da madrugada de hoje (4), minutos após tentar sequestrar um empresário, morador de Alphaville, em Barueri, na região metropolitana. A vítima estava ao volante de uma picape e foi abordada pelos sequestradores ao parar em um semáforo, em uma avenida no bairro do Rio Pequeno. 

O empresário, em um primeiro momento, não reagiu e entregou aos ladrões seus objetos pessoais. Mas, ao perceber que seria levado para um cativeiro e que um dos ladrões não estava armado, o empresário reagiu, entrando em luta corporal com assaltante.

Em seguida, os suspeitos fugiram na picape, deixando a vítima no local. Um motoboy que havia presenciado toda a ação, cruzou com uma equipe da PM e informou aos policiais sobre o ocorrido.

Os militares, então, seguiram para o local, mas os ladrões já haviam fugido na caminhonete do empresário, sendo escoltados por ocupantes de um taxi. De posse das características dos carros, os pms passaram a fazer buscas pela região, até que conseguiram localizar e prender a quadrilha.Eles haviam abandonado a picape em uma rua próxima e fugido no táxi. 

Com os assaltantes, os policiais encontraram os objetos roubados da vitima e duas máquinas de débito que eram usados para fazer operações. Os criminosos foram encaminhados ao (89º) Distrito Policial, do Portal do Morumbi, e autuados em flagrante. 

Outro caso

Na delegacia, eles foram reconhecidos por outra vítima, um jovem comerciante que foi sequestrado na última segunda-feira (1), na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em Pinheiros, também na Zona Oeste da Capital.O rapaz contou aos PMs que estava em um veículo quando foi abordado pelos bandidos, que ocupavam outro automóvel. 

Ele teve de entregar os cartões com as senhas e foi levado para um cativeiro, em uma favela, no Jardim D’Abril, em Osasco, na Grande São Paulo. Ali, o jovem foi espancado e ameaçado de morte caso não fornecesse as senhas dos cartões.

A sessão de tortura psicológica e agressões durou cerca de três horas. A Polícia Militar foi acionada, possivelmente, por moradores e conseguiu libertar a vítima. Os sequestradores conseguiram escapar, mas, nesta quinta-feira, eles acabaram presos depois de mais uma ação criminosa.

*Com Paulo Édson Fiore, da Jovem Pan

Jeronimo Burger inaugura unidades na Grande São Paulo e Litoral

(Gerson Lima/Divulgação)

O Jeronimo Burger, marca do Grupo Madero, criada pelo empresário e chef Junior Durski, inaugurou quatro novas unidades na Grande São Paulo e no Litoral. São três lanchonetes na Capital paulista, uma em Barueri e uma no Guarujá. Segundo comunicado divulgado à imprensa, a marca fez um investimento estimado em R$ 20 milhões, incluindo uma unidade de Joinville, Santa Catarina – prevista para o primeiro trimestre.

A empresa informa que já são 60 unidades, nos estados do Paraná, Bahia, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Ceará, Santa Catarina e São Paulo. Só no Estado de São Paulo são 36 lanchonetes, sendo 19 na capital. Ainda de acordo com o comunicado, em 2020 foram inauguradas 28 novas unidades, em diferentes versões: Jeronimo Burger, Jeronimo Track – modelo container e o Jeronimo Ice – que explora o universo de sobremesas geladas. 

“É muito gratificante ver o Jeronimo Burger, que nasceu há pouco mais de 3 anos, como uma marca já consagrada de sucesso , crescendo com rapidez e conquistando cada vez mais o público, com sua proposta fast casual, com preços mais acessíveis e a qualidade inconfundível”, comemora Junior Durski.

O nome Jeronimo é uma homenagem ao tataravô do chef.

Novos endereços: 

Jeronimo Buger Park Shopping Barueri 

Rua Gen. de Divisão Pedro Rodrigues da Silva, 400- Tel: (11) 4210-4734 – Horário: 11h às 22h

Jeronimo Track Guarujá 

Rua Bolívia, 2085 –  Tel: (13) 3351-6754- Horário: 8h às 23h 

Jeronimo Burger – Henrique Shaumann 

Rua Henrique Schaumann, 170- Tel  (11) 3068-9920- Horário: 11h às 22h

Jeronimo Burger – Monte Serrat 

Rua Monte Serrat, 1377- (11) 2941-1924- Horário: 11h às 22h

Jeronimo Track Jabaquara 

Av. Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 700 – Horário: 11h às 22h

Greve dos caminhoneiros interdita faixas da Castello Branco

Um caminhão foi atingido por uma pedra no começo da manhã de hoje (1), na Rodovia Castello Branco, na Grande São Paulo. A pedra foi lançada contra o parabrisa e obrigou o caminhoneiro a parar em um posto de combustível mais a frente.

A rodovia, um dos principais corredores entre o interior do Estado e a Capital, foi palco de um protesto de caminhoneiros. A manifestação foi convocada para todo Brasil contra o alto preço do diesel e a favor de um reajuste da tabela do frete. Houve também faixas com críticas ao governador João Doria.

Segundo a concessionária que administra a rodovia, houve, pelo menos, dois quilômetros de congestionamento. O Ato, em Barueri, ocupou duas das faixas.

Os protestos começaram durante madrugada. Veja abaixo:

Veja as cidades de SP com mortes por Coronavírus

(Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

São Paulo registrou neste domingo (5) um total de 275 óbitos pelo novo coronavírus. Os números significam um aumento de 180% em comparação ao balanço do domingo passado (29), quando eram 98 vítimas fatais pela covid-19 Já o número de casos confirmados pela doença chegou a 4.620.

Os óbitos concentram-se em 33 cidades, com maior número na grande São Paulo, mas, crescem os números no interior do estado. Hoje,foi confirmada a primeira morte em Bauru. Também há pelo menos uma vítima em cada uma das regiões de Araçatuba, Ribeirão Preto, Campinas, Baixada Santista, Presidente Prudente e Sorocaba.



Os municípios e respectivos números de mortes são: São Paulo (220), Guarulhos (5), São Bernardo do Campo (5), Campinas (4), Santo André (3), Cotia (3), Osasco (3), Taboão das Serra (3).

Americana, Mairiporã, Santos e Sorocaba têm duas mortes cada cidade. Há ainda um óbito confirmado em cada uma das seguintes cidades: Arujá, Barueri, Bauru, Caieiras, Carapicuíba, Cravinhos, Diadema, Dracena, Embu das Artes, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jaboticabal, Mogi das Cruzes, Nova Odessa, Penápolis, Ribeirão Preto, São Caetano do Sul, São Sebastião e Vargem Grande Paulista.

Segundo o portal do governo do estado, as 275 vítimas somam 157 homens e 118 mulheres. Do total, 236 tinham idade igual ou superior 60 anos. As demais incluem pessoas com menos de 60 com comorbidades que, assim como os idosos, representam grupo mais vulnerável a complicações da covid-19.

Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil 

*Atualizado às 10h19