Bruno Covas e 55 vereadores tomam posse

Tomou posse na tarde de hoje (1º) o prefeito eleito de São Paulo, Bruno Covas, que recebeu 59,38% dos votos válidos nas Eleições de 2020. Covas foi vitorioso em 50 das 58 zonas eleitorais de São Paulo e derrotou, no 2º turno, o candidato Guilherme Boulos (PSOL).

Covas assumiu a prefeitura de São Paulo pela primeira vez em 2018, ao receber o posto de João Doria, então eleito para o governo estadual. O político enfrenta, desde 2019, um tratamento contra um câncer na cárdia – região entre o esôfago e o estômago, com metástase no fígado e linfonodos.

Em seu discurso de posse, Covas reafirmou seu compromisso com a cidade de São Paulo. “Estaremos a postos para lutar por ela [a democracia] e defendê-la. Os eleitores manifestaram o que querem para os próximos quatro anos. As vozes das urnas são claras e pedem moderação, equilíbrio, respeito à ciência, humildade e trabalho eficiente.”

O prefeito afirmou crer que os projetos de governo foram capazes de traduzir as vozes e sentimentos da população. “Agradeço e tenho clara noção da responsabilidade e dos desafios que estão por vir. Temos um programa e sabemos o rumo que deve ser seguido. Mas mantenho a humildade necessária para manter meus ouvidos abertos para ouvir sugestões e críticas da população, que é a prioridade da nossa administração”, afirmou durante a solenidade de posse.

“Covas foi focado para cuidar das pessoas e vai conduzir os próximos quatro anos nesta linha. Estarei à disposição para ajudar a sempre elevar a democracia e cuidar das pessoas”, disse o vice-prefeito Ricardo Nunes durante a diplomação.

Perfis

Bruno Covas Lopes tem 40 anos, nasceu em Santos, é divorciado e tem um patrimônio declarado de R$ 104.966,68. Ele é neto do ex-governador de São Paulo Mário Covas, que morreu em 6 de março de 2001, vítima de um câncer. Covas formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) e também em Economia na Pontifícia Universidade Católica (PUC). 

Na política, foi deputado estadual e atuou como secretário estadual de Meio Ambiente entre 2011 e 2014, durante a gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) no governo do estado. Foi eleito deputado federal em 2014, deixando o cargo em 2017, quando concorreu na chapa do PSDB à prefeitura.

O vice-prefeito, Ricardo Nunes, do MDB, tem 53 anos, é casado, declara ao TSE a ocupação de vereador e tem ensino superior incompleto. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 4.836.716,54.

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil 

Vereador Caio Miranda se associa ao movimento liberal ‘Livres’

Um evento na Faculdade de Direito da USP, na próxima segunda-feira (18) marcará a associação do vereador de São Paulo Caio Miranda (PSB) ao Livres.

“É uma grande satisfação ter uma liderança como o Caio no Livres”, disse Paulo Gontijo, presidente da organização.

O Livres é um movimento liberal, suprapartidário que desenvolve lideranças, políticas públicas e projetos de impacto social com o objetivo de renovar a política e construir um Brasil mais livre e democrático.

“A ideia deste evento é mostrar para as pessoas que as pautas liberais não são, nem devem ser apenas discutidas no âmbito nacional. Poder contar com o Caio e outras tantas lideranças municipais pelo Brasil, é fundamental para disseminar a ideia de que para que tenhamos um país mais livre e democrático, precisamos também de cidades mais livres”, afirmou
Gontijo.

Para Caio Miranda a entrada no Livres está de acordo com seus objetivos como parlamentar que atua por uma cidade mais justa. “O Livres é uma importante plataforma que acredita na liberdade e é disso que o Brasil precisa no momento: liberdade para pensar criticamente, lutar por um país melhor e com mais igualdade de oportunidades”.

O Livres é um movimento que se define como ‘liberal por inteiro’, ou seja,
além de defender pautas como responsabilidade fiscal e liberdade econômica, a organização prega a liberdade nos costumes. Os valores do Livres são a liberdade individual, a sensibilidade social, a convivência democrática e o gradualismo.

Caio Miranda agora passa a fazer parte da bancada da liberdade, se unindo a um conjunto de líderes políticos com viés liberal que tem como missão criar projetos de impacto social e políticas públicas que construam um país mais livre – na prática. A bancada da liberdade, nos âmbitos federal, estaduais e municipais devem ter consciência programática e ser conectadas com as bases sociais do país e das regiões que representam.

“Por meio do nosso conselho acadêmico, conseguimos ajudar os mandatários e lideranças do Livres por todo país”, disse Gontijo. “Fazemos
parcerias com organizações que desenvolvem e ensinam a desenvolver políticas públicas inovadoras e de qualidade, para que em um futuro próximo tenhamos tanto na sociedade civil organizada quanto na academia e no setor público pessoas qualificadas para tocar as pautas importantes para o país”, finaliza o presidente do movimento.