Receita: Costela na panela de pressão

Costela na panela de pressão

Costela na panela de pressão é um prato delicioso. A carne é muito suculenta e embora não seja um corte nobre, o resultado é uma costela que derrete na boca. Dentro da panela não vai água, tudo é cozido no próprio líquido que os ingredientes vão soltando. O tempo de preparo é de aproximadamente setenta minutos e serve 4 pessoas.

Tenho certeza que sua família vai adorar!

Costela na panela de pressão
Um prato fácil e econômico para seu almoço(Divulgação)

Para fazer a receita, peça para o açougueiro 1 kg de costela de ripa, com pouca gordura, cortada em pedaços.

Ingredientes:

1 kg de costela bovina
3 cebolas médias ou 2 cebolas grandes
1 tablete de caldo de carne ou caldo de costela
alho a gosto
Sal a gosto
pimenta do reino a gosto.

Modo de preparo:

Forre o fundo da panela com as cebolas cortadas em pétalas.
Tempere os pedaços de costela com alho, sal e pimenta e distribua-os na panela sobre a cebola, colocando os ossos virados para baixo.
Por último, coloque o tablete de caldo de carne ou costela.
Feche a panela e leve ao fogo até pegar pressão. Depois que a panela começar a chiar, abaixe o fogo e marque uma hora.
Sirva com mandioca ou batatas.

Dica do Chef:

O grande truque dessa receita está na cebola. Você precisa forrar o fundo da panela de pressão com cebola, o máximo possível. A cebola, além de dar sabor, impedirá que a carne entre em contato diretamente com a parte mais quente da panela e queime.

Fonte: Receita Toda Hora

Aprenda a escolher a costela bovina vendo o vídeo abaixo:

PF investiga venda de carne e corrupção envolvendo frigorífico

Um frigorífico no município de Presidente Prudente (SP) é alvo da Operação Inopino, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (31). A finalidade da operação é o combate a crimes sanitários, de corrupção, estelionato e falsidade documental, praticados por organização criminosa envolvendo um frigorífico. 

Cerca de 50 policiais federais estão cumprindo sete mandados de busca e apreensão nas cidades de Presidente Prudente, Presidente Epitácio e Rancharia, todas no interior de São Paulo.

De acordo com as provas da investigações, desde 2018 uma auditora fiscal federal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) teria recebido valores e vantagens para facilitar a comercialização de carnes em desacordo com as normas do setor.

Durante as investigações foram demonstrados fortes indícios de que essa servidora pública e prepostos da empresa investigada trocavam embalagens de forma a adulterar datas de vencimento, modificavam romaneios (ista que especifica peso, qualidade e quantidade de mercadorias embarcadas ou vendidas) e relatórios de pesagem. A auditora do Mapa investigada será afastada de suas funções por determinação judicial.

Os crimes objeto da investigação e previstos no Código Penal (CP) são a suposta prática de corrupção ativa, corrupção passiva, prevaricação, falsidade documental, crime sanitário e organização criminosa.

A investigação prosseguirá, para averiguar possíveis outros envolvidos e será concluída após a análise dos materiais eventualmente apreendidos durante a Operação Inopino.

Por Agência Brasil

Carga de carne roubada é encontrada em frigorífico clandestino

(Polícia Militar/Reprodução)

Uma carga de carne roubada, avaliada em R$ 90 mil, segundo a Polícia Militar, foi encontrada em um frigorífico clandestino, em Osasco, na Grande São Paulo. O dono do caminhão avisou policiais que o veículo estava fora de rota e a empresa havia perdido o contato com o motorista.

“Em posse da placa e características do caminhão, os PMs intensificaram as buscas e localizaram”, informa comunicado. “No local surpreenderam dois indivíduos, sendo que um estava em posse do caminhão roubado e outro receptador da carga com outro caminhão”, explica. 

Segundo a polícia, foram localizadas, além da carga do caminhão roubado, peças de carnes congeladas sem procedência. A PM calcula que a carne apreendida esteja avaliada em R$ 600.000,00.

Um casal que estava no frigorífico clandestino disse que apenas trabalhava no local. Todos foram levados para a delegacia. O caso aconteceu ontem (26).

(Polícia Militar/Reprodução)

Tio e sobrinho são mortos após furto de carne em supermercado de Salvador

Tio e sobrinho são mortos após furto de carne em supermercado de Salvador
Tio e sobrinho são mortos após furto de carne em supermercado de Salvador
Tio e sobrinho foram mortos após terem furtado carne em supermercado (Foto: Arquivo pessoal)

Um tio e um sobrinho que furtaram pacotes de carne em um supermercado, em Salvador (BA), foram encontrados mortos com marcas de tiro e sinais de tortura na segunda-feira (26), horas após o furto. As informações são da Folha.

Bruno Barros da Silva, de 29 anos, e Yan Barros da Silva, de 19, foram flagrados furtando pacotes de carne na segunda, no supermercado Atakadão Atakarejo, no bairro Amaralina. Horas depois, seus corpos foram encontrados no porta-malas de um carro com tiros e sinais de tortura, no bairro da Brotas.

Segundo a reportagem, o supermercado não registrou boletim de ocorrência do furto, de acordo com a Polícia Civil. Para a família das vítimas, os dois foram entregues pelos seguranças do supermercado a traficantes do bairro de Amaralina, que teriam matado Bruno e Ian.

O supermercado Atakadão Atakarejo disse em nota que “tratam-se de fatos que envolvem segurança pública e que certamente serão investigados e conduzidos pela autoridade pública competente”, e que a empresa “está à disposição e colaborando com todas asa informações necessárias para a investigação”.

O caso é acompanhado pela comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia.

Mãe e filho são presos após furtar 18 peças de picanha

Mãe e filho são presos após furtar 18 peças de picanha

Na última segunda-feira (26), uma mãe, de 36 anos, e seu filho, de 14, foram presos furtando peças de picanha, leite em pó e uma caixa de chocolate de um supermercado em Poços de Caldas, em Minas Gerais.

De acordo com a Polícia Militar, uma viatura foi acionada para o comércio, onde localizou mãe e filho em uma sala reservada dentro do estabelecimento. Questionada sobre o motivo do roubo, a mulher afirmou que pretendia vender os alimentos para pagar o aluguel de sua casa que estaria atrasado.

Na bolsa da suspeita, as autoridades encontraram 18 peças de diferentes tamanhos de carne de corte picanha, uma lata de leite em pó de 380 g e uma caixa de chocolate. “Durante o trajeto pelos corredores, eles foram colocando os materiais arrecadados dentro de uma bolsa na cor cinza e logo após saíram do estabelecimento. Do lado de fora os autores foram surpreendidos pelos seguranças do local, sendo eles encaminhados a um local reservado dentro do supermercado, para aguardar a chegada de uma equipe da Polícia Militar”, explicou a Polícia Militar através de uma nota.

A Polícia Civil de Minas Gerais informou ao portal UOL que os suspeitos foram liberados mediante o pagamento de uma fiança de R$ 1 mil. “Os envolvidos foram encaminhados à delegacia, onde a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante da mulher, de 36 anos, e a apreensão do adolescente, de 14 anos”, disse.

Estado zera imposto sobre leite e baixa ICMS da carne

O Estado de São Paulo vai zerar o imposto sobre o leite e vai reduzir o ICMS sobre a comercialização de proteínas. O anúncio foi feito hoje (17), pelo governador João Doria (PSDB).

“Fizemos um amplo debate com os setores produtivos”, disse Doria.

No caso da carne de boi, de porco e de frango, açougues enquadrados no Simples Nacional passarão a pagar 7% de ICMS. Hoje, esses estabelecimentos, segundo Doria, pagam 13.3%.

Em relação ao leite pasteurizado, segundo o vice-governador Rodrigo Garcia, ao zerar impostos do produto, 150 mil produtores serão beneficiados.

“É um gesto muito claro do Governo de São Paulo de tentar apoiar, nesse momento difícil da vida econômica do pais, esses setores importantes, que vai ao encontro da demanda da população mais carente”, disse Garcia.

O decreto será publicado amanhã (18) e passa a valer a partir de abril.

Banco francês não vai financiar empresas que compram carne e soja de áreas desmatadas da Amazônia

(Arquivo/Christian Braga/Greenpeace)

O banco francês BNP Paribas, o maior do país europeu, prometeu nesta segunda-feira (15/02) parar de financiar empresas que produzem ou compram carne bovina ou soja cultivadas em terras desmatadas ou convertidas depois de 2008 na Amazônia.

A instituição afirmou ainda que também “incentivará seus clientes a não produzirem ou comprarem carne bovina ou soja em terras desflorestadas ou convertidas […] posteriormente a 1º de janeiro de 2020” no Cerrado, de acordo com os padrões globais.

Segundo o BNP Paribas, a ausência de um mapeamento exaustivo das terras no Cerrado impede, por enquanto, que o banco vá além desse incentivo.

Além disso, a instituição afirmou que, até 2025, solicitará aos seus clientes a rastreabilidade total dos setores de carne bovina e soja, financiando assim apenas aqueles que adotarem uma estratégia de desmatamento zero.

“Instituições financeiras expostas ao setor agrícola no Brasil devem contribuir para essa luta contra o desmatamento. Esse é o caso do BNP Paribas”, disse o banco em comunicado.

Reações de ambientalistas

Organizações ambientalistas afirmaram que a declaração envia um forte sinal para as empresas que comercializam commodities na região, mas pressionaram por ações mais rápidas e firmes.

 “O banco diz que só está pronto para incentivar, e não forçar, as empresas que atuam no Cerrado. […] As únicas medidas de exclusão imediatas aplicam-se às empresas que continuam a derrubar ou converter terras na Amazônia”, criticou a organização não governamental Reclaim Finance.

“Poucas empresas estão, portanto, preocupadas, visto que já existe uma moratória que estipula o fim do desflorestamento relacionado com a soja a partir de 2008 e é amplamente respeitada”, completou. A ONG também considerou a meta estipulada para o ano de 2025 “tarde demais”.

“O BNP Paribas está dando aos comerciantes mais cinco anos para derrubar florestas impunemente”, afirmou, por sua vez, a associação francesa Canopée – Forêts vivantes.

Desmatamento na Amazônia e no Cerrado

A soja e a carne bovina são dois dos maiores motores do desmatamento no mundo. O crescimento populacional e uma expansão rápida da classe média em países como a China estimularam uma explosão na demanda por soja e um aumento do consumo de carne e laticínios.

Cientistas alertam que a Floresta Amazônica, que se entende por nove países, está se dirigindo para um espiral mortal à medida que o desmatamento acelera. Segundo a ONG Amazon Conservation Association, uma área do tamanho de Israel foi derrubada na Amazônia só em 2020.

Já em relação ao Cerrado, que cobre 20% do território brasileiro, metade do bioma já foi desmatado, o que o torna um dos ecossistemas mais ameaçados do planeta, denunciaram quatro organizações ambientalistas em uma declaração conjunta.

Bancos e o desmatamento

Na semana passada, uma investigação da organização não governamental Global Witness apontou que vários bancos franceses, em particular o BNP Paribas, respondem pelo financiamento de empresas agrícolas responsáveis pelo desmatamento no Brasil.

O banco disse à Global Witness que todos os seus clientes na Amazônia “foram certificados ou envolvidos num processo de certificação” para garantir que as suas práticas eram responsáveis.

No mês passado, o BNP Paribas e outros credores europeus, como o banco holandês ING e o suíço Credit Suisse, se comprometeram a parar de financiar o comércio de petróleo bruto do Equador após pressão de ativistas com o objetivo de proteger a Amazônia.

Por Deutsche Welle

ek (Reuters, Lusa, AFP, ots)

Bolsonaro não vai atuar para baixar preço da carne

Presidente, Jair Bolsonaro (Antonio Cruz/Agência Brasil)


O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (30) que não vai interferir no preço da carne bovina, que no mercado atacadista teve alta média de 22,9%. Segundo ele, é o mercado quem define o preço do produto. Ele, no entanto, disse acreditar que o preço do produto deve baixar.

“Quero deixar bem claro que esse negócio da carne é a lei da oferta e da procura. Não posso tabelar, inventar. Isso não vai dar certo”, disse o presidente na chegada ao Palácio do Alvorada, após viagem a Resende (RJ), onde participou da inauguração da 8ª cascata de ultracentrífugas, na Fábrica de Combustível Nuclear (FCN).

“Tivemos uma pequena crise agora [no preço da carne] mas vai melhorar. A carne aqui, internamente, daqui a algum tempo, acho que vai diminuir o preço”, completou, dirigindo-se a um dos populares que o aguardavam no local.

(Arquivo/Fotos Públicas)

No fechamento de novembro, o aumento nos preços da carne bovina desossada no mercado atacadista foi de 22,9% na média de todos os cortes pesquisados, de acordo com a Scot Consultoria.

Já os preços da carne bovina vendida em supermercados e açougues de São Paulo registraram uma alta de 8%, na média de todos os cortes, segundo a consultoria. No Paraná a alta também foi consistente, 3,5%. Já no Rio de Janeiro e em Minas Gerais as variações foram mais tímidas, de 0,2% e 1%, respectivamente.

Homem é preso por tentar furtar carne em mercado pela 3ª vez

(Polícia Militar/via Correio do Interior)

Um homem foi preso em flagrante, pela terceira vez, tentando furtar carne em um mercado. O caso mais recente aconteceu em São Roque, interior de São Paulo, esta semana.

Segundo a Polícia Militar, o segurança do mercado percebeu o comportamento suspeito do rapaz e constatou, ao fazer a abordagem, que ele escondia peças de picanha e uma salame dentro das calças. O suspeito foi preso e levado para a delegacia, onde os policiais descobriram outras duas ocorrências semelhantes. A última delas aconteceu no mesmo mercado.

Ainda segundo a polícia, a primeira vez em que o homem foi preso ao furtar carne de mercado aconteceu em São Paulo. Apesar do flagrante, ele foi solto na audiência de custódia. Ele declarou que usaria a carne para trocar por drogas.

As informações são do Correio do Interior.

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