A importância do marketing de influência no BBB21

A importância do marketing de influência no BBB21

O Big Brother Brasil chegou ao fim na última terça-feira, porém, as redes sociais da vencedora, a advogada Juliette não para de crescer. Antes da atração global estrear, a sister possuía um pouco mais de 3 mil seguidores no Instagram. Hoje, uma semana após a sua vitória no reality show, a paraibana conta com mais de 27 milhões de seguidores na plataforma, entrando na seleta lista dos 25 brasileiros mais seguidos nas redes sociais, lista que é encabeçada por Neymar Jr., com 150 milhões de fãs.

Vale destacar que Juliette começou o programa sem muita mídia e aparecendo bem pouco. No entanto, com o passar do tempo, sua equipe começou a promover o engajamento e interação do público, dando um toque mais humanizado para o Instagram da sister (mesmo ela não estando em contato com seus seguidores). Com isso, Juliette inverteu seu papel dentro do programa, deixando de ser coadjuvante para a grande vencedora.

Outra estratégia utilizada pela sua equipe foi a de evitar que a imagem de Jú fosse manchada por alguma polêmica do programa, evitando assim, o temido “cancelamento”.

O Marketing de influência é a forma mais orgânica de se comunicar com um público. Na prática funciona por meio de ações executadas por influencers que direcionam seus seguidores para uma marca ou produto específico, ou seja, se você confia na opinião de alguém, facilmente você se torna influenciável por ela. Isso vale para tudo, muito além de consumo. Tudo partindo da ideia de que é muito mais fácil acreditar na indicação de alguém que você já conhece e confia.

Para o Jornalista e Consultor de Marketing Digital da Mitto Comunicação, Eduardo Micheletto, “a estratégia de marketing de influência fez com que a marca BBB voltasse ao centro dos holofotes, associando a imagem de uma marca real a uma personalidade comum, gerando maior credibilidade diante de um público que anda tão desacreditado de pessoas que recebem para falar em tom de publicidade sobre determinado produto ou serviço”, finaliza.

*Com informações de Eduardo Micheletto

Ana de Oliveira lança CD e livro dedicados ao violino solo

Ana de Oliveira está estreando seu CD de violino solo, o “Dragão dos Olhos Amarelos”,o primeiro em uma longa carreira camerística e orquestral(Foto:Paulo Rapoport/Divulgação)

Com longa carreira como camerista e spalla em orquestras nacionais e internacionais, violinista paulistana, radicada no Rio, lança o álbum “Dragão dos Olhos Amarelos”, com participação de André Mehmari, e o livro “O Violino na Música Contemporânea Brasileira”, marcando sua estreia com CD solo e como autora na literatura musical

“Há artistas que não dão um passo atrás quando um grande desafio se impõe, seja ele um improviso, uma sonata ou um flamejante dragão de olhos amarelos que traz dilemas e questões profundas ao baile da vida. Ana de Oliveira se propõe (e vive) aqui simplesmente o encontro mais profundo consigo própria em sua brilhante carreira, até o momento. Sem filtro!” André Mehmari

A destacada violinista Ana de Oliveira demonstra, e já por longo tempo, o que teoriza no papel. Esta sua obra (livro), fruto de conhecimento teórico e prático, constitui um verdadeiro tesouro para todos nós, violinistas e os que tocam outros instrumentos de cordas. Ela nos fornece bases sólidas para compreender e executar projetos sonoros de compositores contemporâneos, como também proporciona o caminho inverso – o deles vivenciarem nossas possibilidades e se adequarem ao nosso instrumento. Um grande e vitorioso tento!” Paulo Bosísio

Radicada no Rio de Janeiro, a violinista paulistana Ana de Oliveiraspalla da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF e integrante do renomado Trio Puelli, lançou-se um desafio no ano mais assustador e incógnito da história recente da Humanidade e, especialmente, da classe artística e musical: estrear seu projeto solo, o primeiro de uma carreira com mais de três décadas a serviço da música brasileira e internacional. Tendo sido solista com diversas orquestras na Europa e no Brasil – por uma década foi spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira – Ana de Oliveira lança, simultaneamente, seu primeiro CD de violino solo, “Dragão dos Olhos Amarelos”, e o livro “O Violino na Música Contemporânea Brasileira – um manual de técnica estendidas”, ambos no formato físico e digital, uma ousadia muito bem vinda em tempos pandêmicos, revelando-se, musicalmente, como compositora e exímia improvisadora, com igual importância literária na Educação Musical.  

 CD “Dragão dos Olhos Amarelos”

Com produção, direção e concepção da própria autora, dez das quinze faixas que compõe o CD foram criadas instantaneamente, em fevereiro último, no Estúdio Monteverdi, onde foi gravado, mixado e masterizado por André Mehmari. Além destas autorais inéditas, compõe ainda o repertório Dodecafoniana I e II para violino solo, obra de Sérgio Ferraz dedicada à violinista; Cadenza, composição da violinista para a música “Eterna” de Egberto Gismonti em sua versão para solista e orquestra; Malinconia da segunda Sonata para violino Solo, de E. Ysaÿe, e Posso Chorar, com André Mehmari ao piano, uma faixa bônus inédita escrita por Hermeto Pascoal nos anos 80 e dedicada à violinista quando a conheceu na estreia de sua “Sinfonia em Quadrinhos” – na época, a artista tocava como spalla da Orquestra Sinfônica Jovem Municipal de São Paulo.

“Este registro é a realização de um sonho de liberdade, uma viagem autobiográfica…As composições instantâneas que integram este trabalho são inspiradas em momentos, memórias, sentimentos de minha vida, que foram retratadas sob forma de Música… uma catarse e um ato de coragem de me expor visceralmente”, revela Ana de Oliveira. Tais sentimentos e revelações são ratificados por André Mehmari, para quem este projeto é, além de tudo, “um testemunho potente da resistência do artista brasileiro em meio ao mais desafiador cenário em tempos recentes e provavelmente de todos os tempos em alguns aspectos”. Para o consagrado produtor, compositor, arranjador, pianista e multi-instrumentista, a artista não se esquiva e “empunha corajosamente seu arco e lança a flecha sonora certeira na direção do ouvinte apto a viajar com ela por veredas que vão muito além do conforto estético e formal: a fascinante imperfeição do ser humano em constante estado de mutação”.

Livro “O Violino na Música Contemporânea Brasileira – um manual de técnicas estendidas”

Fruto do seu mestrado profissional concluído em dezembro de 2018, no Instituto Villa-Lobos, da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), sob orientação de Mariana I. Salles, o livro, com prefácio do violinista Paulo Bosísio, oferece subsídios técnicos e teóricos sobre o assunto – carente de referências – e pode ser utilizado como um manual para estudantes de violino e composição. O termo “técnicas estendidas” define todos os meios técnicos instrumentais não tradicionais e não convencionais para a performance de obras musicais contemporâneas. No Brasil não há muitas referências técnicas e bibliográficas sobre o tema, embora haja um crescente interesse pela música produzida hoje”, destaca a autora e complementa: “mas foi devido à minha dedicação na execução do repertório para violino dos séculos XX e XXI e, naturalmente, a partir de minhas próprias dificuldades na busca por soluções para a execução de determinadas passagens, assim como em interpretar novas notações musicais, que surgiu a necessidade de elaborar um manual sobre técnicas estendidas para o violino”.

CD “Dragão dos Olhos Amarelos”

https://tratore.ffm.to/dragao

“O Violino na Música Contemporânea Brasileira – um manual de técnicas estendidas”

Online: Festival Favela em Casa terá 30 apresentações

(@DrikBarbosa/Rede Social | Sérgio Silva | @getup.f | Carmen Campos/via Catraca Livre)

O Festival Favela em Casa oferece online e gratuitamente, a partir de hoje (18), em São Paulo, 30  apresentações de arte das favelas: música, dança, teatro, cinema e literatura, além de debates sobre a cultura nas regiões periféricas das cidades. O festival, que vai até o próximo dia 20, é realizado pelo Sesc (Serviço Social do Comércio). 

Ao todo, mais de 180 pessoas participam do projeto, entre artistas, pensadores e equipes de produção e de apoio, em sua maioria moradores da periferia da Grande São Paulo. “Criamos um festival para ser gerenciado e produzido por uma equipe composta, majoritariamente, por pessoas periféricas, pretas e independentes, protagonistas e responsáveis pela condução da narrativa que queremos compartilhar”, disse uma das idealizadoras do Favela em Casa, Andressa Oliveira.

Entre os músicos que participarão estão Caue Gas, Emcee lê, Jota Pê, Os Ferrais, Marabu, Ôbigo, Tasha e Tracie, Red Lion, Bia Doxum, e Xote das Mina. No campo da literatura, estarão presentes Felipe Marinho, Kimani, Jessica Campos, Roberta Estrela D’Alva/Slam Blues; e na dança, Aline Constantino, Afrobreak, Babiy Quirino, Djalma Moura, Vanessa Soares, Keyson Idd e Débora Regi.

O festival ocorre na sexta e no sábado, das 19h às 23h e, no domingo, das 15h às 19h. As apresentações poderão ser vistas no Facebook Festival Favela em Casa, no canal Festival Favela em Casa no Youtube, e no Facebook do Sesc SP.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

Exposição drive thru com painéis gigantes é atração em SP

A capital paulista recebe uma exposição de arte gigante para ser vista de dentro dos carros. São 18 painéis, com dez metros de largura e cinco de altura, que reúnem pintura, arte digital e fotos, montados em um galpão para que o público possa retomar a visitação a exposições neste momento de isolamento social.

(Divulgação)

“É uma exposição muito importante para a cidade e para o momento, está trazendo uma certa esperança, um frescor e reflexões, há também questionamentos”, disse o curador Luis Maluf. “É uma exposição diferente até para nós, estávamos ansiosos, porque é um formato que não tinha, então não sabíamos como ia ser uma exposição com o carro”.

Ele conta que, desde a abertura, o público já gostou do que viu na mostra Drivethrtu.art, uma parceria da Luis Maluf Art Gallery e da Arca. O curador chamou a atenção para a interatividade: a visita ocorre por meio de um circuito e a orientação é feita por um guia virtual, encontrado no QR code do bilhete de entrada. 

Maluf acredita que, não apenas o formato drive thru da exposição, mas o contexto da pandemia pode atrair novos espectadores para a arte e a cultura. “Por ser uma das únicas coisas que a gente tem para fazer hoje, além dos drive-in de filme, uma exposição de arte atrai um público que teoricamente não iria a uma exposição convencional. Esse visitante, a partir do momento em que vai, eu acredito que há uma grande possibilidade de ele ter certo interesse, ir pesquisar e querer consumir arte, não no sentido de comprar, mas de buscar os artistas”.

Entre os temas abordados pelos artistas estão as questões indígenas, as emancipações raciais, de gênero, de sexualidade, a preservação ambiental, que já faziam parte da trajetória de cada um deles. “Aconteceu em três semanas, a minha preocupação foi chamar artistas que, de alguma forma, já dialogavam com essas questões, mas eu não sabia qual seria o trabalho que eles iam fazer, então peguei pelo processo e pesquisa do artista, do envolvimento poético que ele tinha na trajetória e nas séries que vinha produzindo. E acabou que bateu bastante coisa”.

Um dos artistas convidados é o grafiteiro Cranio, que tem como identidade visual o personagem indígena azul. “No painel que ele pintou, o índio está de máscara dentro de uma floresta, com olhar de proteção. É um artista que, nas suas pesquisas, traz discussões e críticas a questões ambientais, sociais, culturais”, disse o curador.

Parte dos artistas produziu as obras no próprio local da exposição, no galpão da Arca, respeitando as normas de segurança. Para Maluf, a exposição representa uma retomada dos trabalhos para os artistas, após a interrupção de diversas atividades relacionadas à cultura por causa da pandemia. “Todos eles entraram no projeto querendo entregar isso para a cidade. Parte deles falou: ‘estou me sentindo vivo de novo’. A gente está lançando paralelamente uma exposição online, com obras desses artistas, para tentar reverter e ajudar na parte comercial do trabalho deles”.

A exposição vai até 9 de agosto, com visitação de quarta-feira a domingo, das 13h às 21h, no espaço da Arca (Avenida Manuel Bandeira, 360). Os ingressos custam de R$ 30 a 40, e a duração do circuito é de cerca de 50 minutos.

Para quem não tem carro, vai de transporte público ou de bicicleta, a organização disponibiliza carros do evento, que são higienizados a cada viagem e com motoristas protegidos por equipamentos.

Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil 

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio

Evento realizado pela Cia Banquete Cultural, tem o objetivo de promover uma nova linguagem para o teatro brasileiro, em tempos de pandemia(Divulgação)

Estão abertas as inscrições para o 1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro. Criado em comemoração aos 7 anos da Cia Banquete Cultural, o evento tem o objetivo de promover o desenvolvimento das artes cênicas no Brasil com o uso de novas tecnologias para exibição online, em tempo real e gravadas virtualmente. “O festival será realizado de forma totalmente virtual, objetivando promover a divulgação e a valorização dos espetáculos e artistas selecionados, bem como oferecer ao público uma forma gratuita e segura de entretenimento e cultura, conforme as orientações de isolamento social por conta da pandemia do COVID-19”, explica o diretor do evento, Jean Mendonça.

Totalmente gratuito, para participar o artista deve acessar a ficha de inscrição, até as 23h59 do dia 14 de junho, e preencher o formulário (aqui). Podem se inscrever artistas independentes e grupos de teatro, com espetáculos ou leituras dramatizadas, entre 30 e 60 minutos, nas categorias drama e comédia, sendo executados ao vivo e em tempo real, desde que não promovam aglomerações da equipe artística e técnica. De acordo com o diretor do evento, cada artista ou grupo pode inscrever até um espetáculo ou leitura dramatizada por categoria. A divulgação dos selecionados será realizada no dia 20 de junho, às 18h, em uma live que realizada na página da Cia Banquete Cultural no Facebook. Serão classificados oito trabalhos, sendo quatro em cada categoria, o primeiro colocado em cada categoria receberá uma premiação em dinheiro, no valor de R$ 600,00, e todos os classificados um certificado digital de participação. Mais informações podem ser adquiridas no regulamento do evento (acesse o link).

As apresentações dos selecionados para o 1º  Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro vão acontecer em dois momentos; primeiro será ao vivo e em tempo real, entre os dias 18 e 26 de julho, à noite nos finais de semana, por meio do aplicativo Zoom. E, a segunda etapa, que vai de 1º a 10 de agosto, será transmitida a gravação da primeira etapa pelo canal da Cia no Youtube, também à noite nos finais de semana. As duas apresentações premiadas ficarão disponíveis para o grande público no canal do YouTube da Cia Banquete Cultural, entre os dias 11 a 31 de agosto de 2020.

Comemoração dos 7 anos da Cia Banquete Cultural

Para comemorar 7 anos, a Cia Banquete Cultural apresenta nos dias 20 e 27 de junho e  4 e 11 de julho, às 19h, pelo seu canal de YouTube, seu primeiro espetáculo online em tempo real: Ata-me as mãos aos pés da cela. Com autoria e direção de Jean Mendonça, o espetáculo tem no elenco Rose Abdallah, Beth Grandi e Elton Lellis, supervisão de Silvana Stein, produção de Marcia Otto e direção de arte de Alexandra Arakawa. “Por ser o evento de abertura do festival, é recomendável que os inscritos e os selecionados assistam ao espetáculo na íntegra a fim de compreenderem o novo formato de teatro online em tempo real proposto pela Cia Banquete Cultural na sua pesquisa de novas formas do “fazer” teatral com o uso da tecnologia e das novas mídias”, ressalta Jean.

Sinopse da peça – No tempo-futuro do presente, Medeia adverte sobre sua real identidade e justifica suas ações do passado. No tempo-presente, há uma pandemia lá fora. Medeia realiza uma vídeo-chamada para Delegada. Entre delírios e lembranças, está prestes a fazer uma confissão. A Delegada, mais preocupada com o que se passa em sua delegacia, esforça-se para compreender os relatos de Medeia. Ata-me as mãos aos pés da cela é um experimento teatral online do mito de Medeia, encenado em tempo real. Tudo se passa através de imagens e sons captados pelos notebooks das duas protagonistas e do ator. Cada qual está em seu espaço físico, distante um do outro, conectados virtualmente. Os espectadores, como tal, veem tudo que se passa, sem interagirem”, explica o autor e diretor da peça, Jean Mendonça.

Ficha Técnica do evento

1° Festival de Teatro Online em Tempo Real do Rio de Janeiro
Promotora do evento:
 Cia Banquete Cultural
Inscrição: de 17 de maio a 14 de junho de 2020 (link da ficha de inscrição)
Anúncio dos selecionados: 20 de junho de 2020 (facebook.com/banqueteculturalrj)
Realização do Evento: De 18 de julho a 10 de agosto de 2020, pelo aplicativo Zoom e pelo canal de YouTube da Cia Banquete Cultural de 11 a 31 de agosto.
Premiação: 10 de agosto de 2020
Mais informações do evento[email protected]
Assessoria de Imprensa: Sevilha Comunicação – [email protected]

Ficha Técnica peça Online

Ata-me as mãos aos pés da cela
Apresentação:
 20 e 27 de junho e 04 e 11 de julho, às 19h
Local: Canal do Youtube da Cia Banquete Cultural
Elenco: Beth Grandi, Elton Lellis e Rose Abdallah
Autor e Diretor: Jean Mendonça
Supervisão Cênica: Silvana Stein
Direção de Arte: Alexandra Arakawa
Trilha Sonora Original: Betto Marque e Paula Pardón
Produção executiva: Marcia Otto
Realização: Cia Banquete Cultural

Peça ‘Café’ é atração no Centro Cultural da Diversidade

Espetáculo terá preços populares (Vinicius Santos)


Criada a partir de um poema escrito pelo dramaturgo Herácliton Caleb, “CAFÉ” é uma peça jovem que aborda as expectativas e rituais de passagem dos romances juvenis para a fase adulta, com verdade e empatia, convidando o público de todas as idades para um momento de aproximação com o universo juvenil.  

A montagem que tem direção e dramaturgia de Bruna Vilaça, e atuação de Gabriel Galante e Weslley Nascimento, busca dialogar com o público jovem de forma sincera. 

Através de uma conexão verdadeira com suas verdades e inverdades, fugindo de estereótipos e formas caricatas de se retratar a juventude, o espetáculo valoriza o jovem como protagonista de sua própria história, já que uma fatia expressiva deste público, por muito tempo, se viu pouco representada em espetáculos teatrais.

A obra adentra a vida de dois garotos que vivenciam uma trajetória romântica permeada somente por assuntos sobre café. Conflitos, inseguranças, paixões, fantasias, um misto de sensações que permeiam o período da juventude, retratadas com sensibilidade, cuidado e empatia.

“Como é se perceber e perceber o outro, em meio a este grande período de transição que a juventude representa a cada um de nós?” é uma das reflexões propostas por esta montagem cuja encenação transpassa o convencional teatro realista, misturando linguagens como artes plásticas, dança-teatro e musicalidades, facilitando a aproximação e a conexão entre a obra e o público jovem.  

CAFÉ é um convite para jovens e adultos refletirem sobre a passagem do tempo e sobre como cada um de nós lida com as mudanças inerentes a ela. A montagem marca a estreia da Companhia dos Solilóquios, que busca através do Teatro Jovem, se aproximar de temas e reflexões muito importantes e necessárias. 

Idealizada em 2018, a Companhia dos Solilóquios tem como proposta a montagem de obras inéditas, afim de contribuir com a propagação de dramaturgias exclusivamente brasileiras e de novos formatos cênicos que possuam um grande poder de comunicação com o público, partindo sempre das temáticas sociais referentes ao nosso tempo.

A montagem CAFÉ estreou no Centro Cultural São Paulo em Janeiro de 2019, onde realizou uma temporada de grande sucesso de público e repercussão na mídia. A convite da SP Escola de Teatro, realizou sua segunda temporada de Abril a Maio. Em Agosto de 2019, a Companhia dos Solilóquios arrebatou o público em uma temporada de muito sucesso no SESC 24 de Maio, encerrando sua programação do ano uma temporada de circulação pelo Programa Biblioteca Viva. Agora, o grupo realiza uma nova temporada em um dos mais novos espaços culturais da cidade: o Centro Cultural da Diversidade. 

Serviço

  • Quando: 13, 14, 15 e 16 de fevereiro de 2020 
  • Horários: Quinta-feira, sexta-feira, sábado às 21h00 / Domingo às 19h00.
  • Onde: Centro Cultural da Diversidade
  • Endereço: Rua Lopes Neto, 206 (Itaim Bibi). Próximo à estação Cidade Jardim da CPTM
  • Ingressos: R$20 (inteira) R$10 (meia)

‘Democracia em Vertigem’ é indicado ao Oscar 2020

Manifestantes contra o impeachment ocuparam a Esplanada dos Ministérios em abril de 2016
(Ricardo Stuckert/Insituto Lula/via Fotos Públicas)


O filme brasileiro Democracia em Vertigem está na lista de indicados ao Oscar 2020 na categoria “melhor documentário”. Dirigido pela mineira Petra Costa, a produção aborda o impeachment da então presidente da República, Dilma Rousseff, e o quadro político no Brasil.

O documentário brasileiro disputa o prêmio com American Factory (USA), de Julia Reichert e Steven Bognar; The Cave (USA), de Bruce Hunt; For Sama (USA), de Waad Al-Kateab e Edward Watts; e Honeyland (Macedônia), de Tamara Kotevska e Ljubo Stefanov.

Algumas categorias

Curta documentário: In the AbsenceLearning to Skateboard in a WarzoneLife overtakes meSt Louis Superman e Walk Run Cha-cha.

Melhor filme: Ford v FerrariO IrlandêsJojo Rabbit, CoringaAdoráveis MulheresHistória de um Casamento1917Era uma vez em… Hollywood e Parasita.

Filme estrangeiro: Corpus christi (Polônia), Honeyland (Macedônia), Os Miseráveis (França), Dor e Glória (França) e Parasita (Coreia do Sul).

Animação: Como Treinar seu Dragão 3, I Lost my BodyKlausMissing Link Toy Story 4.

Melhor curta: BrotherhoodNefta Football ClubThe Neighbors’ WindowSaria e A Sister.

Curta de animação: Dcera (daughter)Hair LoveKitbullMemorable e A Sister

Peça será encenada em cômodos da Casa das Rosas

Os cômodos da Casa das Rosas vão ganhar vida com a peça “As palavras da nossa casa”, do Núcleo Teatro de Imersão. O espetáculo é inspirado nas obras do cineasta sueco Ingmar Bergman (1918-2007) e estréia marcada para 17 de janeiro.

Sem separação entre palco e plateia, o público será conduzido por diferentes cômodos dessa mansão histórica na Avenida Paulista para acompanhar a história. A temporada segue até 27 de março (totalizando 20 apresentações), com sessões duplas às sextas-feiras, às 18h30 e às 20h. Os ingressos custam até R$60.

A dramaturgia da peça foi escrita por Adriana Câmara, que também assina a direção, e Glau Gurgel a partir de vários filmes de Bergman. “A principal referência é o ‘Sonata de Outono’ (1978), que tem uma personagem a mais. Fomos reduzindo os personagens, situações e a quantidade de espaços para poder fazer na Casa das Rosas. Mas também fazemos referências a ‘Morangos Silvestres’ (1957), ‘Através do Espelho’ (1961) e ‘Gritos e Sussurros’ (1972). O espetáculo tem elementos de vários longas dele”, revela a diretora.

Situada nos anos de 1960, a trama narra a visita da famosa cantora lírica Charlote (interpretada pela atriz Gizelle Menon) ao casarão que sua filha única, Eva (Adriana Câmara), divide com o marido Victor (Glau Gurgel), que é um pastor presbiteriano. As duas, que não se vêm há bastante tempo, tentam se reaproximar e resolver questões dolorosas do passado, como o fato de que a filha precisou lidar com a perda de seu único filho, enquanto a mãe tentava administrar as demandas de sua carreira internacional.

Para resgatar os sentimentos nobres que ainda existem entre elas, mãe e filha precisam encarar todas as mágoas, e, nesse processo, acabam proferindo palavras muito duras, de que, possivelmente, se arrependerão. A montagem sensível busca a identificação imediata com o espectador, ao tratar de temas como o amor, as cobranças e expectativas na criação dos filhos, as diferenças de geração, a falta de comunicação em relacionamentos, a esperança e os recomeços após dores profundas, em uma abordagem que parte de situações e conflitos parecidos com os que todos já vivenciaram ou testemunharam. 

Os espectadores assistem a tudo isso acomodados em cadeiras espalhadas pelos diferentes cômodos da Casa das Rosas, como se estivessem mesmo na residência das personagens, e são obrigados pela própria cena a mudar de ambiente. “Pensamos em fazer a peça para a Casa das Rosas, que foi moldando totalmente a encenação. Nesse tipo de teatro, temos que fazer tudo pensando em um espaço, porque se mudamos de lugar, temos que trocar, por exemplo, todas as marcações”, revela Adriana sobre o processo criativo.

“As Palavras da Nossa Casa” é o segundo espetáculo do Núcleo Teatro de Imersão. A primeira peça do grupo, “Tio Ivan”, ganhou o Aplauso Brasil 2018 na categoria Melhor Espetáculo de Grupo por voto popular. 

Sobre a Casa das Rosas

(Museu Casa das Rosas/Reprodução)

A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos é um museu dedicado à poesia, à literatura, à cultura e à preservação do acervo bibliográfico do poeta paulistano Haroldo de Campos, um dos criadores do movimento da poesia concreta na década de 1950. Localizada em uma das avenidas mais importantes da cidade de São Paulo, a Avenida Paulista, o espaço realiza intensa programação de atividades gratuitas, como oficinas de criação e crítica literárias, palestras, ciclos de debates, exposições, apresentações literárias e musicais, saraus, lançamentos de livros, performances e apresentações teatrais. O museu está instalado em um imponente casarão, construído em 1935 pelo escritório Ramos de Azevedo, que na época já tinha projetado e executado importantes edifícios na cidade, como a Pinacoteca do Estado, o Teatro Municipal e o Mercado Público de São Paulo.

Sobre o Núcleo Teatro de Imersão

Criado em 2014, o Núcleo Teatro de Imersão está voltado para o estudo, o ensino, a pesquisa e a montagem de espetáculos que proponham novas relações entre ator e espectador, ao inserir o público no espaço de representação, em meio à cena representada. O primeiro trabalho do grupo é “Tio Ivan” (2017-2019), uma adaptação imersiva para o texto “O Tio Vania”, do escritor russo Anton Tchekhov (1860-1904). A peça já foi apresentada na Casa das Rosas e na Oficina Cultural Oswald de Andrade. “As Palavras da Nossa Casa”, livremente inspirada na obra de Ingmar Bergman, é o segundo espetáculo do grupo.

Sinopse

Drama imersivo e itinerante inspirado livremente na obra do cineasta Ingmar Bergman. Uma famosa cantora lírica visita a sua filha no casarão que ela divide com o marido presbítero. Durante a visita, mãe e filha tentam se reaproximar e resolver questões dolorosas do seu passado. Nessa montagem do Núcleo Teatro de Imersão, os espectadores percorrem os diversos ambientes do casarão, sem separação entre palco e plateia.

Serviço

AS PALAVRAS DE NOSSA CASA, DO NÚCLEO TEATRO DE IMERSÃO

  • Casa das Rosas – Avenida Paulista, 37, Bela Vista
  • Temporada: de 17 de janeiro a 27 de março de 2020 (exceto dia 21/2)
  • Às sextas-feiras, às 18h30 e às 20h
  • Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$30 (meia-entrada)
  • Vendas online: https://www.sympla.com.br/nucleoteatrodeimersao
  • *Venda de ingressos no local da apresentação é realizada apenas 30 minutos antes de cada sessão
  • Classificação: 14 anos
  • Duração: 60 minutos
  • Capacidade: 30 lugares
  • Gênero: Drama Imersivo

Giulia Levita lança músicas e fala da saudade do The Voice Kids

Giulia Levita na capa do álbum (Divulgação)


Giulia Levita lança a música “Adiós”, em Espanhol, Essa música  retrata um amor que acabou e não tem mais jeito.

Essa é a última música do “EP 3lingüe of Love”, onde Giulia lançou seis músicas em três idiomas, sendo duas em Espanhol, duas em Português e duas em Inglês.

A primeira foi em Português “BFL – Best Friend Lover”, composta por Giulia Levita, fala de se apaixonar pelo melhor amigo. A segunda em Inglês,“Me&You”, discorre sobre como superar uma desilusão. A terceira em Espanhol, “Prometo”, fala sobre não sofrer e não chorar mais pelo ex. A quarta em Português “Distancia”, aborda as dificuldades do relacionamento à distância. E a quinta em Inglês,“Close My Eyes”, que é um declaração de amor.

Giulia Levita, chamou a atenção dos Brasileiros no The Voice Kids, esse ano 2019, ao entrar e cantar a música “Corazon Partio”, do ídolo Alejandro Sanz. O desempenho surpreendeu e fez com que os técnicos do programa, Carlinhos Brown, Simone e Simaria e Claudia Leitte – escolhida como técnica de Giulia no programa virassem a cadeira para a cantora. 

“É um momento muito especial. De fato deu “borboletas na barriga”, brinca a cantora sobre estar no programa. Participar do The Voice Kids foi um sonho que se tornou realidade. Foi muito top entrar naquele palco lindo e cantar para o Brasil. Tenho saudades do programa e na estreia estarei ligadinha assistindo a nova edição”, revela Giulia Levita.

Aos 13 anos, a cantora Giulia Levita coleciona feitos impressionantes e está credenciada para um dos saltos mais importantes da carreira.

Durante a competição, a cantora chamou a atenção da mídia internacional e foi notícia no exterior. Mas um ano antes, Giulia já havia chamado a atenção do astro Alejandro Sanz após fazer um cover de “Looking for Paradise”. A interpretação foi parar no Instagram do cantor, e com direito a uma declaração em espanhol: “La musica te quiere. No le sueltes la mano”. 

“Receber do Alejandro Sanz um comentário desses, dizendo que ‘a música te ama. Não solte a mão dela’ me emocionou,  ele é incrível, uma pessoa fantástica. Meu sonho é cantar com ele”, conta.

“Eu amo fazer música. Muitas vezes vem um sentimento dentro de mim por alguma conversa que tenho com meus pais, irmãos ou espontaneamente, e o ritmo surge na minha cabeça junto com a letra”, explica sobre o processo de criação. “Nesse meu “EP 3lingüe of Love” fiz todas as letras e músicas. Não são traduções”.

História

Giulia nasceu em Salvador, mas viveu em seis países diferentes nos últimos anos, nas cidades de Dubai (Emirados Arabes), Maracaibo (Venezuela), Cidade do Panamá (Panamá), Lima (Peru), Ciudad do México (México), Buenos Aires (Argentina) e agora Miami (Eua), para onde acaba de se mudar. Filha de pai e mãe empresários, a cantora cresceu ouvindo em casa Bossa Nova, Jazz e Pop, e se inspira em artistas consagrados, como Diana Krall, Joao Gilberto, Tom Jobim, Ella Fitzgerald, Frank Sinatra, Shawn Mendes, Demi Lovato, Camila Cabello, Ariana Grande, Billie Eillish, além de Ivete Sangalo, Claudia Leitte e Carlinhos Brown.

Os pais contam que, desde muito pequena ela dançava e cantava na frente da televisão, assistindo aos DVDs de Shakira e Ivete Sangalo. “Temos vídeos da Giulia imitando Shakira quando ela tinha apenas dois anos de idade”, lembra a mãe, Nina Levita. 

Aos cinco anos, Giulia iniciou as aulas de piano. Aos 10 começou a fazer a aula de canto. 

“Eu não tenho preferência em cantar em nenhum dos três idiomas. Sempre depende da música e do estilo, ela sai naturalmente em inglês, espanhol ou português”, finaliza a artista teen.

Marcelo Serrado grava em São Paulo 'Dois Mais Dois'

Além de Marcelo Serrado, elenco conta com Carol Castro, Roberta Rodrigues e Marcelo Laham, e direção de Marcelo Saback (Divulgação)


Depois de emplacar grandes sucessos de público como roteirista (De Pernas Pro Ar, SOS Mulheres ao Mar e Loucas Pra Casas, entre outros), Marcelo Saback vai dirigir seu primeiro filme: Dois Mais Dois. Estrelada por Marcelo Serrado, Carol Castro, Roberta Rodrigues e Marcelo Laham, a comédia começou a ser rodada, em São Paulo, com produção da Paris Entretenimento e distribuição da Paris Filmes.

Na história, Diogo e Emília estão juntos há 16 anos, têm uma filha adolescente, e passam por uma fase entediante. Mas tudo vira de cabeça pra baixo quando eles descobrem que os melhores amigos, Ricardo e Bettina, têm um casamento aberto. Mais do que isso, são adeptos da prática de troca de casais, vivem super seguros com a escolha e tentam convencê-los de que é possível ser muito feliz levando esse estilo de vida, digamos, mais liberal.

A notícia cai como uma bomba. Depois de reagir mal à ideia, Emília se anima e convence Diogo a pelo menos ir a uma festa com a “turma” de Ricardo e Betina. É aí que começa uma série de acontecimentos que vai abalar a vidinha mais ou menos do casal. Será que eles vão deixar o ciúmes de lado e acabar aderindo à prática?

Dois Mais Dois será filmado em 24 dias e será filmado em locais como restaurantes, academia, motel e cinema.

ELENCO PRINCIPAL E PERSONAGENS

Marcelo Serrado – Diogo

Carol Castro – Emília

Roberta Rodrigues – Bettina

Marcelo Laham – Ricardo

FICHA TÉCNICA

Roteiro e direção: Marcelo Saback 

Direção de fotografia: Carlos Salazik

Direção de arte: Raiza Antunes 

Produção: Marcio Fraccaroli, André Fraccaroli e Sandi Adamiu