Fachada do teatro ópera e balé diante da praça onde é possível ver uma fonte lançando água para o alto e pessoas caminhando pela praça em Lviv, na Ucrânia.

Japão, Coreia do Sul e Holanda pedem para seus cidadãos deixarem a Ucrânia

Após Joe Biden pedir para os cidadãos norte-americanos que estão na Ucrânia saírem do país diante de ameaças sobre uma possível invasão russa, Japão, Coreia do Sul e Holanda também solicitaram que as pessoas saiam do local.

“Os cidadãos americanos deveriam sair agora. As coisas podem acelerar rapidamente”, declarou o presidente dos Estados Unidos. Ele também descartou a ideia de enviar tropas à fronteira do país com a Rússia.

Para Biden, o cenário seria “uma guerra mundial. Quando os americanos e os russos começam a atirar uns nos outros, entramos num mundo muito diferente.”

Canal em Amsterdam, na Holanda, visto de cima de uma ponte. Foto mostra bicicletas estacionadas sobre a ponte. Ao fundo, árvores com a copa verde e alguns prédios.

Lockdown na Holanda começa hoje e vai até a metade de janeiro

O governo da Holanda decretou neste sábado (18/12) um novo lockdown, que entrará em vigor neste domingo, para tentar conter o avanço da variante ômicron no país. Todas as atividades não essenciais serão interrompidas até 14 de janeiro. Escolas devem permanecer fechadas até 9 de janeiro. 

As medidas foram definidas em reunião de emergência entre os integrantes da cúpula do Executivo na tarde deste sábado.

Em entrevista coletiva, o primeiro-ministro, Mark Rutte, explicou que poderão seguir abertos estabelecimentos como supermercados, farmácias e postos de gasolina, enquanto restaurantes, cinemas, teatros e academias deverão parar atividades.

Canal em Amsterdam, na Holanda, visto de cima de uma ponte. Foto mostra bicicletas estacionadas sobre a ponte. Ao fundo, árvores com a copa verde e alguns prédios.
Amsterdam, na Holanda (Ralf Gervink/Pixabay)

“Isto é inevitável. Temos que intervir para prevenir o pior”, afirmou Rutte.

Além disso, será permitido um número máximo de dois visitantes em cada residência por dia, com exceção do período de 24 a 26 de dezembro e da noite de réveillon.

Até agora, estva em vigor um chamado “bloqueio noturno”, com os estabelecimentos, exceto supermercados, sendo obrigados a fechar às 17h.

Lojas lotadas às vésperas do confinamento

Após os primeiros relatos da mídia sobre as novas restrições, várias pessoas correram para os centros das cidades e longas filas se formaram em frente a cabeleireiros e lojas. Muitos holandeses queriam fazer as compras de Natal no último minuto.

O centro de Rotterdam ficou tão superlotado que o governo pediu aos cidadãos que parecem de se dirigir ao local.

Os números de infecções pela variante ômicron em Amsterdã dobram a cada dois ou três dias e especialistas acreditam que ela deve se tornar a variante dominante no país ainda antes do Natal.

De acordo com o site Our Wolrd in Data, da Universidade de Oxford, cerca de 74,6% dos holandeses estão completamente vacinados contra a covid-19. Mesmo assim, devido à ômicron, os hospitais operam sob pressão e muitos serão incapazes de lidar com um novo fluxo de pacientes, afirmam especialistas.

Por Deutsche Welle
le (efe, afp, dpa)

Bombas explodem no meio na rua. Fumaça de fogos se espalham pela rua.

Protestos contra lockdown na Holanda terminam com 19 detidos

A polícia holandesa informou neste domingo (21/11) que 19 pessoas foram detidas após uma segunda noite de protestos violentos contra as mais recentes medidas sanitárias implementadas pelo governo para conter a pandemia da covid-19.

No sábado, em Haia, policiais da tropa de choque avançaram contra grupos de manifestantes que atiravam pedras e outros objetos nos agentes de segurança. Pelo menos cinco policiais ficaram feridos.

Um dia antes, a violência na cidade portuária de Roterdã teve um balanço de 51 detidos e três pessoas baleadas. O prefeito de Roterdã, Ahmed Aboutaleb, descreveu os distúrbios como uma “orgia de violência”.

Também houve atos violentos em Urk, uma pequena cidade protestante localizada no centro do país, e em várias cidades da província de Limburg, ao sul.

Na semana passada, a Holanda voltou a impor parcialmente medidas de lockdown para retardar o ressurgimento do vírus, num momento em que os números diários de infecção atingem os níveis mais altos desde o início da pandemia. As medidas incluem o fechamento mais cedo de bares, restaurantes e lojas.

Protestos na Bélgica

Milhares de pessoas também tomaram as ruas de Bruxelas, na Bélgica, contra as restrições impostas pelo Governo belga para controlar a pandemia, especialmente a adoção do passe sanitário. Vários manifestantes antivacinas também se juntaram ao movimento. A polícia estimou que 35 mil pessoas participaram.

A Bélgica estendeu o uso obrigatório de máscaras a partir dos 10 anos e decidiu que o teletrabalho é obrigatório, na tentativa de controlar uma nova onda de casos de covid-19 no país.

“Os sinais de alarme estão agora no vermelho”, disse recentemente o primeiro-ministro Alexander De Croo.

As restrições impostas por vários governos europeus para conter a nova onda de covid-19 tem levado, nos últimos dias, milhares de pessoas a protestarem nas ruas não apenas na Bélgica e Holanda, mas também da Áustria, Irlanda do Norte, Itália, Suíça e Croácia.

Na áustria, Cerca de 35 mil manifestantes foram às ruas da Áustria no sábado protestar contra a adoção de um lockdown em todo o país para frear o número de infecções por covid-19. A nação europeia tem hoje a terceira maior taxa de incidência de novos casos do mundo.

A Áustria já havia imposto um lockdown exclusivo para os não vacinados no início da semana passada, mas o aumento do número de infecções colocou pressão sob o governo para que agisse rápido para conter a disseminação do vírus.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) já manifestou grande preocupação com o aumento de casos de covid-19 na Europa e advertiu que cerca de 500 mil pessoas podem morrer até março de 2022 se não forem tomadas medidas urgentes.

Por Deutsche Welle
jps (AFP, Lusa, DW, ots)

Morre jornalista que foi vítima de atentado na Holanda

Peter R. De Vries durante entrevista para a TV (Rede social/Reprodução)

Mais de uma semana depois de levar vários tiros, o jornalista investigativo holandês Peter R. De Vries morreu em consequência dos ferimentos, comunicou a família dele nesta quinta-feira (15/07). “Ele lutou até o fim”, diz o comunicado.

De Vries, de 64 anos, foi vítima de um atentado numa rua no centro de Amsterdã, em 6 de julho. Ele levou vários tiros, incluindo um na cabeça. O jornalista acabara de deixar um estúdio de televisão, onde participara de um programa de entrevistas.

Dois suspeitos foram detidos pela polícia poucas horas depois do crime. A polícia afirma que um holandês de 21 anos, morador de Roterdã, é o atirador. Ele estava acompanhado de um polonês de 35 anos, morador de Maurik, que conduziu o carro no qual a dupla fugiu.

De Vries era alvo frequente de ameaças de criminosos. A polícia não confirmou se ele estava sob proteção policial.

Reações ao atentado

Local onde o atentado contra Peter aconteceu (NOS Jeugdjournaal/Reprodução)

O atentado causou comoção não só na Holanda, mas também em vários outros países da União Europeia.

O rei Willem-Alexander e a rainha Máxima disseram que ficaram chocados e que os jornalistas devem ser livres para exercer o trabalho deles sem ameaças.

Em Bruxelas, o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, condenou o ataque e ressaltou a importância de uma imprensa livre. “Trata-se de um crime contra o jornalismo e um ataque aos nossos valores de democracia e Estado de direito. Vamos continuar a defender incansavelmente a liberdade de imprensa”, afirmou após o atentado.

Associações de jornalistas disseram que se trata de um ataque à liberdade de imprensa e exigiram da polícia que esclareça o crime o quanto antes.

Muitos inimigos

De Vries era um jornalista muito conhecido na Holanda devido às suas investigações sobre o crime organizado e costumava aconselhar testemunhas em processos judiciais. Ele estava assessorando um ex-criminoso que está testemunhando contra um dos principais traficantes de drogas da Holanda, Ridouan Taghi.

O jornalista já cobriu vários casos famosos, incluindo o sequestro do magnata cervejeiro Freddy Heineken, em 1983. O sequestrador mais tarde fez ameaças a De Vries, que reportou o caso à polícia.

Logo após o atentado, o jornalista holandês Michel Kerres, do jornal NRC, de Roterdã, afirmou, em entrevista à DW, que De Vries tinha muitos inimigos por causa de suas reportagens investigativas.

“Sabemos que ele é um conselheiro de uma testemunha-chave da acusação naquele que é provavelmente o maior processo por tráfico de drogas nas cortes holandesas neste momento”, disse.

“Claro que não se sabe se o que aconteceu está relacionado a isso. Ele está envolvido com todos os principais crimes na Holanda na última década. Ele tem um monte de inimigos.”

Por Deutsche Welle
as/lf (AP, Reuters, AFP)

Jornalista investigativo é alvo de atentado em Amsterdã

(NOS Jeugdjournaal/Reprodução)

Um jornalista holandês especializado em crime organizado, Peter R. de Vries, de 64 anos, foi baleado na cabeça no meio de uma rua no centro de Amsterdã, na Holanda, na noite desta terça-feira (06/07) e está hospitalizado em estado grave.

Segundo a polícia, ele foi vítima de vários disparos a curta distância. Testemunhas disseram à imprensa local que o jornalista levou cinco tiros, incluindo um na cabeça.

Horas depois, três pessoas foram detidas por suspeita de envolvimento no crime. Entre elas estaria o atirador.

O atentado ocorreu por volta das 19h30 (horário local) na Lange Leidsedwarsstraat, uma rua no centro de Amsterdã, perto dos estúdios da emissora de televisão RTL, onde De Vries acabara de participar de um programa de TV.

De Vries era alvo frequente de ameaças de criminosos. A polícia não confirmou se ele estava sob proteção policial.

A prefeita de Amsterdã, Femke Halsema, disse que foi um ataque cruel e que o jornalista está em condições críticas no hospital. O rei Willem-Alexander e a rainha Máxima disseram que ficaram chocados e que os jornalistas devem ser livres para exercer o trabalho deles sem ameaças.

De Vries é um jornalista conhecido na Holanda devido às suas investigações sobre o crime organizado e costuma aconselhar testemunhas em processos judiciais. Ele estava assessorando um ex-criminoso que está testemunhando contra um dos principais traficantes de drogas da Holanda, Ridouan Taghi.

O jornalista já cobriu vários casos famosos, incluindo o sequestro do magnata cervejeiro Freddy Heineken, em 1983. O sequestrador mais tarde fez ameaças a De Vries, que reportou o caso à polícia.

Por Deutsche Welle
as/lf (Lusa, Reuters, AP, AFP)

EUA confirmam favoritismo e vencem Copa do Mundo

(Fifa/Reprodução)

O favoritismo era esperado e, com isso, o resultado não foi surpreendente. A seleção feminina dos Estados Unidos venceu neste domingo, em Lyon (França), a seleção holandesa por 2 a 0 e conquistou o bicampeonato consecutivo, quarto título mundial em oito edições de Copa do Mundo. As americanas se igualam as alemãs, que foram bicampeãs em 2003 e 2007. Para as holandesas, foi a melhor campanha numa Copa e o vice-campeonato das atuais campeãs europeias garante às Leoas Laranjas uma vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. A Suécia, terceira colocada na Copa, e a Inglaterra, quarta colocada, são as outras representantes da Europa – na decisão de sábado, em Nice, as suecas venceram as inglesas por 2 a 1, gols de Asllani e Jakobsson; Kirby descontou para as inglesas.

A americana Megan Rapinoe foi o grande nome do jogo e da Copa. Ela foi eleita a melhor jogadora em campo, a melhor jogadora da Copa e ganhou o prêmio como artilheira do mundial. Ela passa a ser a jogadora mais velha a receber essa premiação, com 34 anos e dois dias de idade. A goleira holandesa Van Veenendaal foi eleita a melhor da Copa na posição.

A final, assistida por 57.900 pessoas, teve, ainda, outras marcas dignas de registro. Foi apenas a segunda vez na história das Copas Femininas em que duas mulheres estiveram à frente das equipes finalistas – a primeira foi em 2003, na final entre Alemanha e Suécia. Esse ano, a Holanda foi dirigida por Sarina Wiegman; os Estados Unidos, por Jill Ellis. A britânica entra para a história como a segunda técnica bicampeã do mundo – o italiano Vittorio Pozzo era o único detentor dessa marca, campeão com a Itália nas Copas de 1934 e 1938.

A seleção campeã recebeu um prêmio de 4 milhões de dólares – vale dizer que a França, campeã do mundo da Copa de 2018, faturou 38 milhões de dólares. A próxima Copa do Mundo de Futebol Feminino, a ser disputada entre julho e agosto de 2023, ainda não tem sede definida, e ela só será conhecida em março de 2020, em evento da FIFA em Miami (EUA). Nove países são candidatos a sediar o evento. Além do Brasil, África do Sul, Argentina, Austrália, Bolívia. Coreias (Norte e Sul), Colômbia, Japão e Nova Zelândia.

Pelos resultados apresentados pelas emissoras de TV em todo o mundo, com recordes de audiência, a expectativa é de que o futebol feminino ganhe maior apoio da Fifa a partir desse mundial na França. A partida Brasil x França, por exemplo, foi assistida por mais de 35 milhões de espectadores no Brasil e outros 10,6 milhões na França, superando o jogo EUA x Japão da Copa de 2015, com público estimado de 25 milhões de pessoas nos Estados Unidos e recorde anterior. No Reino Unido, EUA x Inglaterra foi visto por 11,7 milhões de espectadores, a maior audiência da BBC no ano.

Entre as medidas previstas pela FIFA para incremento do futebol feminino estão um Mundial Feminino de Clubes, a Liga Mundial Feminina, ampliar o número de participantes na próxima Copa para 32 seleções, investir 500 milhões de dólares no futebol feminino e dobrar a premiação para o próximo Mundial – o que ainda será insuficiente para chegar próximo aos prêmios estimados para a Copa do Catar: são 400 milhões de dólares previstos para os homens e 60 milhões de dólares para as mulheres.

O jogo

O Rei Willem-Alexander, da Holanda, e o campeão mundial, o francês Mbappé, estiveram entre os torcedores no estádio de Lyon. E viram um início de jogo bem estudado, que logo quebrou uma marca: pela primeira vez nessa Copa as americanas não marcaram um gol até os 12 minutos de jogo.

A primeira boa oportunidade foi aos 27, num chute forte de Ertz. Foi quando a goleira holandesa começou a se destacar. Van Veenendaal defendeu no reflexo. A Holanda não se perturbou e manteve seu esquema, segurando a pressão norte-americana e arriscando nos contra-ataques. As atuais campeãs só voltaram a ameaçar aos 37, mas novamente Van Veenendaal brilhou: primeiro numa cabeçada de Mewis e, logo em seguida, num chute rasteiro de Morgan, que a goleira rebate, a bola bate na trave e volta para as mãos dela. E teve mais: aos 39, Morgan chutou forte de fora da área para defesa segura de Van Veenendaal.

A expectativa só fez aumentar para o segundo tempo. Afinal, em toda a Copa, nem Estados Unidos, nem Holanda haviam ficado atrás no placar em qualquer dos jogos até então. A temperatura elevada de 30 graus, apesar do céu encoberto, não ajudava as equipes a acelerarem a velocidade do jogo. Com 30 segundos as americanas tiveram um primeiro escanteio e logo uma chance de gol, em cabeçada de Ertz. Mas o ritmo do primeiro tempo logo voltou a ser visto.

A Holanda tentou sair um pouco mais para o jogo, mas com cuidado. As americanas arriscavam em contra-ataques, sem sucesso. Mas aos 12 minutos, numa bola esticada na área para Morgan, a zagueira holandesa Van der Gragt, imprudente, levantou demais o pé e, além de errar a bola, acertou a atacante norte-americana. A árbitra francesa Stephanie Frappart marcou escanteiro, mas foi chamada pelo árbitro de vídeo. E após rever o lance, marcou o pênalti. Rapinoe deslocou Van Veenendaal e abriu o placar para as americanas: 1 a 0. Rapinoe entra para a história como primeira jogadora a marcar um gol de pênalti numa final de Copa e por ser, também, a mais velha a marcar numa final de Copa, com 34 anos e dois dias. Ela foi eleita a melhor jogadora em campo na final.

Não havia o que fazer e a Holanda foi ao ataque buscar o empate. Miedema quase empatou aos 19, mas errou ao insistir no drible em vez de finalizar. E o castigo veio em seguida. Lavelle, que se destacava pela movimentação, arrancou sozinha e ganhou campo diante do recuo da zaga holandesa. Na entrada da área, deu um drible curto e bateu forte no canto: 2 a 0, aos 24 minutos. Com este gol, os Estados Unidos chegaram a 26, na Copa da França, um recorde para uma única edição de Mundial Feminino.

A técnica holandesa Wiegman resolveu mexer no time. Mas foram as americanas que voltaram a pressionar, com Heath e Morgan. O jogo ficou mais aberto e as mudanças feitas pelas duas treinadoras não surtiram muito efeito. Vitória incontestável das novas bicampeãs, quatro vezes campeãs em oito edições de Copa do Mundo de Futebol Feminino.

Os Estados Unidos jogaram com Naeher, O´Hara (Krieger), Dahlkemper, Sauerbrunn e Dunn; Mewis, Ertz e Lavelle; Heath (Lloyd), Morgan e Rapinoe (Press). Técnica – Jill Ellis. A Holanda, com Van Veenendaal; Van Lunteren, Dekker (Van de Sanden), Van der Gragt e Bloodworth; Groenen, Van de Donk e Spitse; Beerensteyn, Miedema e Martens (Roord). Técnica – Sarina Wiegman. A árbitra do jogo foi a francesa Stephanie Frappart.

* Sergio du Bocage é jornalista da TV Brasil e comentarista dos programas Stadiume No Mundo da Bola

Carga de Cocaína é encontrada em tambores com limão concentrado

Cocaína estava escondida dentro de uma carga de limão concentrado (Receita Federal/Divulgação)

A Alfândega da Receita Federal no Porto de Santos interceptou 353 kg de cocaína escondidos em uma carga de exportação destinada à Europa. A apreensão foi hoje (10).

Equipes da Alfândega de Santos, por meio de um trabalho de análise de risco e fazendo uso de imagens não invasivas obtidas através do escaneamento de contêineres, selecionaram algumas cargas para inspeção física. Em uma das cargas selecionadas, composta por suco de limão concentrado em tambores, houve a indicação positiva dos cães de faro, aumentando as suspeitas.

(Receita Federal/Divulgação)

No interior de três tambores foram localizados trezentos tabletes de cocaína pesando 353 kg. O destino da carga seria o Porto de Rotterdam, na Holanda.

Suspeita-se da técnica criminosa denominada rip-on/rip-off, em que a droga é inserida em uma carga lícita sem o conhecimento dos exportadores e importadores.

A droga interceptada pela Receita Federal foi entregue à  Delegacia de Polícia Federal de Santos, que prosseguirá com as investigações a partir das informações obtidas pela Alfândega.

Polícia da Holanda prende 4º suspeito de envolvimento em tiroteio

A polícia de Utrecht, na Holanda, prendeu um quarto suspeito de envolvimento no tiroteio a um bonde na Praça 24 de outubro há dois dias.

O homem não teve a identidade divulgada, mas se junta a outros três cujo principal suspeito é o turco Gokmen Tanis, de 37 anos, cujas imagens foram divulgadas por policiais.

Nas redes sociais, a polícia apela para o comparecimento de testemunhas.

As informações foram confirmadas pela polícia na conta da corporação no Twitter.

Pelos últimos dados, três pessoas morreram e sete ficaram feridas. Inicialmente, o número de feridos era de nove. As vítimas são uma mulher, de 19 anos, e dois homens, de 28 e 49 anos.

Os feridos graves são duas mulheres, de 20 e 21 anos, além de um homem de 74.

A polícia de Utrecht informou ainda que foi criado um memorial na Praça 24 de outubro. No parque, na esquina entre Beneluxlaan e a Avenida das Nações Unidas, as pessoas podem demonstrar seu apoio às vítimas e depositar flores.

Os investigadores tentam descobrir a motivação do  crime. Os policiais trabalham com as hipóteses de ação terrorista ou crime familiar.

O tiroteio ocorreu no último dia 18, por volta das 10h45 (horário local) em um bonde elétrico que transportava passageiros. A polícia cercou o local e pediu aos moradores para evitar a área.

Holanda confirma 3 mortos e 9 feridos em ataque em bonde

Suspeito foi gravado dentro do transporte público (Polícia Utrecht/Reprodução)

A polícia da cidade de Utrecht, na Holanda, confirmou, por enquanto, que o tiroteio hoje (18) em um bonde elétrico deixou três mortos e nove feridos. Os policiais procuram o turco Gökman Tanis, de 37 anos, apontado como principal autor dos disparos.

Por meio do Twitter, a polícia divulgou a imagem do suspeito e pede para que as pessoas, caso o vejam, fiquem longe dele. Há um telefone para contato (0800-6070).

O ataque ocorreu por volta das 10h45 (horário local). Policiais trabalham com a hipótese de motivação terrorista no tiroteio contra um bonde, na Praça 24 de Outubro.

A imprensa local informou que pelo menos uma pessoa morreu, o que ainda não foi confirmado pelas autoridades. Várias outras ficaram feridas pelos disparos feitos por um homem ainda não identificado.

Segundo testemunhas, o homem sacou uma arma e começou a disparar de forma aleatória. Depois fugiu, e seu paradeiro é desconhecido.

O governo da Holanda elevou o alerta de terrorismo ao nível máximo na província de Utrecht porque o atirador está foragido.