Incêndio atinge prédio do jornal Folha de S.Paulo

Na tarde desta terça-feira(30) um incêndio de pequenas proporções atingiu o prédio do jornal Folha de S.Paulo, na Alameda Barão de Limeira, no Centro de São Paulo.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o pequeno foco de incêndio já foi controlado. As pessoas foram retiradas do local e não há relato de feridos.

Funcionários do jornal afirmaram que o incidente aconteceu no subsolo do prédio, causando muita fumaça e acionando os alarmes de incêndio.

Em nota, a “Folha” afirmou que o foco surgiu em um tanque de tinta “durante a operação de desmonte do antigo parque industrial da empresa, com muita fumaça, mas sem provocar vítimas” e que a operação jornalística não sofreu interrupção.

Incêndios deixam dois mortos e três feridos em São Paulo

O Corpo de Bombeiros teve muito trabalho na noite desta terça-feira(3) na Capital paulista.

As equipes foram acionadas para combater pelo menos quatro incêndios em várias regiões da cidade.

Em dois deles, houve vítimas, sendo duas fatais. Na Zona Norte, o fogo atingiu uma residência na Rua Caldas Ribeiro, próximo à Avenida Benjamim Pereira, no Jaçanã. Antes mesmo da chegada dos bombeiros, um bebê foi resgatado por vizinhos e levado para o Hospital São Luiz Gonzaga. Outras duas vítimas foram resgatadas pelos militares, sendo uma jovem, de 19 anos, e a mãe dela, de 63, ambas com queimaduras nas penas e mãos. Elas foram levadas para os hospitais das Clínicas, no Jardim Paulista, Zona Sul, e Municipal do Tatuapé, na Zona Leste da Capital, que dispões de uma ala exclusiva para atender vitimas com queimaduras. As causas do incêndio ainda são desconhecidas.

Já em outro incêndio, em uma residência da Rua dos Municípios (334) na Vila Califórnia, região da Vila Prudente, na Zona Leste, os moradores não tiveram a mesma sorte. Cinco equipes do Corpo de Bombeiros seguiram para o local e controlaram rapidamente o fogo, que destruiu três cômodos do imóvel. Assim que conseguiram ter acesso à casa, os socorristas encontraram os corpos carbonizados. Informações iniciais são de que o morador, de 50 anos, e a mulher dele, de 44, chegaram em casa aparentemente embriagados e foram para o quarto. A casa fica nos fundos de um imóvel onde residem outras famílias.

Quando eles já estavam dormindo, teria ocorrido um vazamento de gás que provocou o incêndio. As chamas se propagaram rapidamente e o teto desabou. O casal não conseguiu deixar o local e morreu carbonizado. O local foi isolado para o trabalho da equipe de peritos.

O Corpo de Bombeiros também foi convocado para apagar outros dois incêndios em São Paulo. Um deles consumiu um prédio comercial de dois andares localizado na Avenida Mário Lopes Leão (68), perto do Largo Treze de Maio, em Santo Amaro, na Zona Sul.

Sete equipes foram mobilizadas, e, em pouco tempo, as chamas foram extintas. Não houve vítimas.

O outro incêndio atingiu um imóvel na Alameda Barão de Piracicaba 1.000, nos Campos Elíseos, no Centro. O fogo também foi rapidamente controlado e não deixou feridos.

*Com informações de Paulo Édson Fiore, da Jovem Pan

Idoso morre após incêndio em apartamento

(Igor Calian/TV Band/Reprodução)

Um idoso morreu em um incêndio que atingiu um apartamento em um prédio em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo. As chamas em uma das unidades localizadas no vigésimo primeiro andar de um condomínio na Rua Jorge Rizzo, próximo à Avenida Rebouças, começaram pouco antes da uma hora da madrugada de hoje (24).

Nove equipes do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas, com um efetivo total de 27 homens. Na primeira fase de combate às chamas, os bombeiros usaram um ventilador para iniciar a exploração do local pelas escadas. 

Após a localização do incêndio e extinção completa do fogo, os socorristas encontraram um idoso, de 84 anos, de origem estrangeira, que foi resgatado em parada cardiorrespiratória e com queimaduras em todo corpo. Uma médica da USA, Unidade de Suporte Avançado, que dispõe de uma UTI, realizou todos os procedimentos, mas a vitima não resistiu e morreu no local.

As causas do incêndio ainda estão sendo apuradas.O caso foi registrado no Décimo Quarto Distrito Policial, de Pinheiros.

Por Paulo Édson Fiore, da Jovem Pan

Bombeiros controlam incêndio em tanque de álcool no Paraguai

(Bombeiros/via IP Paraguay)

O Corpo de Bombeiros Voluntários do Paraguai (CBVP) conseguiu controlar o incêndio registrado em um dos tanques de álcool da Usina da Petróleos Paraguai (Petropar S.A.). Apesar disso, ainda há fogo no local.

A informação foi dada pelo capitão Rubén Valdez, comandante do CBVP, à Rádio Nacional do Paraguai.

“Estamos procedendo ao resfriamento dos tanques e à proteção dos tanques de óleo diesel e gasolina”, explicou

Segundo o oficial, diversas unidades dos Bombeiros Voluntários trabalham desde a madrugada de hoje (31). Já o Chefe de Gabinete do Secretariado Nacional de Emergências (SEN), Miguel Kurita, disse que não existe risco de o incêndio se alastrar.

*com IP Paraguay

Fogo destrói parte de hospital no Chile

(Bombeiros de Santiago/via Fotos Públicas)

Um incêndio de grandes proporções em um hospital mobilizou os bombeiros de Santiago, no Chile, na manhã de hoje (30). O fogo no Hospital Clínico San Borja Arriarán pode ter começado nas caldeiras da unidade, segundo os primeiros relatos. A causa ainda vai ser investigada.

Segundo a imprensa internacional, o fogo também atingiu instalações elétricas e parte das instalações onde ficam leitos com pacientes. O incêndio foi controlado pelos bombeiros. O Ministério da Saúde do país informou que, por medida de segurança, pacientes foram transferidos.

As últimas informações indicam que, apesar do susto, não houve mortes.

(Bombeiros de Santiago/via Fotos Públicas)

Incêndio destrói fábrica de vacina na Índia

Um incêndio de grandes proporções atingiu nesta quinta-feira (21/01) um prédio em construção no complexo do Instituto Serum, na Índia, maior produtor de vacinas do mundo. Ao menos cinco pessoas morreram. A produção de doses para covid-19 não foi afetada.

O Instituto Serum fica na cidade de Pune, em Maharashtra, no sul da Índia. A causa do incêndio ainda não foi determinada.

As mortes foram confirmadas pelo prefeito de Pune, Murlidhar Mohol. Segundo a imprensa indiana, equipes de resgate acharam os cinco corpos no prédio atingido depois que o incêndio foi controlado.

“Estamos profundamene tristes e oferecemos nossas mais profundas condolências aos familiares dos que partiram”, escreveu o CEO do instituto, Adar Poonwala, no Twitter, sem dar mais detalhes.

A companhia garantiu que o incêndio foi restrito a um prédio que está sendo construído para aumentar a produção de vacinas para covid-19. Nem a produção nem o estoque de cerca de 50 milhões de doses foram afetados.

Poonwala disse que não haveria perda na fabricação de vacinas porque a empresa tem outras instalações disponíveis.

É do Instituto Serum que o governo Jair Bolsonaro esperava que viessem 2 milhões de vacinas para o Brasil, mas não houve acordo. A negociação marcou um dos maiores constrangimentos diplomáticosdo atual governo, e não há previsão de destrave no impasse.

As imagens do incêndio mostraram enormes nuvens de fumaça do edifício enquanto os bombeiros trabalhavam para extinguir o fogo. Dezenas de trabalhadores da empresa em trajes de laboratório deixaram o complexo.

O Instituto Serum é o maior fabricante de vacinas do mundo e foi contratado para fabricar um bilhão de doses da vacina da AstraZeneca/Universidade de Oxford.

O CEO Poonawalla disse em uma entrevista no mês passado que espera aumentar a capacidade de produção de 1,5 bilhão para 2,5 bilhões de doses por ano até o final de 2021. A nova instalação seria parte da expansão.

Dos mais de 12 bilhões de doses de vacina contra o coronavírus a serem produzidos neste ano, os países ricos já compraram cerca de 9 bilhões, e muitos têm a opção de comprar ainda mais. Como resultado, é provável que o instituto produza a maior parte das vacinas que serão usadas pelas nações em desenvolvimento.

Por Deutsche Welle

RPR/ap/rtr

Com patas queimadas, Anta é resgatada no Pantanal

Animal com as patas enfaixadas (Michel Coeli/Fotos Públicas)

Uma anta foi resgatada no município de Primavera do Leste com queimaduras causadas por incêndio florestal. O animal está com ferimentos graves nas quatro patas e foi encontrado por fazendeiros da região que acionou a equipe do Posto de Atendimento Emergencial de Animais Silvestres (PAEAS).  

O animal, um macho adulto, foi removido em um helicóptero do Exército até a Base Transpantaneira, onde recebeu atendimento de médicos veterinários. De lá foi enviado ao Sesc Pantanal, onde permanecerá em tratamento.

“A anta foi socorrida com perda de casco. É um macho adulto com cerca de 200 kg. Hoje foi feito uma primeira limpeza e vamos fazendo curativos e acompanhar sua melhora. Até o momento o animal comeu bem”, explicou a médica veterinária Luciana Cataldi, que acompanha o bicho.

Até o momento o Posto de Atendimento Emergencial de Animais Silvestres já atendeu 182 animais.

Toda vida importa

O PAEAS Pantanal é um dos instrumentos de resposta aos incêndios florestais e integra as ações do Centro Integrado Multiagências (Ciman). A força-tarefa para atendimento aos animais reúne esforços de órgãos do Governo de Mato Grosso, Governo Federal, entidades de classe, terceiro setor e instituições privadas.

O grupo é coordenado pelo Comitê Estadual de Gestão do Fogo e é formado pelas secretarias de Meio Ambiente e Segurança Pública, BPMPA, Batalhão de Emergências Ambientais do Corpo de Bombeiros Militar, Programa REM-MT, Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) e Marinha do Brasil. 

Assembleia Legislativa, Prefeitura de Poconé, Juizado Volante Ambiental e Ibama também estão presentes. A UFMT atua por meio do Hospital Veterinário, Centro Acadêmico de Medicina Veterinária e Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Silvestres. O Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) também apoia as ações.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária e a Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso compõem o grupo. Do terceiro setor, a Ampara Silvestre, Associação de Defesa do Pantanal (Adepan), Instituto Mata Ciliar, Ecotrópica, É o Bicho MT, Instituto Luísa Mell, Grupo de Resgate de Animais em Desastres (GRAD), Reprocon e SOS Pantanal somam esforços. Já da iniciativa privada apoiam a ação a Integral Pet, laboratório VET Vida, Vivet, Clínica Anjo da Guarda e Pantaneiro Clínica Veterinária.

Por Renata Prata, do Gov. do MT

Força Nacional vai atuar nos incêndios do Pantanal

Brigadistas cercados pelo fogo são resgatados pela Força Aérea Brasileira (Fab), no Pantanal (Jeférson Prado/FAB/via Fotos Públicas)

O Diário Oficial da União publica hoje (5) a autorização do emprego da Força Nacional de Segurança Pública nas ações de combate a incêndios florestais e queimadas no Pantanal, em Mato Grosso do Sul. A medida vale por 30 dias, de 4 de outubro a 2 de novembro, mas pode ser prorrogada, se necessário.

O efetivo, segundo portaria assinada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, também poderá atuar em atividades de defesa civil em defesa do meio ambiente e nos “serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.

Equipamentos

Segundo o ministério, o envio atende a pedido do governador do estado, Reinaldo Azambuja. Além do efetivo da Força Nacional, o apoio ao estado conta com o envio de doze viaturas. O combate às queimadas será realizado por profissionais e equipamentos especializados para este tipo de ação.

Assistência

Mais de 40 bombeiros da Força Nacional de Segurança Pública já atuam desde o dia 24 de setembro na região pantaneira, na divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Além do apoio ao estado no combate aos incêndios florestais, o efetivo mobilizado realizou assistência humanitária às famílias ribeirinhas à margem do Rio Paraguai. Elas tiveram suas residências atingidas pelo fogo.

De acordo com ministério, os militares estão atuando em localidades da região do Pantanal, além de auxiliar na contenção em propriedades particulares e de áreas de preservação ambiental. Eles estão apoiando, também, o trabalho no posto de atendimento de emergência a animais silvestres, juntamente com Defesa Civil, Polícia Ambiental, voluntários, biólogos e médicos veterinários, entre outros.

Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil 

Com patas queimadas, tamanduá é resgatado no Pantanal

Tamanduá foi resgatado após um sitiante encontrar o animal (Juliana Carvalho/Gov. de MT)

Um tamanduá bandeira resgatado em Nossa Senhora do Livramento, no Mato Grosso, está sendo assistido pela equipe de médicos veterinários e biólogos do Posto de Atendimento Emergencial a Animais Silvestres do Pantanal (PAEAS Pantanal).  A equipe de resgate encontrou o animal já cansado e com as quatro patas queimadas graças à ligação de um sitiante pantaneiro. A operação foi realizada na manhã de sábado (19).

Atualmente, três equipes de resgate atuam em Poconé em parceria com voluntários que estão na região prestando atendimento e distribuindo alimentos e águas para os animais. Também foram designadas equipes para o município de Barão de Melgaço. A secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, explicou aos senadores e deputados federais e estaduais todo o esforço realizado para mitigar os impactos negativos dos incêndios na fauna silvestre.

“Aqui temos o empenho e dedicação de diversas secretarias, voluntários, terceiro setor e iniciativa privada unidos com o mesmo objetivo. Buscamos formas alternativas de viabilizar esse espaço, como o uso de mão de obra de reeducandos para construção dos recintos e fabricação de móveis a partir de madeira apreendida”, pontuou a gestora do órgão ambiental.

De acordo com o coordenador da força-tarefa, o coronel Bombeiro Militar Paulo André Barroso, esta é a primeira vez que Mato Grosso monta uma estrutura para atendimento à fauna e o projeto pode servir de referência para as próximas temporadas de incêndios florestais.

“Estamos vivendo uma tragédia ambiental e com união e integração estamos atendendo também a nossa fauna silvestre”, contou o militar que também responde pela secretaria executiva do Comitê Estadual de Gestão do Fogo.

Toda vida importa

O PAEAS Pantanal é um dos instrumentos de resposta aos incêndios florestais e integra as ações do Centro Integrado Multiagências (Ciman). A força tarefa para atendimento aos animais reúne esforços de órgãos do Governo de Mato Grosso, Governo Federal, entidades de classe, terceiro setor e instituições privadas. 

*Com informações de Juliana Carvalho, Governo do Mato Grosso

Vice-Presidente rebate críticas sobre queimadas

Hamilton Mourão, Vice-Presidente da República (Romério Cunha/VPR)

Em uma postagem Twitter neste sábado (19), o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, rebateu as acusações que o Brasil tem sofrido de diversos atores ambientalistas de não ser capaz de cuidar do seu patrimônio ambiental, em particular a Amazônia. No texto, o vice-presidente pede que as pessoas “não se deixem levar por narrativas tiradas da cartola, como o coelho daquele mágico”. E garante que o governo do presidente Jair Bolsonaro “não compactua com ilegalidades e manterá esforços constantes no sentido de que criminosos ambientais sejam enfrentados de acordo com a lei”.

“Somos a nação que tem a matriz energética mais limpa e a maior cobertura vegetal original, chegando ao admirável valor de 84% de área nativa preservada na Amazônia e mais de 60% se considerarmos todo o território nacional. Interesses econômicos e políticos a parte, também ocorre uma certa desinformação, que termina por ganhar força junto aos que jamais pisaram na Amazônia”, afirmou.

Queimadas

(Mayke Toscano/Gov. do MT/via Fotos Públicas)

Sobre as queimadas que acometem a Floresta Amazônica e outros biomas do país, Mourão lembrou que o Brasil não é a única nação a enfrentar esse problema, especialmente no período da seca, quando os índices historicamente se elevam. Apesar de admitir o problema, o vice-presidente disse que no Brasil  elas não têm as mesmas proporções vista na Califórnia ou na Austrália. “As queimadas que estão ocorrendo na Amazônia não são padrão Califórnia ou Austrália e as ações do governo federal buscam não só reduzi-las, mas também atenuar seus efeitos nocivos ao meio ambiente e à saúde das pessoas”, destacou.

Segundo Hamilton Mourão, para entender os números divulgados é preciso saber o que significam os focos identificados pelos satélites de referência utilizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). “As imagens acusam todos os focos de calor, o que não significa incêndio, pois qualquer área com temperatura acima de 47º – uma fogueira por exemplo – é assim identificada. Além disso, como consta no site do instituto, é comum uma mesma queimada ser detectada por vários satélites. Os dados brutos também não distinguem as ilegais das legais, que são aquelas ocorridas dentro dos 20% de terra que, de acordo com nossa legislação, pode ser explorada no bioma Amazônia”, disse.

Na mesma postagem, o vice-presidente avaliou que os fatores que levam a uma queimada não são matemáticos, pois questões ambientais e humanas, observou, influenciam tanto a ignição como a propagação e contenção do evento. Para que o combate às ilegalidades e para que a informação produzida “seja a expressão da verdade”, Mourão defendeu que os dados sejam transparentes.

Números

Na comparação dos números deste ano computados até 15 de setembro com igual período do ano passado, houve, segundo Mourão, um aumento de 11% nas ocorrências, mas um terço ocorreu em áreas já desmatadas, outro terço naquelas que foram objeto de desmatamento recente e o último terço em regiões urbanas, de assentamentos e industriais. Os alvos de repressão na estratégia brasileira estão em áreas recentemente desmatadas, situadas em terras indígenas e unidades de conservação, onde Hamilton Mourão disse ao avanço da criminalidade não é aceito.

Dados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) apontam que no bioma amazônico existem cerca de 530.000 imóveis rurais e em aproximadamente 25 mil ocorrem queimadas ilegais, ou seja, em 5% das propriedades. “Essa é a dimensão do problema a ser enfrentado, com paciência, determinação e clareza. Não podemos e não iremos parar. Seguiremos sempre adiante, passo a passo, com foco no aperfeiçoamento contínuo dos métodos, técnicas, equipes, políticas públicas e recursos disponíveis para a prevenção e o combate das queimadas ilegais na Floresta Amazônica, atuando nas frentes política, econômica, social e legal” garantiu.

Por Karine Melo – Repórter Agência Brasil