Estudo revela que 4 bilhões de pessoas estão conectadas à internet

Segundo dados levantados pela Hootsuite e We Are Social, cerca de 4 bilhões de pessoas estão conectadas à internet, mostrando que mais da metade da humanidade já tem acesso à web, já que a estimativa é que somos 7.6 bilhões de pessoas. Dessas, cerca de 3,2 bilhões de pessoas utilizam as redes sociais.

No entanto, um dos pontos que mais chama a atenção é que há 5,1 bilhões de smartphones ao redor do mundo, representando um número maior que a quantidade de pessoas conectadas à internet. Desses, 2,9 bilhões utilizam o smartphone para conectar-se a internet, representando 39% de toda a população do planeta.

O Catar e o Emirados Árabes são os países mais conectados do planeta, sendo que 99% da população tem acesso, enquanto a Coreia do Norte, tem apenas 0,06% das pessoas acessando a web.

A Tailândia e a Filipinas são os países que mais utilizam a rede, chegando a 9h38 e 9h24, respectivamente, por dia. O Brasil é o terceiro colocado com uma média de 9h14 mim. Entre as atividades mais realizadas pelos brasileiros na web, estão: acessar e-mails (85%); navegar na internet (87%); buscar notícias, empregos e viagens (71%).

As redes sociais ganham um novo usuário a cada 11 segundos, representando um aumento de 13%, em relação ao ano anterior. Os países que mais tiveram crescimento foram a Arábia Saudita, com 32%, Índia, com 31%, Indonésia, com 23%, Gana, com 22% e África do Sul e Vietnã com 20%.
Os dados levantados pelo Facebook mostram que homens entre 26 e 34 anos são as que mais acessam a rede social, representando 17% do total de usuários. As mulheres são maioria em países como Belarus, com 58%, Ucrânia, com 57% e Moldávia e Rússia, ambos com 56%, enquanto os homens são maioria no Iêmen, com 85%, Afeganistão, 84%, Chade e Sudão do Sul, com 82%.

O estudo também levantou dados sobre o comércio eletrônico, mostrando um crescimento também nessa área. Em 2017, foram 1.77 bilhão de pessoas que adquiriram algum produto através do e-commerce, totalizando gastos de US$ 1,4 trilhão ao redor do mundo. Entre os países que mais adquirem produtos pela internet estão, Reino Unido, com 78%, Coreia do Sul e Alemanha, com 74%, Suécia e Estados Unidos, com 69%. Já no Brasil, 45% dos usuários já compraram pela internet.

A pesquisa avaliou usuários de 16 a 64 anos de idade, que acessam a web em qualquer dispositivo, sendo via celular, tablet ou mesmo pelo computador.

*Com informações de Eduardo Micheletto

São Paulo e mais 7 cidades vão receber 5G da Vivo

A empresa espanhola Telefónica informou que vai ativar até ao fim do mês o sinal da rede móvel de quinta geração (5G) em oito cidades do Brasil através da sua marca no país, a Vivo. A empresa é uma das quatro maiores operadoras de telecomunicações no país sul-americano, além da Claro, Tim e Oi, e está a aguardar a realização de um leilão de concessões, previsto no próximo ano, para operar as faixas de 5G.

(Reprodução)

O serviço 5G DSS da Vivo, um tipo de tecnologia de transição entre as redes móveis de quarta e de quinta geração, vai começar a ser oferecido em diferentes bairros das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia, Curitiba e Porto Alegre.

Assim, a Telefónica Brasil será a empresa líder no número de cidades com cobertura 5G, embora a pioneira no país tenha sido a Claro, controlada pela empresa mexicana América Móvil, do milionário Carlos Slim.

A Claro foi a primeira a lançar a tecnologia 5G no Brasil e nesta semana começou a oferecer o serviço nos bairros da classe média alta em São Paulo e no Rio de Janeiro, duas das cidades mais ricas e populosas do país.

Ambas as operadoras vão usar tecnologia que permite que parte da frequência 4G seja emprestada e usada para 5G.

“A partir dessa tecnologia, é possível compartilhar dinamicamente o espetro 3G e 4G não usado para fornecer o serviço 5G. No entanto, como o espetro não possui uma banda contínua e dedicada, a experiência 5G ainda não poderá ser sentida totalmente”, disse a Vivo em um comunicado.

A expansão em larga escala do 5G depende ainda do leilão, programado para este ano e adiado para o primeiro trimestre de 2021.

O lançamento das redes de 5G desencadeou grandes polémicas internacionais, protagonizadas pela gigante chinesa Huawei e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem pressionado o governo brasileiro para que a empresa chinesa seja vetada no país.

Apesar de a Huawei não ser uma operadora de telecomunicações e, portanto, não deverá participar do leilão, ela é uma das maiores empresas que fornece infraestrutura para a tecnologia 5G no mundo, juntamente com a Ericsson, da Suécia, e a Nokia, da Finlândia.

Por Mário Aleixo – Repórter da RTP

Teleconferência ganha popularidade na internet

Com as medidas de isolamento e quarentena em decorrência da pandemia do novo coronavírus, as pessoas passaram a ter maior demanda de comunicação virtual, seja no âmbito do teletrabalho, seja para comunicação entre amigos e parentes. As aplicações de videconferência são uma das ferramentas que vêm ganhando mais popularidade.

Agência Brasil fez uma lista de alternativas que podem ser utilizadas pelos internautas.

Zoom

Zoom é um aplicativo (app) de videoconferência que permite até 100 pessoas em uma reunião. Na modalidade gratuita, ele permite chamadas por até 40 minutos. Para além disso, é preciso adquirir um plano pago. Para acessar, a pessoa precisa baixar a aplicação, tanto no desktop quanto no smartphone. O aplicativo está entre os top charts da Play Store, onde tem a nota 4 (na escala de 0 a 5).

Whatsapp

Mais popular app de mensageria do país, o Whatsapp permite videochamadas com até quatro pessoas. Não há necessidade de baixar aplicação diferente ou de pagar pelo serviço. Mas a limitação de integrantes restringe a funcionalidade, impedindo videoconferências com um público maior.

Facebook Messenger

O Facebook também possui como solução de videconferência o Messenger, que é utilizado pela rede social como sua ferramenta de mensageria. Ele tem como vantagem o fato de permitir a participação de pessoas com contas no Facebook, beneficiando-se da grande base de usuários que a empresa possui. Só no Brasil, são mais de 136 milhões.

Google hangout

O Google hangout é uma das ferramentas da suíte de trabalho do Google (para além de Gmail, Drive e Documentos). Ele é integrado um aplicativo específico que precisa ser baixado, permitindo chamadas para os contatos do usuário. Para isso, é preciso que todos os participantes da chamada tenham também uma conta no Google. Ele permite reuniões com até 150 pessoas. Ainda há uma versão antiga, associada ao Gmail, o app e a versão Hangout Chats, integrada à suíte corporativa do Google. Esta última implica a aquisição do pacote suíte, que é pago.

Microsoft teams

Microsoft teams é a solução de videconferência que integra o pacote de ferramentas corporativas da Microsoft, o Office 365. Embora seja pago, a Microsoft liberou o uso do teams durante o período da pandemia. Ele possui capacidade maior e comporta até 10 mil participantes. O app permite também o acesso por meio de links, não necessitando baixar quando a pessoa está no desktop.

Skype

Também da Microsoft, o Skype é uma das mais antigas plataformas de chamadas online. O aplicativo permite videoconferências com mais de 10 participantes. Para acessar, é preciso baixar o programa tanto no desktop quanto no smartphone e criar uma conta. Quem já possui uma conta na Microsoft pode utilizá-la.

Jitsi

Jitsi é uma plataforma de videoconferência sem fins lucrativos e de código aberto (e não proprietário, como as anteriores). Ela também permite videoconferências com dezenas de participantes. A diferença é que não há necessidade de baixar o programa (apenas caso a participação se dê por um smartphone) nem de colocar um e-mail válido. No site, qualquer pessoa pode criar uma conferência e chamar outros a participar pelo envio de um link.

Line

O Line, a exemplo de outros apps como o Skype, surgiu como uma ferramenta de videochamadas. Ele permite chamadas entre duas pessoas. mas também em grupos. Assim como Skype, FB Messenger e Whatsapp, ele permite comunicação por texto e envio de imagens e documentos. O recurso é gratuito e também pode ser encontrado em lojas de aplicativos.

Ranking iguala Brasil a Sudão e Kazaquistão em liberdade da internet

Por Jonas Valente

(Marcelo Casal Jr./Agência Brasil)


O Brasil caiu no Ranking da Liberdade da Internet 2019, divulgado pela organização internacional Freedom of the House. O país foi avaliado na edição de 2019 com índice 64 (considerando uma escala de 0 a 100), contra 69 em 2018. Com o desempenho, a nação ficou na categoria de “parcialmente livre” em relação à rede mundial de computadores.

A queda da nota incluiu o país entre os que mais retrocederam em relação a 2018, juntamente com Sudão, Kazaquistão, Bangladesh e Zimbábue. Esses países foram identificados como locais onde houve ações coordenadas para influenciar eleições e processos políticos nos últimos anos, como também Estados Unidos, Egito e Tailândia. “Atores não identificados realizaram ciberataques contra jornalistas, entidades governamentais, usuários engajados, com a manipulação das redes sociais alcançando novo patamar”, pontua o relatório.

A pesquisa mede diversos aspectos. Um deles são os obstáculos ao acesso à internet, cujo índice de pessoas conectadas em 70% foi considerado insuficiente em comparação com médias de nações da América do Norte, da Europa e da América Latina. O estudo cita políticas públicas, como o programa do governo federal Internet para Todos, mas aponta problemas, como as desigualdades no acesso à rede entre ricos e pobres.

Também foram analisadas as limitações à circulação de conteúdos. A pesquisa não identificou atuação de autoridades para bloquear mensagens, mas mapeou iniciativas tanto de políticos para derrubar conteúdos (500 pedidos nas eleições de 2018 segundo a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – Abraji) quanto das próprias plataformas digitais, que removeram publicações alegando estarem ferindo seus termos e serviços.

A investigação avaliou também violações dos direitos dos usuários. Os autores destacaram a importância do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965) como arcabouço de proteção dos internautas, mas apontaram diversas tentativas de regulação que ameaçam garantias dos cidadãos, como projetos de lei para criminalizar quem compartilha fake news e com restrições à discussão online sob o argumento de “combate ao terrorismo”. Por outro lado, o documento celebra a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709 de 2018) como uma conquista.

Situação global

Entre as 65 nações analisadas pelo estudo, 20% foram consideradas “livres”, 32% “parcialmente livres” e 35% “não livres”. No total, 33 países tiveram quedas em suas notas, enquanto 16 melhoraram no índice. No topo estão Islândia, Estônia, Canadá, Alemanha e Austrália. As piores colocações foram de China, Irã, Síria, Cuba e Vietnã.

Nações como Rússia e China foram apontadas pelo estudo como promotoras de ciberataques visando influenciar processos democráticos em outros países. No primeiro caso, ações russas teriam mirado a eleição na Ucrânia.

Contudo, a maioria das ações de interferência em processos eleitorais ocorrem majoritariamente por forças políticas internas. Essas iniciativas se deram de três formas: medidas informacionais, com disseminação de mensagens favorecendo governos ou partidos; medidas técnicas, como restrição a veículos online e censuras; e medidas legais, como punição de oponentes.

Moro quer investigação de youtuber por ameaça a Bolsonaro

Por  Marcelo Brandão

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pediu na terça-feira (6) à Polícia Federal (PF) a abertura de inquérito contra o youtuber conhecido como Vina Guerrero. A PF deve apurar a suposta prática de crimes de ameaça, incitação à violência e contra a honra do presidente Jair Bolsonaro. Moro pediu ainda que a polícia verifique se há possibilidade de enquadrar as condutas do youtuber na Lei de Segurança Nacional.

Vina Guerrero divulgou um vídeo no YouTube afirmando que “não tem mais condição de aceitar” Bolsonaro no poder, chamando-o de “opressor” e “covarde”. Em seguida, disse que o presidente e os demais políticos da sua família devem ser assassinados. O youtuber já apagou todos os vídeos do seu canal, que tem mais de 6 mil inscritos.

Veja a nota do Ministério da Justiça e Segurança Pública:

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública requisitou à Polícia Federal, em 06/08/2019, a abertura de inquérito policial para a apuração de graves crimes de ameaça, incitação à violência e contra a honra praticados contra o Sr. Presidente da República, Jair Bolsonaro, por pessoa identificada como ‘Vina Guerrero’, e que foram efetuados por meio de vídeo divulgado no Youtube. Foi ainda solicitada, em vista da gravidade das ameaças e da incitação à violência, a verificação de eventual enquadramento das condutas na Lei de Segurança Nacional”.

Banda larga cresce 5,5% nos últimos 12 meses

Por  Jonas Valente

O número de casas conectadas à banda larga cresceu 5,5% no Brasil nos últimos 12 meses. Com isso, o país alcançou 31,8 milhões de conexões. Os dados foram divulgados hoje (24) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), considerando as conexões registradas em maio.

Não são considerados os pacotes de banda larga móvel, apenas aqueles instalados nas residências das pessoas, independentemente da velocidade ou do pacote.

Na divisão entre as operadoras que ofertam o serviço de acesso à internet, a líder ainda é a Claro, com 9,5 milhões de acessos, o equivalente a 30% do mercado. A Vivo é responsável por 7,43 milhões de acessos (23,3%) e a Oi por 5,8 milhões, (18,2%).

Nos últimos 12 meses, Claro e TIM tiveram aumento da sua base de usuários, respectivamente de 4% e 19%. No mesmo período, a Vivo teve queda no número de clientes de 2%, a Oi, de 6,6%, e a Sky, de 17,2%.

Empresas menores, denominadas pela Agência de Prestadoras de Pequeno Porte (PPP), garantem a conectividade de 8,57 milhões de domicílios, controlando 27% do mercado. Essas firmas são aquelas cujo serviço não chega a mais de 5% do mercado de varejo. Nos 12 meses analisados, elas ampliaram sua base de usuários em 14%.

PF faz operação contra o tráfico de drogas pelas redes sociais

A Polícia Federal deflagrou hoje (12) a Operação Dealer para desarticular uma organização criminosa que negociava drogas por meio de uma rede social. São cumpridos 10 mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Sergipe e Minas Gerais.

As investigações indicam que o grupo responsável pelo mural atuava de forma organizada, com membros agindo com funções distintas, sujeitas a um comando centralizado.

Em 2018, começou o inquérito policial após a área de inteligência de a Polícia Federal identificar a atuação de um grupo que usava uma rede social para comercializar virtualmente drogas, como maconha, MDMA e LSD.

Os investigados serão indiciados pela prática de crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico de drogas, com penas de 3 anos a 15 anos de prisão e multa.

Os mandados foram expedidos, a pedido da PF, pela 4ª Vara Criminal Federal de São Paulo nas cidades paulistas de Indaiatuba, Casa Branca, Osvaldo Cruz, Bauru e Birigui. Também houve diligências em Aracaju, Florianópolis, Curitiba e Divinópolis (MG).

As buscas que marcaram 2018

No final de 2018, o Google anunciou os resultados das buscas do ano, oferecendo uma perspectiva das tendências e destaques do ano baseado nas pesquisas feitas no Brasil.

Buscas

  1. Copa do Mundo
  2. Big Brother Brasil
  3. Eleições 2018
  4. Jair Bolsonaro
  5. Horário de Brasília
  6. Greve dos caminhoneiros
  7. Luiz Inácio Lula da Silva
  8. Fernando Haddad
  9. Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
  10. Stan Lee

Como fazer

  1. Como fazer slime?
  2. Como fazer figurinhas no Whatsapp?
  3. Como fazer gasolina?
  4. Como fazer crepioca?
  5. Como fazer perguntas no Instagram?

.

.

.

Para continuar lendo, clique aqui.

 

 

Município quer dobrar oferta de internet de graça

Meta é chegar a 300 pontos de conexão de graça até o fim de 2020 (Fábio Arantes/Prefeitura de SP/Reprodução)

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia, lançou nesta sexta-feira (23) edital para o credenciamento de empresas e organizações interessadas em ofertar internet gratuita na capital. A rede de conectividade, atualmente disponível em 120 praças e parques da cidade, será, no mínimo, duplicada até o final da gestão, conforme prevê o Programa de Metas 2017-2020.

A expansão do programa WiFi Livre SP propõe 300 pontos de conexão obrigatórios, contemplando centros culturais e bibliotecas, centros desportivos e pontos turísticos. E detalha, ainda, outras 319 localidades complementares e opcionais, vinculadas a esta primeira rede.



Bruno Covas, prefeito de São Paulo (Leon Rodrigues/Prefeitura de SP/Reprodução)

“A nossa meta é dobrar os 120 pontos de WiFi na Cidade. Hoje nós gastamos R$12 milhões ao ano para manter os pontos atuais e vamos deixar de gastar este valor e com esta ampliação vamos poder atender, em especial, a população de maior vulnerabilidade que não tem recursos hoje para poder pagar um pacote de dados e que precisa utilizar a internet. A Prefeitura mais do que cumprindo a sua obrigação e acima de tudo, cumprindo aquilo que foi prometido com a população no seu plano de metas”, afirmou o prefeito Bruno Covas.

O edital propõe que as empresas interessadas recebam como contrapartida o direito de explorar modelo de negócios baseado na publicidade digital. O formato jurídico permite que a administração municipal deixe de investir recursos públicos na sustentação do serviço: cerca de R$ 12 milhões ao ano, investimento para manutenção dos 120 pontos atuais de acesso.

“Estamos propondo um modelo de financiamento pelo setor privado que não onera os cofres públicos e assegura internet de qualidade para as regiões de maior vulnerabilidade social. Nossa meta é audaciosa e gostaríamos de atingir mais de 500 pontos gratuitos de Wi-Fi”, destaca Daniel Annenberg, secretário municipal de Inovação e Tecnologia.

Sobre o programa WiFi Livre SP

O programa WiFi Livre SP tem como objetivo levar internet gratuita e de qualidade à população de São Paulo, fomentando a inclusão digital e a apropriação do espaço público. Está disponível em 120 praças e parques da cidade e registra, desde o início do programa, em 2014, mais de 400 milhões de acessos.

*com informações da Prefeitura de SP

D-Link apresenta COVR: Wi-Fi na casa toda

Covr

Com tecnologia MESH, a conexão Wi-Fi se unifica em toda a residência e permite melhor mobilidade entre ambientes sem queda de sinal 

Ter um Wi-Fi de qualidade em qualquer ambiente da casa é o desejo de muitos. São frequentes as queixas de que determinado cômodo da residência oferece melhor sinal que outro, o que obriga o usuário a buscar pontos estratégicos para que consiga ter uma boa conexão, limitando as possibilidades de uso e gerando situações de estresse. 

Para solucionar esse problema e garantir uma boa conectividade à rede de internet, a D-Link desenvolveu o Covr, um novo aparelho que conta com a tecnologia da rede Mesh, a qual fornece conexão estável em todo o perímetro em que está instalada, independente do usuário estar em movimento ou não.


Leia também:



Rodrigo Paiva, gerente de marketing e produtos da D-Link, explica como atua esse sistema: “A tecnologia Mesh funciona como uma malha, em que cada ponto é um nó de conexão que distribui a velocidade de acesso à internet de acordo com a necessidade de cada aparelho conectado. Com isso, os usuários ganham suporte extra para realizar downloads mais rápidos, assistir a canais de streaming, jogar games sofisticados sem riscos de interrupções no sinal, além de acessar redes sociais via smartphones e utilizar as opções mais básicas de conexão com uma qualidade adicional”.

Com sistema dual band que proporciona um sinal contínuo e ultrarrápido, o Covr é composto por três pontos de acesso, os quais devem ser instalados em diferentes ambientes da casa. Eles são conectados a um roteador fornecedor de internet e também entre si, o que faz com que não seja necessário se desconectar de uma rede e conectar-se à outra para continuar usando a internet. Ele faz isso de forma automática e estável. No Covr, a transição entre os pontos de conexão acontece de forma fluída, sem que o usuário sinta a mudança de rede enquanto se movimenta dentro do ambiente, pois não há queda de velocidade ou sinal.

Covr

O aparelho tem a capacidade de captar a necessidade de rede de cada dispositivo conectado e enviar o sinal de internet de acordo com a demanda do usuário, levando em consideração também a questão de proximidade entre cada peça e equipamento ligado a ela. Os pontos de conexão do Covr fazem a leitura de qual deles está mais próximo do usuário e envia o sinal fortalecido para aquele aparelho, potencializando a performance dele. Com a capacidade de englobar uma área de até 450m2, a cobertura do Covr alcança cada um dos cômodos da casa, o que faz com que toda a residência tenha um Wi-Fi estável e de igual qualidade.

O produto atua com as tecnologias Smart Steering e Smart Roaming, que ajuda a reduzir o buffer e o atraso, além de permitir o controle dos pais, o monitoramento e gestão do uso do Wi-Fi e a configuração de redes para convidados através do aplicativo instalado no celular. Esse app possibilita também que o próprio usuário faça a instalação do produto em sua residência, através do QR Code que vem em cada peça. A ideia é facilitar e tornar mais prático esse processo de configuração, sem que seja necessária a presença de um técnico ou especialista.

Covr

O Covr foi projetado com um design elegante, em cores neutras, para que possa se integrar a decoração de qualquer residência, sem causar grandes contrastes. Mesmo já sendo composto por três peças, é possível adicionar pontos extras, comprados separadamente, caso haja a necessidade de ainda mais cobertura. Rodrigo Paiva diz que o Covr é “essencial para a residência conectada, oferecendo conectividade perfeita, confiável e de alta qualidade em todos os ambientes e em todos os dispositivos”. 

Disponibildiade

O produto chega em janeiro de 2019 ao Brasil e poderá ser encontrado em lojas de informática e também com fornecedores diretos da D-Link por R$1.599,00.

Para mais informação, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=f259JD7QH1A

Fonte: Assessoria de Imprensa