Veja 11 formas de empreender na internet

Empreender na internet é a escolha de muitas pessoas atualmente. Elas querem ter autonomia no trabalho, flexibilidade de horários e, é claro, aumento nos ganhos. No mercado digital, existem inúmeras oportunidades, e elas podem gerar receitas impressionantes.

A internet e o avanço da tecnologia transformaram o mundo. A informação, a comunicação, o trabalho e até as relações entre as pessoas mudaram com a velocidade da era digital. As empresas tiveram que rever seus processos e se digitalizar. Muitos negócios ficaram para trás — porque não se adaptaram ou foram substituídos por outras tecnologias.

Mas o cenário de transformação digital dos últimos anos também abriu portas. Novos tipos de negócios surgiram, novos nichos foram abertos, e o empreendedorismo digital se tornou uma grande oportunidade.

(Mediamodifier/Pixabay)

A seguir, conheça 11 formas de empreender na internet e ganhar dinheiro sem sair de casa.

1. E-commerce

Estima-se que o e-commerce, no Brasil, movimentou mais de R$ 300 bilhões em 2021, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio. Uma parte desse faturamento pode ser sua, se você começar a vender produtos ou serviços pela internet. Você pode criar uma loja virtual própria ou vender em marketplaces, que reúnem vários lojistas em um mesmo site.

2. Influenciador digital

Já pensou em ser um influenciador digital? Nomes como Whindersson, Jout Jout, Kéfera e inúmeros outros já mostraram que dá para ganhar muito dinheiro pela internet.

Mas você não precisa ser um desses mega influenciadores. Atualmente, os microinfluenciadores — com menos seguidores, mas mais influência em um nicho — estão sendo muito procurados pelas marcas.

3. Cursos online

Você sabe tudo sobre algum assunto? Então, ganhe dinheiro com isso: compartilhe seu conhecimento com as pessoas em cursos online.

Você pode gravar as aulas ou fazer transmissões ao vivo, direto da sua casa mesmo. Nas plataformas, você pode criar uma página de vendas do seu curso e vender para milhares de alunos.

4. Mentoria e consultoria

Se você é expert em algum assunto, também pode oferecer consultoria ou mentoria, com encontros online. O consultor é um especialista que analisa uma situação e propõe uma solução, enquanto o mentor acompanha um profissional ou empresa, com conselhos e estratégias, até chegar aos resultados esperados.

5. Clube de membros

Um clube de membros oferece um espaço fechado de interação com pessoas interessadas no que você tem a entregar. Geralmente,  é cobrada uma mensalidade para participar do clube e receber conteúdos e dicas exclusivas.

6. Profissional freelancer

Profissionais autônomos já existiam muito antes da internet. Mas agora eles se multiplicaram. Redatores, designers, desenvolvedores e outros diversos profissionais ganham dinheiro na internet como freelancers. Eles prestam serviços para clientes de qualquer lugar do mundo.

Você pode prospectar clientes por conta própria ou participar de plataformas que conectam freelancers e contratantes.

7. Franquias

O universo das franquias também invadiu a internet. Você sabia que pode abrir um negócio próprio que já tem uma marca estabelecida, uma estrutura estabelecida e até clientes, sem precisar de uma estrutura física?

Assim funcionam as franquias virtuais, que geralmente são mais acessíveis e exigem baixo investimento inicial.

8. Canal no YouTube

Criar um canal no YouTube pode parecer apenas uma brincadeira para muita gente. Por outro lado, existem muitos criadores de conteúdo virando influenciadores com os vídeos que produzem.

Você pode monetizar os vídeos do YouTube com anúncios da plataforma Google Adsense, além de negociar espaços com patrocinadores.

9. Transmissão de jogos

Sabia que existem pessoas ganhando dinheiro com a transmissão de jogos online? Na Twitch, que é a plataforma mais popular de streaming para games, você pode ativar doações e receber dinheiro de quem estiver assistindo à sua transmissão. É claro que, para isso, você precisa jogar bem e ser admirado pela audiência!

10. Programa de afiliados

Programas de afiliados reúnem produtores de conteúdo e pessoas afiliadas. Enquanto os produtores querem vender seus produtos digitais (ebooks e cursos online, por exemplo), os afiliados divulgam os links dos infoprodutos e recebem comissões pelas vendas que gerarem. 

Dessa forma, por meio do marketing de afiliados, é possível ganhar dinheiro na internet sendo um infoprodutor ou um afiliado.

Segundo Egídio Ely, idealizador e fundador do site Bomdemarca, qualquer pessoa com interesse na área comercial pode ganhar dinheiro com vendas online, no contexto dos programas de afiliados.

O negócio como afiliado permitiu que Ely conseguisse independência financeira. Mas o caminho não foi fácil, ele precisou estudar muito e ter coragem.

“Eu trabalhava em um serviço formal, tinha carteira assinada e tudo, e na parte da noite encontrava tempo para aprender sobre afiliados. Depois de quatro anos trabalhando nesse ramo, consegui deixar meu emprego e focar só no meu negócio como afiliado”, observa o especialista, que atua no mercado de afiliados desde 2011.

11. Desenvolvimento de aplicativos

Agora, se você sabe programar ou quer entrar na área de desenvolvimento, também pode ganhar dinheiro na internet criando aplicativos para celular. É possível desenvolver apps próprios e vendê-los nas lojas para Android e iOS ou criar aplicativos para outras empresas como um freelancer.

Computador com a tela pouco aberta e toda iluminada, com fundo da imagem escuro.

Pesquisa indica melhor sinal de internet banda larga

Uma pesquisa feita em três mil cidades do Brasil revela quais as melhores operadoras de internet banda larga. O resultado está na nova edição do Prêmio Melhor Plano, que acaba de ser divulgado pelos sites Minha Conexão e Melhor Plano.

Para gerar os resultados, a premiação levou em conta mais de 15 milhões de testes de velocidade e 660 mil opiniões de usuários, que avaliaram o trabalho das operadoras, informam em nota à imprensa.

Os vencedores se dividiram nas categorias de “Melhor Velocidade”, “Melhor Satisfação” e “Melhor Provedor”, com feitos inéditos para certos nomes do segmento.

Computador com a tela pouco aberta e toda iluminada, com fundo da imagem escuro.
(Joshua Woroniecki /Pixabay)

“Chegamos ao quarto ano de Prêmio Melhor Plano unindo os mesmos sentimentos que impulsionaram sua primeira edição: o desejo de facilitar a decisão dos brasileiros, contribuindo para escolhas mais assertivas, e o entendimento de que é preciso reconhecer as instituições que ofereceram internet de qualidade, sobretudo durante o isolamento social”, comenta Pedro Israel, co-fundador do Melhor Plano, em nota à imprensa.

Na tabela abaixo estão os vencedores por Estado. Clicando em cada um, é possível verificar o vencedor nas cidades, segundo os organizadores.

“No entanto, em alguns casos, pode ser que o usuário se depare com regiões sem uma categoria ou outra. Isso acontece por dois motivos: ou as avaliações foram insuficientes ou não houve interseção de dados entre as categorias de “melhor velocidade” e “maior satisfação” para chegar ao resultado”, esclarece a nota.

EstadoVelocidadeSatisfaçãoProvedor
AcreSEM FRONTEIRASUNONETSEM FRONTEIRAS
AlagoasBRISANETA2TELECOMBRISANET
AmapáVOCÊ TELECOMWEBTURBOVOCÊ TELECOM
AmazonasTIMMRCIEL TELECOMTIM
BahiaTIMGLOBAL TELECOMCLARO
CearáMULTIPLAYJWS TELECOMBRISANET
Distrito FederalLOGTEL INTERNETLINKWAPOI
Espírito SantoMICRON INTERNETNOVATECMICRON INTERNET
GoiásOMNI TELECOMLAN FIBRA TELECOMWGO TELECOM
MaranhãoG3 TELECOMVIRTEXG3 TELECOM
Mato GrossoLCI TELECOMLCI TELECOMLCI TELECOM
Mato Grosso do SulLIGNETMITAS INTERNETIDL TELECOM
Minas GeraisGIGANETGIGANETGIGANET
ParáCLICK SPEEDGIGABYTE TELECOMCLICK SPEED
ParaíbaTELYTELYTELY
ParanáSERCOMTELVOXTECHSERCOMTEL
PernambucoWANTELAP NETCLARO
PiauíVIRTEXVIRTEXVIRTEX
Rio de JaneiroLESTE TELECOMGIGALINE INTERNETLESTE TELECOM
Rio Grande do NorteNETJATNETJATNETJAT
Rio Grande do SulCLEAN NET TELECOMCONECT SULOI
RondôniaGLOBOFIBERWIANETGLOBOFIBER
RoraimaAMAZÔNIA TELECOM4WNETAMAZÔNIA TELECOM
Santa CatarinaNEOREDEMYNETNEOREDE
São PauloVIVOPAMNETVIVO
SergipeCLAROANET TELECOMNETGLÓRIA 
TocantinsNET PRIMENET PRIMETOLEDO FIBRA

Metodologia

A nova edição do estudo teve como base os testes de velocidade de internet feitos de janeiro a novembro de 2021 no site Minha Conexão. Foram levadas em conta a rapidez da velocidade de download, upload e a satisfação dos usuários com seus provedores. No total, estima-se a análise de aproximadamente 15.670.000 milhões de testes, bem como 665.900 mil avaliações dos consumidores.

Como nas edições que o antecedem, apenas provedores com o mínimo de mil testes de velocidade realizados no período participaram do prêmio. Também foi exigido que eles possuíssem ao menos 3% da amostra dos testes da região avaliada para ter significância estatística. Além disso, foi preciso haver testes mapeados do provedor nos últimos 3 meses, de modo a garantir que a empresa está à ativa.

Quanto às regiões, cada cidade precisou ter, no mínimo, 3 mil testes dentro do período avaliado para ser incluída. Por tal motivo, certos municípios não foram enquadrados pelo ranking, que verificou a insuficiência de testes para chegar a algum dado preciso. A análise dos dados contou com a utilização de algoritmos para detectar comportamentos artificiais e eliminar possíveis tentativas de fraudes por parte de robôs. Por fim, foi realizada uma auditoria manual para conferência do resultado em todas as regiões.

Melhor Velocidade: Usou-se a média de velocidade por IP no mês, por provedor em cada cidade. Para concorrer ao prêmio, o operador deveria ter ao menos mil testes de velocidade ao longo de um ano e  registro de testes nos últimos três meses do ano. Em cada região concorrida pelo provedor (nível nacional, estadual e cidades), ele deveria representar, no mínimo, 3% dos testes locais.

Na categoria de “Melhor Velocidade”, foi dado um peso de 90% para o download e 10% para o upload. O download pesou mais por representar melhor a experiência dos consumidores com a internet no dia a dia.

Para chegar ao cálculo do valor de download e upload, foi utilizada uma  fórmula estatística para que os resultados ficassem mais precisos. Utilizou-se uma distribuição normal na qual os valores do percentil 10, percentil 50 (também conhecido como mediana) e percentil 90, foram combinados em uma média ponderada usando uma proporção de 1:2:1,respectivamente.

Maior Satisfação: Ao utilizar o site Minha Conexão para conferir a velocidade de sua internet, é possível dar uma nota de satisfação de 0 a 5 após o teste. Sendo assim, a participação nesta categoria levou em conta provedores com pelo menos 30 avaliações na cidade ou estado, além de 3% da amostra de avaliações da região em que estivesse concorrendo. 

Para evitar possíveis erros de avaliação e supondo que um mesmo usuário poderia mudar sua nota ao longo do tempo, foi considerada a média das notas de avaliação por endereço eletrônico (avaliação feita por IPs diferentes) na cidade em que o provedor foi avaliado. 

Melhor Provedor:  Avaliação feita a partir da soma dos resultados nas categorias de velocidade e satisfação de cada provedor, considerando seu enquadramento em todos os critérios analisados.

Entenda os impactos da tecnologia 5G, em leilão hoje

Após anos de pesquisa, articulação e negociação, está marcado para hoje (4) o leilão das frequências que serão usadas na quinta geração de internet móvel, o 5G. Considerado um grande marco tecnológico, o padrão viabiliza inovações dignas de ficção científica: carros autodirigíveis, procedimentos médicos a distância, automação completa de linhas de produção, vigilância e monitoramento de todo o tráfego urbano, além de entretenimento em altíssima qualidade e conectividade semelhante à encontrada em países desenvolvidos.

Mas, segundo o Ministério das Comunicações, as inovações do 5G não são apenas melhorias de serviços para uma parcela limitada da sociedade. De acordo com os termos do certame, aprovado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 25 de agosto, o leilão do 5G será responsável também pela ampliação da internet móvel de quarta geração (4G) para localidades que ainda não contam com essa tecnologia, ampliando assim a base total de usuários brasileiros.

“Podemos dizer sem medo de errar que a chegada do 5G vai levar o país para outro patamar de inclusão digital”, destacou  o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra, em entrevista para a Agência Brasil. “Vamos cobrir todas as rodovias federais com pelo menos conectividade 4G, além de banda larga móvel para quase 10 mil localidades rurais, com a expansão do serviço para escolas e centros de saúde. Nossa meta para o ano que vem, e já temos condições, é de levar internet para 100% das escolas públicas do país”, acrescentou o secretário.

Benefícios do 5G:

Infográfico sobre vantagens do 5G.


Sobre o mercado e os preços que deverão ser praticados com a chegada da nova tecnologia, Coimbra afirmou que há uma tendência ao avanço tecnológico com a manutenção de preços, e que a adoção do padrão 5G não será elitizada. “Na prática, haverá uma melhora na dinâmica do custo-benefício. Em telecomunicações, há um fenômeno conhecido de avanço tecnológico sem necessariamente reajuste de preços”, explicou.

Leia também:
» Leilão do 5G: entenda o que vem por aí e conheça as novidades
» Agência Brasil explica: o que é a tecnologia 5G
» Implementação do 5G e avanços em conectividade serão legado do governo

Artur Coimbra informou que existe também, dentro do governo, uma preocupação sobre a escassez de semicondutores que assola o mundo. Segundo o secretário, o Ministério das Comunicações já elaborou algumas alternativas para reforçar e atrair a produção de eletroeletrônicos, como tablets e celulares compatíveis com o novo padrão 5G, para solo nacional.

Estrutura e inclusão

Segundo o Ministério das Comunicações, a chegada do 5G eliminará um dos grandes empecilhos na universalização do acesso digital: a infraestrutura. A pasta informou que o leilão do 5G – de caráter não arrecadatório para o governo – terá grande parte do dinheiro da concessão revertida para ações de avanço no setor.

De acordo com Artur Coimbra, as metas futuras do Ministério das Comunicações após o leilão do 5G serão de caráter social, com o objetivo de traçar os perfis de brasileiros que ainda não estão incluídos na revolução digital, mesmo após chegar à meta de 100% do território conectado. 

“Estamos muito perto de eliminar a necessidade de infraestrutura para levar inclusão digital. Agora, vamos focar no uso do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações [Fust], que vai permitir cobertura para todo o agro, para resolver as questões que ainda limitam o acesso à internet pelas pessoas.”

Os termos do leilão do 5G preveem a obrigação de cobertura das 26 capitais e do Distrito Federal até julho de 2022. O serviço deverá cobrir todas as cidades brasileiras com mais de 50 mil habitantes até 2028, enquanto o serviço de 4G deverá cobrir todo o território nacional.

O leilão do 5G está marcado para começar às 10h, no auditório do Espaço Cultural Renato Guerreiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em Brasília. A abertura do leilão será feita pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, pelo presidente da Anatel, Leonardo de Morais, e por conselheiros da agência. Está prevista a presença do presidente Jair Bolsonaro na solenidade. 

Por Agência Brasil

Serviços de internet sofrem instabilidade no Brasil

Diversos sites e serviços brasileiros passaram por um período de instabilidade iniciado por volta de 11h da manhã de hoje (22), informa a plataforma internacional de monitoramento de servidores Downdetector.

Segundo o serviço, o Akamai – a maior rede de entrega de conteúdo (content delivery network, CDN na sigla em inglês) do mundo passa por dificuldades técnicas. A Akamai é responsável por cerca de 30% dos servidores de distribuição de conteúdo digital da rede mundial.

Uma CDN usa redes de servidores especializados que estão distribuídos geograficamente para acelerar a velocidade com que o usuário recebe as requisições feitas no navegador. Na prática, páginas que são hospedadas no Japão ou na Europa, por exemplo, são copiadas em um servidor fisicamente mais próximo do usuário para que o tempo de download da informação seja reduzido.

Serviços bancários, como os da Caixa, do Banco Safra, a corretora de valores Clear e a financeira Sicredi, ficaram inacessíveis. Servidores e lojas de jogos online, como a Playstation Network, da Sony, e a Steam, da Valve, também foram afetados. As lojas virtuais Amazon e Submarino também sofreram com a interrupção, mas já estão restabelecidas. O MercadoLivre também passa por instabilidade em seus serviços, assim como o PagSeguro, do grupo UOL.

No início do mês, uma falha parecida ocorreu em outra CDN de grande porte, a Fastly Inc., e também afetou serviços financeiros, comércio e servidores de jogos.

A Akamai informa, na página de monitoramento de seus serviços, que está investigando as causas da interrupção generalizada.

Por Pedro Ivo de Oliveira – Repórter da Agência Brasil 

Estudo revela que 4 bilhões de pessoas estão conectadas à internet

Segundo dados levantados pela Hootsuite e We Are Social, cerca de 4 bilhões de pessoas estão conectadas à internet, mostrando que mais da metade da humanidade já tem acesso à web, já que a estimativa é que somos 7.6 bilhões de pessoas. Dessas, cerca de 3,2 bilhões de pessoas utilizam as redes sociais.

No entanto, um dos pontos que mais chama a atenção é que há 5,1 bilhões de smartphones ao redor do mundo, representando um número maior que a quantidade de pessoas conectadas à internet. Desses, 2,9 bilhões utilizam o smartphone para conectar-se a internet, representando 39% de toda a população do planeta.

O Catar e o Emirados Árabes são os países mais conectados do planeta, sendo que 99% da população tem acesso, enquanto a Coreia do Norte, tem apenas 0,06% das pessoas acessando a web.

A Tailândia e a Filipinas são os países que mais utilizam a rede, chegando a 9h38 e 9h24, respectivamente, por dia. O Brasil é o terceiro colocado com uma média de 9h14 mim. Entre as atividades mais realizadas pelos brasileiros na web, estão: acessar e-mails (85%); navegar na internet (87%); buscar notícias, empregos e viagens (71%).

As redes sociais ganham um novo usuário a cada 11 segundos, representando um aumento de 13%, em relação ao ano anterior. Os países que mais tiveram crescimento foram a Arábia Saudita, com 32%, Índia, com 31%, Indonésia, com 23%, Gana, com 22% e África do Sul e Vietnã com 20%.
Os dados levantados pelo Facebook mostram que homens entre 26 e 34 anos são as que mais acessam a rede social, representando 17% do total de usuários. As mulheres são maioria em países como Belarus, com 58%, Ucrânia, com 57% e Moldávia e Rússia, ambos com 56%, enquanto os homens são maioria no Iêmen, com 85%, Afeganistão, 84%, Chade e Sudão do Sul, com 82%.

O estudo também levantou dados sobre o comércio eletrônico, mostrando um crescimento também nessa área. Em 2017, foram 1.77 bilhão de pessoas que adquiriram algum produto através do e-commerce, totalizando gastos de US$ 1,4 trilhão ao redor do mundo. Entre os países que mais adquirem produtos pela internet estão, Reino Unido, com 78%, Coreia do Sul e Alemanha, com 74%, Suécia e Estados Unidos, com 69%. Já no Brasil, 45% dos usuários já compraram pela internet.

A pesquisa avaliou usuários de 16 a 64 anos de idade, que acessam a web em qualquer dispositivo, sendo via celular, tablet ou mesmo pelo computador.

*Com informações de Eduardo Micheletto

São Paulo e mais 7 cidades vão receber 5G da Vivo

A empresa espanhola Telefónica informou que vai ativar até ao fim do mês o sinal da rede móvel de quinta geração (5G) em oito cidades do Brasil através da sua marca no país, a Vivo. A empresa é uma das quatro maiores operadoras de telecomunicações no país sul-americano, além da Claro, Tim e Oi, e está a aguardar a realização de um leilão de concessões, previsto no próximo ano, para operar as faixas de 5G.

(Reprodução)

O serviço 5G DSS da Vivo, um tipo de tecnologia de transição entre as redes móveis de quarta e de quinta geração, vai começar a ser oferecido em diferentes bairros das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia, Curitiba e Porto Alegre.

Assim, a Telefónica Brasil será a empresa líder no número de cidades com cobertura 5G, embora a pioneira no país tenha sido a Claro, controlada pela empresa mexicana América Móvil, do milionário Carlos Slim.

A Claro foi a primeira a lançar a tecnologia 5G no Brasil e nesta semana começou a oferecer o serviço nos bairros da classe média alta em São Paulo e no Rio de Janeiro, duas das cidades mais ricas e populosas do país.

Ambas as operadoras vão usar tecnologia que permite que parte da frequência 4G seja emprestada e usada para 5G.

“A partir dessa tecnologia, é possível compartilhar dinamicamente o espetro 3G e 4G não usado para fornecer o serviço 5G. No entanto, como o espetro não possui uma banda contínua e dedicada, a experiência 5G ainda não poderá ser sentida totalmente”, disse a Vivo em um comunicado.

A expansão em larga escala do 5G depende ainda do leilão, programado para este ano e adiado para o primeiro trimestre de 2021.

O lançamento das redes de 5G desencadeou grandes polémicas internacionais, protagonizadas pela gigante chinesa Huawei e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que tem pressionado o governo brasileiro para que a empresa chinesa seja vetada no país.

Apesar de a Huawei não ser uma operadora de telecomunicações e, portanto, não deverá participar do leilão, ela é uma das maiores empresas que fornece infraestrutura para a tecnologia 5G no mundo, juntamente com a Ericsson, da Suécia, e a Nokia, da Finlândia.

Por Mário Aleixo – Repórter da RTP

Teleconferência ganha popularidade na internet

Com as medidas de isolamento e quarentena em decorrência da pandemia do novo coronavírus, as pessoas passaram a ter maior demanda de comunicação virtual, seja no âmbito do teletrabalho, seja para comunicação entre amigos e parentes. As aplicações de videconferência são uma das ferramentas que vêm ganhando mais popularidade.

Agência Brasil fez uma lista de alternativas que podem ser utilizadas pelos internautas.

Zoom

Zoom é um aplicativo (app) de videoconferência que permite até 100 pessoas em uma reunião. Na modalidade gratuita, ele permite chamadas por até 40 minutos. Para além disso, é preciso adquirir um plano pago. Para acessar, a pessoa precisa baixar a aplicação, tanto no desktop quanto no smartphone. O aplicativo está entre os top charts da Play Store, onde tem a nota 4 (na escala de 0 a 5).

Whatsapp

Mais popular app de mensageria do país, o Whatsapp permite videochamadas com até quatro pessoas. Não há necessidade de baixar aplicação diferente ou de pagar pelo serviço. Mas a limitação de integrantes restringe a funcionalidade, impedindo videoconferências com um público maior.

Facebook Messenger

O Facebook também possui como solução de videconferência o Messenger, que é utilizado pela rede social como sua ferramenta de mensageria. Ele tem como vantagem o fato de permitir a participação de pessoas com contas no Facebook, beneficiando-se da grande base de usuários que a empresa possui. Só no Brasil, são mais de 136 milhões.

Google hangout

O Google hangout é uma das ferramentas da suíte de trabalho do Google (para além de Gmail, Drive e Documentos). Ele é integrado um aplicativo específico que precisa ser baixado, permitindo chamadas para os contatos do usuário. Para isso, é preciso que todos os participantes da chamada tenham também uma conta no Google. Ele permite reuniões com até 150 pessoas. Ainda há uma versão antiga, associada ao Gmail, o app e a versão Hangout Chats, integrada à suíte corporativa do Google. Esta última implica a aquisição do pacote suíte, que é pago.

Microsoft teams

Microsoft teams é a solução de videconferência que integra o pacote de ferramentas corporativas da Microsoft, o Office 365. Embora seja pago, a Microsoft liberou o uso do teams durante o período da pandemia. Ele possui capacidade maior e comporta até 10 mil participantes. O app permite também o acesso por meio de links, não necessitando baixar quando a pessoa está no desktop.

Skype

Também da Microsoft, o Skype é uma das mais antigas plataformas de chamadas online. O aplicativo permite videoconferências com mais de 10 participantes. Para acessar, é preciso baixar o programa tanto no desktop quanto no smartphone e criar uma conta. Quem já possui uma conta na Microsoft pode utilizá-la.

Jitsi

Jitsi é uma plataforma de videoconferência sem fins lucrativos e de código aberto (e não proprietário, como as anteriores). Ela também permite videoconferências com dezenas de participantes. A diferença é que não há necessidade de baixar o programa (apenas caso a participação se dê por um smartphone) nem de colocar um e-mail válido. No site, qualquer pessoa pode criar uma conferência e chamar outros a participar pelo envio de um link.

Line

O Line, a exemplo de outros apps como o Skype, surgiu como uma ferramenta de videochamadas. Ele permite chamadas entre duas pessoas. mas também em grupos. Assim como Skype, FB Messenger e Whatsapp, ele permite comunicação por texto e envio de imagens e documentos. O recurso é gratuito e também pode ser encontrado em lojas de aplicativos.

Ranking iguala Brasil a Sudão e Kazaquistão em liberdade da internet

Por Jonas Valente

(Marcelo Casal Jr./Agência Brasil)


O Brasil caiu no Ranking da Liberdade da Internet 2019, divulgado pela organização internacional Freedom of the House. O país foi avaliado na edição de 2019 com índice 64 (considerando uma escala de 0 a 100), contra 69 em 2018. Com o desempenho, a nação ficou na categoria de “parcialmente livre” em relação à rede mundial de computadores.

A queda da nota incluiu o país entre os que mais retrocederam em relação a 2018, juntamente com Sudão, Kazaquistão, Bangladesh e Zimbábue. Esses países foram identificados como locais onde houve ações coordenadas para influenciar eleições e processos políticos nos últimos anos, como também Estados Unidos, Egito e Tailândia. “Atores não identificados realizaram ciberataques contra jornalistas, entidades governamentais, usuários engajados, com a manipulação das redes sociais alcançando novo patamar”, pontua o relatório.

A pesquisa mede diversos aspectos. Um deles são os obstáculos ao acesso à internet, cujo índice de pessoas conectadas em 70% foi considerado insuficiente em comparação com médias de nações da América do Norte, da Europa e da América Latina. O estudo cita políticas públicas, como o programa do governo federal Internet para Todos, mas aponta problemas, como as desigualdades no acesso à rede entre ricos e pobres.

Também foram analisadas as limitações à circulação de conteúdos. A pesquisa não identificou atuação de autoridades para bloquear mensagens, mas mapeou iniciativas tanto de políticos para derrubar conteúdos (500 pedidos nas eleições de 2018 segundo a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo – Abraji) quanto das próprias plataformas digitais, que removeram publicações alegando estarem ferindo seus termos e serviços.

A investigação avaliou também violações dos direitos dos usuários. Os autores destacaram a importância do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965) como arcabouço de proteção dos internautas, mas apontaram diversas tentativas de regulação que ameaçam garantias dos cidadãos, como projetos de lei para criminalizar quem compartilha fake news e com restrições à discussão online sob o argumento de “combate ao terrorismo”. Por outro lado, o documento celebra a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709 de 2018) como uma conquista.

Situação global

Entre as 65 nações analisadas pelo estudo, 20% foram consideradas “livres”, 32% “parcialmente livres” e 35% “não livres”. No total, 33 países tiveram quedas em suas notas, enquanto 16 melhoraram no índice. No topo estão Islândia, Estônia, Canadá, Alemanha e Austrália. As piores colocações foram de China, Irã, Síria, Cuba e Vietnã.

Nações como Rússia e China foram apontadas pelo estudo como promotoras de ciberataques visando influenciar processos democráticos em outros países. No primeiro caso, ações russas teriam mirado a eleição na Ucrânia.

Contudo, a maioria das ações de interferência em processos eleitorais ocorrem majoritariamente por forças políticas internas. Essas iniciativas se deram de três formas: medidas informacionais, com disseminação de mensagens favorecendo governos ou partidos; medidas técnicas, como restrição a veículos online e censuras; e medidas legais, como punição de oponentes.

Moro quer investigação de youtuber por ameaça a Bolsonaro

Por  Marcelo Brandão

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pediu na terça-feira (6) à Polícia Federal (PF) a abertura de inquérito contra o youtuber conhecido como Vina Guerrero. A PF deve apurar a suposta prática de crimes de ameaça, incitação à violência e contra a honra do presidente Jair Bolsonaro. Moro pediu ainda que a polícia verifique se há possibilidade de enquadrar as condutas do youtuber na Lei de Segurança Nacional.

Vina Guerrero divulgou um vídeo no YouTube afirmando que “não tem mais condição de aceitar” Bolsonaro no poder, chamando-o de “opressor” e “covarde”. Em seguida, disse que o presidente e os demais políticos da sua família devem ser assassinados. O youtuber já apagou todos os vídeos do seu canal, que tem mais de 6 mil inscritos.

Veja a nota do Ministério da Justiça e Segurança Pública:

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública requisitou à Polícia Federal, em 06/08/2019, a abertura de inquérito policial para a apuração de graves crimes de ameaça, incitação à violência e contra a honra praticados contra o Sr. Presidente da República, Jair Bolsonaro, por pessoa identificada como ‘Vina Guerrero’, e que foram efetuados por meio de vídeo divulgado no Youtube. Foi ainda solicitada, em vista da gravidade das ameaças e da incitação à violência, a verificação de eventual enquadramento das condutas na Lei de Segurança Nacional”.

Banda larga cresce 5,5% nos últimos 12 meses

Por  Jonas Valente

O número de casas conectadas à banda larga cresceu 5,5% no Brasil nos últimos 12 meses. Com isso, o país alcançou 31,8 milhões de conexões. Os dados foram divulgados hoje (24) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), considerando as conexões registradas em maio.

Não são considerados os pacotes de banda larga móvel, apenas aqueles instalados nas residências das pessoas, independentemente da velocidade ou do pacote.

Na divisão entre as operadoras que ofertam o serviço de acesso à internet, a líder ainda é a Claro, com 9,5 milhões de acessos, o equivalente a 30% do mercado. A Vivo é responsável por 7,43 milhões de acessos (23,3%) e a Oi por 5,8 milhões, (18,2%).

Nos últimos 12 meses, Claro e TIM tiveram aumento da sua base de usuários, respectivamente de 4% e 19%. No mesmo período, a Vivo teve queda no número de clientes de 2%, a Oi, de 6,6%, e a Sky, de 17,2%.

Empresas menores, denominadas pela Agência de Prestadoras de Pequeno Porte (PPP), garantem a conectividade de 8,57 milhões de domicílios, controlando 27% do mercado. Essas firmas são aquelas cujo serviço não chega a mais de 5% do mercado de varejo. Nos 12 meses analisados, elas ampliaram sua base de usuários em 14%.