Corpos são encontrados na área em que avião desapareceu

Por RTP

Destroços que a Força Aérea Chilena acredita ser de avião militar que caiu esta semana foram encontrados na Passagem de Drake (Twitter/Reprodução)


Autoridades chilenas anunciaram que foram encontrados restos mortais na mesma zona onde a Força Aérea estabeleceu o último contacto com o avião militar que desapareceu na segunda-feira (9) com 38 pessoas a bordo.

“A Força Aérea deu-nos uma notícia que nos deixou consternados: a descoberta de corpos no mar de Drake e também parte da fuselagem que corresponde ao avião atingido, o C130 da Força Aérea do Chile”, disse o governador da região de Magalhães, José Fernández.

A Força Aérea do Chile anunciou, na segunda-feira, ter perdido “o contato via rádio” com um avião militar C130 com 38 pessoas a bordo, que decolou de Punta Arenas, sul do país, para uma base na Antártida.

O contato via rádio foi interrompido no início da noite, de acordo com um documento da Força Aérea.

O avião, que decolou da base aérea de Chabunco, em Punta Arenas, a mais de três mil quilômetros ao sul de Santiago do Chile, tinha como missão prestar apoio logístico à base na Antártica.

Meio milhão de tonelada de óleo foi retirado de praias no Nordeste

Por Luciano Nascimento

(Salve Maracaípe/Fotos Públicas)


Mais de 525 toneladas de resíduos foram retiradas das praias do litoral dos estados da Região Nordeste atingidas por manchas de óleo, desde o início dos trabalhos de limpeza, afirmou hoje (20) a Marinha por meio de nota. Voluntários, funcionários de governos estaduais, municipais, de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e militares trabalham na remoção desse óleo que começou a aparecer no litoral nordestino no final de agosto.

“O esforço coordenado desses órgãos, a despeito das dificuldades, e a ação de voluntários já recuperaram a maioria das praias, coletando mais 525 toneladas de resíduos, os quais precisarão ser adequadamente destinados, conforme a orientação técnica da Autoridade Ambiental”, diz a nota.

Ontem (19) uma ação conjunta conseguiu retirar mais de 30 toneladas de óleo de sete praias de Pernambuco. Na tarde deste domingo, durante entrevista coletiva, o almirante Leonardo Puntel, comandante de Operações Navais e que coordena as operações relacionadas ao desastre ambiental, disse que as manchas estão restritas agora ao litoral de Pernambuco, na região de Cabo de Santo Agostinho.

Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco (Salve Maracaípe/Fotos Públicas)

“Pelo desconhecimento da origem do incidente, não se pode determinar por quanto tempo ainda persistirão as ocorrências de manchas no litoral do Nordeste, apesar de todo o esforço desenvolvido nesse sentido. Por isso, é fundamental que as equipes mobilizadas permaneçam alertas, para a pronta atuação”, disse a Marinha.

O comandante voltou a reiterar que o óleo encontrado nas praias não é de origem brasileira e que as investigações para apurar as responsabilidades pelo desastre ambiental, que atingiu cerca de 2.250 km de extensão do litoral, seguem.

“O óleo cru, que sabemos não ser produzido ou processado no Brasil, causa grande impacto em nossa biodiversidade e traz prejuízos socioeconômicos às localidades atingidas”, disse a Marinha.

O último balanço, divulgado ontem (19) pelo Ibama, diz que o óleo já atingiu 201 localidades de 74 municípios no litoral do Nordeste. Até o momento, 35 animais foram conhecidamente afetados: 17 tartarugas marinhas morreram, 11 vivas; duas aves com óbito e duas vivas; e um peixe morto.

Bahia decreta emergência por causa de manchas de óleo

Por Pedro Ivo de Oliveira

Golfinho sujo de óleo foi encontrado morto em praia da cidade Feliz Deserto, no Alagoas (Instituto Biota/Fotos Públicas)


O governador em exercício do estado da Bahia, João Leão, assinou hoje (14) três documentos que visam ajudar o estado a conter a mancha de óleo que se espalha rapidamente pelo litoral da Região Nordeste. Entre eles, a declaração de emergência nos municípios afetados pelo desastre ambiental. O decreto permite que verbas contingenciais sejam usadas na contenção do óleo. João Leão assinou também um termo de recebimento de ajuda da sociedade civil e uma carta pedindo apoio ao governo federal.

“O decreto tem o intuito de nos ajudar a resolver o problema. Ele trata da participação do Estado e dos municípios neste processo para nos habilitar a receber recursos federais. O segundo documento é sobre a cooperação dos capelães do Brasil, que nos ofereceram 5 mil pessoas [voluntários]. Já o terceiro solicita o apoio da Petrobras, que é quem entende do assunto”, explicou o governador.

João Leão, governador em exercício da Bahia (Governo da Bahia)

De acordo com a secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia, 35 toneladas de óleo já foram retiradas do litoral. A coleta do material contaminado é feita por uma força-tarefa composta por bombeiros, Defesa Civil e funcionários municipais. 

“Estamos intensificando o trabalho principalmente nas regiões onde há dificuldade de acesso, porque nas zonas mais urbanas as prefeituras têm atuado junto com o Governo do Estado. Nós temos colocado para as cidades a possibilidade não somente do decreto de emergência ambiental, como também equipamentos e materiais que permitem a retirada”, declarou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Francisco Telles.

O governo da Bahia emitiu, ainda, um alerta para a população para que não entre em contato direto com o óleo e não toque ou remova resíduos contaminados.

Manchas de óleo

Urubus ao redor do corpo do golfinho encontrado morto em praia do Estado de Alagoas (Instituto Biota/Fotos Públicas)

A presença da manchas de óleo no litoral nordestino foi notada no fim de agosto. A primeira localidade onde, segundo o relatório do Ibama, a contaminação foi comunicada, fica na Praia Bela, em Pitimbu (PB), onde os fragmentos de óleo foram avistados no dia 30 de agosto. A partir daí, a substância escura e pegajosa se espalhou pelos nove estados do Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe).

A Polícia Federal (PF), a Marinha e os órgãos ambientais do Brasil tentam agora esclarecer como o material chegou às águas territoriais brasileiras e poluiu trechos do litoral nordestino. De acordo com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, entre as hipóteses estão um possível vazamento acidental em alguma embarcação ainda não identificada; um derramamento criminoso do material por motivos desconhecidos ou a eventual limpeza do porão de um navio.

Ao participar de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, na semana passada, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que análises laboratoriais confirmaram que a substância não provém da produção da estatal petrolífera.

Venezuela nega envolvimento com óleo em praias do Nordeste

Por Alex Rodrigues

Mancha de óleo deixada na areia da praia (Governo de Sergipe/Fotos Públicas)


A empresa estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA) informou hoje (10) que, até o momento, nenhum de seus clientes ou subsidiárias relatou a ocorrência de vazamento de petróleo de origem venezuelana próximo à costa brasileira.

Em nota divulgada esta manhã, a petrolífera afirma não haver evidências de derramamentos de óleo nos campos de petróleo da Venezuela que possam ter atingido a região Nordeste, causando danos ao ecossistema marinho brasileiro.

“Reiteramos que não recebemos nenhum relatório no qual nossos clientes e/ou subsidiárias relatam uma possível avaria ou vazamento nas proximidades da costa brasileira, cuja distância com nossas instalações de petróleo é de aproximadamente 6.650 km, via marítima”, sustenta a PDVSA.

Também hoje (10), o ministro do Petróleo da Venezuela, Manuel Quevedo, descartou a hipótese de que a PDVSA ou o Estado venezuelano tenham qualquer responsabilidade pelo petróleo que atinge a costa brasileira.

Em Brasília, durante reunião ordinária do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) realizada hoje, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, reafirmou que as autoridades brasileiras ainda desconhecem a origem do óleo, embora, segundo ele, o resultado das análises técnicas realizadas pela Petrobras apontem a “compatibilidade” entre o resíduo recolhido no litoral nordestino e o óleo venezuelano.

“A Marinha identificou todos os barcos que trafegaram pela costa brasileira e está investigando para saber qual é o possível barco [que pode ter derramado o óleo no mar]”, comentou o ministro, mencionando uma das três principais hipóteses para explicar a origem da substância: um vazamento acidental em alguma embarcação ainda não identificada; um derramamento criminoso do material por motivos desconhecidos ou a eventual limpeza do porão de um navio.

“O que sabemos é que o óleo não é brasileiro. E que a comparação das amostras é compatível com um derramamento de óleo venezuelano que houve no passado. Ou seja, tudo indica que é óleo venezuelano. Como este óleo chegou a nossa costa é a grande investigação”, disse Salles, referindo-se as apurações a cargo da Polícia Federal (PF), da Marinha e de órgãos ambientais.

Em nota enviada à Agência Brasil, o Ministério do Meio Ambiente esclarece que a indicação de origem venezuelana do petróleo se baseia em análise laboratorial. O ministério, no entanto, esclarece que nenhuma autoridade ou funcionário público afirmou que o caso seja de responsabilidade do Estado venezuelano ou da PDVSA.

“A hipótese aventada é que pode ter sido derramado a partir de navios que trafegaram ao longo da costa brasileira, e não necessariamente de campos do governo ditatorial venezuelano”, informa a pasta.

Medina é vice no Taiti e Filipe Toledo lidera circuito mundial

Por  Vitor Abdala 

Gabriel Medina (ED SLOANE/WSL/Fotos Públicas)

O brasileiro Gabriel Medina conquistou hoje (28) o vice-campeonato da etapa do Taiti (Polinésia Francesa) do circuito mundial de surfe. O título ficou nas mãos do australiano Owen Wright.

Com o vice-campeonato nas ondas de Teahupo’o, Medina passou para a quarta posição no circuito mundial de surfe, com 34.695 pontos. Outro brasileiro, Filipe Toledo, que foi eliminado nas oitavas de final, passou a liderar o circuito, com 36.600 pontos.

Na segunda posição, está o sul-africano Jordy Smith, que ficou em terceiro no Taiti, e agora soma 35.450 pontos no circuito. Na terceira colocação, está o ex-líder do ranking, o americano Kolohe Andino, que caiu na terceira rodada e agora soma 35.175 pontos.

Com os resultados no Taiti, Medina, que é bicampeão mundial (2014 e 2018) e Toledo se aproximam das duas vagas que o Brasil pode conquistar no surfe masculino dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Ainda faltam mais quatro etapas para o fim do campeonato, e os brasileiros precisam terminar entre os 10 primeiros colocados para garantir a vaga olímpica.

http://spagora.com.br/senado-pode-mudar-regras-para-tv-paga-e-online/

Acidente com barco mata turistas em Maragogi

Por  Pedro Peduzzi 

(Reprodução)

Duas mulheres, uma de 65 e outra de 68 anos, morreram em um acidente sábado (27) envolvendo um catamarã, na Praia de Maragogi, em Alagoas. De acordo com o Corpo de Bombeiros da cidade, as causas  ainda não foram esclarecidas, e as chances de ter ocorrido devido a um choque com corais é remota porque a maré estava cheia.

O barco transportava 52 turistas, além de seis tripulantes e dois palestrantes. Quando o acidente aconteceu, a embarcação estava a cerca de 1,5 quilômetro (km) da margem. Ainda segundo o Corpo de Bombeiros de Maragogi, o mar estava tranquilo no momento da tragédia.

Uma das mulheres morreu no local do acidente. A outra faleceu a caminho da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), a pouco mais de 1 quilômetro (km) da praia.

Quanto aos demais passageiros, foram registrados apenas casos de escoriações leves e arranhões. A situação só não foi pior porque havia, nas proximidades, outros barcos, além de mergulhadores que costumam frequentar as piscinas e os corais que tanto atraem turistas para a região.  

Baleias se aproximam do Porto de Santos

Por  Camila Boehm e Flavia Albuquerque 

(Projeto Baleia Jubarte/Petrobras)

A aproximação de baleias do Porto de Santos, o maior da América Latina, nas últimas semanas chamou a atenção da população, de órgãos relacionados ao Meio Ambiente e da autoridade portuária de Santos (Codesp). No último dia 25, a navegação no porto chegou a ser suspensa das 11h42 às 16h22, após serem vistas no local. Houve outros dois registros nas proximidades nos dias 24 e 17 deste mês.

“No inverno, as baleias-jubarte saem da Antártida rumo às águas calmas e quentes do arquipélago de Abrolhos e, nessa viagem, passam pela costa brasileira. Toda a população dessa espécie migra – os machos, as fêmeas e os juvenis – para se reproduzirem ou mesmo para terem seus filhotes”, explicou a bióloga Carolina Pacheco Bertozzi, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e fundadora do Instituto Biopesca.

“Graças a esforços de conservação, o tamanho populacional dessa espécie vem aumentando e, consequentemente, o registro das ocorrências em nossas águas segue essa tendência”, disse em relação às aproximações desses mamíferos ao porto.

A Chefe da Unidade Técnica do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Santos, Ana Angélica Alabarce, ressaltou a necessidade de traçar uma estratégia conjunta para agir nessas ocorrências, alertando que no mês de julho o aparecimento de baleias próximas à costa deve ficar mais frequente.

“O mês de julho é o auge da travessia dessas baleias aqui pela nossa região, então temos que estar prontos porque não pode simplesmente parar o porto toda hora, existe risco, existe uma responsabilidade, mas também não podemos deixar um animal desse dentro do canal onde tem o tráfego de navios”. Ela explicou que haverá uma reunião com as autoridades envolvidas no assunto, ainda sem data definida, com o objetivo de montar um plano para agir em casos como esses.

“Temos que montar uma estratégia e até um protocolo para realmente ver qual ação. Um exemplo, eu até pensei de ter umas embarcações de patrulhamento sempre ali naquela área de entrada do porto e, quando for visualizado alguma coisa, já começa uma ação ali de imediato. É uma proposta”, disse Alabarce.

Operação conjunta

Para a operação de retirada das baleias da região do porto, o Ibama faz uma mobilização conjunta com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Polícia Ambiental, a Capitania dos Portos – responsável pela navegação no porto – e o Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA) do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Segundo Alabarce, na terça-feira (25) duas baleias, provavelmente mãe e filhote, foram avistadas por muitas pessoas e chegaram a entrar no canal do porto. “Nós tomamos todas as ações para a operação e nós não conseguimos visualizá-las, mas sabíamos que estavam imersas. Fizemos o percurso [do canal] várias vezes, e então os canoístas das proximidades avisaram que tinham visto as baleias já saindo do canal”.

“Então elas saíram, nós conseguimos conduzi-las para fora por meio de nossas embarcações, tanto da Marinha como da Polícia Ambiental e da Codesp”. Com o som do motor das embarcações, a equipe vai afastando e conduzindo as baleias para fora do canal. “Essa é a providência que estamos tomando no momento para não prejudicar nem a operação do porto nem colocar em risco a vida do animal que está em uma lista de animais em extinção”.

Sobre a aproximação das baleias ao porto, Ana Angélica Alabarce, do Ibama, disse que a localização de “Santos é praticamente a metade do caminho [da migração das baleias], então se pressupõe que é onde elas estão mais cansadas e elas procuram mais proximidade da costa”. Não tem informações do motivo por que as baleias entraram exatamente no canal do porto, mas ela orienta que o público mantenha distância para não estressar os animais e que contate o Ibama caso aviste algum nas proximidades.

Mais ocorrências

Em 17 de junho, uma baleia foi avistada no trecho do estuário no Porto de Santos. “Não podemos garantir o motivo que levou a baleia a ingressar no estuário. Tanto pode ser um comportamento natural, uma vez que estuários representam fonte de alimento e águas abrigadas, como em virtude da presença de embarcações na baía de Santos”, avaliou o biólogo Bruno Takano, supervisor da gerência de Meio Ambiente da Autoridade Portuária.

A operação para retirada do mamífero começou às 11h daquele dia e seguiu até as 15h. As embarcações que estavam no trajeto de saída da baleia foram orientadas a se deslocarem, permitindo a livre passagem do animal, que rumou de volta à baía de Santos. Na ocasião, a Capitania dos Portos chegou a suspender as manobras de navios das 13h27 às 14h40, bem como a travessia das balsas entre Santos e Guarujá.

As baleias apareceram novamente no litoral no dia 24 de junho, mas foram avistadas apenas na laje de Santos, que faz parte do Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, uma unidade de conservação marinha do estado São Paulo.

12 dicas para evitar afogamentos no verão

No Verão, a combinação de altas temperaturas com maior quantidade de banhistas pode ajudar a aumentar o número de casos de afogamentos em praias, rios e piscinas.

De acordo com levantamento da Secretaria da Saúde, duas pessoas morrem por dia no Estado, vítimas de acidentes do tipo.

Metade das ocorrências estão relacionadas com adultos entre 20 e 49 anos. Para evitar riscos desnecessários, observe os seguintes cuidados:



1 – Atenção às placas de sinalização do Corpo de Bombeiros nos locais de maior perigo. Entre na água apenas nos pontos mais seguros;

(Fernando Frazão/Agência Brasil).

2 – No mar e rios, onde houver correnteza, não ultrapasse a linha da cintura para não ser surpreendido por depressões no solo, ondas e correntes inesperadas;

3 – Se for para o fundo não dispense o uso de boia e jamais a abandone, mesmo em momentos de maior controle;

4 – Em caso de perigo, tente manter a calma e não nade contra a correnteza. Sinalize com os braços para pedir ajuda e tente boiar;

5 – Nos rios, caso perca o controle, nade no mesmo sentido da correnteza, tente ficar mais próximo das laterais e procure se aproximar lentamente das margens;

6 – Evite mergulhar de cabeça em depósitos naturais de água, pois o fundo está em constante transformação. O choque pode provocar desmaios e traumas de sérias consequências para a coluna cervical;

7 – Não entre na água se estiver alcoolizado. O uso de bebidas alcoólicas tira o senso de perigo e expõe a pessoa a riscos desnecessários;

8 – Mergulhe sempre na companhia de outras pessoas que possam auxiliá-lo quando preciso;

9 – Evite ou redobre a atenção com os mergulhos noturnos em mares e rios, pois há riscos de ficar preso em redes de pesca e a visibilidade do ambiente fica comprometida;

10 – Muita atenção com as crianças: designe uma pessoa específica para tomar conta delas. Essa pessoa deve evitar o consumo de bebida alcoólica e se concentrar exclusivamente no cuidado às crianças;

(Arquivo/Fernando Frazão/Agência Brasil)

11 – Não confie na falsa impressão de segurança que comumente os pais têm com o uso de boias e com a presença de outros banhistas conhecidos em torno da piscina;

12 – Não descuide das crianças, mesmo com a presença de um salva-vidas. Lembre-se que, nessa época, eles têm uma grande quantidade de banhistas para cuidar. Além disso, a visão deles pode ser prejudicada pelo ângulo ou pela movimentação de pessoas.

*com informações do Governo do Estado de SP