BRT ABC ligará três cidades ao Metrô e à CPTM

BRT ABC será conectado ao Metrô e a CPTM (Divulgação)

O Governo do Estado de São Paulo apresentou, ontem (7), o projeto do BRT ABC, um sistema de transporte rápido que conectará com ônibus, via corredor exclusivo, os municípios de São Paulo, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo e Santo André. Serão investidos, exclusivamente pela iniciativa privada, um total de R$ 859 milhões no novo modal de transporte metropolitano que terá capacidade para transportar 115 mil pessoas por dia e permitirá avanços importantes em mobilidade urbana na região, segundo o Estado.

“Uma iniciativa que exigiu estudos, planejamento, análises, para permitir que com essa alternativa, com esse modal, oferecêssemos o menor tempo possível ao menor investimento viável e, principalmente, em um tempo reduzido de implantação”, destacou João Doria, governador do Estado.

O projeto do BRT ABC prevê 18 quilômetros de via expressa, com 20 paradas, três terminais e uma frota de 82 ônibus elétricos, com ar-condicionado, silenciosos e não poluentes, articulado, com 23 metros. O sistema de integração dos municípios da região do ABC com a capital fará o trajeto de ponta a ponta, do terminal São Bernardo ao Terminal Sacomã, na capital, em 40 minutos na modalidade expressa. Além do bilhete expresso que dará a opção do passageiro fazer menos paradas, haverá duas outras opções, tradicional e semiexpressa.

Lançamento BRT ABC
João Doria, governador de São Paulo, durante anúncio do BRT ABC (Divulgação)

A obra será iniciada após a conclusão do projeto executivo em andamento, com previsão de entrega e operação total em 2023. A empresa Metra será a responsável pela implantação e gerenciamento e terá direito a 25 anos de exploração da concessão. O sistema se conectará a CPTM, Metrô, Expresso Tiradentes, linhas da SPtrans e ao Corredor ABD. Na Estação Tamanduateí o passageiro terá a opção de acessar a Linha 2-Verde do Metro ou a Linha 10-Turquesa da CPTM, de lá o passageiro tem a opção de seguir até a estação Sacomã, integrando também ao Expresso Tiradentes.

Além de ser uma nova opção aos trabalhadores do ABC que se deslocam até a capital, o novo modal de transporte atenderá especialmente aos estudantes do Grande ABC. O BRT ABC passará pelo Instituto Mauá, Fundação Santo André, Fundação ABC entre outras universidades.

“O BRT ABC vai levar os passageiros de modo eficiente e absolutamente coerente com a demanda da região, de acordo com os estudos de origem-destino realizados. Todos o investimentos da implementação serão feitos pela iniciativa privado, fiscalizados pelo estado”, comentou o secretário dos Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy. “Esperamos que em 2022 tenhamos o BRT ABC operacional para a população”, pontuou Baldy.

Deslocamento rápido e seguro

O BRT ABC vai oferecer aos passageiros deslocamento rápido e seguro. Os ônibus irão se deslocar em faixas exclusivas, sem qualquer interferência de outros veículos ou do trânsito nas vias. Semáforos inteligentes serão capazes de identificar os ônibus do BRT ABC, priorizarão a abertura, fazendo com que não fiquem esperando parado no farol.

O conforto e a acessibilidade estão presentes em todo projeto. O piso será em nível da plataforma, facilitando o embarque e desembarque de passageiros; especialmente crianças, idosos e pessoas com deficiência. O pagamento da passagem será nas estações para evitar filas e diminuir o tempo de paradas.

*Com Gov. do Estado de SP

Inocentes são baleados dentro do metrô durante operação no Rio

(Polícia Civil RJ/Reprodução)

A Operação “Exceptis”, da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), que tinha o objetivo de desarticular um grupo criminoso voltado ao tráfico de drogas na comunidade de Jacarezinho, culminou em um tiroteio que resultou em pelo menos cinco feridos.

No local, também foram efetuadas explosões de bombas. Até o momento, três agentes foram atingidos por disparos e dois passageiros de dentro do metrô foram feridos por estilhaços.

A PCERJ, em nota, aponta que “a região do Jacarezinho é considerada um dos quartéis-generais da facção Comando Vermelho na Zona Norte do Rio de Janeiro. Em razão da dificuldade de se operar no terreno, por conta das barricadas e das táticas de guerrilha realizadas pelos marginais, o local abriga uma quantidade relevante de armamentos, que seriam utilizados nas retomadas de territórios perdidos para facções rivais ou para se reforçar de possíveis investidas policiais.”

Por TV Cultura

Acidente no metrô do México mata ao menos 23 pessoas

Estrutura por passam os trens desabou sobre movimentada avenida (Reprodução)

Ao menos 23 pessoas morreram e 70 ficaram feridas após um viaduto por onde trafegavam vagões do metrô desabar sobre uma movimentada avenida na Cidade do México nesta segunda-feira (04/05).

Imagens transmitidas pela emissora local Milenio TV mostram a estrutura de cerca de 12 metros de altura caindo sobre vários carros perto da estação Olivos, no sudeste da cidade. A seguir, veem-se nuvens de fumaça e pilhas de escombros. Outras imagens mostram ao menos dois vagões pendendo do viaduto.

O desabamento ocorreu por volta das 22h30 (hora local). Dezenas de socorristas e bombeiros foram acionados para remover passageiros entre ferros retorcidos e cabos.

Inicialmente com escadas, os trabalhos de resgate tiveram que ser interrompidos devido ao risco de que mais partes do viaduto e do metrô entrassem em colapso. Segundo a prefeita Claudia Sheinbaum, um guindaste foi transportado para o local para que os socorristas pudessem retomar as buscas e verificar se há mais pessoas no metrô.

A prefeita afirmou que sete das cerca de 50 pessoas hospitalizadas estão em estado grave, necessitando de cirurgias. Ela disse ainda que um carro ficou preso sob os escombros, mas que a pessoa que estava em seu interior sobreviveu.

Segundo Sheinbaum, aparentemente uma viga da estrutura cedeu, mas que a causa do acidente está sendo investigada.

“Fui salvo por 15 minutos”

“De repente, vi que a estrutura estava tremendo. Não foi nem um minuto depois que o metrô caiu, e muita poeira começou a subir”, disse uma testemunha não identificada à rede local Televisa.

“Quando a poeira se dissipou, corremos para ver se podíamos ajudar. Não ouvimos gritos, não sei se eles estavam em choque […] Algumas pessoas conseguiram entrar e puxaram duas pessoas que estavam em cima. Os outros estavam empilhados.”

José Martínez, um trabalhador que normalmente pega o trem em direção a Tláhuac, disse emocionado à imprensa que se salvou do acidente porque não conseguiu embarcar a tempo depois de sair do trabalho. “Fui salvo por cerca de 15 minutos, ainda bem que nada me aconteceu”, disse.

“Tragédia terrível” 

Este é o segundo acidente registrado no metrô da capital mexicana neste ano. Em janeiro, um incêndio nas instalações de controle do metrô deixou uma pessoa morta e 29 intoxicadas. Em março do ano passado, dois trens colidiram dentro de uma estação, deixando um morto e 41 feridos.

Inaugurado em 1969, o metrô da Cidade do México é um dos principais meios de transporte da capital e de sua área metropolitana, onde vivem cerca de 20 milhões de pessoas. A linha 12, na qual ocorreu o acidente desta segunda-feira, foi inaugurada em 30 de outubro de 2012 pelo atual ministro do Exterior do México e então prefeito da capital, Marcelo Ebrard.

Ebrard lamentou a “tragédia terrível” e ofereceu sua cooperação na determinação das responsabilidades. “As causas devem ser investigadas e as responsabilidades devem ser determinadas. Reitero minha total disponibilidade às autoridades para contribuir em tudo o que for necessário”, escreveu no Twitter.

Analistas veem Ebrard e Sheinbaum como prováveis sucessores do atual presidente Andrés Manuel López Obrador, cujo mandato termina em 2024.

Por Deutsche Welle

lf (Reuters, AFP)

Após ameaça de greve, Estado vai vacinar motoristas e cobradores

(Rovena Rosa/Agência Brasil)

O Estado de São Paulo disse hoje (20) que vai vacinar motoristas e cobradores de ônibus municipais e intermunicipais de São Paulo. O anúncio ocorre um dia após a categoria ameaçar uma paralisação.

O início da imunização está previsto para 18 de maio. Segundo o Governo do Estado, a estimativa é de que 165 mil profissionais do setor recebam a proteção.

“Estamos esperando e sempre contamos com mais vacinas. Há alguma sinalização do Ministério da Saúde, mas contamos que a Fiocruz entregará as suas vacinas e, portanto, estaremos cumprindo esse cronograma e avançando em faixas etárias”, afirmou Regiane de Paula, Coordenadora Geral do Programa Estadual de Imunização.

CPTM e Metrô

Durante entrevista coletiva, o governador de São Paulo, João Doria, disse que profissionais do Metrô e da CPTM também vão começar a ser vacinados no próximo mês. No dia 11 de maio, começam a ser vacinados os funcionários da segurança, manutenção, limpeza e agentes de estação com 47 anos ou mais. Também poderão receber a dose todos os operadores de trem, independentemente da idade.

Ao todo, serão cerca de 10 mil pessoas.

Metrô lotado desafia o controle da epidemia

(Arquivo/Gov. do Estado de São Paulo)

Depois de passar pela Fase Emergencial, o estado de São Paulo entrou, na última segunda-feira (12) na Fase 1-Vermelha do Plano São Paulo, onde somente serviços considerados essenciais podem funcionar. Apesar dessas restrições, o transporte público coletivo em São Paulo continua lotado.

“As atividades que foram mantidas [na Fase Vermelha] são suficientes para manter o transporte cheio. Temos a construção civil funcionando. E a construção civil movimenta mais de 150 mil trabalhadores todos os dias na cidade de São Paulo. Tem muita atividade, e que não necessariamente pode ser considerada essencial, que ainda está mantida”, disse o médico sanitarista Gonzalo Vecina, professor da Faculdade de Saúde Pública de São Paulo, em entrevista à Agência Brasil.

Transporte público cheio é um grave problema para a população porque aumenta o risco de uma pessoa ser infectada pelo novo coronavírus e ter covid-19. E a situação ainda pode piorar com a chegada das estações mais frias.

“[Utilizar o Metrô] é um risco bem elevado porque as pessoas se aglomeram e não há muita ventilação. As janelas teriam que estar abertas para que não houvesse a possibilidade da formação de aerossóis. No calor, isso é mais provável [janelas abertas]. Mas no frio será mais difícil e estamos entrando agora no inverno”, disse Vecina.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a chance de contrair covid-19 é maior em ambientes cheios e espaços sem ventilação adequada onde as pessoas passam longos períodos de tempo próximas umas das outras. “Esses ambientes são onde o vírus parece se espalhar por gotículas respiratórias ou aerossóis de forma mais eficiente, por isso, tomar precauções é ainda mais importante”, alertou o órgão.

Para essa época de pandemia, seria necessário que a ventilação no transporte público fosse aumentada e que fossem desenvolvidos mecanismos para evitar a aglomeração de pessoas, com os passageiros, preferencialmente, todos sentados. Mas não é o que tem sido observado nas grandes capitais, como São Paulo, por exemplo. E, segundo Vecina, um dos problemas que pode ainda agravar o risco de se pegar o novo coronavírus é o ar condicionado, muito utilizado no transporte público.

“Isso [ar condicionado] é mais perigoso. Esse ar condicionado [geralmente utilizado no transporte público] é sem filtro, então você tem a recirculação do aerossol, que o mantêm mais tempo ativo. Num ambiente em que você tem a circulação do ar, o aerossol sofre uma dispersão e vai embora. No caso do Metrô, o ar condicionado recicla esse aerossol, o que é diferente dos aviões. Nos aviões, o ar está continuamente sendo renovado, passa por um filtro absoluto, que filtra a partícula viral. Mas esse ar condicionado, de uma forma geral, que temos em shoppings centers, cinemas e mesmo na nossa casa, esses [modelo] split, não têm filtros. Eles apenas retém partículas grandes de poeira. E essas partículas pequenas, que contém vírus, eles não filtram. Pelo contrário, eles mantêm mais tempo as partículas virais circulando”, explicou.

“A única maneira de você diminuir a possibilidade de infectados no transporte coletivo é que ele tem que circular com janelas abertas e não deve ter aglomeração, ou seja, de preferência ele não deve levar gente em pé, o que é absolutamente difícil na situação de uma cidade grande como São Paulo”, falou Vecina.

Difícil, mas não impossível de ser feito, defendeu. “O sucesso do lockdown em Araraquara foi suspender o transporte coletivo e intermunicipal. Se [a prefeitura de Araraquara] não tivesse suspendido o transporte coletivo e intermunicipal – e eles fizeram essa suspensão por uma semana, eles não teriam tido o sucesso que tiveram na redução de casos e de mortes [por covid-19]”, destacou. “Uma coisa é ser difícil. Outra é ser impossível. Se você tiver inteligência suficiente no governo municipal, haveria possibilidade de propor algum tipo de alternativa, com certeza”, falou.

Diminuição de trens

Além de uma ventilação mais adequada, o transporte público deveria promover outra adequação neste momento de pandemia, que é aumentar o número de veículos disponíveis para evitar que as pessoas se aglomerem dentro deles. No entanto, o que se observou no Metrô de São Paulo nesse período foi o oposto: o Metrô diminuiu o número de trens em circulação, mesmo no período de pico.

Esse problema foi apontado recentemente pelo jornal O Estado de S.Paulo. O Metrô de São Paulo diminuiu o número de trens em circulação e aumentou o tempo de espera nas plataformas. Exatamente no momento em que o distanciamento entre as pessoas precisa ser maior por causa da pandemia. Mesmo o governo paulista negando que tenha ocorrido diminuição no Metrô, o Relatório Integrado Anual Metrô, divulgado no Portal da Transparência da companhia, demonstra que houve diminuição no número de trens circulando. Inclusive no horário de pico.

Na Linha 1-Azul, por exemplo, o número de trens em operação no horário de pico passou de 41 para 36 entre os anos de 2019 e 2020. Já na linha 2-verde, foi de 27 para 19. Na Linha 3-Vermelha, que costuma ficar mais cheia diariamente, o total de trens em operação no ano passado foi de 38 no horário de pico, contra 41 que circulavam em 2019.

Para o médico sanitarista, a única solução para, de fato, diminuir a quantidade de pessoas aglomeradas no Metrô durante a pandemia é restringir a circulação. “Não vejo como diminuir o número de pessoas no transporte coletivo sem reduzir a atividade econômica. Não tem como. O transporte público na cidade já é um transporte colapsado por si. Ele é inferior à demanda. Isso é nítido”. “Transporte público é a única alternativa [para muitas pessoas]. Ônibus, trem e metrô são uma obrigação. A única alternativa é diminuir a atividade econômica e aumentar a frequência [número de vezes que esses veículos passam]. Mas estão fazendo justamente o contrário”, criticou.

Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos não explicou porque o número de trens foi diminuído no período. Mas informou que, para prevenir os casos de covid-19 no transporte público, está fazendo a Operação Monitorada, que atua com avaliação sistemática a cada faixa de horário, para atender a necessidade do cidadão. “Lembrando que o sistema de trilhos foi projetado e construído para transportar alto fluxo de pessoas da origem ao destino, aglomerado de pessoas em grandes escalas. Em março de 2020 a demanda chegou a cair 80% em relação a um dia normal e na semana passada – último dado disponível – a queda era de 61% na média entre as três empresas – Metrô, CPTM [trens] e EMTU [ônibus entre a região metropolitana]. Antes da pandemia, as empresas transportavam juntas cerca de 10,5 milhões de passageiros por dia”, informou.

Escalonamento

Para tentar diminuir o número de passageiros circulando no horário de pico, o governo paulista chegou a sugerir um escalonamento de horário. Os horários indicados são de entrada ao trabalho das 5h às 7h para profissionais da indústria, 7h às 9h para os de serviços e das 9h às 11h para os trabalhadores do comércio. A medida, no entanto, é apenas uma recomendação, que ainda não tem sido cumprida.

“O escalonamento é uma boa ideia. Mas as pessoas têm que assumir [essa ideia]. Mas ninguém mudou o horário de início de trabalho ou de saída do trabalho. Seria mais uma boa possibilidade para você colocar nessa cesta de possibilidades para conseguir controlar o uso do transporte coletivo. Mas teria que ser algo mais duro [uma obrigação]”, falou Vecina.

Campanha nacional

A lotação e aglomeração no transporte público se tornou também uma preocupação do governo federal. Esta semana, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o governo pretende lançar um protocolo com orientações para o transporte público. No encontro com os jornalistas, o ministro da Saúde cobrou disciplina e uso de máscaras por quem utiliza transporte público, como forma de evitar ainda mais a disseminação do novo coronavírus.

Segundo Vecina, embora a melhoria nas condições para a prevenção da covid-19 no transporte público caiba principalmente aos governos, individualmente, a pessoa pode tomar algumas atitudes para diminuir os riscos de ser infectada. “Individualmente, cada um de nós pode melhorar a vida, com certeza. Por exemplo, usar uma máscara mais eficaz. Uma máscara de três camadas de pano ou uma máscara N95 bem ajustada à face. Outra questão é, se o ônibus passa muito cheio, espere o próximo, se você puder esperar o próximo ônibus”, alertou.

Por Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil 

Linha 5-Lilás do Metrô será ampliada até o Jardim Ângela

(Mastrangelo Reino/Gov. do Estado de SP)

O Governador João Doria e o Secretário dos Transportes Metropolitanos Alexandre Baldy participaram, na manhã desta terça-feira (23), do anúncio do início da expansão da Linha 5-Lilás até o Jardim Ângela. O projeto contempla duas estações e um terminal de ônibus. O novo trecho terá 4,33 km de extensão e a estimativa é beneficiar cerca de 130 mil moradores.

Os estudos serão iniciados com a elaboração dos projetos funcionais das obras civis e sistemas, seguido dos projetos básico e executivo. O prazo para entrega de todos estudos é de até 24 meses. A Secretaria de Transportes Metropolitanos e a ViaMobilidade, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 5-Lilás desde 2018, negociam os termos para a construção da obra.

“É muito importante que tenhamos um início breve das obras, primeiro para demonstrar que a obra de fato vai seguir seu ritmo, segundo porque em um período tão duro de pandemia, quando vem uma obra que vai ajudar a mobilidade da população mais carente, mais vulnerável a chegar mais rápido ao trabalho e a voltar logo pra casa, é uma esperança”, disse João Doria.

A Estação Comendador Sant’Anna será elevada e localizada na avenida de mesmo nome, uma região que concentra comércios, serviços e equipamentos públicos. Já a Estação Jardim Ângela, que estará próxima ao Hospital Municipal M’Boi Mirim, será subterrânea e conectada ao terminal já existente da SPTrans e ao novo terminal a ser construído, que permitirá absorver o aumento da demanda de passageiros de ônibus com a implantação da nova estação.

“Esse encontro de hoje concentra uma série de resoluções que foram feitas pelo nosso Governo. Desde o início nós encontramos alguns desafios, um dos maiores era dar aqui os passos necessários para permitir a extensão entre o Capão Redondo e o Jardim Ângela. Mas para percorrermos esse caminho existiam entraves, que hoje estão sendo vencidos”, falou Baldy

Para viabilizar o projeto, a avenida Carlos Caldeira Filho será prolongada do Capão Redondo até a Estrada do M’Boi Mirim. O trecho acompanhará o córrego Capão Redondo, que será canalizado, e terá uma pista em cada sentido, com ciclovia. Para a implantação das obras serão necessárias desapropriações e remoção de interferências.

Por Gov. do Estado de SP

Movimento no sistema de trens e metrô cai 62% na fase emergencial

O número de pessoas que utilizam transporte público caiu em 62% no estado de São Paulo durante a fase emergencial. A informação foi divulgada por Rodrigo Garcia, vice-governador do estado, em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (19).

“O movimento diário que, antes da quarentena, era de mais de 10 milhões de pessoas, agora é de menos de 4 milhões de pessoas”, afirmou Garcia, que ainda ressaltou que 100% da frota de trens continua funcionando. “Isso custa aos cofres públicos, mas é um custo necessário para que a gente possa estimular o distanciamento social”, disse.

Por TV Cultura

Linha Verde do Metrô terá oito novas estações

O Governador de São Paulo João Doria anunciou, na manhã desta terça-feira (9), que  a Linha 2 Verde do metrô será ampliada até o bairro da Penha, na Zona Leste da cidade de São Paulo. Com a ampliação, trecho ganhará oito novas estações.

A obra custará R$ 6 bilhões, e a conclusão está programada para 2026. De acordo com o secretário de Transportes Metropolitanos do estado de São Paulo, Alexandre Baldy, a obra na estação da Vila Prudente aumentará a capacidade de 55 mil passageiros por dia para 90 mil.

Baldy também mencionou a melhora no fluxo entre a Linha 2 Verde e a Linha 15 Prata, da CPTM, mas afirmou que a principal obra será a expansão da Vila Prudente até a Penha. 

Por Tv Cultura

Enem: Metrô vai reforçar operação para atender estudantes

O Metrô de São Paulo vai reforçar a frota de trens neste domingo (17), entre 10h e 13h. O objetivo é oferecer melhor estrutura de transporte para os estudantes que vão participar da primeira fase do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).

Nas linhas 1-Azul e 3-Vermelha vão ser colocadas em circulação, segundo o Metrô, mais composições do que em um domingo habitual. “A operação especial do Metrô também contempla a disponibilização de trens reservas estacionados em pontos estratégicos das linhas, para ampliar a oferta de viagens em caso de aumento de demanda”, sinaliza em comunicado.

O Metrô recomendou aos estudantes que vão prestar a prova para que comprem a passagem com antecedência. “Além das tradicionais bilheterias, as passagens também podem ser adquiridas em QRCode, disponíveis para compra pelo aplicativo de celular “TOP” e em máquinas de autoatendimento nas estações.

Para esclarecer dúvidas sobre a operação do sistema, os estudantes e demais passageiros podem contar com a Central de Informações do Metrô, pelo telefone 0800-770-7722. As ligações são atendidas das 8h às 20h.

“Importante lembrar que neste dia, assim como em todos os domingos e feriados, os passageiros podem embarcar com suas bicicletas durante todo o funcionamento do Metrô, das 4h40 à meia-noite”, finaliza.

Achados e Perdidos do Metrô recolheu mais de 54 mil objetos em 2020

(Arquivo/Gov. do Estado de SP)

Em meio a pandemia e a mudança de hábitos da população, a Central de Achados e Perdidos (CAP), serviço com mais de 45 anos de atendimento ao público, registrou em 2020 um total de 54.078 objetos perdidos no Metrô. Desse montante, graças ao empenho do setor e a um sistema informatizado, que propicia aos funcionários consultar, de qualquer estação, os objetos cadastrados com identificação, 22,92% dos itens perdidos, ou seja, 12.544 objetos, foram devolvidos para os respectivos proprietários.

Em 2020, as cinco estações do Metrô que contabilizaram maior registro de cadastros de objetos perdidos foram: Corinthians/Itaquera, Sé, Jabaquara, Palmeiras/Barra Funda e Santana.  Entre os itens mais deixados pelos passageiros estão os cartões de plástico (bancários e de bilhete único), os documentos (RG, CNH) e pertences pessoais como carteiras, celulares, óculos, chaves, roupas e material escolar.

Regras para consulta e devolução

O passageiro que perdeu algo no Metrô poderá consultar o serviço de “Achados e Perdidos” pelo site (www.metro.sp.gov.br), pelo telefone 0800-770 7722 (ligação gratuita), da Central de Informações do Metrô, todos os dias, das 5h00 às 00h00, quando os objetos estiverem identificados pelo nome. Outra alternativa para consultar objetos identificados é solicitar a busca a um funcionário nas estações do Metrô ou, se o passageiro preferir,  procurar diretamente o guichê de atendimento da Central de Achados e Perdidos, na estação Sé, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 7 às 20h.

Já quando o objeto a ser resgatado não possuir identificação pelo nome, o atendimento necessariamente terá que ocorrer na Central de Achados e Perdidos, na estação Sé. Nesses casos, a identificação destes objetos é feita por meio das características fornecidas pelo passageiro, bem como o local, dia e hora aproximada em que ocorreu a perda.

Todos os objetos recolhidos nas estações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, operadas pelo Metrô, e os da Linha 4-Amarela, que é operada pela ViaQuatro, são encaminhados para a Sé e permanecem no local para devolução por 60 dias. Após esse período, os objetos em bom estado e valores em dinheiro não devolvidos são encaminhados ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo. Já os documentos são destinados aos respectivos órgãos emissores.

Por Gov. do Estado de SP