Preso mais um suspeito de roubar Ouro em Cumbica

Câmera gravou ação da quadrilha (Reprodução)


Agentes da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil de São Paulo, prenderam um homem envolvido em um roubo a carro-forte ocorrido em março de 2018, em Santa Catarina, e suspeito de participar da quadrilha que roubou mais de 700 quilos de ouro no Aeroporto de Guarulhos, em julho de 2019.

A prisão ocorreu em Itanhaém, cidade do litoral sul do estado de São Paulo, na última sexta-feira (17). De acordo com nota da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, o suspeito foi detido em cumprimento a um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça de Santa Catarina. No último dia 11, a polícia já havia prendido, em São Caetano do Sul (SP), um outro suspeito do roubo de ouro no Aeroporto de Guarulhos.

O roubo


https://spagora.com.br/denuncia-de-trafico-ajudou-a-prender-mentor-de-roubo-em-cumbica/policia/

Segundo a polícia, ao menos dez pessoas teriam participado do crime, que ocorreu em Guarulhos, em julho de 2019. As investigações indicam que o grupo chegou ao aeroporto em dois carros identificados como se fossem viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, teriam rendido os funcionários que faziam a manipulação da carga, obrigando-os a transferir o ouro para um dos veículos.

A polícia acredita que a entrada dos ladrões foi facilitada pelo supervisor de logística, que afirmou ter sido rendido na noite anterior. O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

Por  Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

Denúncia de tráfico ajudou a prender mentor de roubo em Cumbica

Câmeras gravaram o roubo dentro do terminal de cargas do aeroporto


A Polícia Civil prendeu mais um suspeito de envolvimento no roubo de mais de 700 quilos de ouro ocorrido no terminal de cargas do aeroporto de Guarulhos, em julho de 2019. O mandado foi cumprido na noite dessa sexta-feira (10), pelo Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc).

A Polícia Civil diz que Francisco Teotônio da Silva Pasqualini é o mentor do crime (Reprodução)

Conforme informou a corporação, em nota, o homem, de 55 anos, foi detido na Rua José de França Dias, no bairro Jardim São Caetano. Ele foi localizado após uma denúncia sobre tráfico de drogas, que teria sido praticado em Heliópolis, a aproximadamente cinco quilômetros do local.

Ainda segundo a assessoria de imprensa da corporação, o suspeito confessou ser procurado pelas autoridades policiais, ao ser abordado. Os agentes conduziram-no à delegacia, onde confirmaram estar em aberto um mandado de prisão contra ele, expedido pela 6ª Vara Criminal de Guarulhos. 

Sobre o roubo


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De acordo com a polícia, ao menos dez pessoas teriam participado do crime. As investigações indicam que o grupo chegou ao aeroporto em dois carros identificados como se fossem viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, teriam rendido os funcionários que faziam a manipulação da carga, obrigando-os a transferir o ouro para um dos veículos.

A corporação destacou que a entrada dos ladrões foi facilitada pelo supervisor de logística, que afirmou ter sido rendido na noite anterior. O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

Preso quinto envolvido no roubo de ouro em Cumbica

Por Elaine Patricia Cruz

(Circuito Interno/Reprodução)


A Polícia Civil prendeu, na madrugada de hoje (22), mais um envolvido no roubo de mais de 700 quilos de ouro no Aeroporto de Guarulhos ocorrido no final de julho. Outras quatro pessoas já tinham sido detidas.

O preso tem passagens pela polícia por roubo a carro forte. Ele morava na região do Morumbi, na zona sul da capital e, atualmente, estava construindo uma chácara de alto padrão na cidade de Atibaia.

(Polícia Civil/Reprodução)

De acordo com a polícia, ao menos dez pessoas teriam participado do crime. Segundo as investigações, o grupo teria chegado ao aeroporto em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, renderam os funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes. A entrada dos ladrões foi facilitada pelo supervisor de logística, que afirma ter sido rendido na noite anterior.

O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

Cumbica: Identificado mentor intelectual do roubo de ouro

A Polícia Civil diz que Francisco Teotônio da Silva Pasqualini é o mentor do crime (Reprodução)

A Polícia Civil de São Paulo identificou o mentor intelectual do roubo de ouro ocorrido no terminal de cargas do aeroporto internacional de Guarulhos em 25 de julho deste ano. Francisco Teotônio da Silva Pasqualini teve a prisão decretada, mas está foragido.

Além do roubo de 718,9 quilos de ouro divulgados anteriormente, a polícia informou nesta terça-feira (6), em entrevista coletiva, que há um segundo montante de ouro e outros objetos valiosos que foram roubados na ocasião.

“São mais 51 quilos que pertencem a outras empresas. Além desses 51 quilos de ouro, nós temos 15 quilos de pedras preciosas – esmeraldas brutas – e também 1,650 quilos de relógios e um colar da Louis Vuitton [empresa francesa especializada em artigos de luxo], que estava sendo encaminhado para a própria Louis Vuitton na Europa, que eram peças [relógios e o colar] que totalizavam cerca de R$ 90 mil”, disse o delegado Pedro Ivo Corrêa, da 5ª Delegacia Patrimônio (Investigações sobre Roubo a Banco).

(Polícia Civil/Reprodução)

Ontem (5), a polícia informou que a Justiça havia decretado a prisão preventiva de seis pessoas envolvidas no roubo. Quatro envolvidos já estavam presos e dois, incluindo o mentor intelectual, estão sendo procurados. O outro homem foragido é dono do estacionamento localizado na zona lesta da capital paulista, onde os carros usados no roubo teriam sido clonados.

“Nós trabalhamos com um número de 14 pessoas [envolvidas no roubo], é uma ramificação de uma organização maior”.

Segundo Corrêa, os envolvidos podem ser enquadrados nos crimes de roubo, extorsão mediante sequestro, falsidade ideológica e organização criminosa. O delegado estima que, se condenados, cada um possa pegar mais de 20 anos de pena.

O delegado ressaltou o envolvimento de funcionário do aeroporto no planejamento do roubo, afirmando que esle admitiu a participação, porém não quis imputar a autoria do roubo a ninguém. “A verdade é que, em operações como essa, os criminosos têm informações privilegiadas. Nenhum sistema de segurança é seguro o bastante se tem um funcionário participando junto com os criminosos.”

Segundo informações da Polícia Civil, este funcionário, que já está preso, teve a família sequestrada como forma de pressão para que continuasse a participar do roubo. “Ele concordou em participar e, no final, quando começou a criar obstáculos, o pessoal da organização [criminosa] findou por sequestrar sua família para estimulá-lo a participar [do roubo]”. Para o delegado, o fato de sua família ter sido refém não diminui a participação do funcionário no crime, e ele deve responder por isso.

Antes da execução do crime, houve duas tentativas. A primeira, em março, e a outra, poucos dias antes do roubo. De acordo com o delegado, os criminosos chegaram até o portão, mas desistiram.

A polícia admite que haverá dificuldadepara localizar a carga roubada, já que o ouro pode ser derretido e moldado em diferentes formas. O delegado disse que o montante foi dividido entre os envolvidos no roubo, o que também vai dificultar sua localização.

“As investigações vão prosseguir.Nós vamos ter que perder mais um pouco de tempo para ter essa resposta [onde está o ouro]. Temos a informação já de que boa parte do ouro é transportada para o mercado exterior. Através de várias modalidades distintas, o pessoal vai escoando aos poucos, certamente não estará por aqui, nem vai estar nas proximidades”, acrescentou Corrêa.

“Concluímos que parte do ouro está sendo encaminhada ao exterior. Uma das formas é através de formiguinhas, chineses que compram peças de ouro, em filetes pequenos, colocam dentro do celular e encaminham para a China”, disse o delegado Rogerio Luiz Marques.

Um chinês foi preso ontem na região da Avenida Paulista com um total de 1,1 quilos em pequenas peças de ouro que comprava, colocava dentro de celulares e, segundo a polícia, enviava para a China, onde a venda do metal é mais rentável que no Brasil. Foi imputado a ele o crime de evasão de divisas. “De início, não se pode afirmar que o ouro encontrado com esse chinês é derivado do roubo do aeroporto. Pode-se supor que seja uma das formas pela qual saiam do Brasil ouro e pedras preciosas”, afirmou o delegado.

*Com Informações da Agência Brasil

6 suspeitos no roubo de ouro têm prisão preventiva decretada

Por Camila Boehm

Bandidos usaram viaturas falsas durante a ação em Cumbica, Guarulhos (Polícia Civil/Reprodução)

A Justiça decretou as prisões preventivas de seis pessoas envolvidas no roubo de 718,9 quilos de ouro no terminal de cargas de aeroporto internacional André Franco Montoro, conhecido como aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. O crime aconteceu no dia 25 de julho.  

Dos seis, quatro cumpriam prisões temporárias por suspeita de participação no roubo.  

As informações foram divulgadas na noite de ontem (5) pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil paulista. “Policiais da 5ª Delegacia Patrimônio [Investigações sobre Roubo a Banco], responsáveis pelas apurações, reuniram informações que permitiram identificar e prender quatro envolvidos e indiciar outros dois indivíduos, agora procurados”, divulgou o Deic, em nota.

Histórico

O grupo chegou ao aeroporto por volta das 14h30, em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, os homens renderam funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes. A entrada dos ladrões foi facilitada por um supervisor de logística que havia sido rendido na noite anterior.

Na manhã do dia 24, o funcionário foi fechado no trânsito enquanto levava a esposa ao trabalho, na região da Avenida Jacu-Pêssego, zona leste paulistana. A ação foi feita por um veículo caracterizado de ambulância, de onde desceu um criminoso que rendeu o supervisor e obrigou a mulher a entrar no veículo usado pelos criminosos. O ladrão explicou que a esposa permaneceria como refém e ele seria obrigado a auxiliar o grupo no roubo.

No final daquela tarde, o funcionário teve um novo encontro com os criminosos, quando foi levado à própria casa e teve toda a família feita refém: a sogra, o cunhado, a cunhada, os dois filhos e uma criança da vizinhança. No dia seguinte, na quinta-feira (25), ele foi levado junto com os criminosos para realizar a ação. O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York (EUA) e Toronto (Canadá).

Após a ação no aeroporto, o grupo foi até um estacionamento em São Miguel Paulista, zona leste da capital, onde transferiu o ouro para outros dois carros encontrados pela polícia. Nenhum dos veículos usados no crime consta como roubado. A polícia suspeita que eles tenham sido comprados no interior do estado por meio de fraudes. Mais dois veículos também foram abandonados pelos ladrões e não se sabe como o ouro foi transportado a partir de então.

Depois do roubo, a esposa do supervisor foi liberada em Itaquaquecetuba, município da parte leste da Grande São Paulo. O funcionário também foi libertado ileso.

Preso quarto suspeito de atuar no roubo de ouro em Cumbica

Por  Fernanda Cruz e Daniel Mello

Um quarto suspeito de participação no roubo de 718 quilos de ouro foi preso ontem (3), segundo informações da 5ª Delegacia de Patrimônio de São Paulo. O crime ocorreu no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Franco Montoro, em Guarulhos (SP), na última quinta-feira (25).

De acordo com a polícia, pelo menos dez pessoas participaram do crime. A Justiça prorrogou as prisões temporárias de três suspeitos de participação no roubo.

Dois acusados foram presos no último domingo (28) e o terceiro foi detido em flagrante, segundo a polícia, com um carregador de fuzil e munição. Ele teria oferecido apoio logístico para passar a carga roubada dos carros usados no assalto para outros veículos.

O roubo

O grupo chegou ao aeroporto por volta das 14h30 do dia 25 em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, os homens renderam funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes. A entrada dos ladrões foi facilitada por um supervisor de logística que havia sido rendido na noite anterior.

Na manhã do dia 24, o funcionário foi fechado no trânsito enquanto levava a esposa ao trabalho, na região da Avenida Jacu-Pêssego, zona leste paulistana. A ação foi feita por um veículo caracterizado de ambulância, de onde desceu um criminoso que rendeu o supervisor e obrigou a mulher a entrar no veículo usado pelos criminosos. O ladrão explicou que a esposa permaneceria como refém e ele seria obrigado a auxiliar o grupo no roubo.

No final daquela mesma tarde, o funcionário teve um novo encontro com os criminosos, quando foi levado à própria casa e teve toda a família feita refém: a sogra, o cunhado, a cunhada, os dois filhos e uma criança da vizinhança. No dia seguinte, ele foi levado junto aos criminosos para realizar a ação.O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

Quadrilha usou viaturas falsas da Polícia Federal (Polícia Civil/Reprodução)

Após a ação no aeroporto, o grupo foi até um estacionamento em São Miguel Paulista, zona leste da capital, onde transferiu o ouro para outros dois carros encontrados pela polícia. Nenhum dos veículos usados no crime consta como roubado. A polícia suspeita que eles tenham sido comprados no interior do estado por meio de fraudes. Outros dois veículos também foram abandonados pelos ladrões e não se sabe como o ouro foi transportado a partir de então.

Depois do roubo, a esposa do supervisor foi liberada em Itaquaquecetuba, município da parte leste da Grande São Paulo. O funcionário também foi libertado ileso.

Encontrada ambulância usada em roubo de ouro

Por Fernanda Cruz 

Veículo depenado foi abandonado em um terreno baldio (Polícia Civil/Reprodução)

Os policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de São Paulo localizaram partes de uma ambulância que pode ter sido usada por criminosos durante o roubo de 718,9 Kg no terminal de cargas do Aeroporto Internacional Franco Montoro, em Guarulhos (SP), na última quinta-feira (25).

As peças, que passarão por perícia, estavam abandonadas em um matagal na zona rural do município de Ferraz de Vasconcelos. Em nota, o Deic informa que “os trabalhos de apuração prosseguem para identificar os integrantes da quadrilha”.

De acordo com a polícia, ao menos dez pessoas participaram do crime. Ontem (1º), a Justiça prorrogou as prisões temporárias dos três homens suspeitos de participação.

Dois acusados foram presos no último domingo. O terceiro foi detido em flagrante, segundo a polícia, com um carregador de fuzil e munição. Ele teria oferecido apoio logístico para passar a carga roubada dos carros usados no assalto para outros veículos.

O caso

O grupo chegou ao aeroporto por volta das 14h30 da última quinta-feira, em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, renderam os funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes. A entrada dos ladrões foi facilitada pelo supervisor de logística que afirma ter sido rendido na noite anterior.

O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

Investigação já ouviu 13 testemunhas sobre roubo de ouro

Por Daniel Mello

A Polícia Civil já ouviu 13 testemunhas na investigação sobre o roubo de 718,9 quilos de ouro no Aeroporto Internacional de Guarulhos na última quinta-feira (25). Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), prestaram esclarecimentos hoje (30) funcionários de duas empresas aéreas.

Três pessoas já foram presas por suspeita de envolvimento no crime. Um deles é Petterson Patrício, o funcionário do aeroporto que disse, inicialmente, ter sido feito refém e obrigado a ajudar os criminosos. Petterson e outro homem foram presos no fim de semana.

Supervisor de logística,  Petterson chegou junto com a quadrilha e facilitou a entrada do grupo no local onde estava sendo transportado o ouro. Ele disse que sua mulher também foi sequestrada pelo bando.

No entanto, após ter sido confrontado com diversas inconsistências na versão de que era refém dos criminosos, Petterson confessou a participação no assalto, informou a  Polícia Civil. Com base nisso, a juíza Ana Carolina Miranda de Oliveira, da comarca de Guarulhos, decretou a prisão temporária de Petterson.

Na madrugada de ontem (29), a polícia prendeu outro suspeito em flagrante com um carregador de fuzil e munição. De acordo com a investigação, o suspeito ofereceu apoio logístico para passar a carga roubada dos carros usados no assalto para outros veículos.

O roubo

Ao menos 10 pessoas, segundo a polícia, participaram do crime. O grupo chegou ao aeroporto por volta das 14h30 de quinta-feira em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, renderam os funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes.

O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

Preso 3º suspeito de roubar carga de ouro em Cumbica

Por Daniel Mello

A Polícia Civil prendeu nesta madrugada (29) mais um homem suspeito de participar do roubo de 718,9 quilos de ouro do Aeroporto Internacional de Guarulhos na última quinta-feira (25). Ele foi detido em flagrante, segundo a polícia, com um carregador de fuzil e munição. Segundo o Departamento Estadual de Investigações Criminais, ele teria oferecido apoio logístico para passar a carga roubada dos carros usados no assalto para outros veículos.

Outros dois suspeitos foram presos durante o fim de semana. Entre eles, está Petterson Patrício, o funcionário do aeroporto que teria sido feito de refém e obrigado a ajudar os criminosos. Segundo o advogado Ricardo Sampaio Gonçalves, que o defende, ele nega participação no roubo.

De acordo com a polícia, ao menos dez pessoas participaram do crime. O grupo chegou ao aeroporto por volta das 14h30 de quinta-feira, em dois carros disfarçados de viaturas da Polícia Federal. Fortemente armados, renderam os funcionários que faziam a manipulação da carga e os obrigaram a transferir o ouro para uma das caminhonetes. A entrada dos ladrões foi facilitada pelo supervisor de logística que afirma ter sido rendido na noite anterior.

O metal, dividido em 31 malotes, tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

Funcionários de Cumbica são presos após roubo de ouro

Falsa viatura usada pelos bandidos durante o roubo (Polícia Civil/Reprodução)

Dois funcionários do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foram presos por suspeita de envolvimento no roubo de de 718,9 quilos de ouro. A primeira prisão foi realizada na noite de sábado (27) e foi confirmada, em nota, pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), neste domingo (28).

O crime aconteceu na última quinta-feira (25) quando dez assaltantes invadiram o terminal de cargas do aeroporto.

Eles usaram carros clonados e com adesivos da Polícia Federal, além de estarem fortemente armados. A ação durou poucos minutos e foi gravada por câmaras de segurança.

Segundo a Polícia Civil, um dos funcionários tem cargo de supervisão da equipe e chegou a dizer, durante as investigações, que a família dele havia sido ameaçada. Desde o início, investigadores desconfiavam da participação de funcionários do aeroporto.

O ouro roubado está avaliado em mais de R$ 110 milhões e ainda não foi localizado.

*Atualizado às 20h43

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