Novo lote de vacina para crianças chega ao Brasil

Frascos da vacina da pfizer com tampas na cor laranja. No canto esquerdo parte de um seringa.

Chegou hoje (24) no Aeroporto de Viracopos, em Campinas, interior paulista, um carregamento de 1,8 milhões de doses de vacina pediátrica contra a covid-19. É o terceiro lote enviado ao Brasil do imunizante da Pfizer destinado a aplicação em crianças.

A entrega de hoje estava prevista para ser realizada na próxima quinta-feira (27), porém foi antecipada pelo laboratório norte-americano. Já tinham sido enviadas 2,5 milhões de doses desde que a vacinação de crianças com idade entre 5 e 11 anos foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Até o fim de março, o governo federal espera receber 20 milhões de doses de vacinas pediátricas da Pfizer.

Na última sexta-feira (21), a vacina Coronavac também foi incluída pelo Ministério da Saúde no plano de imunização contra a covid-19 para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos de idade. O governo federal está negociando os termos de compra com o Instituto Butantan, que produz o imunizante no Brasil em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Novas doses de vacina para crianças chegam ao Brasil

Caixa de vacina, com nome do imunizante e fabricante, sendo segurada por duas mãos usando luvas coloridas.

O Ministério da Saúde confirmou que uma segunda remessa de vacinas pediátricas contra covid-19 chegou hoje (16) ao aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Desta vez, foram recebidas 1,2 milhão de doses da Pfizer, a única autorizada até agora pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa) para aplicação em crianças entre 5 e 11 anos. 

De acordo com o secretário executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, a remessa mais recente estava prevista para chegar ao país apenas em 20 de janeiro, mas foi antecipada. No próximo dia 27, está prevista a chegada de mais 1,8 milhão de doses. 

Caixa de vacina, com nome do imunizante e fabricante, sendo segurada por duas mãos usando luvas coloridas.
(Myke Sena/Min. da Saúde)

A primeira remessa de doses da vacina foi descarregada na madrugada da última quinta-feira (13), também em Viracopos. No dia seguinte, o estado de São Paulo aplicou a primeira vacina pediátrica contra covid-19 da Pfizer em uma criança. 

“Para a imunização desse público [entre 5 e 11 anos] será necessária a autorização dos pais. No caso da presença dos responsáveis no ato da vacinação, haverá dispensa do termo por escrito. A orientação da pasta é que os pais ou responsáveis procurem a recomendação prévia de um médico antes da imunização”, disse o Ministério da Saúde.

Por Agência Brasil

Primeiras vacinas para crianças chegam ao Brasil

Ao fundo, o avião, com o compartimento de cargas aberto, e o lote de vacinas sendo retirado.

Chegaram ao Brasil, às 4h45 desta quinta-feira (13), as primeiras vacinas contra covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (São Paulo).

O lote será distribuído a estados e municípios para iniciar a aplicação. A previsão é que o Brasil receba em janeiro um total de 4,3 milhões de doses da vacina. A remessa é a primeira de três que serão enviadas ao país.

Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.

No canto direito da imagem, cinegrafista grava com uma câmera profissional o desembarque das vacinas. Ao fundo, o avião, com o compartimento de cargas aberto, e o lote de vacinas sendo retirado.
(TV Brasil/Reprodução)

Na semana passada, o ministério anunciou a inclusão dos imunizantes pediátricos no plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Segundo a pasta, a criança deve ir aos postos de vacinação acompanhada dos pais ou responsáveis ou levar uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações.

A distribuição será feita na seguinte proporção (confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado):

Região Centro-Oeste (8,17%)

Distrito Federal – 1,30%

Goiás – 3,55%

Mato Grosso do Sul – 1,47%

Mato Grosso – 1,85%

Região Sudeste (39,18%)

Espírito Santo – 1,93%

Minas Gerais – 9,02%

Rio de Janeiro – 7,49%

São Paulo – 20,73%

Região Sul (13,17%)

Paraná – 5,25%

Rio Grande do Sul – 4,73%

Santa Catarina – 3,19%

Região Nordeste (28,43%)

Alagoas – 1,77%

Bahia – 7,07%

Ceará – 4,42%

Maranhão – 4,02%

Paraíba – 1,89%

Pernambuco – 4,80%

Piauí – 1,62%

Rio Grande do Norte – 1,67%

Sergipe – 1,17%

Região Norte (11,05%)

Acre – 0,57%

Amazonas – 2,77%

Amapá – 0,55%

Pará – 4,99%

Rondônia – 0,93%

Roraima – 0,38%

Tocantins – 0,86%

Por Agência Brasil

Anvisa faz recomendações para uso de vacina da Pfizer em crianças

Frascos da vacina da pfizer com tampas na cor laranja. No canto esquerdo parte de um seringa.

Após autorizar o uso da vacina da Pfizer em crianças com idade entre 5 e 11 anos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apresentou hoje (16) algumas recomendações e condições que devem ser observadas pelas autoridades de saúde para a imunização desse público. De acordo com a agência, a atenção deve ser redobrada uma vez que tanto a dose como a formulação da vacina a ser aplicada serão diferentes das aplicadas em jovens e adultos.

A exemplo do que ocorreu nos demais grupos, a vacinação em crianças deve priorizar grupos consideradas como de risco. Um ponto muito importante, ressaltado pela diretora da Anvisa e relatora do processo de liberação do medicamento, Meiruze Sousa Freitas, é que pais ou responsáveis fiquem atentos com relação ao frasco da vacina, que terá cor laranja. Para adultos, o frasco é roxo.

A administração da vacina em crianças será de duas doses de 10 microgramas com três semanas de intervalo. “O volume a ser aplicado é de 0,2 ml em uma seringa de 1 ml”, explicou a diretora.

Recomendações

Meiruze lembrou que caberá ao Ministério da Saúde a decisão sobre “conveniência e oportunidade” para inclusão da vacina no Programa Nacional de Imunização, mas que cabe à Anvisa apresentar as recomendações e condições que devem ser seguidas para a vacinação das crianças nessa faixa etária.

“A vacinação das crianças nessa faixa etária deve ser iniciada após treinamento completo das equipes que de saúde que farão a aplicação, uma vez que a grande maioria dos eventos adversos pós-vacinação é decorrente da administração do produto errado a faixas etárias erradas, de doses inadequadas e da preparação errônea do produto”, disse a diretora.

Uma outra recomendação da Anvisa é de que a vacinação das crianças seja feita em “ambiente específico e segregado da vacinação de adultos”. O ambiente deve ser “acolhedor e seguro para a população pediátrica”. É também indicado que as crianças permaneçam no local em que a vacinação ocorrer por pelo menos 20 minutos após a aplicação, de forma a serem observadas por esse período.

A sala em que se dará a aplicação da vacina deve ser exclusiva para a aplicação dessa vacina. E não deve ser aproveitada para a aplicação de outras vacinas, ainda que pediátricas. Não havendo essa possibilidade na infraestrutura, para essa aplicação, que sejam adotadas todos cuidados visando uma administração segura.

No caso de comunidades isoladas, como aldeias indígenas, a Anvisa recomenda que, sempre que possível, a vacina seja feita em dias separados, não coincidentes com os dias de aplicação em adultos.

Intervalo de 15 dias

Frascos da vacina da pfizer com tampas na cor laranja. No canto esquerdo parte de um seringa.
(Paul Hennessy/via Agência Brasil)

Segundo a diretora da Anvisa, a vacina não deve ser administrada de forma concomitante com outras vacinas do calendário infantil. “Por precaução é recomendado intervalo de 15 dias”, disse a diretora.

A modalidade de vacinação drive thru também deve ser evitada.

Outra recomendação é que os agentes de saúde devem informar aos pais ou responsáveis que acompanham crianças e adolescentes sobre sintomas e reações esperadas após a vacinação, como dor, inchaço ou vermelhidão local, febre, fadiga, dor de cabeça ou linfadenopatia (gânglios) na axila do braço que recebeu a vacina.

“Pais ou responsáveis devem procurar um médico, caso a criança apresente dores repentinas no peito, falta de ar ou palpitações após a aplicação da vacina”, afirmou a diretora. Crianças que completarem 12 no intervalo entre a primeira e a segunda dose deverão manter a dose pediátrica.

Secretários de Saúde

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) divulgou nota na qual manifestou apoio à aprovação do imunizante para esse público. Nela, o presidente da entidade, Carlos Lula, destaca que o imunizante já foi aprovado para a faixa etária pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA), pela Agência Americana Food and Drug Administration (FDA) e pelo governo de Israel.

“Tendo em vista que para dar início à vacinação nesta faixa etária será necessária formulação específica desta vacina com um terço da fórmula padrão [10 microgramas por dose], o Conass aguarda posicionamento do Ministério da Saúde quanto à sua aquisição, o que é de sua competência. Aguardamos também, com expectativa, o processo de avaliação da vacina CoronaVac, do Instituto Butantan, para a vacinação de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos, já amplamente utilizada em outros países, com disponibilidade imediata no Brasil”, disse Carlos Lula.

Contatado pela Agência Brasil, o Ministério da Saúde informou que não há, ainda, previsão sobre quando começará a aplicar a vacina da Pfizer em crianças com idade entre 5 e 11 anos.

Ameaças

O diretor presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres, aproveitou o anúncio para denunciar que todos diretores da Anvisa receberam ameaças – algumas de morte – de pessoas contrárias à vacinação em crianças.

Segundo Torres, “o acirramento da violência anti-vacina está em viés crescente”, mas o trabalho que vem sendo desenvolvido pela agência não será prejudicado.

Ele informou que “não cabe à Anvisa e, sim, às autoridades de saúde, a aplicação do imunizante”.

Por Agência Brasil

Agência da UE aprova vacina para crianças a partir de 5 anos

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) deu luz verde nesta quinta-feira (25/11) para o uso da vacina da Pfizer-BioNTech contra a covid-19 em crianças entre 5 e 11 anos de idade, abrindo o caminho para a imunização de milhões em meio a uma nova onda de infecções no continente.

Trata-se da primeira vacina liberada para crianças pequenas na União Europeia (UE).

A vacina, chamada Comirnaty, deve ser aplicada em duas doses de 10 microgramas, com um intervalo de três semanas entre as injeções, recomendou a EMA. As duas doses aplicadas nos adultos contêm 30 microgramas cada.

(Divulgação)

“Os benefícios da Comirnaty em crianças com idade entre 5 e 11 anos superam os riscos, particularmente naquelas com condições que elevam o risco de caso grave de covid-19”, afirmou a agência.

A Pfizer e a BioNTech afirmaram que seu imunizante apresentou eficácia de 90,7% contra o coronavírus em testes clínicos com crianças nessa faixa etária. A vacina já foi aprovada em maio para uso em adolescentes a partir dos 12 anos na União Europeia.

A aprovação final da vacinação das crianças a partir de 5 anos depende agora da Comissão Europeia, mas o órgão costuma seguir as recomendações da EMA.

Ainda não está claro quando os países da UE poderão começar a imunizar crianças pequenas. Nesta semana, o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, disse que o bloco começaria a receber doses para crianças em 20 de dezembro.

Na Áustria, onde a situação da pandemia é particularmente grave, autoridades não esperaram a autorização da EMA e já começaram a vacinar cidadãos a partir dos 5 anos de idade.

Com a vacinação de crianças pequenas, o bloco se juntará a um número crescente de países que já aprovaram a imunização nessa faixa etária, entre eles Estados unidos, Canadá, Israel, China e Arábia Saudita.

Por Deutsche Welle
lf (Reuters, AP, DPA)

Pfizer diz que pílula reduz em 89% risco de morte por covid-19

Pesquisador da Pfizer trabalha em laboratório da companhia
Pesquisador da Pfizer trabalha em laboratório da companhia
(Divulgação)

A farmacêutica Pfizer anunciou nesta sexta-feira (05/11) que testes clínicos com sua pílula experimental contra a covid-19 mostraram alta efetividade do medicamento. Chamado Paxlovid, o remédio conseguiu baixar em 89% o risco de hospitalização ou morte entre pacientes adultos com covid-19 com alto risco de desenvolver formas graves da doença.

Nos testes, 389 pacientes infectados receberam a pílula em até três dias após o aparecimento dos sintomas. Desse total, apenas três foram hospitalizados em até 28 dias após o início do estudo, e nenhum morreu. Os testes também envolveram 385 pacientes que não receberam o comprimido, dos quais 27 foram hospitalizados e sete morreram.

O tratamento foi ainda administrado a um total de 607 pacientes em até cinco dias após o início dos sintomas. Nesse caso, seis foram hospitalizados, e nenhum morreu. Outros 612 infectados não receberam o medicamento, e desses, 41 foram internados e dez morreram.

Nenhum dos participantes do estudo havia sido vacinado contra a covid-19. O Paxlovid foi administrado em combinação com uma dose baixa de outro antiviral, o Ritonavir, esse mais antigo.

Agora, a Pfizer disse que planeja apresentar à agência reguladora americana Food And Drug Administration (FDA) os resultados de testes com sua pílula, como parte do procedimento para obter autorização para uso emergencial nos Estados Unidos iniciado em outubro.

Comprimido semelhante já aprovado

Os resultados preliminares do Paxlovid parecem superar os obtidos por um produto similar desenvolvido pela rival MSD (Merck nos EUA e Canadá), em parceria com a Ridgeback Biotherapeutics. A droga, chamada Molnupiravir, mostrou no mês passado ser capaz de reduzir pela metade a probabilidade de morte ou hospitalização em pacientes infectados pelo coronavírus com alto risco de desenvolverem quadros graves.

Nesta quinta-feira, a autoridade reguladora de medicamentos do Reino Unido autorizou o uso do Molnupiravir em adultos com covid-19 e ao menos um fator de risco. A droga da farmacêutica americana MSD é considerada a primeira pílula comprovadamente eficaz no tratamento anticovid.

Os dados completos dos testes de ambas as companhias ainda não estão disponíveis.

Com a notícia, as ações da Pfizer subiram 13%, para 49,47 dólares, enquanto as da MSD caíram 6%, para 84,69 dólares.

Por Deutsche Welle
md/ek (AFP, Reuters)

EUA aprovam vacina da Pfizer para crianças de 5 a 11 anos

(Arquivo)

Autoridades de saúde dos Estados Unidos deram a aprovação final nesta terça-feira (02/11) para o uso da vacina da Pfizer-BioNTech contra a covid-19 em crianças de 5 a 11 anos de idade.

O anúncio foi feito pela diretora do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), Rochelle Walensky, horas após um painel de especialistas do órgão americano ter apoiado unanimemente a aprovação do imunizante.

O grupo de conselheiros concluiu que os benefícios da vacina na prevenção contra a covid-19 superam eventuais riscos associados à vacinação nessa faixa etária. As discussões haviam se centrado principalmente em casos raros de inflamação do coração ligados à vacina, especialmente em homens jovens.

A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos EUA, já havia autorizado a vacina da Pfizer-BioNTech para americanos de 5 a 11 anos na semana passada. Mas é o CDC quem recomenda formalmente quem deve receber vacinas aprovadas pela FDA.

A dosagem aprovada para crianças corresponde a apenas um terço da quantidade aplicada em adolescentes e adultos. Quem tem mais de 12 anos recebe 30 microgramas do imunizante da Pfizer, enquanto a FDA autorizou 10 microgramas para quem tem menos de 12. As crianças também receberão duas doses da vacina, com intervalo de três semanas entre elas.

Essa é a primeira vacina a ser autorizada nos Estados Unidos para crianças entre 5 e 11 anos.

“Sabemos que milhões de pais estão ansiosos para ter seus filhos vacinados e, com esta decisão, agora recomendamos que cerca de 28 milhões de crianças recebam a vacina da covid-19”, afirmou a diretora Rochelle Walensky em comunicado.

“Como mãe, encorajo os pais que têm dúvidas a falar com seu pediatra, enfermeiro escolar ou farmacêutico local para aprender mais sobre a vacina e a importância de vacinar seus filhos.”

Em declarações mais cedo na terça-feira, a chefe do CDC havia afirmado que, embora o risco de desenvolver uma covid-19 grave e morrer seja menor em crianças do que em adultos, esse risco ainda é real. Além disso, a pandemia teve um profundo impacto social, mental e educacional sobre os mais novos, incluindo disparidades crescentes na aprendizagem, disse Walensky.

“Existem crianças na segunda série que nunca tiveram um ano letivo normal”, acrescentou a especialista. “A vacinação pediátrica tem o poder de nos ajudar a mudar tudo isso.”

“Ponto de virada” na luta contra covid

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, também comemorou a aprovação da vacina para crianças, afirmando ser este um “ponto de virada” na batalha contra a covid-19.

“Isso permitirá que os pais encerrem meses de ansiedade preocupante com seus filhos, e permitirá reduzir a extensão com que as crianças espalham o vírus para outros”, disse o líder americano em comunicado. “É um grande passo à frente para nossa nação na luta para derrotar o vírus.”

Biden disse ainda que a campanha de vacinação de crianças será intensificada nos próximos dias, depois de o CDC afirmar que ela poderia começar “o mais rápido possível”.

“O programa aumentará nos próximos dias e estará em pleno funcionamento durante a semana de 8 de novembro. Os pais poderão levar seus filhos a milhares de farmácias, consultórios de pediatras, escolas e outros locais para serem vacinados”, disse o presidente.

Estudos apontaram eficácia e segurança

Um estudo da Pfizer envolvendo 2.268 crianças concluiu que a vacinação infantil é quase 91% eficaz na prevenção da covid-19 sintomática – com base em 16 diagnósticos entre crianças que receberam placebo, em comparação com apenas três que tomaram a vacina.

A FDA, por sua vez, analisou ainda mais crianças vacinadas, um total de 3.100, para concluir que o imunizante é seguro para a faixa etária. Crianças mais novas tiveram reações semelhantes ou mais brandas – como dor no local da aplicação e febre – em comparação com adolescentes e adultos jovens.

De acordo com dados do CDC, desde o início da pandemia houve 1,9 milhão de casos de covid-19 entre crianças de 5 a 11 anos, 8.300 hospitalizações e 94 mortes.

Por Deutsche Welle
ek (AFP, AP, Reuters, Efe)

Brasil recebe 3,2 milhões de doses da Pfizer

Chegarou hoje (15) ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), um carregamento com 3,2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer. Ontem (14), o laboratório norte-americano já havia feito a entrega de 912,6 mil doses. A previsão é de que até o próximo domingo (17), desembarquem no Brasil mais 10 milhões de doses do imunizante.

Os lotes fazem parte do contrato assinado com o Ministério da Saúde para fornecimento de 100 milhões de doses da vacina até dezembro. A farmacêutica já fez a entrega de 100 milhões de doses previstas no primeiro termo assinado com o governo brasileiro.

O Ministério da Saúde já distribuiu 310,5 milhões de doses de vacinas contra o novo coronavírus de quatro laboratórios para serem aplicadas em todo o país. Ontem, o Brasil atingiu a marca de 100 milhões de pessoas completamente imunizadas contra a covid-19 com duas doses ou dose única.

Por Agência Brasil

Vacina da Pfizer é eficiente para proteger crianças acima de 5 anos, diz estudo

De acordo com dados preliminares de pesquisas, as empresas Pfizer e BioNTech afirmaram nesta segunda-feira (20) que o imunizante contra Covid-19 desenvolvido por elas é seguro e obteve resposta imune “robusta” em crianças de 5 a 11 anos. O resultado deve passar por uma nova avaliação de cientistas antes de ser publicado.

“Desde julho, os casos pediátricos de Covid-19 aumentaram cerca de 240% por cento nos EUA, enfatizando a necessidade de vacinação”, disse o presidente-executivo da Pfizer, Albert Bourla, em um comunicado à imprensa.

Segundo as empresas, em seu ensaio clínico de Fase II e III, a vacina gerou resposta imune em crianças de 5 a 11 anos, correspondendo ao analisado anteriormente em adolescentes e jovens adultos de 16 a 25 anos.

“Estamos satisfeitos por poder enviar dados às autoridades regulatórias para este grupo de crianças em idade escolar antes do início da temporada de inverno”, disse o CEO e cofundador da BioNTech, Dr. Ugur Sahin.

“O perfil de segurança e os dados de imunogenicidade em crianças de 5 a 11 anos vacinadas com uma dose mais baixa são consistentes com aqueles que observamos com nossa vacina em outras populações mais velhas com uma dose mais alta”.

Os estudos foram realizados com 4.500 crianças de 6 meses a 11 anos de idade nos Estados Unidos, Finlândia, Polônia e Espanha.

Por TV Cultura

Vacina da Pfizer será usada em dose de reforço de idosos

Com a previsão da chegada de 344 mil doses da vacina da Pfizer nesta quarta-feira (15), o município de São Paulo vai imunizar, com a dose extra, os idosos com mais de 85 anos de idade exclusivamente com esse imunizante.

Estão elegíveis para receber a dose de reforço todos os vacinados com segunda dose há mais de seis meses. O objetivo é garantir proteção adicional à população mais vulnerável ao novo coronavírus, em especial à variante Delta, predominante no município.

Intercambialidade

Qualquer pessoa que deveria ter tomado a segunda dose de AstraZeneca e ainda não completou o esquema vacinal também poderá comparecer a um dos postos de vacinação para receber o imunizante da Pfizer.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que essa medida excepcional e emergencial se deve à indisponibilidade momentânea das vacinas de AstraZeneca. O município aguarda a entrega de novos lotes do imunizante pelo Ministério da Saúde. Cabe salientar que é segura e eficaz a combinação dos dois tipos de vacinas.

A pasta recomenda à população que acompanhe a disponibilidade de segundas doses dos imunizantes por meio da plataforma De Olho na Fila.

Toda a rede estará aberta para a imunização do público elegível para primeira dose, segunda dose e dose adicional. Os idosos devem comparecer a um dos postos de vacinação do município com o comprovante de vacinação, documento com foto e comprovante de residência na capital.

Por Agência Brasil