Cães ajudam PM a apreender drogas no interior de São Paulo

(Polícia Militar/Reprodução)

Cães farejadores ajudaram a Polícia Militar a realizar dois flagrantes de tráfico de drogas, esta semana, no interior de São paulo. Em um dos casos, uma caminhonete de alto padrão foi parada por policiais na Rodovia Raposo Tavares, perto da cidade de Presidente Venceslau.

Segundo a corporação, com a ajuda de Maila e Seth, os PMs encontraram 41 tijolos de cocaína em um fundo falso no banco traseiro. Os três homens que estavam na caminhonete foram presos em flagrante.

Em outro caso, também na Raposo Tavares, os cães Thanos e Kira localizaram 49 tabletes de maconha, cerca de 30 quilos, e quatro tabletes de skank (também conhecida como skunk), uma substância retirada da maconha, totalizando 1,8 quilo.

Dois homens que estavam no carro também foram presos em flagrante. As ocorrências foram registradas durante operação nas rodovias do Estado.

“Atira na bunda dele”: frase viraliza após briga entre PMs

A frase “Atira na bunda dele” viralizou durante a tarde de hoje (4) e virou um dos assuntos mais comentados no Twitter, após dois PMs serem gravados em uma briga. O caso que motivou a frase aconteceu na rua dos Timbiras, região da Santa Ifigênia, área central de São Paulo.

Enquanto os dois policiais militares discutiam, um deles usou a arma para ameaçar o colega. A cena foi presenciada por dezenas de pessoas.

Nos vídeos divulgados na internet é possível ouvir a população que estava no local participando com gritos de “pega ele”, “atira na perna dele”, “mata ele” e a frase que viralizou “atira na bunda dele”.

Veja a reportagem completa aqui.

PM atrasa retorno do almoço, ameaça policial superior e é preso

Dois PMs se desentenderam nesta sexta-feira (04/12) na esquina das ruas dos Timbiras com a Santa Ifigênia, no centro da capital paulista. Um aponta uma pistola para o rosto do outro, aparentemente nervoso. Quando o que está sendo ameaçado tenta desarmar o primeiro PM, quase cai no chão.

Nos vídeos obtidos pela reportagem é possível notar que a discussão durou alguns minutos. O PM menor aponta a arma para o rosto do PM maior e aparenta estar muito nervoso. Enquanto isso, outros dois PMs assistem a cena sem interferirem.

Já a população que estava no local participam com gritos de “pega ele”, “atira na bunda dele”, “atira na perna dele” e até “mata ele”. Até que o PM que estava com a arma apontada em seu rosto desarma o colega. A expressão “atira na bunda dele” entrou para os Trending Topics do Twitter na tarde desta sexta-feira.

Segundo documento obtido pela reportagem, o policial que segura a arma é o soldado Felipe do Nascimento, lotado na 2ª Companhia do 13º Batalhão Metropolitano, que havia saído para o almoço e demorou para retornar. Ao ser cobrado pelo cabo Marcio Simão de Oliveira Matias (o PM mais alto no vídeo), lotado na 3ª Companhia do 7º Batalhão Metropolitano, que aguardava para a troca de posto, sacou a pistola e começou a ameaçar o superior.

Segundo nota da Polícia Militar, “a atitude viola frontalmente os valores fundamentais da Instituição, especialmente a disciplina, a hierarquia, o profissionalismo, a honra e a dignidade humana, exigindo assim punições severas, na medida de sua gravidade”. A PM ainda informa que “o autor da ameaça foi preso em flagrante delito pelo crime de ameaça (artigo 223 do Código Penal Militar) e violência contra superior qualificada pelo uso de arma (artigo 157 do Código Penal Militar) e será conduzido ao Presídio Militar Romão Gomes”.

Ponte procurou a Secretaria da Segurança Pública e aguarda retorno. Esta reportagem pode ser atualizada com mais informações a qualquer momento.

Por Caê Vasconcelos, da Ponte

PM é agredido a pauladas e morto após briga de trânsito na Grande SP

Um cabo da Polícia Militar foi espancado e morto com um tiro, disparado da própria arma, durante uma briga de trânsito em Diadema, na Grande São Paulo. O crime aconteceu na noite de ontem (22), no  Bairro Serraria. 

Segundo informações da PM, de folga e à paisana, o cabo Orbes Lopes de Melo Júnior tinha acabado de sair de uma festa, acompanhado da mulher, quando teria se envolvido em uma discussão no trânsito. Após o bate-boca, o militar foi seguido pelos suspeitos, dois deles ocupando um carro e o terceiro uma moto.

Quando já estava próximo de casa, o policial teve o carro fechado pelo veículo ocupado pelos desconhecidos. No local, aconteceu nova briga, e o PM acabou sendo agredido a pauladas. Em meio às agressões, o militar se desequilibrou e caiu no chão.

A pistola que ele levava na cintura também caiu na via, e um dos agressores a pegou e efetuou pelo menos um disparo, atingindo o policial no tórax. Em seguida, os bandidos abandonaram o carro em que chegaram e fugiram a pé, levando a arma do militar.

O policial foi socorrido por uma equipe do SAMU e encaminhado ao Hospital Estadual de Diadema, mas não resistiu aos ferimentos e acabou morrendo. O cabo Orbes trabalhava no 24º Batalhão, em Diadema, e foi homenageado pelos colegas. No carro dos criminosos, foi encontrado o telefone celular de um deles.

O crime foi registrado no Terceiro Distrito Policial de Diadema.

*Com informações de Paulo Édson Fiore, da Jovem Pan

PM é elogiado após atirar no pé para conter homem em surto

Um vídeo gravado na Rua Diamantina, na Vila Maria, zona norte da cidade de São Paulo, registra a ação de um PM diante de um homem com faca na mão. Em surto, a pessoa corre na direção do PM, que dá um único tiro na direção do pé e o imobiliza.

Ponte questionou a Secretaria da Segurança Pública, comandada pelo general João Camilo Pires de Campos neste governo de João Doria (PSDB), a data da ocorrência, mas não obteve resposta.

É possível afirmar que a ação é recente pois a câmera que capta as imagens ficam no peito e fazem parte dos equipamentos adquiridos pelo governo do Estado em agosto deste ano – o uso está em estudo desde 2017, conforme revelou a Ponte.

Toda a ocorrência é registrada pelo aparelho, desde a chegada dos policiais na viatura, seu desembarque, a busca por informações com as pessoas que os acionaram e a ação em si.

Os PMs conversam com um homem antes de o rapaz com a faca aparecer. Esta pessoa explica que ele está incontrolável e havia se trancado no quarto com a arma branca.

O policial avisa os detalhes da ocorrência ao Copom (Centro de Operações da Polícia Militar). Em seguida, o jovem surge. “Sai da minha casa”, grita, antes de correr na direção aos PMs.

É possível ver nas imagens que o policial puxa sua arma e avisa: “Sai fora, sai fora que você vai tomar”. São 12 alertas sequenciais para que ele pare ou largue a arma.

Durante a ação, o homem correu na direção dos dois PMs e não parou. É possível ouvir quem acompanha a cena gritar que a pessoa “tem problema”.

Por duas vezes, o rapaz com a faca na mão se aproxima do policial que registra a cena. Ele avança como se fosse atacar. Depois de novos avisos de parada, o PM atira em sua perna e o imobiliza.

Ponte mostrou as imagens para Rafael Alcadipani, professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e integrante o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Ele classifica esta como uma ação correta.

“Um indivíduo correndo com uma faca na direção dos policiais é bastante perigoso, pode gerar danos bastante complexos. É difícil criticar a ação do policial”, avalia o especialista.

Segundo Alcadipani, o PM poderia ter dado no máximo dois tiros, conforme determina o Método Giraldi – série de regras da PM para uso da arma em abordagens. “O PM tentou ter um bom senso para lidar com a situação”, diz.

O professor considera esta ocorrência como “situação típica” para o uso de armas de choque. No entanto, o equipamento não está disponível para todos os policiais em ações de rua.

“Nessa abordagem, os policiais, se tivesse uma arma de choque, poderiam ter resolvido de uma forma mais tranquila, sem arma de fogo”, pontua. “A utilização da arma de fogo foi dada a circunstância”.

Ponte questionou a SSP sobre detalhes da ocorrência e aguarda posicionamento.

Por Arthur Stabile, da Ponte

PM reforça segurança no Brás para vendas de fim de ano

(PM/Reprodução)

A Polícia Militar, por meio do 13º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), iniciou hoje (20) uma operação nas principais ruas comerciais da região do Brás, na capital. A ação, que se estende até o dia 25 de dezembro, tem como objetivo reforçar a segurança local, diminuindo os indicadores criminais, bem como apoiar os órgãos municipais no combate ao comércio ilegal de mercadorias, especialmente com a proximidade das festividades de fim de ano.

Para isso, além do efetivo de rádio patrulhamento já empregado diariamente, serão mobilizadas equipes da Força Tática, Bases Comunitárias Móveis, assim como PMs do policiamento ostensivo a pé, com motos, bicicletas e montado (cavalos). Estima-se que o esquema contribuirá com a garantia de segurança de 400 mil pessoas por dia.

Para contribuir com as ações de policiamento, algumas vias serão interditadas para a circulação de veículos ao longo de toda a operação, das 5h30 às 15 h. São elas: Largo da Concórdia e ruas Maria Marcolina, Visconde de Abaeté, Conselheiro Belisário, Casemiro de Abreu, Barão de Ladário, Monsenhor Andrade, João Teodoro, São Caetano, Tier, Valtier e Oriente.

A Polícia Militar orienta que os consumidores não comprem mercadoria ilegais e exijam a nota fiscal dos produtos.

*com informações do Governo do Estado de SP

Vítima de sequestro relâmpago é libertada e bandidos são presos

(Jovem Pan/Reprodução)

A Polícia Militar (PM) prendeu três suspeitos de render e manter uma pessoa refém durante um sequestro-relâmpago no Jardim Umuarama, em Osasco, na Grande São Paulo. A vítima, de 34 anos, foi dominada pelos ladrões na noite dessa quinta-feira (8) na Avenida Presidente João Goulart, ao reduzir a velocidade do carro, um Hyundai HB20 preto, em um semáforo fechado.

Os desconhecidos, um deles armado com um revólver, pularam na frente do veículo e anunciaram o assalto. Dois ocuparam o banco de trás, e o terceiro, com a arma, sentou no banco do passageiro. Eles obrigaram o condutor a seguir em frente.

A intenção era efetuar saques com os cartões do refém em caixas-eletrônicos. Mas a PM, acionada por outro motorista que também fora abordado pelos mesmos criminosos, já havia alertado as equipes em patrulhamento na área.

Uma delas acabou cruzando com o veículo ocupado pelos suspeitos. Assim que perceberam a aproximação dos policiais, os criminosos obrigaram a vítima a acelerar. A perseguição durou cerca de cinco quilômetros e terminou na Avenida Manoel de Nóbrega, junto à Avenida Martin Luther King, no Jardim Adalgiza.

Ali,  o motorista perdeu o controle da direção e bateu o carro contra uma pilha de entulhos de uma obra da Sabesp. Os suspeitos foram detidos, e a vítima, libertada ilesa. Os ladrões, todos maiores de idade, um deles foragido da Justiça, foram autuados em flagrante.

*Com informações de Paulo Édson Fiore

Bandidos morrem em troca de tiros com PM à paisana

O tiroteio ocorreu na noite desta quarta-feira na altura do número 660 da Rua Neá, na Vila Ré.
 
De acordo com a PM, dois jovens tinham acabado de sair de casa e se preparavam para entrar no carro(um Volkswagen Polo preto) quando os três criminosos surgiram, em outro veículo (um Fiat Uno azul).
 
Armados, os ladrões desembarcaram e anunciaram o assalto, exigindo que entregassem o automóvel.
 
A cena foi testemunhada por um policial militar, que estava de folga e à paisana, passando pelo local em seu veículo particular.
 
Ele decidiu intervir, sacou a pistola que carregava consigo e deu voz de prisão aos bandidos, que reagiram, atirando. O Pm revidou, atingindo dois dos assaltantes.
 
Um deles morreu ali mesmo, ao lado do carro em que chegou, e o outro ainda correu por cerca de 50 metros, mas também caiu morto.
 
O terceiro criminoso tentou fugir a pé, mas acabou sendo localizado por policiais militares durante o patrulhamento pelo bairro.  O militar que reagiu ao assalto saiu ileso. 
 
O caso foi comunicado ao delegado plantonista do Distrito Policial da Ponte Rasa e registrado como “mortes decorrentes de oposição à intervenção policial “no DHPP, que vai investigar a ação do PM.
 
 
 
*Com informações do repórter Paulo Édson Fiore,  da rádio Jovem Pan. 

 

 

 

Policiais são presos por consumo de álcool dentro da viatura

Fachada da 1ª Cia do 43º BPM/M onde policiais detidos estão lotados, na Rua Michel Ouchana, 150 | Foto: Reprodução/Google Street View

Os soldados Vitor Clímaco Sacramento e Guinters Lemos de Oliveira foram presos em flagrante por consumo de bebida alcoólica dentro da viatura durante horário de serviço, na noite de sábado (26/9), a pouco mais de 100 metros do 43º Batalhão da PM, na região do Jaçanã, na zona norte da capital paulista.

Segundo o registro da ocorrência, uma patrulha da Corregedoria da corporação recebeu a denúncia de que a dupla estaria fazendo o consumo de bebidas na altura do número 94 da Rua Michel Ouchana e foi até o local. Os policiais foram submetidos a exames no Hospital da PM e tiveram a embriaguez identificada.

O soldado Vitor foi autuado por prevaricação, que é quando o funcionário público deixa de exercer sua função, cuja pena no Código Penal Militar varia de detenção de seis meses a dois anos. Já Guinters foi autuado por conduzir a viatura sob efeito de álcool, crime no Código Brasileiro de Trânsito que prevê pena de prisão de seis meses a três anos, além de multa e suspensão da carteira de habilitação. Também responderá na esfera militar por comportamento contra os valores da corporação.

Há duas semanas (13/09), a Ponte revelou que policiais civis do Denarc (Departamento Estadual de Investigações sobre Entorpecentes), especializados no combate às drogas, foram flagrados dirigindo bêbados após saírem de um churrasco em uma delegacia.

O policial civil Afonso Ariovaldo Beviani Junior foi parado em uma blitz da PM, na Ponte das Bandeiras, próximo ao Terminal Rodoviário do Tietê, na zona norte da cidade, e estaria dirigindo embriagado. Na ocasião, conforme depoimento dos policiais militares, Beviani Junior tentou apresentar uma carteira de habilitação em nome de seu pai, já morto e vencida havia 10 anos. Em outro veículo, o policial civil Renato do Nascimento Prado, parado no local, também apresentava sinais de embriaguez.

O que diz a PM

Ponte tentou localizar advogados dos soldados, mas não teve resposta. O tio de Vitor disse que mora no interior do estado e soube do ocorrido pela reportagem, não sabendo informar quem poderia ser o defensor do sobrinho nesse caso.

A reportagem também procurou as assessorias de imprensa da PM e da Secretaria de Segurança Pública e solicitou entrevista com os policiais.

A Inpress, assessoria terceirizada da SSP, informou que responderia por meio de nota. A pasta confirmou as prisões em flagrante e declarou que “a corporação não compactua com desvios de conduta de seus agentes e apura com rigor todas as denúncias”. Já o caso dos policiais do Denarc, segundo a secretaria, segue em apuração na Corregedoria.

Por Jeniffer Mendonça, da Ponte

Encapuzados matam homem em favela

Local onde homem foi morto na noite de sexta-feira (18) | Foto: Coletivo Nome dos Números

Um homem foi morto a tiros na noite desta sexta-feira (18/9), na comunidade conhecida como Favela do Mangue, na região de Sapopemba, zona leste da cidade de São Paulo. De acordo com testemunhas, três homens de preto e encapuzados entraram em uma rua da favela e começaram a disparar contra a vítima, que estava sentada. 

A vítima é identificada por moradores da região como Halexander Hernandes Bispo, conhecido como Gardenal. Segundo conhecidos do rapaz, ele sofria problemas psiquiátricos e vivia na comunidade, apesar de não morar lá. “Infelizmente, ele pode ter a doença que tinha, e independente se ele fumava a droga dele, uma coisa é certa: ele não fazia mal para ninguém, nunca mexeu com ninguém, e gostava de ficar aqui por causa dos amigos”, conta uma moradora que, por segurança, não será identificada.  

A forma de agir e o número de criminosos são semelhantes aos dois ataques que aconteceram na noite da última terça-feira (16/9), conforme relato dos moradores. No ataque anterior, três pessoas foram assassinadas: uma na Favela da Ilha e duas na comunidade conhecida como Favelinha — ambas a cerca de 1 km de onde aconteceu o homicídio mais recente.

Testemunhas relatam que os homens chegaram em um carro prata, pararam no final da rua Antônio Taroni, pularam um pequeno muro que dá acesso a uma viela. Caminharam pelo beco por alguns metros, até chegar a uma espécie de barraco onde a vítima estava sentada, e cometeram o crime.

De acordo com a moradora de comunidade, o crime aconteceu por volta de 23h30. “Primeiro ouvimos dois tiros, e logo em seguida já descarregaram. Todo mundo pensando que era bomba, e eu desconfiei que era tiros. Todo mundo correu e já tinha gente gritando que a polícia estava lá e tinha matado o Gardenal”. 

Na verdade, não eram policiais fardados. No entanto, os moradores desconfiam de que seja ação policial porque, conforme relata a testemunha, no período da tarde do mesmo dia policiais militares em serviço teriam ido à comunidade e avisado que os dias da vítima estavam contados. 

“Depois que mataram, ainda tentei acionar o resgate, mas demorou muito. Apesar que foi só tiros na cara, na cabeça”, conta. “E os projéteis, todos foram recolhidos quando a viatura chegou. Eles prometeram que matariam, e cumpriram”. 

Ainda conforme relata a moradora, os policiais militares que teriam ameaçado horas antes do crime estavam na viatura 19327 da PM, ou seja, atuam pela 3º Companhia do 19º Batalhão Metropolitano, que é o responsável pelo patrulhamento na área dos fatos. 

Ponte pediu para a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo as informações do boletim de ocorrência do homicídio. Também questionou a suposta presença e ameaça dos policiais militares horas antes da morte e a possível retirada dos projéteis antes da chegada da perícia.

A pasta comandada pelo General João Camilo Pires de Campos, do governo João Doria (PSDB), não respondeu às perguntas da reportagem sobre a possível presença e ameaças de policiais no dia do crime. Por meio de nota, a secretaria disse que a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de disparos de arma de fogo e, chegando ao local, o óbito já havia sido constatado pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência).

A secretaria disse ainda que “foram solicitados exames aos institutos de Criminalística e Médico Legal e o caso registrado como homicídio simples pelo 69º DP (Teotônio Vilela)” e informou que três cápsulas foram apreendidas. Policiais do DHPP (Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa) também estiveram no local e devem dar continuidade às investigações.

Por Amauri Gonzo, da Ponte