Moradias populares serão construídas onde prédio desabou

As chamas consumiram o prédio que acabou desabando (Arquivo/Reprodução)


A prefeitura de São Paulo anunciou, hoje (29), a construção de uma unidade de moradias populares no terreno do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou em 2018, após um incêndio. O novo prédio terá 14 andares e 90 apartamentos.

O terreno pertence ao governo federal, e após negociações, ficou estabelecida a transferência da titularidade da área para a esfera municipal. A exigência era a de que a prefeitura apresentasse à Secretaria do Patrimônio da União (SPU) o projeto executivo da obra. O acordo para transferência do terreno foi firmado nesta terça-feira (28).

As obras do prédio estão previstas para começar em 1º de maio, quando a tragédia completa dois anos, deixando sete mortos.

De acordo com a prefeitura, como a área do terreno é tombada, o projeto deverá seguir a lei de zoneamento e o plano diretor da cidade. Para a viabilização do empreendimento, serão utilizados recursos do programa Pode Entrar.

Depois do incêndio e desabamento do prédio, moradores ficaram acampados na praça perto da igreja. (Arquivo/Rovena Rosa/Agência Brasil)

A edificação original contava com 24 andares e abrigava, pelo menos, 291 famílias. Situada no Largo do Paiçandu, foi inaugurada em 1968, e chegou a ser sede da Polícia Federal, mas estava abandonada há 15 anos, quando foi ocupada.

Embora o prédio fosse de alvenaria, o espaço interior era dividido com paredes de compensado de madeira. A precariedade das condições de vida no local também podia ser constatada pelo sistema de fornecimento de água e energia elétrica, instalados de forma irregular e pagos pelos moradores a pessoas designadas como coordenadores do local.

Por  Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil 

Encontrado corpo de síndica do prédio que desabou

Por  Andre Richter

Bombeiros usaram cão farejador durante buscas (Corpo de Bombeiros)


O Corpo de Bombeiros encontrou hoje (19) o corpo da nona vítima do desabamento do edifício Andrea, em Fortaleza, ocorrido na última quinta-feira (15).  No final da tarde, as equipes retiraram dos escombros o corpo da síndica do prédio, Maria das Graças Rodrigues, de 53 anos, última pessoa que estava desaparecida.

Os bombeiros também anunciaram que encerraram as buscas por sobreviventes. Em entrevista coletiva, o comandante da operação de resgate, Edurado Holanda, disse que sete pessoas foram resgatadas com vida durante os trabalhos das equipes salvamento. Ao final do trabalho, os soldados prestaram uma homenagem às vítimas do desabamento.

Também morreram no desabamento Vicente de Paulo Menezes, de 86 anos, Rosane Marques de Menezes, de 56 anos; Frederick Santana dos Santos, de 30 anos; Izaura Marques Menezes, de 81 anos; Antônio Gildásio Holanda Silveira, de 60 anos; Nayara Pinho Silveira, 31 anos, e Maria da Penha Bezerril Cavalcante, de 81 anos.

O Edifício Andrea desabou na manhã de terça-feira (15), por volta das 10h30. Localizado no cruzamento da Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli, no Bairro Dionísio Torres, as informações são de que o imóvel vinha passando por obras.

Desabamento: Após 8ª vítima em prédio, bombeiros buscam síndica

Por André Richter

(Secretaria de Segurança Pública do Ceará/Fotos Públicas)


O Corpo de Bombeiros encontrou hoje (19) o corpo da oitiva vítima do desabamento do edifício Andrea, em Fortaleza, ocorrido na última quinta-feira (15). No final da manhã, as equipes retiraram dos escombros o corpo de José Laurentino, que estava no quinto andar no momento do desmoronamento do prédio.

A partir de agora, os socorristas concentram esforços nas buscas pela síndica do prédio, Maria das Graças Rodrigues, que continua desaparecida.

Também morreram no desabamento Vicente de Paulo Menezes, de 86 anos, Rosane Marques de Menezes, de 56 anos; Frederick Santana dos Santos, de 30 anos; Izaura Marques Menezes, de 81 anos; Antônio Gildásio Holanda Silveira, de 60 anos; Nayara Pinho Silveira, 31 anos, e Maria da Penha Bezerril Cavalcante, de 81 anos.

O Edifício Andrea desabou na manhã de terça-feira (15), por volta das 10h30. Localizado no cruzamento da Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli, no Bairro Dionísio Torres, as informações são de que o imóvel vinha passando por obras.

Bombeiros confirmam 6ª morte em desabamento

Bombeiros usam cão farejador para encontrar vítimas (Corpo de Bombeiros)


Mais um corpo foi retirado dos escombros o Edifício Andréa, em Fortaleza, aumentando para seis o número de mortos do desabamento. Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, trata-se de Rosane Marques de Menezes, de 56 anos. O corpo dela foi retirada dos escombros, às 21h10, dessa quinta-feira (17).

“Outras quatro pessoas foram reportadas por parentes como presentes no edifício no momento do desmoronamento e seguem como desaparecidas. Sete pessoas foram resgatas com vida pelos Bombeiros”, diz ainda a nota divulgada pela secretaria.

Além de Rosane Marques de Menezes, morreram também na tragédia: Frederick Santana dos Santos, 30 anos; Izaura Marques Menezes, de 81 anos; Antônio Gildásio Holanda Silveira, de 60 anos; Nayara Pinho Silveira, 31 anos; e Maria da Penha Bezerril Cavalcante, de 81 anos.

O prédio desabou na manhã de terça-feira (15), por volta das 10h30. Localizado no cruzamento da Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli, no Bairro Dionísio Torres, as informações são de que o imóvel vinha passando por obras.

De acordo coma a Secretaria de Segurança, os trabalhos de busca das vítimas do desabamento continuam ininterruptamente até que todas as vítimas sejam retiradas dos escombros. “Servidores do Sistema de Segurança cearense atuam de forma ininterrupta nas buscas por sobreviventes”.

Confirmada quinta morte em desabamento de prédio

Por Alex Rodrigues

(Secretaria de Segurança Pública do Ceará/Fotos Públicas)


O Corpo de Bombeiros do Ceará confirmou no início da tarde de hoje (17) o resgate de mais um corpo dos escombros do edifício Andrea, que desabou na última terça-feira (15), em Fortaleza. A vítima é uma mulher ainda não identificada.

Com isso, subiu para cinco o número de mortes já confirmadas pelas autoridades. Três das vítimas já foram identificadas. São elas Antônio Gildasio Holanda Silveira, de 60 anos, cujo corpo foi encontrado esta manhã; Frederick Santana dos Santos, de 30 anos; e Izaura Marques Menezes, de 81 anos.

As equipes de busca continuam tentando localizar cinco pessoas que, segundo parentes, estavam no interior do prédio no momento do acidente. Só hoje, cerca de 250 bombeiros estão trabalhando nos resgates das vítimas – operação na qual estão sendo empregados cinco cães farejadores, além de equipamentos como drones, utilizados na varredura da área, e uma plataforma mecânica.

A Polícia Civil instaurou inquérito policial para apurar as circunstâncias do desabamento do Edifício Andrea e as eventuais responsabilidades. Testemunhas já foram ouvidas, e as apurações estão em andamento.

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-CE) também criou uma comissão para analisar a situação legal da construção. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do conselho, Emanuel Maia Mota, reafirmou que, na segunda-feira (14), véspera do desabamento, o engenheiro civil José Andreson Gonzaga dos Santos registrou, no conselho, uma Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) relativa a uma reforma no prédio. A ART é o documento que define os responsáveis técnicos por qualquer empreendimento de engenharia, arquitetura e agronomia.

Mota disse ainda não saber se o serviço previsto chegou a ser iniciado. Segundo ele, o Crea já tentou fazer contato com o engenheiro civil a fim de obter mais informações, mas não o localizou. “O telefone que temos registrado não atende às chamadas. Mandamos um ofício para o endereço do cadastro e estamos aguardando uma resposta, um contato, pois precisamos esclarecer uma série de dúvidas”, disse Mota, acrescentando que o engenheiro civil está em situação regular e solicitou o registro profissional há poucos meses.

A Agência Brasil não conseguiu localizar nenhum contato do engenheiro civil. Além disso, também não foi possível, até o momento, identificar os responsáveis pelo registro do imóvel.

Confirmada quarta morte em desabamento de prédio

(Secretaria de Segurança Pública do Ceará/Fotos Públicas)


Aumentou para quatro o número de mortos no desabamento do Edifício Andréa, na cidade de Fortaleza. No início da manhã desta quinta-feira (17), as equipes do Corpo de Bombeiros retiraram dos escombros o corpo de homem ainda não identificado, segundo informação do comandante do Corpo de Bombeiros do Ceará, coronel Luís Eduardo Holanda, que coordena as operações de busca na área do desabamento.

O coronel informou também que, com o resgate desse quarto corpo hoje, restam ainda seis pessoas desaparecidas. “Continuamos trabalhando com seis pessoas a serem encontradas. Estamos Trabalhado agora em busca de uma possível sinalização, atuando em um ponto onde possam existir pessoas ainda vivas”, disse o comandante em entrevista à imprensa.

Um grupo de 130 bombeiros, divididos em várias equipes, com o apoio de voluntários, trabalha ininterruptamente no local.

Além da retirada desse corpo nas primeiras horas de hoje (17), estão confirmadas as mortes de Frederick Santana dos Santos, de 30 anos; Izaura Marques Menezes, de 81 anos; e de uma mulher, ainda não identificada, cujo corpo permanece sob os escombros.

O Edifício Andrea, localizado no cruzamento da Rua Tibúrcio Cavalcante com Rua Tomás Acioli, no Bairro Dionísio Torres, desmoronou na manhã de terça-feira (15). As causas do desabamento ainda estão sendo investigadas.

Bombeiros confirmam mais uma morte em desabamento

(Secretaria de segurança do Ceará/Fotos Públicas)


O coronel Luís Eduardo Soares de Holanda, comandante do Corpo de Bombeiros, confirmou há pouco a terceira morte no desabamento do Edifício Andrea, localizado no Bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. Holanda está à frente dos grupos de resgate e disse em coletiva à imprensa que sete pessoas continuam desaparecidas.

Dentre os três mortos, dois ainda não foram identificados. O terceiro é de Frederick Santana dos Santos, de 30 anos, que estava descarregando um caminhão de água no mercado vizinho ao prédio, quando aconteceu o desabamento. Ele teve partes do corpo imprensado nos escombros. 

O coronel Holanda disse que 130 homens da corporação se revezam nas buscas, além do apoio de voluntários. As equipes contam com a ajuda de um drone, com sensor térmico, e cães farejadores, no trabalho de localização de pessoas com vida. O drone sobrevoa os escombros para identificar áreas de calor, que mostram possíveis vítimas.

Investigação 

O prefeito da cidade de Fortaleza (CE), Roberto Cláudio, prometeu que a sociedade terá uma “resposta clara a respeito das responsabilidades de pessoas envolvidas no acidente”. De acordo com o prefeito, órgãos de fiscalização urbana não tinham nenhuma informação sobre obras em andamento no edifício. 

Este é o segundo caso de desabamento na capital cearense. No início de junho, outro condomínio residencial sofreu danos estruturais em um desabamento parcial, e foi demolido pela prefeitura. O prédio ficava no bairro de Maraponga.

Confirmadas duas mortes em desabamento de prédio

(Secretaria de Segurança Pública do Ceará/Fotos Públicas)


O Corpo de Bombeiros do Ceará confirma a morte de duas pessoas no desabamento o Edifício Andréa, localizado na Rua Tibúrcio Cavalcante, nº 24, no Bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. O desabamento ocorreu na manhã dessa terça-feira (15)

Um dos mortos foi identificado como: Frederick Santana dos Santos, de 30 anos, cujo corpo foi resgatado no fim da noite de ontem, segundo informações do coronel Luís Eduardo Soares de Holanda, comandante do Corpo de Bombeiros.

O coronel disse que Frederick descarregava o caminhão de água no mercado vizinho ao prédio, quando aconteceu o desabamento e foi atingido. Ele teve partes do corpo imprensado nos escombros.

O comandante, que coordena os trabalhos de busca no local do desabamento, informou também que um segundo corpo, de uma mulher, foi localizado entre os escombros esta manhã, mas que ainda não foi possível resgatá-lo por causa das dificuldades de chegar ao local sem provocar desmoronamentos,  prejudicando o trabalho de localização de vítimas ainda vivas.

O comandante do Corpo de Bombeiros disse também que 130 homens da corporação se revezam nas buscas, além do apoio de voluntários. As equipes contam a ajuda de  um drone, com sensor térmico, e cães farejadores, no trabalho de localização de pessoas com vida.O drone sobrevoa os escombros do prédio para identificar áreas de calor, indicando possíveis vítimas.

Nota

O governo do estado Ceará e a prefeitura de Fortaleza divulgaram nota informando que todo o trabalho de resgate às vítimas do desabamento se mantém ininterrupto.

Desde o registro do acidente, o Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Samu, com médicos reguladores e intervencionistas trabalham com toda a logística de atendimento no local.

A expectativa é que no momento do acidente 18 pessoas estivessem no prédio que desabou e nas imediações. Até agora, foram realizados nove resgates de vítimas com vida.

Após informação dos bombeiros, Ceará nega mortes em prédio

Nota conjunta do governo do Ceará e da prefeitura de Fortaleza informou que nove pessoas foram resgatadas com vida do Edifício Andrea, que desabou na manhã desta terça-feira (15) em um bairro de classe média da capital cearense. Diferentemete do que havia sido divulgado pela Defesa Civil do Estado, o comunicado não cita o registro de mortes em razão do desabamento.

“A expectativa é que, no momento do acidente, 18 pessoas estivessem no prédio que desabou e nas imediações. Até agora, foram realizados nove resgates de vítimas com vida”, destacou a nota. A Secretaria de Saúde de Fortaleza acionou o protocolo de ocorrências com múltiplas vítimas e o Instituto Doutor José Frota disponibilizou salas de cirurgia e equipes médicas que estão de sobreaviso.

Ainda segundo o comunicado, as vítimas resgatadas estão sendo avaliadas e, conforme a gravidade do quadro, são transferidas para unidades da rede hospitalar conforme o perfil de cada caso. “Equipes de resgate trabalham no sentido de resgatar as vítimas reportadas pelas famílias como desaparecidas”. O trabalho de resgate, de acordo com a nota, se mantém ininterrupto.

Prédio que desabou estava em obra, suspeita Crea

Por Alex Rodrigues

(Secretaria de Segurança Pública do Ceará/Fotos Públicas)


O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Ceará (Crea-CE) afirma ter sido notificado de que o prédio que desabou hoje (15) em Fortaleza passaria por obras de manutenção. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do órgão, Emanuel Maia Mota, informou que o profissional responsável pela obra registrou, junto ao conselho, a necessária Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) – documento que define os responsáveis técnicos pelo empreendimento de engenharia, arquitetura e agronomia.

Entrevistado por telefone enquanto se deslocava para o cruzamento das ruas Tibúrcio Cavalcante com Tomás Acioli, no bairro Dionísio Torres, onde o Edifício Andréa desabou, Mota disse aguardar informações para confirmar se a obra chegou a ser iniciada. Se confirmado que a manutenção já tinha começado, o conselho instalará um processo para verificar a conduta do profissional responsável, que também pode vir a responder criminalmente pelo ocorrido.

“O que sabemos é que, recentemente, ocorreu manutenção nos elevadores e que há poucos dias foi registrada a ART de uma reforma, sem muitos detalhes sobre o que seria feito. Ou seja, tudo indica que aquele prédio estava passando por reformas”, disse Mota, destacando ainda ser cedo para apontar a causa do desmoronamento. Uma equipe técnica do Crea-CE se encontra no local do desastre, realizando uma avaliação inicial no perímetro do desabamento.

Mais cedo, a assessoria da prefeitura de Fortaleza informou à reportagem que não tinha informações sobre a possível realização de obras no edifício. Para Mota, a prefeitura não tinha conhecimento do assunto porque, possivelmente, o profissional responsável registrou o ART no Crea, mas não solicitou ao Poder Público o alvará para realizar a reforma. “Já informei isso à prefeitura para que a devida análise seja feita”, comentou Mota, assegurando que a falta de alvará não é impedimento ao início de obras de manutenção.

Mota também não soube precisar há quantos anos o prédio foi construído, mas ponderou que, certamente, há não menos que dez anos. “É um prédio antigo, de uma época em que não havia registros de obras eletrônico. Como ainda não localizamos sequer a ART de construção dele, com certeza ele tem mais de dez anos”, comentou Mota, explicando que compete ao Crea fiscalizar o exercício da engenharia e da agronomia, zelando para que os serviços sejam realizados por profissionais qualificados e habilitados.

Além de destacar a importância de que, assim como a fase de construção de qualquer edificação, também os serviços de manutenção sejam acompanhados por profissionais competentes, o presidente do Crea-CE afirmou que o Poder Público precisa zelar pelo cumprimento da lei que exige atenção ao estado de conservação das construções.

“Em Fortaleza, temos a Lei de Inspeção Predial, mas ela não vem sendo cumprida. Temos registrado repetidos acidentes causados pela falta de manutenção das construções. E mesmo quando essas edificações tinham alvará, [o Poder Público] não detinha detalhes sobre o plano de manutenção da estrutura predial”, afirmou Mota, cobrando maior atenção ao cumprimento da lei.

“O Poder Público tem que ter consciência de que a cidade está envelhecendo e que diversos prédios estão precisando de manutenção. E estes serviços têm que ser acompanhados por profissionais qualificados. Precisamos inclusive conscientizar os síndicos sobre a responsabilidade que eles têm ao negligenciar a execução de uma reforma para consertar patologias de edificação. Os prédios exigem manutenção”, concluiu o presidente do Crea-CE.

A prefeitura de Fortaleza não comentou as declarações de Mota, mas o prefeito Roberto Cláudio prometeu “investigação rígida” sobre desabamento. Ao falar com a imprensa, após a Agência Brasil ter entrevistado o presidente do Crea-CE, Roberto Cláudio reafirmou que os órgãos de fiscalização urbana não tinham nenhuma informação sobre obras em andamento no edifício.