Volta às aulas atrai 60% dos alunos previstos, diz Estado

(Sec. Est. da Educação/Reprodução)

O secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, informou nesta terça-feira (16) que 600 mil alunos participaram das aulas presenciais, entre os dias 8 e 15 de fevereiro, 60% dos mais de um milhão que poderiam voltar em sistema de revezamento.  

Do universo total das famílias atendidas na rede, 70% delas manifestaram interesse no retorno presencial de seus filhos às escolas. As escolas estaduais foram reabertas no dia 8 de fevereiro, e devem receber, diariamente, até 35% dos alunos matriculados.  

Na primeira semana de aula, 97% dos docentes compareceram às atividades. A taxa de absenteísmo de 3% é inferior à taxa regular de 5%.   

Até o momento, cerca de 3 milhões de alunos matriculados em escolas estaduais de 516 municípios foram autorizados a retomar as aulas presenciais de forma gradual.   

Nesta primeira semana de aula, circularam na rede estadual 855 mil pessoas presencialmente por dia na rede estadual, sendo 600 mil estudantes e 255 mil profissionais da educação.   

“As três primeiras semanas de aula do mês serão focadas no acolhimento dos alunos, além de garantir a oferta diária da merenda para os alunos que mais precisam. Também estamos trabalhando com orientações sobre o uso da tecnologia em todas as escolas”, diz Soares.   

Dados do Simed  

Soares apresentou, ainda, os primeiros dados do Sistema de Informação e Monitoramento da Educação para a Covid-19 (Simed) que reúne informações sobre casos suspeitos, confirmados e descartados da doença.   

“O preenchimento no Simed é obrigatório para as escolas de todas as redes, com exceção daquelas em que os municípios possuem conselhos próprios e neste caso a obrigação é de informar ao sistema público. Dessa forma, poderemos monitorar não só a nossa rede, como também a privada”, explica o secretário da Educação, que reforçou que os sistemas de saúde poderão ter acesso aos dados do sistema.    

Entre os dias 1 de janeiro até 13 de fevereiro, o Simed registrou nas escolas das redes estadual, municipal e privada, 2.208 notificações relacionadas ao coronavírus, 1.168 casos suspeitos, 741 casos confirmados e 334 casos descartados.   

O secretário explicou que quando há apenas um caso confirmado dentro de uma escola, a pessoa é isolada e monitorada, mas não necessariamente a unidade é fechada.   

“Quando temos dois casos, observamos mais quem foram os contactantes. Em cada escola fazemos acompanhamento e tentamos entender as possibilidades que ocorreram. A decisão do fechamento é sempre em conjunto com a Saúde”, afirma Soares.   

Marco Aurélio Palazzi Sáfadi, Diretor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e integrante da Comissão Médica da Educação, reforça que muitas vezes a ocorrência da infecção nas escolas reflete que a situação da transmissão do vírus na comunidade em que ela está instalada.   

“É plausível que a ocorrência de uma infecção em uma determinada criança diagnosticada da escola, porque a escola tem instrumentos para isso, reflita uma infecção ocorrida fora do ambiente escolar. A experiência nos mostra que a ocorrência em casos secundários a partir de criança infectada é menor do que a partir de um adulto. É provável que ocorra a transmissão no ‘staff’ do que propriamente entre as crianças nesse cenário do dia a dia”, reforça Sáfadi.   

Infraestrutura para retorno seguro  

Para garantir o retorno seguro e gradual das escolas da rede estadual, a Secretaria Estadual da Educação adquiriu equipamentos de segurança como 12 milhões de máscara de tecido, 440 mil face shields, 367 mil litros de álcool em gel, 10.740 termômetros, 221 milhões de litros de sabonete líquido, 100 mil rolos de papel toalha, 1,8 milhão de rolos de papel higiênico, e 78 milhões de copos descartáveis.   

Além disso, a Seduc repassou R$ 700 milhões por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) para que as escolas tenham agilidade para executar recursos durante o ano de acordo com sua realidade específica. Desse montante, R$ 50 milhões são exclusivos para ações de enfrentamento à Covid-19.

Por Gov. do Estado de SP

Volta às aulas na rede estadual leva professores à ‘greve sanitária’

Mais de 5 mil escolas da rede estadual de ensino no estado de São Paulo poderão voltar a ter aulas presenciais a partir de hoje (8). O governo estadual passou a classificar a educação como serviço essencial e, com isso, a abertura das unidades escolares poderá ocorrer mesmo nas fases mais restritivas do Plano São Paulo. 

“A decisão é baseada em experiências internacionais para garantir a segurança dos alunos e professores, bem como o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças e adolescentes”, destacou a Secretaria de Educação do Estado em nota.

Cada unidade poderá definir como fará o rodízio de alunos e suas atividades presenciais e remotas. “Por isso é importante que pais, responsáveis ou alunos maiores de 18 anos entrem em contato com a sua escola para saber os dias e horários em que poderão ir presencialmente à unidade”, ressaltou a secretaria.

Para as localidades que estiverem classificadas na fase vermelha ou laranja, a presença dos alunos é limitada a até 35% do número de estudantes matriculados; na fase amarela, a presença é limitada a até 70%; já na fase verde, é admitida a presença de até 100% do número de alunos matriculados.

“A volta às aulas presencias está condicionada as determinações locais das prefeituras. Mesmo nos municípios autorizados, a presença dos alunos nas escolas não é obrigatória nas regiões que estejam na fase vermelha ou laranja do Plano São Paulo, mas as escolas poderão permanecer abertas e com atividades nessas etapas”.

De acordo com o governo, os estudantes pertencentes ao grupo de risco para a covid-19 que apresentem atestado médico poderão participar das atividades escolares exclusivamente por meios remotos.

Greve de professores

(Arquivo/Cris Alves/Apeoesp)

Os professores da rede pública de ensino do estado decidiram fazer greve nas aulas presenciais a partir de hoje. Segundo o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), os profissionais vão trabalhar normalmente, mas de forma remota. 

A presidente do sindicato, Isabel Noronha, disse que a paralisação é uma greve sanitária, contra a volta das aulas em meio à pandemia de covid-19. “Não há condições para um retorno seguro. As escolas não apresentam a mínima infraestrutura. Recebemos, a todo momento, fotos e vídeos de professores mostrando banheiros quebrados, lixo acumulado, goteiras, álcool em gel vencido. E tudo isso já está causando consequências graves”.

Em nota, a Secretaria de Educação afirmou que a paralisação faz parte de uma agenda político-partidária, e que “o sindicato ainda se esquece de contabilizar os riscos diversos atrelados ao atraso educacional e à saúde emocional e mental das milhares de crianças e adolescentes”.  

“A retomada das aulas é pautada em medidas de contenção da epidemia, obedecendo aos critérios de segurança estabelecidos pelo Centro de Contingência do Coronavírus, embasada em experiências internacionais e nacionais. Estudantes e profissionais com doenças crônicas ou fatores de risco devem permanecer em casa, cumprindo atividades remotas”, destacou em nota.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

Estado vai contratar 10 mil professores para volta às aulas

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) vai contratar até 10 mil professores temporários para o retorno das aulas presencias no dia 1º de fevereiro. O objetivo é que os profissionais ministrem aulas presencialmente durante todo o ano letivo.

“Em uma rede tão grande quanto a nossa, contratar professores é essencial para garantir que tenhamos condições adequadas para o retorno seguro das aulas em todo estado”, afirmou o secretário de educação Rossieli Soares. 

 O edital foi publicado na edição da última terça-feira (5) do Diário Oficial. As inscrições devem ser feitas no Banco de Talentos, uma plataforma criada pela Seduc para gerenciar os processos seletivos, a partir das 17h desta quarta-feira (6) até as 23h59 do dia 20 de janeiro. 

Durante a inscrição, os candidatos devem indicar as disciplinas que pretendem ministrar e a Diretoria de Ensino que deseja fazer parte. O processo seletivo é classificatório, por pontuação obtida conforme títulos e experiência e os selecionados serão divulgados pelo Banco de Talentos e na SED. 

Ciclo contínuo até 2021 

Os anos letivos de 2020 e 2021 serão considerados como um único ciclo contínuo. Por isso, a avaliação da aprendizagem será feita ao longo de oito bimestres (quatro de 2020 e quatro de 2021).

Os alunos que entregaram as atividades propostas podem ter sido aprovados, mas terão o aprendizado avaliado ao final de 2021.

Por Gov. do Estado de SP

Estado anuncia volta às aulas e bônus para professores

(Gov. do Estado de SP)

Os professores da rede estadual que aumentarem a carga horária para participar das atividades presenciais nas escolas, a partir do próximo dia 8 de setembro, receberão um valor adicional sobre o salário. O benefício integra a resolução que define regras e protocolos para a retomada das escolas do estado de São Paulo, tanto das redes públicas como das privadas, e foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (1º).

O retorno no dia 8 de setembro não é obrigatório e deve ocorrer, ou não, mediante escuta da comunidade escolar. Os municípios também têm autonomia de interferir no calendário, embasados por dados epidemiológicos de suas regiões.

As atividades presenciais poderão ocorrer somente em unidades escolares localizadas em áreas classificadas, no período anterior de 28 dias consecutivos, na fase amarela do Plano São Paulo. As escolas estaduais que retornarem poderão receber, no máximo, 20% dos alunos por dia, independente da etapa do ensino.

Já as redes municipais e privadas devem seguir o decreto do governo do estado que prevê o limite de 35% para educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental, e 20% para anos finais do ensino fundamental e ensino médio. Todas as unidades também ficam autorizadas a funcionar em horário reduzido.

Atividades permitidas 

No caso de as atividades presenciais serem retomadas, a oferta de atividades deve ser planejada com a comunidade. Dentre as atividades possíveis estão: atividades de reforço e recuperação da aprendizagem; acolhimento emocional; orientação de estudos e tutoria pedagógica; plantão de dúvidas; avaliação diagnóstica e formativa; atividades esportivas e culturais.

Prevê-se, ainda, a possibilidade da utilização da infraestrutura de tecnologia da informação da escola para estudo e acompanhamento das atividades escolares não presenciais para os alunos que não conseguem o fazer de suas casas.

Os estudantes que compõem o grupo de riscos devem permanecer em casa fazendo as atividades remotas. Também é recomendável que os profissionais que estejam neste grupo não retornem ao trabalho presencialmente.

*Com informações do Governo do Estado de SP

Armado com faca, aluno de 14 anos ataca professor

Ceu onde o crime aconteceu (TV Globo/Reprodução)

 Um aluno de 14 anos, estudante do 7º ano do Centro Educacional Unificado (CEU) Aricanduva, zona leste da capital paulista, esfaqueou um professor na manhã de hoje (19). Segundo a Polícia Militar, o estudante, que também ficou ferido, saiu da sala de aula e encontrou o professor no corredor, quando o golpeou. O aluno teria voltado para a sala de aula e se ferido ao contar aos colegas o que tinha feito.

Em nota, a prefeitura informou que o estudante e o professor da Escola Municipal de Ensino Municipal Paulo Gomes Cardim estão sendo atendidos pelos serviços de saúde. O professor foi socorrido no Pronto-Socorro Municipal Jardim Iva e encaminhado para o Hospital Estadual da Vila Alpina.

O aluno foi socorrido ao Hospital das Clínicas. “A direção do CEU suspendeu as atividades de hoje na unidade. Equipes de saúde estão no local realizando atendimento psicológico dos estudantes, professores e servidores”, diz a nota.

Manifestantes voltam às ruas em defesa de mais recursos para educação

Por  Alex Rodrigues 

Manifestação na Avenida Paulista (Paulo Pinto/Fotos Publicas)

Convocados por entidades sindicais e movimentos estudantis, professores, técnico-administrativos e estudantes participam hoje (13), em várias cidades do país, de atos contra o contingenciamento de recursos da educação, em defesa da autonomia das universidades públicas e contra a reforma da Previdência.

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), foram agendados atos em ao menos 170 cidades dos 26 estados, além do Distrito Federal. A manifestação nacional é uma continuidade da mobilização de maio, organizada em defesa da manutenção das verbas para o ensino superior. Para a União Nacional dos Estudantes (UNE), os contingenciamentos anunciados pelo governo afetam não só o ensino superior, mas também a educação básica, o ensino médio e programas de alfabetização.

De acordo com a UNE, os protestos também são contra a proposta do Ministério da Educação (MEC) de instaurar o programa Future-se, que, segundo a pasta, busca o fortalecimento da autonomia administrativa, financeira e da gestão das universidades e institutos federais. Para as entidades sindicais e movimentos estudantis, o projeto transfere atribuições dos governos para o mercado.

Distrito Federal

Um pequeno grupo de manifestantes começou o dia fechando parte da Rodovia DF-075, também conhecida como Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB), que liga o centro da capital federal a outras regiões administrativas no sentido de Goiânia. Portando faixas e cartazes com palavras de ordem contra o bloqueio de verbas para a educação, o grupo queimou pneus, interrompendo parcialmente o tráfego de veículos.

Pouco antes das 9h, profissionais da educação, estudantes, sindicalistas e outros manifestantes começaram a se concentrar no Conjunto Cultural da República, na Esplanada dos Ministérios. Devido à concentração de pessoas, três faixas do Eixo Monumental tiveram que ser bloqueadas ao tráfego de veículos enquanto os manifestantes caminhavam em direção ao Congresso Nacional. A certa altura, participantes da 1ª Marcha das Mulheres Indígenas, que também protestavam na Esplanada dos Ministérios, uniram-se ao ato.

A Secretaria de Educação do Distrito Federal não suspendeu as aulas nas quase 700 escolas públicas da rede de ensino, mas ainda aguarda informações das coordenações regionais para fazer um balanço do impacto dos atos. “A pasta terá o balanço no decorrer do dia e reitera que as aulas não ministradas durante a paralisação deverão ser repostas, em datas a serem definidas pelas direções das escolas, ainda neste semestre, garantindo o cumprimento dos 100 dias letivos por semestre”, informou a secretaria, em nota.

Principal instituição universitária da capital, a Universidade de Brasília (UnB) suspendeu as atividades. A paralisação dos docentes foi aprovada em assembleia geral realizada ontem (12), pela associação que representa a categoria, mas a adesão efetiva caberá a cada professor. 

Pernambuco

No Recife, embora a Universidade Federal de Pernambuco não tenha suspendido as aulas, professores e técnicos de vários departamentos dos três campi (Recife, Caruaru e Vitória de Santo Antão) da instituição aderiram ao movimento e não compareceram ao trabalho. Alunos de outras instituições, como o Instituto Federal, também não tiveram aulas. Além da capital, manifestações foram agendadas em, pelo menos, outras quatro cidades do estado: Arco Verde, Caruaru, Garanhuns e Petrolina, de acordo com a CNTE.

Bahia

Em Salvador, manifestantes se reuniram no Largo do Campo Grande, de onde saíram em caminhada até a Praça Castro Alves. Expondo faixas e cartazes, o grupo pediu mais investimentos em educação. No mesmo horário (10h), uma manifestação semelhante ocorria em Feira de Santana.

Ceará

Em Fortaleza, os manifestantes se concentraram na Praça da Gentilândia, no bairro Benfica. Participam professores, estudantes e outros trabalhadores da educação. Segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a previsão é que ao menos 12 cidades cearenses sediassem alguma atividade alusiva à mobilização ao longo do dia, entre elas Juazeiro do Norte, Sobral e Itapipoca.

Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, a manifestação partiu da Igreja da Candelária pouco depois das 18h e seguiu pela Avenida Rio Branco, entrando na Avenida Chile, até a sede da Petrobras. O ato reuniu milhares de pessoas, ligadas a centrais sindicais, partidos políticos, sindicatos de diversas categorias e estudantes secundaristas e universitários.

O policiamento foi reforçado durante o ato, que seguiu pacífico até a chegada à Petrobras, por volta de 18h45. No local, as lideranças da manifestação discursaram, com apoio de um carro de som, criticando a redução de verbas para a educação e as reformas econômicas em curso no Congresso. A chuva, que começou tímida no início do protesto, se intensificou e acabou dispersando os manifestantes que deixaram o local, em busca de transporte ou um lugar para se abrigar.

*atualizada às 20h45

Unicef ao vivo: “Educação é Proteção contra a Violência”

Qual é a educação que protege contra a violência? As alternativas a essa questão são discutidas durante o seminário “Educação é Proteção contra a Violência”, promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e a Cidade Escola Aprendiz no Rio de Janeiro (RJ).

Assista ao vivo.

PROGRAMAÇÃO

Seminário Educação é Proteção contra a Violência

17 de junho de 2019
9h às 9h10 – Abertura do evento

Local: Auditório do Museu do Amanhã

Leitura do O Manifesto Jovem #ENDviolence” do UNICEF

Lays dos Santos, 19 anos, foi a representante brasileira em um encontro que reuniu mais de 100 jovens de todo o mundo, na África do Sul, para debater propostas sobre o fim da violência nas escolas e ao redor delas.

9h10 às 10h – Mesa de Abertura

Local: Auditório do Museu do Amanhã

10h às 12h30 – Mesa Temática: Cenário da Educação como Proteção contra as Violências

Local: Auditório do Museu do Amanhã
Apresentação da brochura: “A Educação que Protege contra a Violência”

Ítalo Dutra (UNICEF) & Rosana Vega (UNICEF) & Miriam Krenzinger (Aprendiz/UFRJ)

Painelistas:

Rocio Aznar Daban (Especialista em Proteção da Criança e do Adolescente, Escritório-sede do UNICEF em Nova Iorque)

Cynthia Brizuela Sperati (Especialista em Educação – diversidade, inclusão e criança e adolescente com deficiência, Escritório Regional do UNICEFpara América Latina e Caribe no Panamá)

Thiago de Holanda (Sociólogo, coordenador da Rede Acolhe e membro do Comitê pela Prevenção de Homicídios na Adolescência da Assembleia Legislativa do Ceará)

Gabriel Victor Brandão de Souza (18 anos, concluiu o Ensino Médio em 2018 e participa das atividades do UNICEF desde 2018)

Maria Clara Monteiro (20 anos, estudante universitária de psicologia e uma das idealizadoras do CiJoga– Caravana Itinerante da Juventude, iniciativa que foi finalista global do YOUTH CHALLENGE – Desafio Jovem – do UNICEF)

12h30 às 14h – Intervalo para almoço 14h às 16h – Grupos de Trabalho

Local: Salas do Museu de Arte do Rio / MAR

GT1 – Redes de Proteção e Comunidades: Políticas e Legislação de Proteção à Criança e ao Adolescente nas Escolas.

Especialistas:

Raquel Willadino (Diretora do Observatório de Favelas)

André Lázaro (Diretor da Fundação Santillana, pesquisador da Flacso-Brasil e do Laboratório de Políticas Públicas da UERJ)

João Lucas de Gusmão Pereira (16 anos, está no 2o ano do Ensino Médio, bolsista do Instituto Ismart, participou do Projeto Aluno Presente, da RECA – Rede de Educação com Adolescentes – e participa das atividades do UNICEF desde 2016)

Kézia Yasmin Bandeira dos Santos (19 anos, concluiu o Ensino Médio em 2018, lidera os projetos Viva Bem e Educação para a Cidadania e participa das atividades do UNICEF)

GT2 – A Intersetorialidade na Prevenção da Violência.

Especialistas:

José Crus (Vice-presidente do colegiado Nacional de Gestores Municipais da Assistência Social – Congemas)

Danielle Keylla Alencar Cruz (Mestre em Saúde Pública, Coordenadora do Programa Saúde na Escola, Ministério da Saúde – PSE/MS)

Thais Antunes Matozo (18 anos, está no 3o ano do Ensino Médio e participa das atividades do UNICEF desde 2017)

Hugo Sabino dos Santos (22 anos, faz parte do Conselho de Jovens do programa Jovens Construtores, da ONG Cedaps)

GT3 – Normas Sociais e Enfrentamento da Cultura da Violência e do Fracasso Escolar: O Papel do Currículo.

Especialistas:

Paulo Roberto Nunes Ferreira (Especialista em educação escolar indígena, Prefeitura Municipal de Jordão / AC

Edneia Gonçalves, (Educadora, Socióloga e Coordenadora Adjunta da Ação Educativa)

Patrick Medeiros (17 anos, está no 3o ano do Ensino Médio, participa das ações do UNICEF desde 2017 e atualmente acompanha a elaboração da política estadual de enfrentamento da violência letal contra adolescentes, mobiliza a rede META Brasil, junto com a ONG CEDAPS e participa do movimento de estudantes secundaristas)

Gelson Henrique (20 anos, é estudante universitário de Ciências Sociais e um dos idealizados do CiJoga –Caravana Itinerante da Juventude, iniciativa que foi finalista global do YOUTH CHALLENGE – Desafio Jovem– do UNICEF)

GT4 – A Produção e a Reprodução de Violências nas Escolas.

Especialistas:

Liliane Garcéz (Gerente de Projetos do Instituto Rodrigo Mendes) Ricardo Henriques (Superintendente Executivo do Instituto Unibanco)

Gabriel Victor Brandão de Souza (19 anos, concluiu o Ensino Médio em e participa das atividades do UNICEF desde 2018)

Rafael Barbosa (18 anos, está no 3o ano do Ensino Médio e participa das atividades do UNICEF desde 2018)

16h30 às 17h30 – Compartilhando aprendizados

Local: Auditório do Museu do Amanhã

17h30 às 18h – Encerramento

Local: Auditório do Museu do Amanhã

Mais dois são presos por envolvimento em massacre de Suzano

Por Daniel Mello

A Polícia Civil prendeu hoje (11) mais dois suspeitos de envolvimento no ataque realizado na Escola Professor Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, no mês passado. O ataque à escola, ocorrido na manhã do dia 13 de março, foi executado por dois ex-alunos, de 17 e 25 anos, armados.

Dez pessoas morreram, das quais duas funcionárias da escola, cinco alunos, um comerciante e os dois atiradores. O tiroteio deixou ainda 11 feridos.

Ontem (10), já havia sido preso um homem de 47 anos acusado de vender o revólver e a munição usada pelos dois atiradores.

No último dia 19, a polícia prendeu um adolescente de 17 anos, amigo de um dos atiradores, sob a acusação de também ter participado do planejamento do atentado. Desde então está em uma unidade da Fundação Casa.

O adolescente pode permanecer internado por até 45 dias, após esse prazo, Justiça deverá se pronunciar a respeito de uma sentença definitiva, que pode durar no máximo três anos. A defesa do jovem nega que ele tenha qualquer envolvimento com o caso.

Há um mês os policiais investigam o crime. Os aparelhos celulares dos envolvidos no tiroteio foram rastreados e analisados. A partir dessas investigações, a Polícia Civil chegou ao principal suspeito de ter negociado a venda da arma.

Escola atacada em Suzano retoma as aulas terça-feira

Por Camila Maciel

Retorno às atividades tem acompanhamento de profissionais de saúde (Prefeitura de Suzano/Reprodução)

As aulas na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, no interior paulista, serão retomadas na próxima terça-feira (26). Na segunda-feira (25), a escola receberá novamente apenas os professores, que vão planejar as atividades e definir o material que será usado na continuidade do ano letivo.

As aulas foram suspensas no dia 13 deste mês, quando dois ex-alunos, de 17 e 25 anos, entraram na escola, encapuzados e armados, e promovetam um ataque que resultou na morte de sete pessoas – cinco estudantes e duas professoras. Os atiradores, que antes de invadir a escola mataram um empresário, também morreram na ação.

Nesta sexta-feira (22), professores, gestores e a equipe pedagógica da Secretaria Estadual de Educação, além de instituições parceiras, reuniram-se para elaborar as diretrizes pedagógicas da retomada das atividades regulares na escola.

De acordo com a secretaria, diversas instituições se colocaram à disposição para dar continuidade aos trabalhos na escola, tanto no âmbito pedagógico quanto no suporte psicológico de alunos e funcionários.

Entre os parceiros estão o Centro de Apoio Psicossocial (Caps); o Centro de Referência e Apoio à Vítima (Cravi); a Universidade Braz Cubas;  a Universidade Cruzeiro do Sul; o Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, a Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Suzano; a Neuroconecte; o, Conselho Regional de Psicologia; a Defensoria Pública; a Secretaria Municipal de Educação de Suzano; a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e a Universidade Federal Mato Grosso do Sul (UFSM).

Aluno de 14 anos é flagrado com facas dentro de escola

Facas foram apreendidas e entregues à Polícia Civil (São Roque Notícias/Reprodução)

Um aluno de 14 anos foi flagrado com facas dentro de uma escola pública de Mairinque, no interior de São Paulo. A Guarda Municipal da cidade foi chamada e encontrou as facas na mochila do estudante. As informações são do portal São Roque Notícias.

Segundo apuração do portal, o adolescente, que está no sexto ano, disse aos GCMs que alguns alunos murcharam o pneu da bicicleta de um amigo dele e, por isso colocou as facas na mochila. Um canivete foi encontrado no bolso do aluno.

Outros quatro estudantes foram levados para a delegacia. A Polícia Civil apura o caso.