Shopping de Santos é multado por descumprir decreto

Foto tirada por fiscais (Pref. de Santos/Reprodução)

O shopping Praiamar, na Aparecida, foi multado em R$ 10 mil por fiscais da Seção de Vigilância Sanitária (Sevisa), da Secretaria Municipal de Saúde, na tarde desta quinta-feira (6), por não cumprir o decreto nº 9.301, publicado em 17 de abril, sobre as restrições da pandemia de covid-19.

O chefe de Atividades Técnicas de Alimentos da Sevisa, Augusto Luiz de Oliveira Costa, explica que a praça de alimentação não estava adequada ao distanciamento de 1,5 metro entre as mesas exigido pelo decreto. “Desrespeitaram o decreto no quesito referente à formação de aglomeração”.

Segundo a chefe da Sevisa, Luciane Valente, “comprovamos, por foto, que não havia qualquer restrição na disposição das mesas para os clientes”.

O shopping foi orientado a colocar fita limitando o acesso às mesas e cadeiras ou a retirar 70% das mesas e cadeiras, respeitando o limite máximo de 30% da área para receber consumidores na praça de alimentação, conforme o decreto municipal.

“Infelizmente, o resultado foi considerado surpreendente, pois em tempos de pandemia e de todas as orientações que já foram dadas, ao longo dos anos de 2020 e 2021, nos deparamos com irregularidades que acreditávamos que não estariam mais ocorrendo”, ressalta a chefe do Departamento de Vigilância em Saúde, Ana Paula Viveiros Valeiras. Ela enfatiza que “as administrações dos shoppings precisam se organizar e compreender a responsabilidade que devem ter frente aos seus clientes”. 

ESTOQUE DE ALIMENTOS

A fiscalização da Vigilância Sanitária começou na parte do hipermercado, dentro do shopping, onde foi detectado, na terça-feira (4), o vazamento de dois mil litros de óleo diesel. A preocupação era quanto à possível contaminação desse material junto ao estoque de alimentos. Os fiscais constataram que não houve qualquer tipo de contaminação, pois os alimentos ficam estocados em outro nível do estabelecimento.

O shopping tem prazo de 30 dias para recorrer da autuação.

Por Pref. de Santos

Visitas aos shoppings centers cai em 2020, revela Alshop

Shopping em Praia Grande durante a pandemia (Arquivo/Nivaldo Lima/SP Agora)

Um levantamento da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) revelou que as visitas mensais aos shoppings centers no país caíram de 502 milhões em 2019, para 341 milhões no ano passado. O dado abrange todo o país, no período de janeiro a dezembro, diz comunicado à imprensa. O tempo de permanência dentro dos centros de compras também foi reduzido, de 1h30 em 2019 para uma média de 20 a 30 minutos ao longo de 2020.

Para a entidade, “Essa queda no movimento dos shoppings é resultado da pandemia de COVID 19, das restrições que o setor vem enfrentando diante do cenário, aumento do desemprego e da mudança de comportamento dos consumidores”.

A nota cita o censo da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), que mostra uma recuperação gradual e contínua dos shoppings que passaram meses fechados e chegaram a perdas de quase 90% em abril de 2020. 

“Os consumidores estão se sentindo mais seguros e voltando aos poucos ao shopping, mas a recuperação do setor deve ser gradativa e pode levar até um ano e meio para recuperarmos o patamar de 2019”, comenta Luis Augusto Ildefonso, diretor institucional da ALSHOP, no mesmo comunicado.

Para a entidade, momentos como o Dia Internacional da Mulher, Dia das Mães e dos Namorados, considerando o primeiro semestre do ano, podem ajudar na recuperação das vendas nas lojas de shoppings.

Shoppings da capital poderão funcionar das 12h às 20h

Com a publicação de portaria em Diário Oficial hoje (21), a prefeitura de São Paulo vai autorizar que os shoppings da capital possam funcionar das 12h às 20h, todos os dias. Isso será possível após autorização do governo estadual, que ampliou o horário de funcionamento de seis para oito horas diárias de estabelecimentos comerciais localizados em regiões que estejam na Fase 3-Amarela do Plano São Paulo, que direciona a retomada da atividade econômica depois de quarentena adotada para evitar disseminação do novo coronavírus.

Avenida Paulista, em São Paulo (Roberto Parizotti/Fotos Públicas)

Pela portaria municipal, ficará também estabelecido que o comércio de rua e as galerias comerciais vão funcionar das 10h às 18h, enquanto os shoppings populares terão funcionamento liberado das 5h às 13h. Já os bares e restaurantes podem fracionar as oito horas diárias, mas terão que fechar as portas às 22h.  

A portaria também faculta ao comércio de rua, às galerias comerciais e aos shoppings que queiram funcionar em horário diferenciado ao que foi estabelecido pela prefeitura para que coloquem uma placa na porta dizendo em quais horários eles vão funcionar.

Escritórios, concessionárias, imobiliárias, academias, salões de beleza e barbearias poderão também funcionar por oito horas por dia, de forma corrida ou fracionada, de forma livre, no horário que quiserem.

A capital paulista está na Fase 3 – Amarela do Plano São Paulo desde o dia 26 de junho. Nesta fase, bares, restaurantes, shoppings centers, comércio de rua, salões de beleza e barbearias podem reabrir, mas com limitação de 40% do público.

O Plano São Paulo, elaborado pelo governo paulista em virtude da pandemia do novo coronavírus, é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (vermelho) a etapas identificadas como controle (laranja), flexibilização (amarelo), abertura parcial (verde) e normal controlado (azul). O Plano São Paulo também é regionalizado, ou seja, o estado foi dividido em 17 regiões e cada uma delas é classificada em uma fase.

Parques

Segundo o prefeito da capital, Bruno Covas, os 70 parques municipais da cidade vão passar a funcionar, a partir da próxima semana, em horário normal. Eles vão continuar fechados aos finais de semana, mas poderão funcionar em seus horários normais, os que eram habituais antes da pandemia. O Ibirapuera, por exemplo, funcionará de segunda a sexta-feira, das 6h à meia-noite.

Fiscais encontram irregularidades em shoppings da Baixada

Em mais uma ação de fiscalização do cumprimento das regras de prevenção à covid-19 pelos shopping centers, a Seção de Vigilância Sanitária (Sevisa), da Prefeitura de Santos, autuou ontem (4) um shopping na Rua Euclides da Cunha, no Gonzaga.

Multa em caso de não seguir protocolos de segurança pode chegar a R$ 10 mil (Pref. de Santos)

Na intimação, os fiscais listaram obrigações que deverão ser cumpridas, como disponibilização de álcool em gel nas proximidades de escadas rolantes e caixas eletrônicos, observação da distância de 1,5 metro entre consumidores em fila, indicação da quantidade de pessoas permitidas nos sanitários e controle do número de clientes dentro das lojas. Também foi cobrado do shopping a apresentação semanal de relatórios de higienização dos aparelhos de ar-condicionado.

Caso as irregularidades voltem a ser constatadas no local, será aplicada multa, cujo valor pode chegar a R$ 10 mil, dobrando em caso de reincidência. No fim de semana passado, a equipe de fiscalização percorreu shopping no bairro da Aparecida. Durante a vistoria, nele não foram constatados descumprimentos das regras para funcionamento. As forças-tarefas nos shopping centers e nos demais estabelecimentos da Cidade seguem cronograma interno, sem aviso aos comerciantes.

*Com informações da Prefeitura de Santos

Prefeitura do Rio aumentar fiscalização em shopping

Desrespeito às normas pode gerar multas e interdição de lojas

A prefeitura do Rio de Janeiro comunicou, em nota, que intensificará nesta sexta-feira (12) a fiscalização em shopping centers da cidade. Ontem (11), no primeiro dia de reabertura de lojas, houve aglomerações e descumprimento das regras estabelecidas pelo município para a retomada das atividades. 

De acordo com a Subsecretaria de Vigilância Sanitária, a fiscalização, iniciada nesta quinta-feira, inclui a interdição de lojas por aglomeração e a aplicação de multas aos estabelecimentos. As ações contam também com equipes da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), Guarda Municipal e Subsecretaria de Licenciamento, Fiscalização e Controle Urbano, da Fazenda.

Segundo o órgão, o Norte Shopping, localizado na zona norte do Rio, foi multado por não higienizar com frequência as superfícies dos ambientes e teve três lojas de eletrodomésticos fechadas por aglomeração. Cada uma delas foi multada em R$ 13 mil, valor da infração gravíssima. A multa foi também aplicada à administração do Bangu Shopping, na zona oeste, e a quatro lojas do estabelecimento, pelo mesmo motivo. 

A população pode denunciar pontos de superlotação e outras irregularidades pela Central 1746.

Retomada antecipada

A reabertura das lojas estava prevista apenas para próxima semana, mas a prefeitura decidiu antecipar a retomada. Um dos motivos é o Dia dos Namorados, comemorado hoje (12).

Pelas regras municipais, os shopping centers só podem receber 30% da capacidade de frequentadores e funcionar de 12h às 20h. Até a última quarta-feira (10), somente bares e restaurantes desses estabelecimentos podiam abrir desde que servissem refeições apenas nos sistemas drive thru, para viagem e entregas. 

Para voltar a funcionar, os shopping centers devem seguir as regras de ouro estabelecidas pela prefeitura para todos os setores da economia, além de normas específicas . Uma delas é a medição de temperatura dos frequentadores na entrada dos estabelecimentos. O uso de máscaras pelos colaboradores e clientes é obrigatório e o distanciamento social recomendado é de 2 metros.

Continuam impedidas de funcionar quaisquer pontos de lazer dos shopping centers, como lounges, áreas de jogos e espaços de recreação para crianças. Os centros comerciais também não podem oferecer serviços de manobrista, nem aluguel de carrinhos para crianças, e deverão manter as portas abertas, para aumentar a circulação de ar.

Entre outras exigências, os estabelecimentos precisam apresentar à prefeitura documentos que comprovem a limpeza dos aparelhos de ar condicionado e dutos de ar.

Até ontem, a cidade do Rio de Janeiro registrava 40.017 casos confirmados do novo coronavírus e 4.850 mortes por covid-19, doença causada pelo vírus. Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro. Em todo o estado, são 7.363 óbitos e 75.775 casos confirmados.

Shoppings voltam a funcionar amanhã; veja as regras

(Arquivo/Divulgação)

A Prefeitura de São Paulo assinou hoje (10) termo de compromisso com cinco entidades representativas do comércio varejista de shoppings centers e autorizou a reabertura das lojas a partir de amanhã (11). Além de seguir regras de higiene, inicialmente, os shoppings vão trabalhar com horário de funcionamento reduzido como determina o plano gradual de flexibilização da quarentena do novo coronavírus do Governo do Estado de São Paulo para as cidades que integram a fase laranja (fase 2).

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio – SP), a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), a Federação dos Varejistas e Atacadistas do Brás (Fevabras) e a Associação Paulista do Circuito das Compras (Apecc) representam a maior parte dos estabelecimentos instalados na capital.

Regras

Os shoppings poderão funcionar entre 6 horas e 10 horas ou entre as 16 horas e 20 horas. A opção deverá ser seguida por todas as lojas nele estabelecidas.

Na assinatura do termo de compromisso, o prefeito Bruno Covas explicou que as lojas que estão dentro do shopping devem seguir o padrão de higiene e atendimento das lojas do comércio de rua. Ele também voltou a falar que São Paulo continua em quarentena e que o objetivo da Prefeitura com os protocolos é retomar a atividade econômica na cidade sem retroceder, sem piorar os índices de contaminação pelo novo coronavírus.

“Expectativa é que a gente reabra com a segurança necessária para continuar a melhorar os índices na cidade”, disse o prefeito.

Nesta etapa do plano de flexibilização, cinco setores foram autorizados a reabrir com restrições. Com o termo de compromisso assinado hoje, a Prefeitura já autorizou a reabertura segura de todos eles, de maneira a evitar a propagação do novo coronavírus.

Na semana passada foram abertas concessionárias de veículos e escritórios, e, o Diário Oficial da Cidade de hoje (10/06) publicou os protocolos de reabertura do comércio de rua e das imobiliárias.

As entidades comprometeram-se com medidas de higiene, distanciamento social, sanitização de ambientes, orientação dos clientes e dos colaboradores, compromisso para testagem de colaboradores e medição de temperatura dos clientes, horários alternativos de funcionamento, redução do expediente, sistema de agendamento para atendimento, protocolo de fiscalização e monitoramento do próprio setor (autotutela) e, esquema de apoio para colaboradores que não tenham quem cuide de seus dependentes incapazes no período em que estiverem fechadas as creches, escolas e abrigos – especialmente as mulheres, que são mães.

Todos os setores qualificados na fase 2 do Plano estadual já enviaram propostas de protocolo para reabertura à Prefeitura de São Paulo. Entre 01 e 10 de junho, a Administração recebeu 110 propostas de protocolos sanitários de reabertura de entidades setoriais. Entre os documentos recebidos 60 são de entidades da fase 2 e outras 50 sugestões são de entidades enquadradas nas demais fases.

*com informações da Prefeitura de SP

Veja os setores que voltam a funcionar na segunda-feira

Comércio fechado na rua 25 de Março durante a quarentena (Rovena Rosa/Agência Brasil)

A Prefeitura de São Paulo irá promover a reabertura gradual e responsável de setores da economia durante a quarentena de enfrentamento ao novo coronavírus a partir de segunda-feira (1). Os detalhes foram anunciados pelo prefeito Bruno Covas na tarde de quinta-feira (28).

Para implementação das novas medidas é importante que os moradores da capital continuem utilizando máscaras, mantendo o distanciamento social, e colaborando com o município para manutenção de índices estáveis de transmissão do vírus.

A cidade continua em quarentena, mas nos próximos dias serão iniciadas as discussões de protocolos de Saúde com o setor privado para retomada da atividade econômica na capital.

Segundo o prefeito Bruno Covas, a quarentena continua. “Avançamos para fase 2 conforme classificação do Governo do Estado, mas a cidade continua com a preocupação de evitar aglomerações, proporcionando o distanciamento social e a utilização de máscaras e outras ações de higiene pessoal. Ou seja, infelizmente ainda não viramos a página, mas pelos índices conquistados a gente já pode falar numa retomada tranquila e gradual da atividade econômica na cidade”, disse.

Nesse primeiro momento será possível retornar com as seguintes atividades:

Atividades imobiliárias;
Concessionárias;
Escritórios;
Comércio;
Shopping Center.

Para reabertura serão observados dois pré-requisitos:

1 – Apresentação de protocolos de saúde, higiene e testagem, regras de autorregulação para fiscalização dos protocolos e política de comunicação para proteção de consumidores e funcionários;

2 – Manifestação da Vigilância Sanitária.

“Os setores precisam vir discutir com a Prefeitura de que forma será essa reabertura. A Prefeitura fez a sua parte com a ampliação dos leitos de UTI e outras ações na área da Saúde e Assistência Social. A população também fez a sua parte permanecendo dentro de casa e utilizando máscara. Agora, os empresários também precisam fazer a sua parte apresentando esses protocolos para que a gente possa ter uma reabertura tranquila e para que a gente não volte para trás daqui alguns dias”, disse o prefeito Bruno Covas.

“Nada será feito sem o aceite da área da Saúde. É que tem ditado até agora todas as ações que tomamos de restrição de atividade na cidade”, completou o prefeito.

Os parâmetros mínimos que serão observados para reabertura são aqueles que os setores já discutiram com o Governo do Estado. Os detalhes podem ser acessados clicando aqui.

“Só vamos discutir a reabertura com parâmetros acima daqueles já combinados com o Governo do Estado”, afirmou o prefeito.

Fluxo de aprovação

Um decreto para regulamentação das aprovações será publicado no Diário Oficial da Cidade até o dia 1º de junho e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento econômico e Trabalho (SMDET) será a responsável por receber esses protocolos, avaliar se alcançam os requisitos mínimos e a representatividade das associações, e depois eles também serão validados pela Vigilância Sanitária.

A partir de 1º de junho as entidades poderão apresentar seus protocolos no site www.prefeitura.sp.gov.br/retomada .

Apenas entidades setoriais poderão enviar suas propostas. Os cidadãos que quiserem contribuir deverão enviar suas sugestões para as empresas onde trabalham ou entidades de classe. As empresas, por sua vez, deverão enviar suas propostas para as entidades setoriais, que serão responsáveis pelo envio à Prefeitura de São Paulo.

Vendas crescem na semana da Black Friday, diz Serasa



As vendas do comércio de rua e shopping centers cresceram 9,9% entre os dias 29 de novembro a 1º de dezembro, período da Black Friday, comparadas ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Na semana que antecede a data, entre 19 a 25 de novembro, foi registrada alta de 9,2% nas vendas.

“O resultado reflete a melhora já esperada pelo setor varejista e acompanhou o crescimento das duas últimas datas comemorativas do comércio [Dias dos Pais e Dia das Crianças]”, disse a Serasa.

Ainda segundo economistas do Serasa, “o período também foi influenciado pelo aumento em massa da renda da população com a liberação da primeira parcela do 13º salário e do saque do FGTS que, aliados à queda dos juros e da inflação, beneficiaram o varejo e impactaram positivamente as vendas da Black Friday”.

Brás: Shopping é interditado e materiais são apreendidos

(Receita Federal/Reprodução)

Como parte das ações de combate a pirataria por meio da Operação Comércio Legal, a Prefeitura de São Paulo e a Receita Federal deflagraram na manhã desta segunda-feira (2), em um shopping na Rua Barão de Ladário, região do Brás, a operação Promitheia, que resultou na apreensão de produtos piratas e na interdição do imóvel por conta de uma série de irregularidades que infringem o Código de Obras e Edificações.

“Houve um desrespeito a legislação municipal. Aplicamos mais de 60 multas aqui que representam um total de R$ 12 milhões só em autuações”, afirmou o prefeito Bruno Covas.

No shopping eram comercializados itens como relógios, roupas, tênis, brinquedos, artigos de luxo e todo tipo de pirataria possível e imaginável.

Segundo o coordenador da Operação Comércio Legal, Fabio Lepique, a expectativa é que sejam apreendidas cerca de mil toneladas de itens irregulares.

Agentes fazem a segurança em frente ao shopping alvo da ação (Receita Federal/Reprodução)

“Trata-se do maior distribuidor de pirataria para o Brasil e América Latina. Para se ter uma ideia da dimensão dessa operação, foram apreendidas cerca de 1.700 toneladas em diversas operações desde 2018”, afirmou.

Segundo o auditor fiscal da Receita Federal, Alan Towersey, o valor estimado da apreensão é de R$ 500 milhões. “A operação deve durar três semanas. O objetivo é retirar as mercadorias ilícitas que abastecem todo Brasil e levar para os depósitos da Receita Federal”, disse.

Sobre a Operação Comércio Legal

Implementada em novembro de 2018, com uma ação na região do Brás a Operação Comércio Legal tem o objetivo de combater a pirataria e melhorar a mobilidade em locais de grande concentração de comerciantes ambulantes.

Em pouco mais de um mês de atuação no Brás, a área abrangida passou de 22 mil para 96 mil metros quadrados fiscalizados.

No dia 26 de agosto, a Prefeitura de São Paulo deflagrou a terceira etapa da operação, ampliando a área de atuação dos agentes de fiscalização para uma área de 153 mil metros quadrados.

Na última sexta-feira (30/08), foram destruídas cerca de 200 toneladas de brinquedos apreendidos durante intervenções realizadas pela administração municipal para combater a pirataria em estabelecimentos que comercializavam esses itens de forma irregular. Desse total, cerca de 10 toneladas foram apreendidas em ações exclusivas da Receita Federal.

(Receita Federal/Reprodução)

*Com informações da Prefeitura de SP

Restaurante Coco Bambu inaugura unidade em Osasco

Por Rai Maximiano, colaboração para o SP Agora

(Rai Maximiano/SP Agora)

O Coco Bambu, restaurante fundado em Fortaleza, Ceará, inaugurou, esta semana, a primeira unidade na cidade de Osasco, na grande São Paulo. Presente em 14 estados, a rede conta com 35 operações em todo o Brasil.

Foram três anos de negociação até a chegada do Coco Bambu ao SuperShopping Osasco, com um espaço para 600 convidados.

“São cerca de 180 funcionários contratados”, conta o diretor executivo da loja em Osasco, João de Deus Costa Lima Filho. “Mantivemos 95% do cardápio. Às vezes, um produto é mais abundante em uma região do que em outra”.

(Rai Maximiano/SP Agora)

A maioria dos pratos é focada na culinária a base de frutos do mar.

A história da marca começou em 1989, na capital cearense. De lá para cá, a rede expandiu para o Nordeste, para Brasília e, por fim, chegou a São Paulo em 2012. Hoje, o Coco Bambu tem seis unidades na capital paulista e 12 no estado, com previsão de abertura de mais lojas até o final do ano.

“Posso adiantar haverá uma unidade em Sorocaba. E estamos fechando acordo para abrir em outras cidades”, antecipa o executivo.

Para Carolina Bonafé, gerente de marketing do SuperShopping Osasco, o Coco Bambu faz parte do movimento de expansão do município.

“Hoje a cidade é sede de grandes corporações. As marcas estão vindo para Osasco e percebendo que aqui também é um polo executivo”.

(Rai Maximiano/SP Agora)

Para a gerente, o Coco Bambu veio para diversificar a ideia de sofisticação. “Haverá uma troca nessa parceria. A clientela do restaurante passará a conhecer nosso shopping e quem já frequentava aqui vai se interessar pelo Coco Bambu”, finaliza, ao destacar que o ambiente terá espaço dedicado às crianças.

Além da comida característica, o Coco Bambu produz suas próprias bebidas. O espumante e os vinhos, branco e tinto, são fabricados por uma vinícola portuguesa. Já a cerveja é produzida em parceria com a marca de cervejas artesanais WÄLS. Estão disponíveis no cardápio opções de peixe, frutos do mar, pastéis, escondidinhos, lagostas e camarões. Para quem preferir, existem opções de frango, filé mignon, carne de sol e costela suína. 

Serviço

O restaurante Coco Bambu fica no segundo piso do SuperShopping Osasco. Com música ao vivo todos os dias, a casa abre às 11h e fecha para entrada de clientes às 23h. O shopping fica na Avenida dos Autonomistas, 1828, próximo à estação Osasco da CPTM, que tem acesso pelas linhas 8 diamante e 9 esmeralda.