Chuva forte pode provocar alagamentos, alerta CGE

Nuvens carregadas na zona norte, por volta de 16h30 (Nivaldo Lima/SP Agora)

A chuva que se aproximou da grande São Paulo hoje (10), no fim da tarde, e avançou pela Capital, pela zona norte da cidade, chegou com potencial de provocar enchentes. Por volta de 16h, o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE-SP) colocou a região em estágio de atenção para alagamentos.

Segundo o órgão, as áreas de instabilidade atingiram forte intensidade sobre os municípios de Francisco Morato, Franco da Rocha e Mairiporã.

“Imagens do radar meteorológico do CGE da Prefeitura de São Paulo mostram chuva moderada e forte, atuando na Zona Norte, na subprefeitura de Jaçanã/Tremembé”, indicou.

Os meteorologistas do CGE informaram que há previsão de chuva forte até o início da noite. O temporal pode vir acompanhado de ventos fortes, raios e alagamentos.

Corpo de Bombeiros

O Corpo de Bombeiros informou ter registrado cinco ocorrências de enchentes, de zero hora de hoje (10) até às 17h. Quatro chamados foram na cidade de Caieiras e um no bairro de Perus, na Capital. Houve ainda registro de um desabamento em Caieiras e 10 quedas de árvores na grande São Paulo.

Temporal provoca enchente e deixa pessoas ilhadas

A chegada de um temporal, no começo da tarde de hoje (14), em São Paulo, colocou a Capital em ‘estado de atenção para alagamentos’. Esse estágio de alerta é usado pelo Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) toda vez que as chuvas têm potencial de provocar transtornos à cidade.

“Imagens do radar meteorológico do CGE da Prefeitura de São Paulo, mostram chuva forte na Zona Norte, nas Subprefeituras de Perus e Pirituba/Jaraguá. O mesmo quadro é observado na Zona Oeste, na subprefeitura da Lapa”, indica o CGE.

As instabilidades estão se deslocando do interior do Estado para a Capital. Ainda segundo o órgão da Prefeitura de São Paulo, a chuva segue com lento deslocamento, o que pode ampliar o potencial de estrago.

“Conforme os meteorologistas do CGE da Prefeitura de São Paulo, há previsão para a ocorrência de rajadas de vento, o que poderá implicar em queda de árvores e formação de alagamentos nas próximas horas”, alerta o CGE, em nota.

Em Pirituba, o Corpo de Bombeiros foi chamado após a avenida Miguel de Castro ser inundada. Segundo a corporação, seis pessoas estavam ilhadas em uma casa. Todas foram resgatadas.

Em Cidade Dutra, na zona sul, uma árvore caiu sobre uma casa, mas ninguém se feriu. O local foi isolado pelos bombeiros.

Socorro

O temporal que atingiu a cidade hoje ocorreu justamente na região em que o Corpo de Bombeiros ainda procurava uma mulher, desaparecida após a forte chuva que atingiu a cidade na última terça-feira (12). A vítima tem aproximadamente 40 anos, segundo os bombeiros. Por causa do novo temporal, as buscas foram interrompidas e devem ser retomadas nesta sexta-feira (15).

  

São Paulo entra em estado de atenção para alagamentos

Chuvas fortes colocam toda a cidade de São Paulo em estado de atenção para alagamentos na tarde deste domingo (20). Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências da Prefeitura, o alerta foi emitido para as seguintes regiões:

  • Zona Leste – 16h55
    Zona Sul – 16h55
    Zona Sudeste – 16h55
    Zona Norte – 16h55
    Zona Oeste – 16h55
    Centro – 16h55
    Marginal Pinheiros – 16h55
    Marginal Tietê – 16h55

De acordo com o CGE, o calor favoreceu a formação de áreas de instabilidade sobre a Grande São Paulo. Dados do radar meteorológico da Prefeitura de São Paulo apontam que os pontos com mais intensidades se concentram entre o Centro e as Zonas Sul e Oeste.

Na noite de sábado (19), a chuva forte que caiu na na Grande São Paulo afetou a operação de aeronaves e atendimento de passageiros no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos

Durante a madrugada, passageiros relataram pelas redes sociais que ficaram retidos por mais de uma hora dentro de uma aeronave que pousou no local. Segundo a assessoria de imprensa da GRU Airport, empresa que administra o aeroporto, a situação foi normalizada neste domingo.

Em caso de alagamentos, as autoridades orientam:

Evite transitar em ruas alagadas
Se a chuva causou inundações, não se aventure a enfrentar correntezas.
Mantenha-se longe da rede elétrica e não pare debaixo de árvores. Abrigue-se em casas e prédios;
Planeje suas viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas;
Em caso de dúvida sobre vias bloqueadas, ligue para a central de atendimento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) através do número 156 ou entre no site da CET para saber como está o trânsito nas principais vias.

Previsão para os próximos dias
A primavera termina neste domingo com características típicas de verão, que começa oficialmente nesta segunda-feira (21), às 07h02. Entretanto, a propagação de uma frente fria pelo oceano deve provocar chuvas mais generalizadas e declínio das temperaturas nos próximos dias.

A segunda-feira (21) ainda começa com sol e temperaturas em elevação. Os termômetros variam entre mínimas de 20ºC e máximas que podem superar os 32ºC. O tempo começa a mudar no decorrer da tarde, quando a aproximação de uma frente fria aumenta a nebulosidade e causa chuvas generalizadas com raios e rajadas de vento, que devem se estender para a noite e madrugada.

Na terça-feira (22) a propagação do sistema frontal pelo oceano deixa o tempo fechado e chuvoso, além de provocar declínio das temperaturas. As mínimas oscilam em torno dos 18°C, enquanto as máximas não devem superar os 23°C.

Temporal deixa Capital em estágio de atenção para alagamentos

Temporal se formando sobre a zona leste e parte de Guarulhos

A formação de um temporal na região da zona leste de São Paulo deixou parte da Capital em estágio de atenção para alagamentos. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) somou cinco pontos com alagamentos na cidade, incluindo um trecho da Avenida Celso Garcia e a Professor Luiz Ignácio de Anhaia Mello.

A recomendação para o risco de ruas serem tomadas pela enxurrada também incluiu, mais cedo, a zona sul da cidade.

Nuvens carregadas deixaram o céu escuro. O temporal também atingiu parte de Guarulhos e Itaquaquecetuba, na grande São Paulo.

Segundo o Corpo de Bombeiros, as chuvas que atingiram a cidade desde a meia noite de quinta-feira (17) provocaram 48 chamados para queda de árvores até às 17h. As principais regiões atingidas foram Jaçanã e Brasilândia, na zona norte, e Guarulhos e Santo André na região metropolitana.

São Paulo entra em estado de atenção para alagamentos

São Paulo entra em estado de atenção para alagamentos
São Paulo entra em estado de atenção para alagamentos
Chuva atingiu a cidade na manhã deste domingo(Nivaldo Lima/SP AGORA)

O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) colocou todas as regiões da cidade de São Paulo em estado de atenção para alagamentos às 11h28 deste domingo (25), por causa da chuva que atingia a cidade. Houve registro de granizo na Zona Oeste e no Centro da capital paulista.

Segundo o CGE, por volta das 11h30, as áreas de instabilidade que se formaram sobre a Zona Sul se dirigiam para a Zona Norte, atingindo as demais regiões da capital.

Registros de alagamentos
– Rua Dr Penaforte Mendes, na Bela vista;
– R. Pres. Batista Pereira, ambos sentidos;
– Radial Leste, próximo ao Viaduto Guadalajara;
– Av. Vinte e Três de Maio, na região do Paraíso;
– Viaduto General Euclides de Figueiredo, na Vila Mariana;
– Praça das Bandeiras, próximo ao Túnel Anhangabaú.
– No decorrer da tarde o tempo deve seguir instável e há possibilidade de novas pancadas de chuva na Grande São Paulo.

Veja orientações do CGE
– Evite transitar em ruas alagadas;
– Se a chuva causou inundações, não se aventure a enfrentar correntezas;
– Fique em lugar seguro. Se precisar, peça ajuda;
– Mantenha-se longe da rede elétrica e não pare debaixo de árvores;
– Abrigue-se em casas e prédios;
– Planeje suas viagens, para que haja menor possibilidade de enfrentar engarrafamentos causados por ruas bloqueadas.

‘Ciclone bomba’ provoca destruição e mortes

Chega a nove o número de mortes confirmadas no Sul do Brasil devido às consequências de um ciclone extratropical que atingiu a região na tarde desta terça-feira (30), causando fortes ventos, chuvas, granizo e muitos estragos.

Galpão destruído no município de Palmitos. (Defesa Civil de SC/via Agência Brasil)

As nove mortes confirmadas aconteceram em Santa Catarina, onde ao menos 49 cidades foram afetadas. Um possível décimo óbito está sob análise pericial no Rio Grande do Sul. Trata-se de um homem de 53 anos que morreu soterrado após ser atingido por um deslizamento de terra enquanto trabalhava em uma obra, em Nova Prata.

Segundo a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, embora o acidente tenha ocorrido no meio da tarde, quando já chovia forte no estado, será preciso aguardar o resultado da perícia para saber o quanto as chuvas de ontem contribuíram para a instabilidade do solo, causando o deslizamento.

Em Santa Catarina, a Defesa Civil já confirmou nove mortes. Três óbitos foram registrados em Tijucas (3). Os demais em Chapecó; Santo Amaro da Imperatriz; Governador Celso Ramos; Ilhota; Itaiópolis e Rio dos Cedros. Em Brusque, uma pessoa está desaparecida.

Segundo o governo catarinense, mais de mil bombeiros estão atendendo ocorrências, especialmente relacionadas a quedas de árvores e de placas. Até esta manhã, a corporação já tinha atendido por volta de 1,6 mil chamados.

De acordo com as Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc), o rompimento de cabos e outros problemas interromperam o fornecimento de energia elétrica para 1,5 milhão de unidades consumidoras. Em muitas cidades, segundo o governo estadual, não há sinal de telefone ou internet.

Em seu perfil no Twitter, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, prometeu, ontem a noite, que “o governo não medirá esforços para auxiliar os catarinenses neste momento de dificuldade”.

Também pela rede social, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, anunciou que a situação dos municípios gaúchos afetados pelo ciclone está sendo acompanhada pela Defesa Civil estadual.

“Todas as equipes estão mobilizadas para dar suporte [à população]. O Estado já distribuiu mais de 3 mil m² de lona e está atuando também no corte de árvores caídas e na desobstrução de vias”, comentou Leite, referindo-se ao material entregue a moradores de Iraí, onde ao menos 300 casas foram destelhadas ou sofreram outros danos.

Além de Iraí, as cidades gaúchas mais afetadas foram Cacique Doble, Barracão, Vacaria e Capão Bonito do Sul. De acordo com a Defesa Civil do Rio Grande do Sul, 1.119 pessoas e 921 residências foram atingidas pela chuva e pelos fortes ventos em todo o estado. Só em Vacaria, o vendaval desalojou 520 pessoas e danificou 130 casas.

Em Capão Bonito do Sul, até esta manhã, a relação de pessoas desalojadas já tinha 400 nomes. Em Barracão, até o hospital municipal foi atingido, ficando parcialmente destelhado.

No Paraná, o fenômeno climático afetou a 3.127 pessoas em 30 cidades, danificando a 666 casas e forçando ao menos 81 pessoas a deixarem temporariamente seus lares. O fornecimento de energia elétrica para cerca de 1,2 milhão de residências e estabelecimentos comerciais chegou a ser interrompido segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel). Só na região leste do estado, 2.562 unidades consumidoras continuavam sem energia até esta manhã.

“Os efeitos que sofremos são apenas o resquício do ciclone que afetou principalmente Santa Catarina”, disse à Agência Brasil a sargento Caroline Pompeu, da Defesa Civil paranaense. Segundo o órgão estadual, embora as fortes chuvas decorrentes do ciclone extratropical comecem a afastar, os ventos podem atingir entre 50 e 70 km/h entre o sul e parte do leste do estado.

Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

Bombeiros procuram última vítima desaparecida no litoral

O Corpo de Bombeiros procura pela última vítima desaparecida no litoral sul de São Paulo, após a forte chuva que provocou deslizamentos de terra no dia 3 de março. Segundo a Defesa Civil do Estado de São Paulo, as buscas estão concentram na Barreira do João Guarda, onde, segundo a moradores, vivia o desaparecido.

O número de desaparecidos, que chegou a mais de 40 pessoas, caiu depois de o Estado fazer um cruzamento de dados com informações municipais e do SUS. Desta forma, as autoridades descobriram que as pessoas que eram consideradas desaparecidas não estavam no local das tragédias no dia da chuva, e estão vivas.

Mortes



O temporal que provocou deslizamentos no Litoral Sul matou 44 pessoas, incluindo dos bombeiros que faziam o resgate de vítimas quando foram soterrados. O Guarujá foi a cidade com maior número de mortos: 33 e 1 desaparecido até o momento.

Santos registrou 8 mortes e São Vicente 3.

Segundo a Defesa Civil Estadual, ainda há 121 desabrigados no Guarujá e 226 em Santos.

Temporal provoca desmoronamentos e enchente

O temporal que atingiu São Paulo na tarde de hoje (8) dezenas de chamados ao Corpo de Bombeiros em pouco mais de uma hora. A cidade mais afetada foi Osasco, na Grande São Paulo. Segundo um balanço divulgado às 14h47, houve sete ocorrências de desmoronamentos e 27 de enchentes na cidade. Ainda não há informações sobre vítimas.

A corporação também recebeu pedidos de ajuda para 53 quedas de árvores na região metropolitana.

Estado de Atenção

Desde às 13h15, bairros da ZN e a Marginal Tietê ficaram sob riscos de alagamentos.

Segundo o CGE, “áreas de instabilidade ganharam força assim que chegaram à cidade”.

“O deslocamento continua sendo lento, de noroeste para sudeste, com núcleos de forte intensidade, inclusive, com probabilidade de queda de granizo”, advertiu o CGE no começo da tarde.

Além da Capital, o temporal deixou Caieiras, na região metropolitana, na eminência de transbordamento de rio. Desde às 13h40, o Estágio de Atenção para Alagamentos foi ampliado para a Marginal Pinheiros e área Central. Zona Leste e Zona Sul também estiveram em Estado de Atenção para alagamentos.


*atualizado às 16h05

Governo faz alerta de tempestade em três Estados

(Arquivo/Marcos Ozanan/Fotos Públicas)

O governo federal emitiu ontem (6) alerta para possibilidade de tempestades nos estados da Bahia, do Espírito Santo e de Minas Gerais neste final de semana. De acordo com os órgãos envolvidos no monitoramento do tempo, as chuvas intensas podem provocar enchentes, alagamentos e deslizamentos de terra nos dois estados do Sudeste e no sul e litoral baianos.

As informações do alerta foram remetidas para as Defesas Civis dos estados, que deverão tomar as providências preventivas cabíveis, como alertar pessoas que vivem em áreas de risco de desabamento sobre rotas de fuga e como buscar pontos seguros no caso de confirmação de desastres.



Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), a Defesa Civil tem um serviço de alerta de desastres naturais que funciona por meio de mensagens SMS no celular e mensagens nos canais de TV por assinatura.

Para fazer o cadastro, é preciso enviar um SMS com CEP do local para o número 40199. Em seguida, o cidadão receberá outro SMS com a confirmação do cadastro. Nas TVs, a mensagem aparecerá automaticamente na tela do aparelho. O serviço é grátis.

O monitoramento das chuvas é realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe) e pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), além de mais dois órgãos que analisam riscos de desastres naturais.

Chuvas de fevereiro tiveram maior volume em 77 anos

(Paulo Pinto/FotosPublicas)

O volume de chuva, apenas neste mês, chegou a 449 milímetros (mm) na capital paulista. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), desde o início das medições, há 77 anos, este foi o maior volume acumulado para o mês de fevereiro. O recorde anterior do mês de fevereiro era de 445,5 mm, registrado no ano de 1995.

Os números incluem a atualização dos dados da manhã e da tarde de hoje (26) de precipitação na estação do Mirante de Santana. Conforme avaliação do Inmet, o acumulado na cidade de São Paulo supera a normal climatológica (período 1981-2010), que é de 249,7mm.

Até a manhã desta quarta-feira, foram 20 dias de chuva no mês. Com a chuva no decorrer da tarde, o Inmet contabilizará na quinta-feira (27) mais um dia de chuva ao registro oficial – já que, para efeito do registro, a medição fecha sempre às 9h.

Desse modo, já é possível dizer que são 21 dias de chuva na cidade neste mês, sendo o terceiro mês de fevereiro com o maior número de dias de chuva desde 1961, início da série histórica disponível. Os meses de fevereiro com mais dias de chuva ocorreram em 1998 (23 dias) e 1993 (22 dias).

Por Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil