Internações por covid-19 diminuem, mas ainda há mais de cinco mil pacientes em hospitais

(Gov. do Estado de SP)

O Estado de São Paulo registrou ontem (12) menos de 5,5 mil internados pela COVID-19 após 17 meses acima desta marca. A queda, segundo o Governo do Estado, é reflexo do avanço da campanha de vacinação e das estratégias de prevenção e enfrentamento da doença.

Neste domingo, 5.483 pacientes estavam hospitalizados. A maioria ocupava leitos de enfermaria, um total de 2.792. Outros 2.691 doentes recebiam cuidados em leitos de Terapia Intensiva.

Para efeito de comparação, em 13 de abril de 2020, o Estado contabilizava 5.768 internações no total, sendo 2.196 UTI e 3.572 leitos clínicos.

Desde o início da pandemia, houve 4.300.307 casos de covid-19 em SP. Destes, 4.082.364 já estão recuperados, incluindo 445.214 que foram internados e receberam alta hospitalar. Houve também 147.236 óbitos.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado hoje é de 33,1% e na Grande São Paulo é de 37,7%.

Estado atinge menor média diária de internações na pandemia

(Anderson Bianchi/Pref. de Santos)

O Estado de São Paulo chegou à menor média diária de novas internações por COVID-19 de toda a pandemia na semana que passou, com 740 hospitalizações por dia, indicando uma queda de 11,9% em relação à semana epidemiológica interior. Esse número chegou a ser 4,5 vezes maior no pico da segunda onda, chegando à 3.381 na média do início de março.

Como resultado da campanha de vacinação e da manutenção de medidas preventivas mesmo com a retomada total das atividades econômicas, desde o último final de semana, os indicadores atuais estão entre os menores números já vistos no decorrer de todo o monitoramento feito pelo Governo do Estado de São Paulo.

Também foi alcançada a menor média diária de novos óbitos do ano, com 188 nesta semana e uma queda de 20,7% em relação à anterior. Até então, a média mais baixa havia sido registrada em meados de janeiro. O número foi quatro vezes maior entre a segunda e terceira de março, marcado por recordes nos indicadores.

Pela primeira vez em 2021, os novos casos também chegaram a uma média diária inferior a 6 mil, registrando 5.865 nesta semana, com um declínio de 8,4% comparando-se à semana epidemiológica antecedente. Essa média chegou a ultrapassar 17,6 mil no final de maio.

Entre 17 de janeiro e 29 de agosto, o Estado de São Paulo aplicou 49,88 milhões de vacinas contra COVID-19 e já alcançou 97,11% de todos os adultos com pelo menos uma dose de vacina, sendo que quase metade já possui esquema vacinal completo (a cobertura total é de 47,23%). Os dados são do Vacinômetro, extraídos às 12h45 deste domingo.

*Com Gov. do Estado de SP

Internações por covid-19 em UTI é a menor do ano no Estado

São Paulo registrou, ontem (19), o menor número de pacientes com Covid-19 internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) em todo o ano de 2021 no estado.

Os números disponibilizados pelo Governo do Estado mostram que, até a divulgação, 3.979 pessoas estão em leitos de UTI por conta do novo coronavírus. A última vez que São Paulo viu esse número ser inferior a quatro mil foi no dia 29 de novembro de 2020.

Nos leitos de enfermaria, são 3.887 cidadãos paulistas com a doença. Logo, no total, 7.866 pessoas estão internadas com Covid-19 no estado. No pico da pandemia, em abril, mais de 13 mil pessoas infectadas com o novo coronavírus chegaram a ocupar as UTIs.

“Além disso, a taxa de ocupação dos leitos de Covid-19 em todo o território segue em queda, sendo de 41,4% no estado e de 39,7% na Grande São Paulo. As quedas são reflexo do avanço da campanha de vacinação contra COVID-19 e das estratégias de prevenção e enfrentamento da doença”, destaca o governo em nota.

*Com TV Cultura

Taxa de ocupação para leitos de UTI Covid atinge menor média desde novembro na capital

A cidade de São Paulo registrou, ontem (4), a ocupação de 38% dos leitos exclusivos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para Covid-19. A taxa é a menor registrada desde 15 de novembro de 2020.

Atualmente, a capital conta com 1.147 leitos de UTI exclusivos para pacientes com Covid-19. Em junho, a rede hospitalar municipal chegou a operar com 1.445 leitos dessa modalidade, maior número já registrado no município. Em fevereiro de 2020, antes de ser declarada a pandemia, a capital contava com 507 leitos.

O aumento do número de leitos na cidade foi possível graças à ampliação da rede de assistência municipal. Durante a pandemia a Secretaria Municipal da Saúde entregou nove unidades hospitalares: Brasilândia, Bela Vista, Guarapiranga, Capela do Socorro, Santo Amaro, Sorocabana, Brigadeiro, Cantareira e Lydia Storópolli, que ficarão como legado para a cidade, que agora conta com 28 hospitais. Também foi construído um anexo no Hospital Municipal Dr. Moysés Deutsch (M’Boi Mirim) e, no pico inicial da doença, em 2020, os hospitais de campanha do Pacaembu e Anhembi tiveram um papel importante.

A administração municipal estruturou ainda todas as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para que as emergências se transformassem em UTIs. Assim foi possível suportar a alta demanda de pacientes com Covid-19 no auge da pandemia e garantir atendimento à população.

Essas ações, até o momento, resultaram em 1.744.754 altas de pacientes com Covid-19 atendidos na rede municipal de saúde.

*Com informações da Secretaria Municipal da Saúde

Estado tem 9.981 pacientes em UTI com covid-19

(Gov. do Estado de SP)

O estado de São Paulo contabilizou nesta segunda-feira (28) 9.981 pessoas internadas em unidades de terapia intensiva (UTI) por Covid-19. A última vez que o estado registrou menos de 10 mil internados em UTIs foi no dia 16 de maio.

Segundo nota do Estado, nas últimas duas semanas houve queda no total de novos internados em São Paulo. A semana epidemiológica que fechou no último sábado (26) registrou baixa de 8,9% em novas internações.

O total de internados pelo novo coronavírus soma 20.678, sendo que 10.697 estão em leitos de enfermaria. A taxa de ocupação dos leitos de Covid é de 75,9% no estado e de 70,1% na Grande São Paulo.

O estado registra um total de 3.700.378 casos e 126.112 óbitos. Entre o total de casos, 3.279.369 tiveram a doença e já estão recuperados, sendo que 390.350 foram internados e receberam alta hospitalar.

Mais da metade dos internados em UTIs tem menos de 60 anos

Pela primeira vez desde o começo da pandemia, mais da metade dos internados com covid-19 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) no Brasil tem menos de 60 anos.

A informação foi divulgada nesta sexta-feira (21/05) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Boletim Observatório Covid-19.

A análise comparou a primeira semana de janeiro com a primeira semana de maio e verificou que a mediana da idade de internações em UTIs foi de 68 anos para 58 anos. Em relação a internações hospitalares, a mediana caiu de 66 anos para 55 anos.

O boletim também mostra que cada vez pessoas mais jovens estão morrendo devido à covid-19 no Brasil. Em relação aos óbitos, ao longo deste ano, os valores de mediana de idade caíram de 73 anos para 63 anos.

De acordo com a Fiocruz, a pandemia está “rejuvenescendo”. Alguns dos motivos para a mudança do perfil dos infectados são a redução dos casos graves em idosos devido à vacinação e a maior exposição dos jovens em razão do relaxamento de medidas de restrições e da necessidade de sair para trabalhar.

A Fiocruz também alertou no boletim que as taxas de ocupação de leitos de UTIs covid-19 para adultos no Sistema único de Saúde (SUS), que vinham mantendo tendência de queda lenta, mas consistente, apresentaram pequenas elevações em muitos estados e capitais na semana de 10 a 17 de maio.

Segundo o boletim, a análise reforça que é preciso ficar atento. “Caso não seja mantida uma queda sustentável, a pandemia poderá retomar a sua expansão”, alerta o documento.

No total, o Brasil registra oficialmentemais de 15 milhões de casos de covid -19 e mais de 446 mil mortes. Em números absolutos, o Brasil é o segundo país do mundo com mais mortes, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam mais de 589 mil óbitos. É ainda o terceiro país com mais casos confirmados, depois de EUA (33 milhões) e Índia (26 milhões).

De acordo com a plataforma Our World in Data, da Universidade de Oxford, cerca de 18% da população brasileira recebeu ao menos uma dose de vacinas contra a covid-19 e 8,5%, as duas.

Por Deutsche Welle

le (Agência Brasil, ots)

Kit intubação: 591 cidades podem ficar sem medicamentos

Pelo menos 591 municípios brasileiros estão preocupados com o risco de não terem o kitintubação para atendimento aos pacientes com a covid-19 internados. Os dados constam da quinta pesquisa semanal feita pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) para apurar os desafios enfrentados pelos entes locais no combate à pandemia da covid-19. 

Segundo a entidade, embora nesta semana tenha havido uma queda nesses números, na comparação com a semana anterior, a quantidade de municípios com falta de kits ainda é considerada preocupante. 

Esta semana, a CNM também perguntou aos gestores se, durante este ano, o hospital da região enfrentou problemas relacionados à falta do kit intubação. Para 35,5% (745) das prefeituras ouvidas a resposta foi sim. Em contrapartida, 57,4% (1.203) indicaram que não houve esse problema.

Oxigênio

Quando o assunto é a falta de oxigênio, é uma preocupação para 8,2% (171) dos municípios pesquisados. “Isso indica que este problema semana a semana está sendo resolvido. Em 89,5% (1.875) das cidades não houve esse risco nesta semana”, diz a entidade.

Vacinas

A aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 no grupo prioritário foi paralisada nesta semana por falta de imunizantes em 23,8% (499) dos municípios que responderam à consulta. Já (1.554) 74,1% afirmaram haver vacinas disponíveis.

Upas

Sobre a existência de pacientes com a covid-19 internados em Unidades de Pronto Atendimento (Upas), 13% dos municípios (273) responderam que está ocorrendo. Já 83,8% (1.757) afirmaram não estar com esse problema nesta semana.

Auxílio

A pesquisa revela ainda que para 23% dos municípios (482) respondentes, o governo estadual instituiu algum auxílio emergencial para a população e ou as empresas em decorrência da pandemia da covid-19, e em 70,8% (1485) ainda não foi feito nada nesse sentido.

A pesquisa ouviu, de 19 a 22 de abril, 2.096 dos 5.568 municípios.

Por Karine Melo, da Agência Brasil

Estado registra 977 mortes pela covid-19 em 24 horas

O Estado de São Paulo registrou nas últimas 24 horas mais 977 mortes pela covid-19. Os números divulgados pelo Governo do Estado também apontam mais 17,1 mil paulistas infectados pelo coronavírus de ontem para hoje (21).

Com esses registros, São Paulo soma agora 90.627 mortes provocadas pela pandemia e acumula 2,7 milhões de pessoas que contraíram o vírus. Entre os infectados, 2.429.577 estão recuperados e, desse total, 283.604 estiveram internados e receberam alta hospitalar.

UTI e Enfermaria

O balanço divulgado no começo da tarde indica que ainda há 23.459 pacientes internados em todo Estado de São Paulo. A maior parte está em leitos de enfermaria, totalizando 12.450 pessoas. O número é um pouco maior que a quantidade de pacientes em Unidades de Terapia Intensiva (UTI): 11.009.

A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 81,8% . Na Grande São Paulo, o percentual é de 79,4%.

“Está vigente desde o último domingo a Fase de Transição do Plano São Paulo, adotada diante da reversão da tendência de crescimento das internações, casos novos e óbitos, alcançada com as Fases Emergencial e Vermelha desde março. O Governo de SP reitera a importância das medidas de distanciamento pessoal, uso de máscaras e higiene das mãos”, reforça o Estado em comunicado à imprensa.

Hospitais relatam nível “pré-colapso” de estoques de kit intubação

(Gov. do Ceará)

Um número cada vez maior de hospitais no Brasil relata estoques vazios ou muito baixos de medicamentos necessários para fazer a intubação de pacientes de covid-19 em estado grave.

A escassez tem obrigado algumas equipes médicas a diluir remédios ou amarrar doentes aos leitos, e a crise deve se alongar diante do alto número de novos casos da doença e da dificuldade do governo federal para comprar o insumo.

Assim como ocorreu com a falta de oxigênio hospitalar e a lentidão na compra de vacinas, o fornecimento dos medicamentos também provoca confrontos entre o Ministério da Saúde o governadores.

O chamado kit intubação é composto por bloqueador neuromuscular, que relaxa os músculos e a caixa torácica do paciente para que o tubo de respiração seja inserido e permaneça no local, e sedativos para manter a pessoa sem dor e em coma induzido até que ela seja retirada do respirador.

Sem o bloqueador neuromuscular, a inserção do tubo é praticamente inviabilizada e pode se assemelhar a uma tortura. Sem o sedativo, os pacientes enfrentam dor, mantêm a consciência e podem ter que ser amarrados ao leito para não arrancarem o tubo.

Na quinta-feira (15/04), o Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde, que representa entidades que gerenciam mais de 800 unidades públicas de saúde, informou em carta aberta que os estoques do kit intubação estão em nível “extremamente crítico de pré-colapso” e que algumas unidades tinham insumos suficiente para apenas 24 horas.

No mesmo dia, o Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems) informou que 68% dos serviços de saúde sob gestão municipal nas cidades paulistas estavam sem bloqueadores musculares e outros 10,6% tinham estoque para no máximo sete dias. Em relação aos sedativos, 61,6% estavam com o estoque zerado e 13,6% tinham insumos para até sete dias, situação pior que a do levantamento anterior, de 5 de abril.

Casos se multiplicam

Profissionais de saúde de dois hospitais públicos do estado do Rio de Janeiro relataram falta de sedativos e a necessidade de amarrar os pacientes ao leito em reportagem veiculada pela Rede Globo nesta sexta. “Eles sofrem porque ficam acordados. E nós, como profissionais, ficamos muito tristes de estar prestando esse tipo de atendimento”, afirmou um profissional, sob anonimato.

À agência de notícias AP, um médico do hospital Albert Schweitzer, gerenciado pela prefeitura do Rio, que também preferiu não se identificar, afirmou que os profissionais passaram dias diluindo sedativos para fazê-los render mais e que, quando o estoque acabou, tiveram que amarrar as pessoas. “Alguns [pacientes] tentam falar, resistir. Eles estão conscientes”, disse.

Para contornar a escassez, alguns hospitais vêm usando medicamentos alternativos, de tecnologia antiga ou com maior probabilidade de efeitos colaterais. “O último caso é fazer o procedimento sem eles. Mas intubar um paciente sem sedativo ou relaxante é tortura, não podemos aceitar”, disse o presidente do Consems, Geraldo Reple, ao jornal Folha de S.Paulo.

A Santa Casa de São Carlos, no interior paulista, decidiu no início de março desativar seis de seus 30 leitos de UTI destinados a pacientes com covid para economizar medicamentos necessários ao atendimento. “Se esses leitos estivessem ocupados agora, certamente estaríamos sem medicações”, afirmou à BBC Brasil o diretor-técnico do hospital, Vitor Marim.

Situação parecida ocorre em outras cidades. A Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo, que reúne 180 unidades, informou nesta semana que seus hospitais têm um estoque médio do kit intubação para três a cinco dias.

Ministério centralizou distribuição

Os alertas sobre a falta do kit intubação vinham sendo disparados por gestores e entidades da área de saúde há várias semanas, e o problema se tornou mais um ponto de confronto entre governadores e o Ministério da Saúde.

Em 18 de março, o coordenador do Fórum Nacional de Governadores, Wellington Dias (PT), governador do Piauí, enviou ofício ao Ministério da Saúde alertando para a situação grave dos estoques em 18 estados.

Diante da crise, o Ministério da Saúde requisitou a todas as empresas no país que produzem os medicamentos que entregassem seus estoques ao governo federal, que então centralizaria a distribuição aos estados e municípios. A ordem levou ao cancelamento de entregas a unidades de saúde que haviam feito compras com antecedência.

Nesta terça, o governo de São Paulo enviou ofício ao Ministério da Saúde afirmando que os estoques do kit intubação no estado estavam em situação “gravíssima, isto é, na iminência do colapso”, e que faltaria medicamentos “a partir dos próximos dias” se não fossem enviadas doses. Foi o nono ofício do tipo em 40 dias enviado pelo governo paulista a Brasília.

O governador do estado, João Doria (PSDB), também afirmou que a decisão do Ministério da Saúde de requisitar os medicamentos era um “gravíssimo erro” e que a quantidade entregue de insumos seria “inexpressiva” em relação ao que havia sido confiscado.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que assumiu o cargo quando a crise do kit intubação já era grave, rebateu Doria nesta quinta, dizendo que os estados, sobretudo os mais ricos, deveriam também comprar esses medicamentos no exterior.

“Não é só empurrar isso [a responsabilidade] para as costas dos Ministérios da Saúde. (…) Não adianta só ficar enviando ofício ao Ministério da Saúde, temos que trabalhar juntos”, disse Quiroga. Doria afirmou que comprará esses medicamentos no exterior, mas não deu detalhes sobre prazo de entrega.

Dificuldade de compra

A escassez do kit intubação não deve ser solucionada rapidamente. A média móvel de novas mortes por covid, acima de 3 mil, está no pior patamar desde o início da pandemia e não dá sinais de recuo. A média móvel de novos casos também segue elevada, próxima aos 70 mil por dia. A demanda por medicamentos para fazer a intubação de pacientes, portanto, seguirá alta.

Por outro lado, o Ministério da Saúde está com estoques baixos e tem enfrentado dificuldade para comprar mais doses. Uma nota técnica da pasta datada desta segunda, revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo, informa que o governo decidiu comprar no final de março 186 milhões de doses do kit, suficiente para seis meses, mas até o momento só conseguiu comprar 32,5 milhões, ou 17% do montante. Em março, o consumo médio mensal no país foi de 34,2 milhões de doses do kit intubação.

O governo também conta com doações, mas em volume ainda muito inferior à necessidade. Um grupo de empresas formado por Engie, Itaú Unibanco, Klabin, Petrobas e Vale comprou um lote de 2,3 milhões doses do kit intubação da China, que chegou no Brasil na noite de quinta-feira e será repassado aos estados nos próximos dias.

O Ministério da Saúde informou que enviaria a São Paulo 407,5 mil dessas doses, 17,7% do que o governo paulista havia solicitado de forma emergencial e suficiente para 3,5 dias. Outras 324 mil doses serão entregues para o Rio de Janeiro, suficientes para 7 dias, segundo o governo fluminense.

Por Deutsche Welle

bl (AP, ots)

Agnaldo Timóteo morre de Covid-19 aos 84 anos

Agnaldo estava internado desde o dia 17 de março na UTI do Hospital Casa São Bernardo(Divulgação)

O cantor Agnaldo Timóteo não resistiu às complicações decorrentes da Covid-19 e morreu neste sábado (3) no Rio. Ele tinha 84 anos.

Agnaldo estava internado desde o dia 17 de março na UTI do Hospital Casa São Bernardo, na Zona Oeste do Rio.

No último dia 27, Agnaldo precisou ser intubado para “ser tratado de forma mais segura” contra a doença.

Veja abaixo a nota divulgada pela família à imprensa

“É com imenso pesar que comunicamos o FALECIMENTO do nosso querido e amado Agnaldo Timóteo. Agnaldo Timóteo não resistiu as complicações decorrentes do COVID-19 e faleceu hoje às 10:45 horas. Temos a convicção que Timóteo deu o seu Melhor para vencer essa batalha e a venceu! Agnaldo Timóteo viverá eternamente em nossos corações! A família agradece todo o apoio e profissionalismo da Rede Hospital Casa São Bernardo nessa batalha”, disse a família, em nota.