Acidente entre caminhão e ônibus deixar 18 feridos

(Record TV/Reprodução)

Um acidente entre um ônibus e um caminhão deixou ao menos 18 pessoas feridas na manhã de hoje (12) na zona leste da capital paulista. O acidente ocorreu por volta das 8h da manhã, na Avenida Miguel Ignácio Curi. De acordo com a SPTrans, empresa que administra o sistema público de ônibus na capital paulista, o ônibus envolvido no acidente fazia a linha 2780/10 Jardim Camargo Novo – Metrô Itaquera. 

Segundo o Corpo de Bombeiros, três das vítimas tiveram ferimentos graves. Uma delas, o motorista do veículo, sofreu um trauma no tórax e foi encaminhado ao hospital Salvalus. Uma outra vítima, uma mulher, teve uma suspeita de fratura no braço e foi encaminhada a uma unidade do NotreDame. O estado de saúde da terceira vítima não foi informado pelos Bombeiros.

A Polícia Militar informou que o caso foi encaminhado para o 65º Distrito Policial.

Já a SPTrans informou à Agência Brasil que, por causa do acidente, 23 linhas de ônibus tiveram que ser desviadas.

Por Elaine Patricia Cruz, da Agência Brasil

Homem fica ferido após bater carro em poste na ZL

Um homem de 26 anos ficou ferido após bater o carro em um poste, na Zona Leste de São Paulo, durante a madrugada de hoje (2). Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente foi na Avenida Cidade Líder, altura do número 1691.

O homem ferido apresentava fratura na perna. Ele foi socorrido pelos Bombeiros e levado para o Hospital Ermelino Matarazzo. Cinco viaturas chegaram a ser mobilizadas nesta ocorrência.

Obras mudam 13 linhas na região de São Mateus

A realização de obras de manutenção na Avenida Ragueb Chohfi, na região de São Mateus, na zona leste, vai alterar ao menos 13 linhas que passam pela região. A intervenção nos itinerários vai ocorrer de hoje (8) até quarta-feira (10), das 22h às 5h.

O bloqueio vai ocorrer entre a rua Forte do Araxá e a Avenida Aricanduva, sentido Cidade Tiradentes.

Acompanhe as mudanças:

3033/10 Guaianazes – São Mateus

253F/10 Term. A.E. Carvalho – Term. São Mateus

3063/10 Guaianazes – Term. São Mateus

354M/10 Term. São Miguel – Term. São Mateus

4011/10 Jd. Limoeiro – Term. São Mateus

4018/10 Metalúrgicos – Term. São Mateus

3054/10 Jd. Palanque – Hosp. Sapopemba

513C/31 Vl. Califórnia – E.T. Itaquera

3761/10 3ª Divisão – Metrô Carrão

3773/10 Res. Sta. Bárbara – Metrô Carrão

N406/11 Term. Cid. Tiradentes – Term. São Mateus

Ida: sem alteração.

Volta: normal até Av. Ragueb Chohfi, R. Forte de Araxá, Av. Forte do Leme, Av. Ragueb Chohfi, prosseguindo normal.

4311/10 Term. São Mateus – Term. Pq. D. Pedro II

Ida: normal até Av. Ragueb Chohfi, R. Forte de Araxá, Av. Forte do Leme, Av. Ragueb Chohfi, acesso, Av. Aricanduva, prosseguindo normal. 

Volta: sem alteração.

N434/11 Term. Vl. Carrão – Jd. IV Centenário

Sentido único: normal até Av. Ragueb Chohfi, R. Forte de Araxá, Av. Forte do Leme, Av. Ragueb Chohfi, acesso, Av. Aricanduva, prosseguindo normal.

*com informações da Prefeitura de SP

Incêndio deixa 16 famílias desabrigadas na ZL

Fogo consumiu barracos na zona leste da capital, segundo moradores, após curto na fiação elétrica; entidades arrecadam doações

Moradores apontam que ao menos 150 pessoas foram afetadas na Favela Souza Ramos | Foto: FLM/CMP

A dona de casa Maria Aparecida Santos Sousa, 42, estava preparando o almoço da família, quando ouviu uma gritaria e todo mundo estava correndo. “Não deu tempo de salvar nada. O pessoal da comunidade entrou no rio que corta a favela para pegar água e tentar apagar o fogo”, lembra. O incêndio aconteceu na tarde deste sábado (16/5), na Favela Souza Ramos, em Guaianases, zona leste da capital paulista.

Segundo Maria, o início do fogo começou no barraco de um morador, com um curto circuito na fiação elétrica. “Aí espalhou tudo para os outros barracos. Graças a Deus ninguém se feriu”, conta.

Os moradores apontam que ao menos 150 pessoas foram afetadas e que 16 barracos foram atingidos pela chamas. Maria, que tem um esposo e duas crianças pequenas, diz que agora depende da ajuda de amigos e vizinhos. “Se na pandemia já era difícil, agora ficou pior”, diz. “A água que a gente tinha era um ‘gato’ [instalação irregular] para ter acesso à água do rio. À noite, pingava um pouco na torneira e a gente usava para tomar banho, se higienizar”, explica.

Pelo menos 16 famílias ficaram sem casa após incêndio | Foto: FLM/CMP

Maria disse que funcionários da Prefeitura de São Paulo foram ao local e entregaram cestas básicas e colchões.

Membros de movimentos de moradia estão fazendo arrecadações de alimentos, itens de higiene e cobertores. “Nós conseguimos entregar hoje cerca de 400 marmitas, leite, bolacha. Agora estamos precisando de cobertores”, afirma Rosania Máxima da Silva, 49 anos, coordenadora da Ocupação Guaianases e membro da FLM (Frente de Luta por Moradia) e CMP (Central de Movimentos Populares).

Segundo testemunhas, fogo teria iniciado após curto circuito na fiação elétrica da casa de um morador | Foto: FLM/CMP

O que diz a Prefeitura

À Ponte, a assessoria do Corpo de Bombeiros disse que foi chamada por volta das 13h26 e que o fogo foi controlado às 14h10, atingindo ao menos 10 barracos, sem vítimas, e que agora a apuração da causa do incêndio fica a cargo da perícia. 

Procurada pela reportagem, a Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura informou em nota que “ofertou acolhimento e insumos, sendo 35 colchões, 35 cobertores, 16 cestas básicas e 16 kits de higiene. As famílias recusaram a oferta de acolhimento e preferiram ir para casa de amigos e parentes”. 

Também procuramos a Secretaria da Segurança Pública para saber se a causa do incêndio já havia sido apurada. Em nota, a InPress, assessoria de imprensa terceirizada da pasta, informou que a ocorrência foi encerrada às 18h07, sem registro de feridos, e que o caso foi registrado no 49 DP (São Mateus). 

Como ajudar

Endereço da favela: Rua Souza Ramos, 136, Guaianases.

Os pontos de arrecadação informados são: Rua Apa, nº 236, bairro de Santa Cecília, no centro da capital; e Rua Moreira Neto, nº 783, Jardim Divino, Guaianases na zona leste.  

Contato: (11) 94838-6685 ou (11) 96649-9189, falar com Jaine ou Rosania.

Por Jeniffer Mendonça – Repórter da Ponte

Com problema nas rodas, linha do Metrô é paralisada

Fabricante da linha foi acionada pelo Metrô após falha nos pneus dos trens
(Governo do Estado de SP/Reprodução)

A Linha 15-Prata, do Metrô de São Paulo, não vai operar hoje (2). Uma falha nas rodas dos trens levou a companhia a acionar a fabricante da linha, que está fazendo inspeção no trecho.

O problema começou na quinta-feira (27), quando um pneu do trem se rompeu e obrigou a paralisação dessa composição. Logo em seguida, o Metrô detectou que o problema afetava outras unidades.

“A fabricante Bombardier foi acionada imediatamente e verificou que os dispositivos chamados ‘Run Flat’ estão causando essa alteração. Esses dispositivos ficam nas rodas e garantem a movimentação do trem em casos de anormalidades, como pneus furados ou murchos”, diz a nota do Metrô.



A linha liga São Matheus, na zona leste, à Vila Prudente, na interligação com a Linha 2-Verde. Para atender os passageiros desse trecho, O Metrô acionou o sistema de ônibus gratuito, mas há atrasos no deslocamento, segundo relataram passageiros ao telejornal Bom Dia São Paulo, da TV Globo.

“O Metrô está cobrando da Bombardier e do Consórcio CEML – que construiu a via – providências urgentes para a identificação da causa da ocorrência, a sua correção e também que eles arquem com todos os prejuízos decorrentes desta paralisação junto ao Metrô de São Paulo”, finalizou o Metrô.

As outras linhas da rede de metrô e de trens funcionam normalmente.

PM executado havia matado assaltante na mesma região

Cabo Wanderley Oliveira de Almeida Júnior, 38 anos, foi atingido pelo menos 5 vezes no rosto; ele estava na Polícia Militar desde 2002

Cabo Wanderleuy Oliveira de Almeida Júnior ingressou na PM em 2002 | Foto: reprodução

O cabo da Polícia Militar Wanderley Oliveira de Almeida Júnior, 38 anos estava de folga às 23h desta quarta-feira (5/2) quando foi assassinado com nove tiros na avenida Ken Sugaya, em Itaquera, zona leste da capital.

Almeida Júnior era lotado no 4º Baep (Batalhão de Ações Especiais de Polícia), considerado uma das unidades mais letais da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Em relatório anual da Ouvidoria da Polícia, divulgado nesta quinta-feira (6/2), o Baep de Santos está em segundo lugar no ranking dos batalhões que mais mataram em 2019, perdendo apenas para Rota.

Segundo investigações do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), da Polícia Civil, dois homens em uma moto, usando roupas semelhantes às de gari, se aproximaram do PM e atiraram nele.

O crime aconteceu nas proximidades de um restaurante japonês, onde a vítima tinha ido pegar comida. Moradores de Itaquera contaram que o cabo fazia bico naquele estabelecimento comercial. A PM não confirma.

O DHPP trabalha com a hipótese de execução, pois Almeida Júnior teria levado cinco dos nove tiros no rosto. Além disso, nada foi roubado do cabo do Baep.

O policial militar foi socorrido no Hospital Santa Marcelina, também em Itaquera, mas não resistiu. Imagens de câmeras de segurança da região onde ocorreu o crime podem ajudar o DHPP a identificar os criminosos.

Almeida Júnior também estava de folga em 17 de novembro de 2009, quando matou com cinco tiros o adolescente Wesley Silva Santos, 16 anos. Na época ele era soldado e trabalhava no 19º Batalhão, na Vila Ema, zona leste da capital paulista. Eram 22h quando Almeida Junior conversava com duas amigas na rua Jacitara Tipiti, Jardim Guairaca, zona leste.

O PM estava ao lado de seu Honda Civic. Na versão dele, dois indivíduos, um deles armado, se aproximaram e anunciaram o assalto. Queriam roubar o veículo. Almeida Júnior reagiu e disparou cinco vezes contra Wesley.

Uma das amigas do PM foi atingida por um disparo na perna esquerda. Ela sofreu fratura no fêmur esquerdo. Wesley levou três tiros no peito, um no abdome e outro no braço. Morreu no Hospital Vila Alpina.

O outro indivíduo que estava com Wesley fugiu e jamais foi encontrado. Até hoje ninguém sabe se o tiro que atingiu a perna da amiga do PM partiu da pistola .40 dele ou da arma apreendido que estaria com o adolescente.

A família da vítima processou o Estado, pedindo indenização e até o ressarcimento das despesas com o funeral de Wesley. Para os pais do garoto, houve excesso por parte do policial.

Tanto o Ministério Público Estadual como a Procuradoria Geral de Justiça e o Poder Judiciário entenderam que Almeida Júnior agiu em legítima defesa.

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo recorreu da decisão judicial. Mas no último dia 27 o desembargador Magalhães Couto, presidente da Seção de Direito Público do Tribunal de Justiça, rejeitou o recurso. 

Na Ficha de Corretivo (abaixo) do policial militar consta o episódio envolvendo Wesley e também outras faltas disciplinares cometidas por ele quando ainda era lotado no 19º Batalhão.

Almeida Júnior também trabalhou no 29º Batalhão, em São Miguel Paulista, zona leste. Ele entrou na 4º Baep, no mesmo bairro, em 11 de agosto de 2016.

Consta ainda na Ficha de Corretivo do policial Almeida Júnior que o comportamento dele no 4º Baep era ótimo.

Segundo informações da Polícia Militar, o cabo era casado e pai de uma menina de 10 anos. Ele ingressou na instituição no dia 1º de abril de 2002. O crime assustou os moradores de Itaquera.

A reportagem procurou a Secretaria de Segurança Pública e o DHPP para saber mais detalhes do caso e o andamento das investigações, mas não obteve retorno.

Por Josmar Jozino – Repórter da Ponte

Em 2 horas, Bombeiros registram quase 50 enchentes

Nuvens carregadas na região da Marginal Tietê


A chuva forte que atingiu São Paulo durante a tarde desta quarta-feira (8) fez com que o Corpo de Bombeiros recebesse quase 50 chamados para enchentes em pouco mais de duas horas. Segundo o balanço divulgado pela corporação, entre 15h e 17h20 foram 46 casos de inundações.

A quantidade de locais alagados aumentou no começo da noite, passando de 80.

A corporação atendeu ainda 8 desabamentos ou desmoronamentos e 7 quedas de árvore. O Córrego Lajeado, na zona leste, transbordou por volta de 17h30.

Por causa do temporal, todas as regiões da capital paulista entraram em estado de atenção para alagamentos às 16h05 de hoje. De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da prefeitura, precipitações de forte intensidade estão atingindo toda a zona sul da cidade, com deslocamento rápido para a zona sudeste e o ABC Paulista. Há ruas alagadas na zona leste, na região do bairro São Lucas.

O centro da cidade e os bairros de Tremembé e Jaçanã, na zona norte, também já registram chuvas fortes. Segundo o CGE, as instabilidades estão acompanhadas de rajadas de vento e têm potencial para formação de alagamentos. As próximas horas devem continuar com tempo instável de forma generalizada até as primeiras horas da noite.

Por conta do solo encharcado, o CGE chama atenção para as áreas de risco, em razão do alto potencial para formação de alagamentos e deslizamentos de terra.

*Com informações de Bruno Bocchini, da Agência Brasil

Vídeo mostra morador de rua sendo atacado com fogo

Por Paloma Vasconcelos

Carlos Roberto Vieira da Silva, 39 anos, morreu nesta segunda (6/1), após ser atacado em frente a um supermercado na Mooca, zona leste de SP

O morador em situação de rua Carlos Roberto Vieira da Silva, 39 anos, não resistiu aos ferimentos e faleceu na manhã desta segunda-feira (6/1). A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, que também informou que o corpo de Carlos foi encaminhado ao IML (Instituto Médico-Legal).

Carlos foi atacado com fogo na madrugada do último domingo (5/1) enquanto dormia em frente ao supermercado Dia, na região da Mooca, na zona leste de SP. Ele foi atingido nas pernas, costas, peito e no rosto, sofrendo queimaduras de 2º e 3º graus, ou seja, queimaduras profundas e mais extensas. Estava internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Municipal Tatuapé.

Momento em que morador, à esquerda do vídeo, tenta se livrar do fogo | Foto: reprodução

Ponte recebeu um vídeo que mostra o momento exato em que uma pessoa ateia fogo em Carlos, que dormia em frente ao supermercado. As imagens de uma câmera de segurança mostram a pessoa correndo depois do crime. É possível ver uma explosão, um fogo alto e Carlos saindo com o corpo todo em chamas. 

O Padre Julio Lancellotti, da Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de São Paulo, lamentou o ocorrido. “Ontem quando eu o visitei na UTI o estado dele era bem crítico, já se sabia que havia um risco bem grande de morte”, disse à Ponte

“Nós começamos o ano com um sinal bem grave na cidade, de uma pessoa em situação de rua ser morta dessa forma. Já se acendeu o sinal de alerta máximo e isso exige uma mobilização da cidade toda na proteção da vida de pessoas em situação de rua, que são cada vez mais numerosos”, apontou Lancellotti.

https://www.youtube.com/watch?v=Y9YlTnCGZ3k&feature=emb_title

*Esta reportagem foi publicada originalmente pela Ponte.

Metrô inicia operação em 3 novas estações na ZL



O Metrô de São Paulo iniciou nesta segunda-feira (16) a operação em três estações da Linha 15-Prata do Metrô: Sapopemba, Fazenda da Juta e São Mateus. Com o novo trecho de mais 3,9 km, a rede de Metrô de São Paulo chega ao total de 101,1 km de extensão e 89 estações em seis diferentes linhas (1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 4-Amarela, 5-Lilás e 15-Prata).

A chegada da Linha 15-Prata até São Mateus vai reduzir o tempo de deslocamento para o centro em até 50%.

“Essas estações, quando no uso pleno, estarão atendendo 330 mil pessoas por dia. É uma parcela significativa da população que será atendida até março de 2020”, declarou o governador João Doria.

Inicialmente, as três estações estarão abertas de segunda à sexta das 10h às 15h, com cobrança de tarifa. A operação deve ser ampliada em janeiro.

Linha 15-Prata

A Linha 15-Prata é o primeiro monotrilho de alta capacidade do Brasil e vai conectar as regiões leste e sudeste a toda a rede de trilhos de São Paulo, reduzindo o tempo de deslocamento entre a região do Iguatemi (estação Jardim Colonial) ao centro. Os trens trafegam com pneus sobre vigas de concreto elevadas.

A linha tem custo de R$ 5,3 bilhões em investimentos exclusivos do Governo do Estado, compreendendo a construção de 15,3 km de vias e 11 estações entre Vila Prudente e Jardim Colonial, além do Pátio de Manutenção Oratório e compra de 27 trens, sistemas elétricos, de sinalização e controle. A demanda prevista no trecho é de 300 mil passageiros por dia.

A próxima etapa é concluir a estação Jardim Colonial, que deve ser entregue em 2021. Paralelamente, o Metrô trabalha para expandir a linha até o Hospital Cidade Tiradentes.

*Com informações do Governo do Estado de São Paulo

Chuva forte alaga avenidas e afeta o trânsito da Capital

Céu encoberto na região da Pompeia, em São Paulo (Stefanie Crivelari/Reprodução)


A chuva forte que atingiu São Paulo no fim da tarde de hoje (5) deixou a Capital Paulista em ‘Estado de Atenção para Alagamentos’. Inicialmente, apenas as Zonas Leste e Sul tinham risco de alagar. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), o temporal foi provocado por “áreas de instabilidade vindas do interior, combinadas com o avanço de uma frente”.

Houve registro de chuva forte em Cangaíba, Penha, Vila Matilde, Artur Alvim e Itaquera. “Há condição para rajadas de vento, queda de granizo e formação de alagamentos. As precipitações devem ficar mais generalizadas a partir da noite e madrugada”, informou o CGE.

Alagamentos

Segundo CGE, a Avenida Candido Portinari, altura da rua Pauva, ficou alagada e impediu a passagem de veículos. A Avenida Pompeia e a Marginal Pinheiros, sentido Interlagos, perto da ponte do Morumbi também foram tomadas pela água, mas o trânsito não chegou a ser interditado.

Transporte público

Trem e Metrô operavam sem problemas, apesar da chuva.

*Atualizado às 16h58