Acusado de sequestrar e matar Vitória é condenado

Vitória Gabrielly foi morta, por engano, aos 12 anos (Álbum de Família/Reprodução)


O Tribunal do Júri de São Roque, no interior de São Paulo, condenou Júlio Cesar Lemos Egresse à pena de 34 anos de prisão, em regime inicial fechado, e pagamento de 14 dias-multa, pelo assassinato da menina Vitória Grabrielly. A condenação considerou quatro qualificadoras – motivo torpe, meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e assegurar a ocultação e impunidade de outro crime – que ampliam a pena de homicídio, além dos crimes de sequestro e ocultação de cadáver.

 Segundo a denúncia do Ministério Público, em junho do ano passado o réu praticou os crimes na companhia de um casal, após sequestrar a menina que tinha 12 anos, por engano, quando ela andava de patins perto da casa dela, em Araçariguama. A investigação mostrou que o crime foi praticado por motivo de vingança envolvendo dívidas com o tráfico de drogas e teria como alvo uma criança com características semelhantes a Vitória.

Na sentença, o juiz Flavio Roberto de Carvalho destacou a frieza do acusado ao praticar o crime, “calculista e com requintes de sadismo”. Lembrou, ainda, que o histórico do réu demonstra que ele sempre esteve envolvido em crimes graves. Cabe recurso da sentença. 

Mayara, Bruno Marcel e Júlio são acusados de matar a adolescente por engano
(Record TV/Reprodução)

*Com informações do Tribunal de Justiça de SP

Preso suspeito de mandar matar criança de 12 anos

A Polícia Civil prendeu um homem apontado como mandante da morte da jovem Vitória Gabrielly, de 12 anos, em junho do ano passado. O suspeito estava em Araçariguama, no bairro Jardim Brasil, mesma cidade em que a jovem desapareceu, quando foi surpreendido pelos policiais.

Os investigadores afirmam que Odilan Alves, de 35 anos, seria articulador geral do tráfico de drogas em Itapevi, na grande São Paulo, além de Araçariguama. A Justiça decretou a prisão temporária do suspeito.

Os policiais apreenderam ainda um revólver com numeração raspada. As informações são do Correio do Interior. 

O Crime

A jovem de 12 anos foi sequestrada enquanto andava de patins em uma rua perto da casa dele. Depois de uma semana desaparecida a menina foi encontrada morta em um matagal, a 12 quilômetros de onde morava.

As investigações da Polícia concluíram que a jovem foi morta por engano devido a uma dívida de drogas, em que o devedor a um traficante teria uma irmã parecida com a vítima Vitória Gabrielly.

Mayara, Bruno Marcel e Júlio são acusados de matar a adolescente por engano (Record TV/Reprodução)

VÍDEO: Pastores ungem cadeira de prefeita após ser reempossada

Um vídeo publicado recentemente  na redes sociais viralizou na internet mostrando uma cerimônia religiosa antes da prefeita de Araçariguama (SP), Lili Aymar (PV),  assumir o cargo de prefeita da cidade, após ter seu mandato cassado pela Câmara de Vereadores do município, no dia 7 de fevereiro.

Antes mesmo de pastores “ungirem” a cadeira, o marido da prefeita,  ex-prefeito da cidade, Carlos Aymar, aparece passando álcool e desinfetando a cadeira. “Por aqui passaram homens maus, pessoas que jamais honrariam sentar nessa cadeira”, disse ele nas imagens.

No gabinete da prefeita, encontravam-se várias pessoas de sua equipe que também estavam em corrente de oração.

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Justiça adia decisão sobre júri de acusados de matar Vitória

Mayara, Bruno Marcel e Júlio são acusados de matar a adolescente por engano (Record TV/Reprodução)

A Justiça de São Roque, interior de São Paulo, adiou para abril a decisão sobre o júri popular dos acusados de matar a adolescente Vitória Gabrielly, de 12 anos, em junho do ano passado, em Araçariguama. Nesta terça-feira (26), apenas uma das acusadas foi ouvida.

A justiça havia previsto ouvir os três réus do casos, o casal Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges de Abrantes e o servente de pedreiro Júlio César Lima Ergesse, porém apenas Mayara foi ouvida. Os outros dois não estiveram presentes no fórum de São Roque devido a um problema de liberação no presidio de Tremembé.

Se condenados pela morte da jovem, os acusados podem pegar 40 anos de prisão ou mais por, ocultação de cadáver, sequestro qualificado, homicídio qualificado por motivo torpe em meio cruel.

O Crime

(Álbum de Família/Reprodução)

A jovem de 12 anos foi sequestrada enquanto andava de patins em uma rua perto da casa dele. Depois de uma semana desaparecida a menina foi encontrada morta em um matagal, a 12 quilômetros de onde morava.

As investigações da Polícia concluíram que a jovem foi morta por engano devido a uma dívida de drogas, em que o devedor a um traficante teria uma irmã parecida com a vítima Vitória Gabrielly.

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Réus e testemunhas do caso Vitória serão ouvidos hoje no interior de SP

Três acusados da morte da adolescente Vitória Grabrielly são ouvidos nesta terça-feira (26), na terceira audiência do caso. A vítima foi morta por engano, em junho de 2018, na cidade de Araçariguama, interior de São Paulo.


O casal Bruno Marcel de Oliveira e Mayara Borges de Abrantes e o servente de pedreiro Júlio César Lima Ergesse serão interrogados no Fórum da cidade de São Roque (SP) durante o período da tarde.  Duas testemunhas protegidas pela Justiça também serão ouvidas.

Nesta audiência a justiça irá decidir se os acusados irão a júri popular. Presos há pouco mais de 8 meses na Penitenciária de Tremembé, a Secretaria de Segurança Publica informou que os réus deverão ir para audiência em um esquema de segurança.

 

Veja mais sobre o caso Vitória Gabrielly.


A garota de 12 anos foi sequestrada quando andava de patins em uma rua próximo de sua casa e uma semana depois foi encontrada morta em um matagal.

As investigações da Polícia concluíram que a vítima foi morta por engano devido a uma dívida de drogas.


Os três réus foram denunciados pelo Ministério Público por sequestro qualificado, homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel, sem possibilidade de defesa da vítima, e ocultação de cadáver.
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