Capital realiza hoje “dia D” de vacinação contra gripe

A Prefeitura de São Paulo promove neste sábado (15) mais uma edição do “Dia D” da vacinação contra o vírus Influenza, da gripe. A imunização será feita, das 8h às 17h, exclusivamente em escolas e equipamentos de ensino que já integram a estrutura da campanha iniciada em 12 de abril.

Equipes de todas as 468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de referência estarão presentes nas escolas para ajudar na organização e aplicação das doses. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) montou essa rede diferenciada de postos para evitar aglomerações e o conflito com a vacinação contra a Covid-19.

No primeiro mês de campanha 622.611 pessoas foram imunizadas e a estimativa é que pelo menos 4,7 milhões de pessoas recebam a vacina até 9 de julho, data prevista para o encerramento da campanha.

Em 2021, devido à pandemia, o processo de imunização contra a gripe inverteu os grupos prioritários. A campanha foi dividida em diferentes fases. A primeira foi direcionada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, gestantes e mães de recém-nascidos (puérperas), povos indígenas e trabalhadores da saúde.

Todos os profissionais de saúde que tiverem comprovação de atuação na categoria, ou, de vínculo empregatício no setor, poderão receber o imunizante. Basta apresentar um documento de identificação e do conselho de classe, além da carteira de vacinação e ou Cartão SUS.

A segunda etapa, iniciada terça-feira (11), contempla os idosos com 60 anos ou mais e os professores das escolas públicas e privadas.

A partir de 9 de junho a fase 3 da campanha contra a gripe atenderá pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, com deficiência permanente, trabalhadores das forças de segurança e salvamento e das forças armadas, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, caminhoneiros, portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens, de 12 a 21 anos de idade, sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Tudo em dia

Durante o “Dia D” também será possível aos integrantes dos grupos elegíveis realizarem a atualização da caderneta de imunização.

A vacina contra a Influenza pode ser aplicada simultaneamente com qualquer outra do Plano Nacional de Imunização (PNI), exceto a que é aplicada contra a Covid-19.

Desde o início da campanha, 52.311 carteirinhas de vacinação de crianças já foram atualizadas na capital paulista.

Covid-19

A vacinação contra a gripe é muito importante para reduzir as complicações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus Influenza, facilitar o diagnóstico diferencial entre Covid-19 e demais doenças respiratórias e evitar internações e sobrecarga do sistema de saúde. No momento, a prioridade deve ser dada à vacinação contra o coronavírus.

A SMS alerta que pessoas com Covid-19 ou que tiveram alta há menos de 28 dias não poderão tomar a vacina da gripe neste momento.

A aplicação também será adiada caso a imunização contra a Covid-19 tenha ocorrido há menos de 15 dias ou se a segunda dose estiver agendada nos próximos 15 dias.

Serviço
Dia D de Vacinação Contra Influenza 2021
Sábado, 15 de maio, das 8h às 17h
Clique aqui para acessar os endereços dos postos de vacinação

*Por Pref. de São Paulo

Capital terá Dia D de vacinação contra gripe no sábado

(Arquivo/Divulgação)

A capital paulista realizará neste sábado (15) o Dia D de vacinação contra a gripe – vírus influenza. Na atual fase da campanha, estão aptos a serem vacinados gestantes e puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde, profissionais da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), idosos com 60 anos de idade ou mais, e professores das escolas públicas e privadas.

Para a realização da campanha contra a gripe sem conflito com a vacinação contra a covid-19, a prefeitura de São Paulo decidiu realizar a imunização contra a influenza exclusivamente em escolas e estabelecimentos de educação. 

A lista dos locais de vacinação pode ser vista na página da prefeitura.

A partir do dia 9 de junho, poderão ser vacinadas contra a gripe na capital paulista pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento e Forças Armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, e população privada de liberdade.

A estimativa da prefeitura é que até o dia 9 de julho, data prevista para o encerramento da campanha, pelo menos 4,7 milhões de pessoas recebam a vacina na capital paulista. No período, os paulistanos também poderão atualizar a caderneta de vacinação com outras vacinas, como poliomielite, sarampo, pentavalente, febre amarela e rotavírus.

Covid-19

Pessoas infectadas com a covid-19 ou que receberam alta há menos de 28 dias não poderão tomar a vacina contra a influenza. A aplicação também será adiada caso a pessoa tenha sido imunizada contra a covid-19 há menos de 14 dias ou se a segunda dose estiver agendada em menos de 14 dias.

“A vacinação contra a gripe é muito importante para reduzir as complicações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus influenza na população alvo, facilitar o diagnóstico diferencial entre covid-19 e demais doenças respiratórias causadas pela influenza e evitar internações e a sobrecarga do sistema de saúde”, destacou a prefeitura em nota.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

Mais de 20 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe

O Ministério da Saúde informou que 20,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram contra a gripe. A campanha termina no próximo dia 30 de junho e, até o momento, foram vacinados 58 milhões de pessoas, que correspondem a 84% do público-alvo. A meta é de 90%.

A vacina da gripe protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o ministério, a vacina é segura e reduz as complicações que podem levar a casos graves da doença e óbitos.

Devido à pandemia de covid-19, o início da campanha foi antecipado para 11 de março. O Ministério da Saúde destaca que a vacina contra gripe não tem eficácia contra o novo coronavírus, mas pode ajudar os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para covid-19, já que os sintomas são parecidos, além de reduzir a procura por serviços de saúde.

Entre os grupos prioritários, os idosos foram o que tiveram melhor desempenho na campanha, com cobertura de 118,4%. Em seguida, estão os trabalhadores da área da saúde que chegaram à marca de 112,8% do grupo vacinado. Enquanto isso, o grupo com menor cobertura vacinal é o das gestantes, com cobertura vacinal de 53%, seguidas das crianças até cinco anos de idade, com 53,2% e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto) com 63,8% do público vacinado.

De acordo com o ministério, a pasta tem orientado todas as equipes de saúde do país quanto às medidas de segurança para evitar infecções e realizar uma vacinação segura para a população e as equipes de saúde. “Mesmo neste momento em que o mundo vive a pandemia causada pela covid-19, com o isolamento social e o receio das famílias em ir aos postos de saúde, o Ministério da Saúde alerta que se manter imunizado é uma questão de proteção social”.

O público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe deste ano é formado por idosos com 60 anos ou mais de idade, trabalhadores da saúde, membros das forças de segurança e salvamento, pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transporte coletivo, trabalhadores portuários, povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, pessoas com deficiência, professores de escolas públicas e privadas, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas (pós-parto até 45 dias) e pessoas de 55 a 59 anos de idade.

Capital libera aplicação de vacina da gripe em motoboys

(Marcos Santos/USP Imagens/via Fotos Públicas)

A prefeitura de São Paulo incluiu os motoboys entre as categorias que podem receber gratuitamente a vacina contra a gripe. Para tomar uma dose, o profissional deverá ir até um posto de vacinação e apresentar um comprovante de que exerce a função – pode ser a carteira de trabalho, a carteirinha do sindicato, o cadastro em qualquer plataforma de transporte, ou a inscrição de microempreendedor. 

“Para a nossa categoria, é uma grande vitória pela importância da vacina da gripe para os profissionais que estão trabalhando mais do que o dobro e expostos ao coronavírus, devido ao isolamento da população”, destacou o presidente do SindimotoSP, Gilberto Almeida dos Santos.

A Secretaria municipal da Saúde recomenda que os profissionais motociclistas procurem a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua residência ou trabalho e levem também, se possível, a carteira de vacinação ou cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) – ambos não são obrigatórios, mas importantes para registro. A vacinação para os motoboys está liberada desde ontem (27).

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

‘Dia D’ de vacinação contra a gripe aplicou 205 mil doses em SP

O ‘Dia D’ de vacinação contra a gripe atraiu 205 mil pessoas aos postos de saúde da capital paulista. Segundo a prefeitura, a Secretaria Municipal da Saúde manteve 552 postos de vacinação abertos ao lado do último sábado (4).

Desde o dia 10 de abril, o município já imunizou mais de 1,1 milhão de pessoas contra influenza. A campanha de vacinação segue até o próximo dia 31.


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As vacinas estão disponíveis na rede pública para os grupos prioritários: crianças de 6 meses até 6 anos incompletos, gestantes, puérperas (mães até 45 dias após o parto), indígenas, indivíduos com 60 anos ou mais, professores e funcionários da educação, trabalhadores da saúde, policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das forças armadas, funcionários do sistema prisional, pacientes de doenças crônicas não transmissíveis ou portadoras de condições clínicas especiais, que aumentam a propensão à complicações causadas pelo vírus.

A escolha dos grupos é uma prerrogativa do Ministério da Saúde e segue recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS).