Facebook e Instagram derrubam live em que Bolsonaro associa Aids à vacina da covid-19

A live de Jair Bolsonaro (sem partido), da última quinta-feira (21), em que ele compartilha uma mentira sobre relação entre vacina contra a Covid-19 e Aids não está mais disponível nas contas do presidente no Facebook e no Instagram.

Ao acessar as páginas na manhã desta segunda-feira (25), os usuários são informados de que o conteúdo não está disponível e pode ter sido removido.

Na transmissão ao vivo, Bolsonaro mencionou uma mensagem falsa que diz que “uma comparação de relatórios oficiais do governo sugere que os totalmente vacinados estão desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida muito mais rápido do que o previsto”.

“Recomendo que leiam a matéria. Não vou ler aqui porque posso ter problemas com a minha live”, disse o presidente. A publicação é de um site que propaga ‘fake news’ e teorias da conspiração.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já negou a relação da vacina com a transmissão do vírus da Aids e reforçou a necessidade dos portadores do vírus se vacinarem contra a Covid-19.

Esta é a primeira vez que a empresa remove uma live semanal do presidente. Até hoje o Facebook só tinha derrubado um post de Bolsonaro relacionado à pandemia: um vídeo de março de 2020 em que ele citava o uso de cloroquina para o tratamento da doença e defesa do fim do isolamento social.

*com TV Cultura

Facebook diz que falha interna provocou apagão das redes sociais

O Facebook atribuiu a queda das suas plataformas – Instagram, WhatsApp e da própria rede social – a uma falha de configuração interna. Em nova divulgada na noite desta segunda-feira (4), a empresa lamentou o “transtorno causado pela interrupção”, que durou mais de seis horas. A plataforma descartou um ataque hacker e o vazamento de dados dos usuários.

“Queremos esclarecer que acreditamos que a causa da queda foi uma mudança de configuração”, afirmou a empresa.

De acordo com o Facebook, a falha ocorreu durante uma mudança numa estrutura que coordena o tráfego entre seus centros de dados, o que gerou um efeito cascata que interrompeu a comunicação e fez com que outros centros fossem afetados. A empresa não especificou quem executou a alteração na configuração e se essa mudança estava planejada.

A plataforma utilizou a nota divulgada à imprensa para pedir desculpas aos usuários pelo apagão: “A todas as pessoas e empresas que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de nossas plataformas”.

“A todas as pessoas e empresas em todo o mundo que dependem de nós, lamentamos o transtorno causado pela interrupção de hoje em nossas plataformas. Temos trabalhado o máximo que podemos para restaurar o acesso e nossos sistemas estão funcionando novamente. A causa subjacente dessa interrupção também afetou muitas das ferramentas e sistemas internos que usamos em nossas operações diárias, complicando nossas tentativas de diagnosticar e resolver o problema rapidamente.

Nossas equipes de engenharia aprenderam que as alterações de configuração nos roteadores de backbone que coordenam o tráfego de rede entre nossos data centers causaram problemas que interromperam essa comunicação. Essa interrupção no tráfego de rede teve um efeito cascata na maneira como nossos data centers se comunicam, interrompendo nossos serviços.

Nossos serviços estão novamente online e estamos trabalhando ativamente para devolvê-los totalmente às operações regulares. Queremos deixar claro neste momento que acreditamos que a causa raiz dessa interrupção foi uma alteração de configuração com defeito. Também não temos evidências de que os dados do usuário tenham sido comprometidos como resultado desse tempo de inatividade.

Pessoas e empresas em todo o mundo confiam em nós todos os dias para se manterem conectadas. Entendemos o impacto que interrupções como essas têm na vida das pessoas e nossa responsabilidade em mantê-las informadas sobre interrupções em nossos serviços. Pedimos desculpas a todos os afetados e estamos trabalhando para entender mais sobre o que aconteceu hoje para que possamos continuar a tornar nossa infraestrutura mais resiliente.”

Por TV Cultura

Whatsapp, Facebook e Instagram voltam a funcionar

(Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Após passarem a tarde fora do ar, o Whatsapp, Facebook e o Instagram começaram a normalizar os serviços no início da noite desta segunda-feira (4), mas com instabilidade. Já era possível acessar o feed dos aplicativos e visualizar as publicações. O WhatsApp foi o último a começar a dar sinal de vida.

Os aplicativos e as versões web do WhatsApp, Instagram, Facebook e Messenger ficaram fora do ar por volta de 12h30. Segundo o comando das empresas, houve um um problema entre a comunicação do servidor de origem e o dispositivo de rede.

O Facebook não deu mais detalhes sobre o problema. O possível culpado é o DNS (Sistema de Nomes de Domínio), responsável por registrar os endereços de IP, associados aos domínios.

De acordo com o site Downdetector, que monitora as reclamações dos usuários, o pico de queixas foi registrado por volta das 12h50. Cerca de 17.433 relatos eram sobre o WhatsApp, 5 mil sobre o Instagram e 4 acerca do facebook.

A tendência é que os serviços de Facebook e Instagram volte aos poucos e o usuário possa aproveitar os aplicativos nas próximas horas.

*Com TV Cultura

“O Facebook está dilacerando nossas sociedades”, diz ex-funcionária

Frances Haugen em entrevista ao programa 60 Minutes (Robert Fortunato/CBS News)

Uma ex-funcionária do Facebook se identificou como a responsável pelo vazamento de informações internas do gigante das mídias sociais sobre efeitos nocivos que plataformas da empresa podem exercer sobre usuários adolescentes.

Frances Haugen, de 37 anos, revelou neste domingo (03/10) em entrevista à emissora americana CBS ter sido ela a responsável pelo repasse ao Wall Street Journal de dados de pesquisas realizadas pelo próprio Facebook sobre influências de serviços do grupo à saúde mental de adolescentes e que colocaram recentemente o Facebook sob intensa pressão política nos EUA.

A ex-gerente de produto do grupo acusou seu ex-empregador de colocar sistematicamente o lucro acima da segurança de seus usuários. “O Facebook paga seus lucros com nossa segurança”, disse Haugen.

Ela já trabalhou para outras empresas do setor, como Google e Pinterest, mas disse que o Facebook é “significativamente pior” do que qualquer coisa que ela já viu.

“A versão atual do Facebook está dilacerando nossas sociedades e levando à violência étnica em todo o mundo”, afirmou.

“Inspirar raiva é mais fácil”

Wall Street Journal relatou que o Facebook, através de suas próprias investigações, havia chegado à conclusão de que especialmente sua plataforma social Instagram pode ser prejudicial à saúde mental de adolescentes. O jornal citou uma frase em que a companhia reconhece que o serviço contribui para piorar e percepção do próprio corpo de “um em cada três adolescentes”.

Haugen – que deixou o Facebook em maio, após cerca de dois anos na empresa – ressaltou que o algoritmo que determina qual conteúdo é exibido para os usuários é projetado para evocar uma reação. E pesquisas realizadas pela própria empresa mostraram que “é mais fácil inspirar as pessoas a terem raiva do que para outras emoções”, disse Haugen.

“Quando vivemos num ambiente de informações que é repleto de conteúdo de ódio e polarizador, isso faz erodir nossa confiança cívica, a fé que temos uns nos outros, a habilidade que temos de querer nos importar uns com os outros”, disse.

“O Facebook percebeu que, ao modificar o algoritmo para ser mais seguro, as pessoas gastam menos tempo na página e clicam menos em anúncios”, o que faz com que a empresa ganhe menos dinheiro.

Ela disse que durante a eleição presidencial de 2020 nos Estados Unidos, a empresa percebeu o perigo que tal conteúdo representava e ativou sistemas de segurança para reduzi-lo. “Mas assim que as eleições terminaram, eles voltam atrás ou mudam as configurações de volta para o que era antes, para priorizar o crescimento em vez da segurança, e isso realmente parece uma traição à democracia para mim”, ressaltou.

“Havia conflitos de interesse entre o que era bom para o público e o que era bom para o Facebook”, disse Haugen no programa 60 Minutes, da emissora CBS.

A ex-funcionária do Facebook deve testemunhar no Congresso dos EUA nesta terça-feira. “As ações do Facebook deixam claro que não podemos confiar em seu autopoliciamento. Devemos considerar uma supervisão mais forte”, disse o senador Richard Blumenthal, referindo-se à entrevista veiculada na CBS.

Transtornos alimentares e depressão

O Instagram, que pertence ao Facebook, e outras plataformas que dependem da encenação virtual praticada por seus usuários vêm sendo repetidamente criticadas por não fornecerem aos menores, em particular, proteção adequada contra agressões e danos que possam sofrer – como cyberbullying e problemas psicológicos.

A série de reportagens publicadas pelo Wall Street Journal nas últimas semanas revelou, entre outras coisas, que uma pesquisa do Facebook sobre a influência do Instagram constatou que a plataforma social pode reforçar, entre adolescentes, a insatisfação com a imagem do próprio corpo, especialmente entre meninas, podendo levar a transtornos alimentares e depressão.

Após a publicação da reportagem, o Facebook afirmou haver mais dados dos mesmos estudos em que os adolescentes apontaram outros temas como úteis. Ainda assim, após uma onda de críticas, o Facebook decidiu suspender – mas não abandonar – o desenvolvimento de uma versão do Instagram para crianças abaixo dos 13 anos, o Instagram Kids.

Por Deutsche Welle
md/lf (AFP, DPA)

Facebook não confirma causa de apagão das redes sociais

Usuários de várias partes do mundo, inclusive do Brasil, relataram nesta segunda-feira (04/10) interrupções nos serviços do Facebook, Instagram e WhatsApp.

Dezenas de milhares de pessoas de países como Estados Unidos, México, Espanha, França, Romênia, Noruega, Geórgia e Grécia entraram no site Downdetector, que monitora reclamações sobre serviços da internet, para reportar que não estavam conseguindo utilizar nenhum dos serviços.

O Facebook, dono das três redes sociais, reconheceu que os usuários estavam tendo problemas para acessar seus aplicativos, mas não forneceu quaisquer especificações sobre a origem do problema ou quantas pessoas foram afetadas.

“Estamos cientes de pessoas que estão tendo problemas para acessar nossos aplicativos e produtos”, informou o Facebook, em comunicado. “Estamos trabalhando para retornar à normalidade assim que possível, e pedimos desculpas por qualquer inconveniente”, completa a nota.

Problema no DNS

Embora a companhia não tenha divulgado a origem do problema, uma mensagem de erro na página do Facebook sugere um problema com o Sistema de Nomes de Domínio (DNS), que permite que os endereços da web levem os usuários aos seus destinos. Uma paralisação semelhante na empresa de nuvem Akamai Technologies Inc derrubou vários sites em julho.

Especialistas em segurança que rastreiam a situação dizem que a interrupção pode ter sido provocada por um erro de configuração, que pode ser o resultado de uma falha interna, embora um caso de sabotagem interna também seja possível. Um ataque externo ao servidor é considerado menos provável.

Interrupção em meio a denúncias

A queda generalizada nos serviços do Facebook acontece em meio à repercussão da publicação pelo The Wall Street Journal de uma série de artigos escritos com base em documentos internos do Facebook vazados.

Entre outras informações, os documentos indicam que o Instagram é prejudicial para uma parte dos usuários mais jovens, é especialmente “tóxico” para os adolescentes e agrava os problemas que uma em cada três meninas tem com sua imagem corporal.

Em entrevista ao programa americano de televisão 60 MinutesFrances Haugen, ex-funcionária do Facebook que afirma ter vazado os documentos à imprensa, afirmou que durante o tempo em que trabalhou para a empresa se assustou com decisões tomadas e afirmou que os lucros estavam acima da segurança dos usuários.

Queda na bolsa

A interrupção nos serviços também fez as ações do Facebook na Bolsa eletrônica de Nova York, a Nasdaq, o segundo maior mercado de ações do mundo, entrarem em queda. Por volta das 16h15 (horário de Brasília), as ações registravam queda de 5,31%.

Porém, independentemente das interrupções desta segunda-feira, as ações do Facebook já recuavam 14% desde 14 de setembro, quando o The Wall Street Journal passou a publicar as denúncias.

Por Deutsche Welle
le/lf (Reuters, Efe, ots)

Apagão nas redes sociais afeta usuários no mundo

Após a instabilidade dos aplicativos WhatsApp, Facebook e Instagram registrada nesta segunda-feira (4), a equipe do WhatsApp utilizou a conta do Twitter para afirmar que está trabalhando para voltar os serviços ao normal.

“Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização aqui o mais rápido possível. Obrigado pela paciência!”, disse na publicação.

De acordo com o site Downdetector, que monitora as reclamações dos usuários, o pico de queixas foi registrado por volta das 12h50. Cerca de 17.433 relatos eram sobre o WhatsApp, 5 mil sobre o Instagram e 4 mil sobre o Facebook.

Por TV Cultura

Instagram faz 10 anos com 1 bilhão de usuários ativos por mês

Criado em outubro de 2010, por Kevin Systrom e Mike Krieger, o Instagram rapidamente ganhou popularidade, não só pela facilidade de se aplicar filtros digitais nas suas imagens, mas também, de compartilhar o conteúdo nas outras redes sociais, como Facebook, Twitter, Tumblr, entre outras.

Com menos de dois anos de vida, a plataforma que já possuía 30 milhões de usuários, foi vendida para o Facebook por US$ 1 bilhão.

Hoje, o aplicativo já não é mais uma ferramenta de imagens, dando cada vez mais espaço para os vídeos, como os filtros Stories e Reels, além do App IGTV, que acabaram popularizando ainda mais a ferramenta juntos aos adolescentes e concorrendo com outras grandes redes sociais como Snapchat, Tik Tok e YouTube, tornando a plataforma mais comercial.

Porém, algumas mudanças desagradaram os seus usuários, como a maneira de exibição das imagens, que antes eram feitas em ordem cronológica e começaram a ser feitas com base em um algoritmo, algo parecido ao que já acontecia com o Facebook. Recentemente, a empresa de Mark Zuckerberg realizou a integração das mensagens do Instagram e do Messenger, unificando os contatos das duas plataformas, o que também irritou alguns usuários.

Atualmente o Instagram é a 5ª rede social mais popular do mundo, com 1 bilhão de usuários ativos por mês, ficando atrás do próprio Facebook (2,6 bilhões de usuários), do YouTube (2 bilhões), do WhatsApp (2 bilhões) e do WeChat (1,2 bilhão).

Instagram no Brasil
O Instagram é bastante popular entre os brasileiros que têm acesso à internet. Desde 2015, a presença de brasileiros na plataforma é maior do que a média global – naquele ano, 55% dos usuários de internet estavam presentes na rede social de fotografias, mais do que a média global de 32%. Em 2016, esse número subiu para 75%, mais do que os 42% da média global do mesmo ano.

Segundo especialistas, um dos motivos para a grande presença de brasileiros em mídias sociais e aplicativos como o Instagram é a combinação de um país bastante social com uma crescente penetração de smartphones no Brasil. Curiosamente, não se trata apenas de uma rede social utilizada pelos jovens – 57% dos usuários brasileiros de internet na faixa dos 55 aos 65 anos também usam o Instagram.

*Eduardo Micheletto é Jornalista, Assessor de Imprensa e Consultor de Marketing Digital da Mitto Comunicação

Facebook, Whatsapp e Instagram têm problemas

Por Jonas Valente 

(Reprodução)

Usuários das redes sociais Facebook, Whatsapp e Instagram relataram dificuldades na operação das plataformas hoje (3). As três redes pertencem à companhia Facebook, com sede nos Estados Unidos. No Brasil, a rede social de mesmo nome e o Whatsapp são acessados, cada um, por mais de 130 milhões de pessoas. A instabilidade foi sentida em diferentes regiões do mundo.

Entre os problemas informados estavam a não disponibilização de imagens no Facebook. Também no Whatsapp, usuários disseram não conseguir carregar imagens ou enviar e ouvir áudios.

Mensagens nas próprias redes e em outras, como no Twitter, repercutiram o problema. A hashtag #facebookdown estava entre as principais nos trending topics do Twitter, ao longo da manhã. Memes com o fundador e CEO da companhia, Mark Zuckerberg, ganharam a web.

Por meio de sua conta no Twitter, o Facebook afirmou que “está ciente que algumas pessoas estão tendo problemas para subir ou carregar imagens, vídeos e outros arquivos nos nossos apps”. E completou, se desculpando: “Pedimos desculpas pelo problema e estamos trabalhando para trazer as coisas ao normal novamente o mais rapidamente possível.”

Instagram é a arma secreta do Facebook para derrubar o YouTube

arma

 

Com 1 bilhão de usuários ativos por mês, o Instagram é a arma secreta de Mark Zuckerberg para derrubar o YouTube e consolidar sua presença como uma plataforma de vídeo.

Em um evento recente em São Francisco, o Facebook anunciou que começará a permitir que os usuários façam upload de vídeos com até 1 hora de duração, acima do limite atual de 1 minuto.

 


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Além disso, o aplicativo vai introduzir um novo hub chamado IGTV que irá destacar vídeos populares de celebridades e produtores de conteúdo.

Os usuários poderão ainda enviar vídeos verticais por meio do aplicativo do Instagram ou pelo site na web, indo diretamente para um confronto com o YouTube.

A empresa também anunciou planos de um programa de monetização para os criadores de IGTV, permitindo o compartilhamento de receita por meio de anúncios.

 

Fonte: Google Discovery

Facebook, WhatsApp, Instagram: Como saber se a pessoa te bloqueou?

Facebook

Com alguns truques e recursos simples você fica sabendo se um contato te bloqueou nas redes sociais.

 

Atualmente usamos muitas redes sociais, e por isso nem sempre temos controle sobre todos os contatos, não é mesmo? E aí, às vezes, bate aquela curiosidade: será que a pessoa me bloqueou?! Pois saiba que tem como descobrir!  Com alguns truques e recursos simples você fica sabendo se já não é mais tão querido por alguém no Facebook, WhatsApp, Instagram ou Twitter. Confira.

Facebook

Para descobrir se uma pessoa te bloqueou no Facebook, experimente fazer uma busca deslogado do site. Na página inicial busque o nome da pessoa que você acredita ter te bloqueado em buscadores como o Google. Se o perfil não existir mais, nenhum resultado será exibido, caso contrário ela provavelmente bloqueou você. Para conferir e tirar a prova real, logue no Facebook e refaça a busca. Se você não achar nada, certamente está bloqueado.

 


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Outra maneira de descobrir o bloqueio no Facebook é tentando enviar mensagem. No histórico do seu bate-papo, procure a pessoa, abra a conversa antiga e tente enviar uma mensagem. Se o Facebook não deixar você mandar o recado, é outro sinal de você foi bloqueado.

Para não restar qualquer dúvida, crie uma nova conta, usando e-mail diferente do seu perfil principal, e faça a busca pela pessoa – você também pode pedir a um amigo que faça esta busca. Se encontrá-la você realmente foi bloqueado na conta original.

 

WhatsApp

 

Existem alguns sinais de que você pode ter sido bloqueado no WhatsApp. Observe que não verá mais as informações de visto pela última vez ou online na janela de conversa com este contato. Além disso, todas as mensagens que você enviar para um contato que te bloqueou sempre trarão um marcador (mensagem enviada) e nunca um segundo marcador (mensagem entregue).

Se quiser ter certeza, experimente convidar a pessoa em questão para algum grupo. Se uma mensagem de erro for exibida afirmando que não é possível adicionar o contato, é muito possível que você tenha sido bloqueado.

Instagram

 

Descobrir se você foi bloqueado no Instagram é muito simples. Você simplesmente não será mais capaz de ver o perfil e fotos da pessoa.

E mesmo que você faça buscas pelo perfil, será impossível achar a conta da pessoa que te bloqueou. Mesmo que você e a pessoa tenham muitos amigos em comum, nada do conteúdo dela e atualizações aparecerão para você.

 

Twitter

 

Também não há dificuldades para matar essa curiosidade no Twitter. Logado em sua conta, visite a página do perfil do usuário o qual você desconfia que está lhe bloqueando. Em seguida, clique no botão “Seguir”.

Se o usuário estiver lhe bloqueando, uma mensagem aparecerá na tela informando que você está bloqueado e não pode segui-lo. Se não aparecer nada e o botão “Seguir” mudar para a cor verde e a legenda “Seguindo”, você estará livre para trocar informações com esse usuário.

 

Hora da Faxina

 

Que tal aproveitar esse momento de “desapego” e aproveitar para limpar seu celular? Assim, você libera espaço para o novo. Literalmente.

Com o dfndr security, você pode usar as ferramentas de Limpeza. e, em um toque, você remove fotos, áudios e vídeos antigos, arquivos de lixo, restos de apps já excluídos e arquivos de cache. O app é grátis e pode garantir um celular bem mais leve e eficiente. 😉 Para baixar, é só clicar aqui.

 

Fonte: Psafe