Ambipar expande atuação no nordeste

(Divulgação)

A Ambipar adquiriu o controle da empresa AFC Soluções Ambientais, informa comunicado à imprensa. A aquisição representa a ampliação das atividades da Ambipar na região nordeste, atuando na área de gerenciamento total de resíduos com soluções integradas, foco na valorização aplicando o conceito de economia circular.

A AFC, segundo a nota, possui 10 anos de experiência no mercado de gestão de resíduos industriais, com trabalhos concentrados no nordeste do Brasil. Iniciou as atividades com uma central de tratamento de efluentes no Complexo Portuário de Suape. Atualmente, atua no gerenciamento de resíduos nos estados de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

No Brasil, a Ambipar pretende continuar os investimentos em crescimento inorgânico nessa região, para complementar o portfólio de serviços ambientais. Já no pilar de atendimentos emergenciais, o foco é a implantação de novas bases comerciais e operacionais, além de aquisições no exterior para consolidar presença nos Estados Unidos e Europa.

AFC Soluções Ambientais

Fundada em 2011, a AFC oferece serviços completos voltados ao desenvolvimento e implementação de tecnologias nos processos dos clientes. Possui uma área industrial de 74 mil metros quadrados, em Cabo de Santo Agostinho, no Pernambuco, e frota de veículos próprios, incluindo caminhões especiais, monitorados por GPS. A AFC controla desde a coleta até a destinação final de resíduos, garantindo segurança e rastreabilidade em todas as etapas do processo. A empresa conta com uma Estação de Tratamento de Efluentes própria, com oito baias de descarga operando 24 horas por dia, sete dias por semana. 

Sobre a Ambipar

Com sede em Nova Odessa, SP, a Ambipar é uma multinacional brasileira, com presença em 15 países: América do Sul, Europa, África, América do Norte e Antártida.  Formada pela Ambipar Environment e Ambipar Response, dois segmentos de referência no mercado de gestão ambiental, que oferecem soluções integradas baseadas na sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.

A companhia possui um laboratório de PD&I para desenvolver tecnologias e inovações a partir de resíduos. Com diversas patentes registradas de produtos sustentáveis, promove a economia circular e auxiliar empresas com a destinação correta de seus resíduos. Dentre as principais inovações destacam-se as rações feitas a partir de restos de camarão, que antes eram despejados no mar; o amaciante sustentável produzido com resíduos das indústrias de cosméticos e o sabonete desenvolvido a base de colágeno oriundo das indústrias farmacêuticas.

A Ambipar abriu capital em julho de 2020. Foi a primeira empresa de gestão ambiental a entrar na B3, a bolsa de valores do Brasil.  

Possui certificações ISO (9001, 14001, 45001, 22320), Sistema de Avaliação de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade (SASSMAQ) e segue os indicadores GRI (Global Reporting Initiative). Além disso, conquistou a certificação Together for Sustainability (TFS), participa do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), entre outras. A organização é signatária do Pacto Global.

Com expansão, Pegaki quer contratar 150 profissionais

Daniel Frantz, COO, e Joao Cristofolini, CEO da Pegaki (Divulgação)

A rede de pontos de retirada e coleta Pegaki vai contratar 150 vagas profissionais durante o ano de 2021, em áreas como tecnologia, vendas, atendimento, marketing, produto e e-commerce, informa em comunicado. A startup busca talentos de qualquer parte do mundo para trabalharem remotamente. Mais informações sobre as vagas e processo seletivo podem ser encontradas no  https://pegakicarreiras.gupy.io/.

Recém adquirida pelo grupo Intelipost, empresa pretende aumentar sua rede para mais de 20 mil pontos credenciados, saltando de 20 para 150 postos de trabalho.

“Acreditamos que o modelo de trabalho foi transformado pela pandemia. Por isso, estamos abrindo uma série de vagas para trabalho remoto. Hoje já temos pessoas do nosso time trabalhando em diferentes cidades, estados e países, como Portugal”, explica o sócio-fundador e Co-CEO da Pegaki, João Cristofolini.

Sobre a Pegaki

Criada em 2016, a Pegaki surgiu para resolver problemas de insucesso de entregas do e-commerce. Atualmente, a Pegaki está presente em 1.500 pontos em todos os estados do Brasil. O plano é chegar a 20 mil pontos nos próximos três anos, agregando tecnologia e inteligência ao desenvolvimento de iniciativas de omnichannel. 

Nestlé cria programa de reciclagem de embalagens

Iniciativa vai aceitar embalagens de produtos Nestlé e de outras marcas (Divulgação)

A Nestlé criou um programa que concilia a reciclagem de embalagens laminadas de chocolates e biscoitos com o repasse de recursos a entidade sociais. Desenvolvido em parceria com a TerraCycle, segundo comunicado da marca, o programa de reciclagem envolve capacitação de cooperativas de catadores e o engajamento de consumidores para a correta destinação e reaproveitamento das embalagens de filme plástico metalizado conhecido na indústria como BOPP (polipropileno biorientado).

Além de estimular o reaproveitamento das embalagens, diz a empresa, a iniciativa também permite fomentar a cadeia de reciclagem do material, viabilizando que resíduos virem novamente matéria-prima para novos itens. As cooperativas selecionadas serão de São Paulo e ficarão responsáveis pelo processo que vai da separação à destinação pós-triagem.

“A iniciativa que insere as marcas de chocolates e biscoitos da Nestlé na estratégia de economia circular gera uma solução tangível para uma embalagem ser reciclada, desenvolve e impulsiona a cadeia de reciclagem, além de possuir aspecto social ao gerar valor para instituições sem fins lucrativos e escolas públicas”, diz Bárbara Sapunar, Head de CSV (Criação de Valor Compartilhado) da Nestlé Brasil, em comunicado.

A iniciativa de logística reversa, além de viabilizar a reciclagem das embalagens de biscoitos e chocolates de qualquer marca, também aceitará outros tipos de produtos que utilizam o mesmo plástico metalizado, como salgadinhos, misturas para bolo, barrinhas de cereal e ovos de Páscoa, de qualquer tamanho. As embalagens devem ser armazenadas pelos consumidores em uma caixa que pode ser postada em agência dos Correios sem qualquer custo. É preciso fazer um cadastro no site da iniciativa e imprimir a etiqueta própria para a postagem, que já está com o envio pago. A cada 1 kg de embalagens enviadas, o participante acumula 300 pontos que equivalem a R$ 3. Esse valor é trocado por doações para instituições sociais ou escolas públicas escolhidas pelo próprio consumidor. A ação foi pensada de modo a reforçar a cadeia de reciclagem e que cooperativas, entidades sem fins lucrativos e escolas públicas sejam beneficiadas com a cadeia de reciclagem.

As embalagens vazias são destinadas às cooperativas parceiras, seguindo para o processo em que a matéria-prima obtida se transforma em novos itens como vasos de planta, baldes, lixeiras, pás, cones de trânsito e bancos, entre outros.

Além da iniciativa de reciclagem, inserida dentro da jornada da Nestlé para um futuro mais sustentável, as caixas de bombom especialidades Nestlé terão o filme plástico externo retirado. Com essa mudança, a companhia deixa de usar mais de 450 toneladas/ano de plástico. Alguns dos bombons individuais que compõem a caixa também tiveram suas embalagens repensadas: agora chegam ao consumidor com envoltórios herméticos, 100% prontos para serem recicláveis, com total selagem interior, e que garantem a qualidade do produto já tão reconhecida.

A Nestlé assumiu o compromisso global de tornar 100% de suas embalagens recicláveis ou reutilizáveis até 2025. Atualmente, 95% embalagens no Brasil já são desenhadas para serem recicladas ou reutilizadas, considerando materiais como papel e papelão, vidro, metais e plásticos.

Iniciativa Re

O projeto de reciclagem de embalagens de chocolates e biscoitos, assim como as reduções de plástico na produção já realizadas, estão inseridos na Iniciativa RE (REduzir, REpensar, REcriar), lançada pela Nestlé Brasil no final de 2019, que traz mais transparência às ações que a companhia vem realizando em suas operações nos últimos anos em busca de maior eficiência e de maior sustentabilidade na produção e nas embalagens, tendo também o grande papel de educar e abrir uma plataforma de diálogo com os consumidores, trazendo mais conscientização e ainda mais apoio ao desenvolvimento da cadeia de reciclagem e economia circular.

Sobre a Nestlé

É a maior empresa de alimentos e bebidas do mundo. Está presente em 190 países e seus 308 mil colaboradores estão comprometidos com o propósito da Nestlé de melhorar a qualidade de vida e contribuir para um futuro mais saudável. A Nestlé oferece um amplo portfólio de produtos e serviços para cada etapa de vida das pessoas e de seus animais de estimação. Suas mais de 2000 marcas variam dos ícones globais, como Nescafé ou Nespresso aos favoritos locais como Ninho. O desempenho da empresa é impulsionado por sua estratégia de Nutrição, Saúde e Bem-Estar. Sua Sede fica na cidade suíça de Vevey, onde foi fundada há mais de 150 anos. No Brasil, instalou a primeira fábrica em 1921, na cidade paulista de Araras, para a produção do leite condensado Milkmaid, que mais tarde seria conhecido como Leite Moça. A empresa tem unidades industriais localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. Emprega 32 mil colaboradores diretos e gera outros 200 mil empregos indiretos. A Nestlé Brasil está presente em 99% dos lares brasileiros, segundo pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel.

Jovem supera câncer, adia reforma da casa e vira empresária

Diãnafa Andrade Silva, franqueada da Mais Top Estética (Divulgação)

Em julho, a administradora Diãnafa Andrade Silva, 28 anos, decidiu que era hora de apostar em seu próprio negócio. Em pleno auge da pandemia de Covid-19 no Brasil, ela e o companheiro adiaram a ideia de reforma da casa, que custaria em torno de R$ 20 mil, venderam o carro e investiram R$ 58 mil em uma franquia Home Care da Mais Top Estética, em Fortaleza.

O modelo, segundo a rede, oferece aos franqueados equipamentos e suporte para a prestação de serviços de estética em domicílio. Mas Diãnafa e o namorado, Monolidis Efstratios, optaram pela abertura de uma clínica, tendo como base os equipamentos portáteis usados no Home Care. No primeiro mês de operação, mesmo com as portas fechadas devido à pandemia – o período foi dedicado a marketing digital, vendas e agendamentos de atendimentos futuros –, o casal faturou R$ 7 mil.

Em 21 de outubro, Diãnafa e Monolidis finalmente abriram a clínica e, mesmo com poucos dias em operação, encerraram o mês com faturamento de R$ 24 mil. Já em novembro, a receita mais do que dobrou, chegando a R$ 52 mil. “Já estamos com duas salas de procedimento”, celebra a administradora em nota da rede, que precisou contratar 2 funcionários para auxiliar nos atendimentos. “Nossa meta é abrir outra. Por isso, estamos aumentando nossa equipe”.

Vencendo um câncer

A abertura do negócio próprio e a realização do antigo sonho marcaram uma virada positiva na vida de Diãnafa. Em abril de 2018, a administradora trabalhava em uma empresa de consultoria e mentoria, quando descobriu um câncer na região posterior da coxa esquerda. “No banho, senti um nódulo na coxa, me desesperei e fui correndo para o médico”, conta. “Fiz os exames, e o diagnóstico indicou que eu estava com um lipoma (tumor benigno) de três centímetros de diâmetro”, contou em comunicado da franqueadora.

Diãnafa, no entanto, temia que o diagnóstico pudesse estar errado, uma vez que havia em sua família um histórico de casos de câncer – vários parentes morreram vítimas da doença.  “O médico dizia que não havia como o nódulo se tornar um câncer e me pediu para continuar fazendo os tratamentos propostos”, narra a jovem. “Mas o lipoma cresceu e, após uma cirurgia para retirá-lo, descobri que na verdade estava com um lipossarcoma, um tipo de tumor que afeta partes mais moles do corpo, como os músculos e a pele. Pensei que eu seria a próxima a morrer”.

Na cirurgia para retirada do câncer, os médicos iriam extirpar todos os tecidos que estivessem em contato com o tumor. “O problema era que, se o tumor estivesse na região da artéria, eles teriam que amputar a minha perna. Perguntei se, mesmo sem a perna, eu poderia ser mãe. O doutor disse que sim. Então, criei coragem para a cirurgia”, lembra Diãnafa. “Quando acordei, antes mesmo de abrir os olhos, coloquei a mão na perna, e ela ainda estava lá”.

Foco em objetivos pessoais

Enfrentar – e derrotar – um câncer fez com que Diãnafa repensasse o que vinha fazendo de sua vida. Casada desde 2014, ela estava infeliz com o relacionamento. Enquanto o marido desejava que ela seguisse como dona de casa e abandonasse seus objetivos profissionais, a administradora queria realizar seus sonhos, entre eles o de tornar-se empresária. Assim, o primeiro passo para conseguir avançar em direção aos seus planos foi pedir o divórcio, em meados de 2018.

A jovem, que na infância praticava vários esportes – vôlei, basquete, handebol e futsal – como forma de lutar contra o sobrepeso que tinha na época, havia abandonado tudo após o casamento. “Com a cirurgia, decidi me cuidar mais e prestar mais atenção em mim mesma, nos meus sonhos e objetivos”, diz Diãnafa. “E voltei a praticar esportes novamente”.

Nesta época, a administradora conheceu o atual namorado, de origem grega. E uma delicada coincidência contribuiu para reforçar a ligação do casal: assim como Diãnafa, a mãe de Monolidis também estava com câncer, e a jovem esteve ao lado do namorado e da sogra até que esta voltasse para casa após um período hospitalizada. Quando as coisas serenaram, o próprio Grego – apelido de Monolidis – acabaria sendo o maior incentivador de Diãnafa. “Ele pediu para que eu fosse atrás dos meus seus sonhos, ou seja, abrir meu próprio negócio”.

A partir de então, a jovem começou a pesquisar segmentos promissores para investir. “Vi um anúncio da Mais Top Estética, me interessei e me cadastrei”, conta a administradora. “Em seguida, conheci a história do Caio e da Natália (fundadores da Mais Top) e achei parecida com a nossa. E me encantei pelo propósito do negócio, que é ajudar pessoas e transformar vidas”, afirmou em nota.

Sadia renova embalagem da linha suínos para o Natal

(Divulgação)

A Sadia encerra o ano com a apresentação das novas embalagens dos tradicionais produtos festivos, como a linha de suínos, linguiças e lasanhas. Os produtos já estão disponíveis nos principais pontos de vendas em todo o país e chegam para atender quem busca qualidade, praticidade e sabor inigualável nas comemorações de fim de ano, informa a marca. 

A nova identidade visual dos produtos remete às embalagens de presentes, tornando os itens ainda mais atrativos nas gôndolas. A linha de suínos conta com embalagens no mesmo tom de vermelho usado no logotipo de Sadia, uma flâmula dourada com o icônico “S” da marca, além de elementos que remetem ao Natal. Enquanto isso, as lasanhas, linguiças frescais e curadas da marca, seguem o mesmo padrão visual da nova identidade na linha de suínos, porém o fundo sofreu uma alteração, tendo como principal cor o amarelo. 

“Foram quase doze meses para desenvolvermos uma proposta que refletisse a mensagem que desejamos passar, isto é, que a Sadia valoriza o tempo que passamos com quem mais amamos. Estamos felizes em apresentar as novas embalagens natalinas da marca aos consumidores. Nossa proposta foi ir além da qualidade de nossos itens e entregar uma experiência visual que dialogasse com este momento onde as pessoas se conectam com o espírito natalino”, conclui Gisela Toledo, gerente executiva da marca Sadia, em comunicado a imprensa.​ 

Sobre a Sadia 

Líder há vários anos em diversas categorias pela pesquisa Top of Mind, Sadia entrou para o Top 10 da edição 2020 do ranking BrandZ — As 25 Marcas Brasileiras Mais Valiosas do Brasil. Presente na mesa do consumidor desde a década de 1940, a marca conquistou a confiança do público por meio de atributos que são valorizados até hoje, como qualidade superior, sabor, praticidade e o uso de ingredientes selecionados. Sadia é democrática, com opções para todos os públicos. Com o conceito ‘Quanto mais você sabe, melhor a Sadia fica’, a marca reforça os diferenciais que fazem dela a preferida do brasileiro. Inovadora por vocação, foi a primeira a disponibilizar congelados que facilitam a vida das pessoas, como a reconhecida lasanha Sadia. Ou seja, uma marca que tem no seu DNA o pioneirismo. Sadia está presente em pontos de venda de todo o Brasil, oferecendo um amplo portfólio de produtos que complementam o cardápio das principais refeições do dia e reconhecidos pelos consumidores. 

Mercado aquece e abre espaço para carreiras internacionais

Haroldo Modesto, da Crown World Mobility (Divulgação)

O mercado de trabalho para profissionais especialistas e executivos expatriados está retomando fôlego no Brasil e no mundo depois de sofrer uma baixa na pandemia. Após forte impacto provocado pelo fechamento das fronteiras em vários países nos últimos dois meses, uma demanda reprimida por transferências internacionais de carreira dá mais estabilidade a esse mercado, com a reabertura paulatina das fronteiras. Essa é a percepção de Haroldo Modesto, country manager da Crown World Mobility no Brasil, multinacional sediada em Hong Kong e especializada em mobilidade de executivos e realocações internacionais, com atuação em 58 países.

“Neste início de outubro, já realizamos o equivalente a 70% do número de expatriações internacionais (de saída e entrada no Brasil) ocorridas no ano passado, estamos em patamar equivalente ao desempenho de 2019. Não cresceu, mas não é uma queda abrupta”. Ele explica que sua percepção se norteia a partir da experiência da Crown, e não reflete todo o mercado, mas diz que há fatores que estimulam quem almeja uma carreira internacional, seja no Brasil ou no exterior.

No final de setembro, o governo brasileiro publicou a Portaria 456, da Casa Civil, que autoriza a entrada de estrangeiros, de qualquer nacionalidade, em todos os aeroportos do país. A portaria revogou  norma anterior, que restringia voos em seis estados. Voos internacionais estavam proibidos em Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins. A entrada por terra e hidrovias segue restrita. “Ainda é precoce afirmar, mas o câmbio e reabertura de fronteiras no país, somados à alta temporada de transferências, típicas de fim do ano letivo, tendem a reaquecer  as transferências internacionais a trabalho”, afirma o executivo.

Modesto explicou que, desde maio, o país tem recebido estrangeiros na maioria dos estados. Agora o governo liberou para todos. Quem queria vir trabalhar em Rondônia, por exemplo, poderia entrar no país por São Paulo e pegar outro voo para aquele estado. “A questão fundamental é o significado da mensagem, o mundo passa a compreender que todos os estados estão abertos”, detalha.

De acordo com o especialista da Crown, o câmbio é um aliado de quem busca a autorização de residência com base em Investimento Estrangeiro Direto, concedida aos estrangeiros que desejam investir e que pretendam residir no Brasil. Para a concessão dessa autorização, é necessário a comprovação de investimento, em moeda estrangeira, de montante igual ou superior a R$500.000,00, em empresas novas ou já existentes, ou seja, apenas 100 mil dólares.

Efeitos da Pandemia

Durante a pandemia, a Crown reforçou ainda mais seus protocolos de segurança e serviços digitais. Uma das ferramentas é o Tour Virtual, realizado por meio de um aplicativo que identifica a quantidade de itens a serem transportados, mede o tamanho dos móveis, por exemplo, e determina o padrão de embalagem. Ferramentas digitais permitem também traçar os passos que deverão ser realizados na mudança com base nas últimas atualizações migratórias, bem como a prospecção dos desafios existentes e dos tempos de trânsito. É possível planejar a chegada da mudança, por exemplo, no período ideal após sua chegada no país ou cidade. Vale mencionar que a Crown vem oferecendo esta tecnologia no Brasil há vários anos e é capaz de dar atualizações em tempo real, proporcionando 100% de precisão na recolocação. Leia mais dicas aqui.

Sobre

O Grupo Crown Worldwide atua em 58 países, com 250 escritórios espalhados pelo mundo, e faturamento global de US $800 milhões de dólares. A Crown se mantém, desde a sua criação, como uma companhia privada – de um único dono desde sua fundação em 1965. Tem mais de 10 mil clientes corporativos em todo o mundo. Dentre os seus principais resultados, a companhia administra cerca de 120 mil expatriações anualmente pelo Brasil.

Covid-19: Veja 4 aplicativos de agendamento online para reabertura segura

A pandemia causada pelo novo Coronavírus, de fato, está mudando a forma como as pessoas se relacionam e consomem. Os comércios do país ficaram fechados durante meses, mas alguns estados, com destaque para São Paulo e Rio de Janeiro, anunciaram recentemente um plano de reabertura gradual. A partir disso, listamos quatro aplicativos de agendamento que podem ser grandes aliados de salões de beleza, clínicas de estética e outros tipos de negócios.   

Na prática, as plataformas ajudam os donos dessas empresas com o agendamento e gestão de horários para atender os clientes, evitando desta forma aglomerações de qualquer tipo. 

Vale ressaltar que em alguns locais os donos dos estabelecimentos não estão autorizados a reabrirem as portas. É preciso checar a determinação do governo estadual ou municipal no qual a empresa está situada. 

Confira:

Gendo

A Gendo é uma ferramenta de gestão empresarial e agendamento online que oferece um ecossistema completo para que empresários possam controlar e administrar seus negócios e serviços com facilidade. Com uma versão desktop e aplicativo de fácil usabilidade, abrange diversas funções como: gestão de equipe, controle de estoque, administração financeira, relacionamento e agendamento de clientes, entre muitas outras atividades importantes para negócios de sucesso. Um sistema desenvolvido para atender o mercado de serviços em geral adaptado para atender todas as necessidades dos clientes.

Site: https://gendo.com.br/

Hora do Salão

O Hora do Salão é um aplicativo de agendamentos disponível para smartphones e tablets. Nele o usuário pode selecionar salão, serviço, profissional, data e horário. Na plataforma é possível também marcar os salões favoritos com o objetivo de economizar tempo para outras  marcações que também podem ser realizadas pelo site. 

Site: www.horadosalao.com

Salão Vip

Além de plataforma de agendamento, O Salão VIP é também um sistema de gestão financeira, de estoque e cadastro de clientes. No site o usuário pode localizar um salão específico, escolher diversos serviços de beleza e bem-estar, receber alertas para não esquecer do serviço e fazer a avaliação do local. 

Site:  https://salaovip.com.br/

Beauty Date

O Beauty Date é um aplicativo focado em salões de beleza no qual os usuários agendam horário com um estabelecimento de sua preferência. O pagamento do serviço pode ser realizado de forma online. Além disso, o serviço de geolocalização ajuda o cliente a saber onde estão os salões mais próximos. É possível marcar o salão favorito dentro da plataforma. 

Site: https://beautydate.com.br/

Dia da mulher: 10 histórias de empreendedoras que inspiram

Danyelle Van Straten, diretora e fundadora da Depyl Action (Vinicius Andrade/Divulgação)

No Brasil cerca de 24 milhões de mulheres são empreendedoras, segundo dados de estudo realizado pelo Sebrae. São muitos casos em que o empreendedorismo é uma alternativa criada pela necessidade. No país, 44% do público feminino aposta na criação de um negócio como alternativa para complementar a renda e até mesmo como única receita dentro de casa. 

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, que representa as vitórias conquistadas pelas mulheres ao redor do mundo, conheça 10 histórias de empreendedoras brasileiras e que ajudaram a economia brasileira movimentando mais de R$ 800 mi em 2019.



  1. Renata Marcolino

Com dívidas acumuladas, a fonoaudióloga Renata Marcolino precisou recorrer a outra alternativa de renda com o propósito de auxiliar o marido em um momento de dificuldade financeira. A então funcionaria pública decidiu apostar no comércio de sapatilhas populares para saldar a dívida da família. A criação do negócio começou com as revendas dos calçados dentro do porta-malas do carro da fonoaudióloga, que usava o veículo para ir até as casas de suas clientes.

Da ideia de levar os calçados até suas clientes, nasceu a Mil e Uma Sapatilhas, que já vendeu mais de dois milhões de sapatilhas e se tornou o primeiro negócio com foco no público emergente com produtos licenciados Disney. Com mais de 140 unidades abertas, a marca faturou R$ 60 milhões em 2019 com a comercialização de sapatilhas.

  1. Danyelle Van Straten

Danyelle Van Straten é o nome por trás da Depyl Action, franquia especializada em depilação e cuidados com o pelo que faturou em 2019 mais de R$ 122 milhões. A marca tem mais de 110 unidades em operação no Brasil e duas na Venezuela. A rede pretende inaugurar dez unidades em 2020. A franquia nasceu em 1996, mas o negócio deu os primeiros passos na década de 1980, quando a família de Danyelle Van Straten descobriu uma receita caseira de cera de depilação. Associada a uma técnica, também criada pela família, a remoção de pelos ficava mais confortável. Inicialmente, Danyelle viajava o Brasil vendendo a cera em feiras.

Naquela época, o espaço para depilação representava o fundo do salão, não era nem 10% do negócio. E foi nessa brecha que Danyelle e sua mãe, Glaci Van Straten, enxergaram o próximo passo: oferecer um local exclusivo para a depilação e levar este serviço para a porta da frente. O resultado disso culminou na Depyl Action, transformada em franquia, em 1996. Um espaço privativo, confortável e com atendimento sem hora marcada que oferece além da depilação com cera, serviços de depilação à laser, luz pulsada, design de sobrancelhas, alongamento de cílios, coloração de cílios e da região íntima; aparo de pelos e coloração de barba.

  1. Marcela Tarraf 

Com um sonho de voltar para o interior, Marcela Tarraf, decidiu mudar de área para trazer uma novidade a São José do Rio Preto. Fundada em 2013, a Melting Burgers é conhecida pelo ambiente decorado por equipamentos de esportes americanos e por oferecer lanches de primeira linha, que fazem sucesso também pela criatividade nos nomes. O LeBron James, por exemplo, é o mais vendido da rede e leva catupiry, bacon crocante e crispy de mandioquinha. Em 2019, a rede que produz seus hambúrgueres com carne de Angus, comercializou mais de 240 mil lanches

As vendas de unidades são feitas pelo meio do co-franchising, um modelo de negócio criado pela Cobiz. Com cinco unidades, o negócio faturou R$ 7 milhões no ano passado.

  1. Rafaela Justino

Nascida em Ribeirão Preto, Rafaela Justino conheceu a Vox2you, franquia de escolas de oratória, em 2017, para aprimorar as técnicas de atendimento aos pacientes quando ainda era enfermeira. Após meses de curso, a enfermeira se apaixonou pela metodologia da franquia. Ao ser desligada do hospital, viu no negócio uma oportunidade de recomeçar e colocar em prática um sonho antigo que era o de empreender.

Em apenas um ano de funcionamento, a unidade possui mais de 300 alunos matriculados e um faturamento de R$ 1,5 milhão.

  1. Sibele Vaz de Lima

Vendedora de seguros de um grande banco na cidade de Severínia, interior de São Paulo, Sibele Vaz de Lima viu, em 2008, a oportunidade de uma renda extra quando um imóvel, de pouco mais de 15m2, ficou disponível. Mas o que era para ser um complemento financeiro, se tornou a única fonte de renda.

Sibele não contava com o fato de ser demitida poucos meses após o início da empreitada. Desempregada, e logo depois, grávida da segunda filha, ela arregaçou as mangas e foi à luta. Criou a Vazoli, que hoje é a maior franquia de crédito do país, com a ajuda do marido, Eric Vaz de Lima, e transformou uma pequena ideia em um negócio que movimentou mais de R$ 600 milhões em 2019. A rede conta com mais de 100 unidades espalhadas por 22 estados do Brasil.

  1. Sanaua Morais

Aos 16 anos, Sanaua Morais saiu da cidade de Palmeira dos Índios, interior de Alagoas para estudar biomedicina. Após fazer o primeiro semestre sem pagar as mensalidades, a jovem quase desistiu do curso, mas contou com a ajuda de uma tia para terminar os estudos. Para pagar os outros meses, a estudante recebeu a ajuda de familiares com metade do valor das mensalidades e a outra parte do dinheiro por meio dos sapatos que vendia na faculdade. Dois anos depois Sanaua conseguiu um emprego de vendedora em uma loja de roupa masculina.

Aos 23 anos, já casada e com um emprego na área, a biomédica conhece a Emagrecentro, clínica de emagrecimento e estética. Sanaua e o marido, Diego Peixoto, vendem o apartamento e o carro para investir, em abril de 2016, na franquia da rede. No primeiro mês, a clínica faturou R$ 45 mil e teve mais demanda do que o esperado. Em setembro do mesmo ano, a empresária inaugurou a segunda unidade.

Com duas franquias em Maceió, Sanaua decide, em janeiro de 2019, abrir a terceira clínica da rede, dessa vez, na sua cidade natal, Palmeira dos Índios.

Hoje Sanaua fatura anualmente mais de R$ 3 milhões com as três unidades. Com mais de 40 colaboradores nas clínicas, a empresária espera futuramente ampliar seu negócio por mais estados da região Nordeste. 

  1. Poliana Ferraz

Para Poliana Ferraz, a insatisfação que teve como estagiária fez com que ela criasse uma das maiores redes de franquias de estágios do Brasil.  Quando era estudante de direito, ao participar de diversos programas de estágio, sempre se sentia frustrada, pois não realizava as atividades que tinham realmente a ver com sua área. Em seu dia a dia, a limitavam com atividades mais similares ao trabalho de uma secretária, como servir café, atender o telefone e tirar xerox. A situação mudou em 2008, quando a jovem estudou a Lei 11788, conhecida como a “lei do estágio”, e que descrevia os direitos e deveres dos estagiários. Encontrando uma oportunidade de negócio com a sanção da lei, em 2009, Poliana criou a Super Estágios, empresa que direciona estudantes para programas de estágios e realiza a gestão dos mesmos do primeiro ao último, garantindo que a experiência seja satisfatória tanto para o estagiário quanto também para a empresa em que ele trabalha.

Em 2014, a empresa entrou para o franchising, tornando-se a primeira rede de franquias de estágios homologada pela ABF. Hoje, com 36 unidades em operação, a rede foi responsável pela inserção de mais de um milhão de estudantes no mercado de trabalho e em 2019 faturou R$ 37 milhões

  1. Flávia Aparecida Correa e Mirian Cristina Correa

Conhecida por seus bolos artesanais na cidade de Hortolândia, Flávia Aparecida e sua filha Mirian Cristina, decidiram apostar em um mercado promissor, depois de ver que as demandas pelo produto só aumentavam. Elas uniram o momento do mercado com o sonho de empreender e abriram a Flamy.

Em 2001, mãe e filha inauguraram a primeira unidade da confeitaria, que além de bolos, comercializam também salgados, tortas e sorvetes na taça. Com 15 unidades no estado de São Paulo, a rede faturou mais de R$ 5,5 milhões, no ultimo ano.

  1. Raissa Diniz

Formada em administração de empresas e com MBA em marketing, Raissa Diniz, de 41 anos, se interessa por assuntos relacionados ao empreendedorismo desde os 16, quando começou a trabalhar no negócio fundado pelo pai, O Borrachão Revestimento. O primeiro cargo de Raissa na empresa de artefatos de borracha foi de auxiliar de estoque. Conforme foi estudando e se especializando, também foi evoluindo de cargo. Já foi auxiliar de secretariado, de caixa, de venda, de gerência e hoje é diretora comercial.

Raissa sempre se manteve informada a respeito de negócios inovadores. Em 2018, adquiriu uma franquia do Clube de Permuta, plataforma de trocas multilaterais de produtos e serviços, em Natal, no Rio Grande do Norte. A empresária encontrou na franquia, uma maneira de driblar a crise econômica que atingia o Brasil e, até o momento, já faturou mais de R$ 1,5 milhão.

10. Thais Mezadri e Daniela Fogaça

Com a mãe internada, e numa nova sociedade com a melhor amiga da matriarca, Thais assumiu a escola de moda e dobrou o faturamento. Para Thais Mezadri, não tem como falar de Sigbol Fashion sem falar de dois amores: a moda e a mãe. Desde pequena Thais tinha o sonho de ser estilista. Aos 16 anos, apoiada pela mãe, iniciou o curso de Desenho de Moda na Sigbol. Após concluir o curso, entrou na faculdade de Negócios de Moda e atuou por alguns anos na área.

Em 2014, a mãe de Thais ficou desempregada e decidiu investir em uma franquia. A Sigbol foi a escolha das duas, enquanto a estilista dava aulas a mãe ficava na administração. Mas em 2018, a mãe de Thais descobriu uma leucemia e pensou em vender a unidade. Thais decidiu assumir a direção da escola enquanto a mãe fazia o tratamento. Com a ajuda de Daniela Fogaça, amiga da família e também apaixonada por moda, elas tocaram o negócio o ano inteiro, até a recuperação da mãe dela.

No inicio de 2019, Thais comprou a unidade da mãe e com a sócia Daniela implantaram estratégias de otimização de espaço e marketing. Em um ano, o faturamento da loja dobrou. De 85 alunos, no inicio de 2019, Thais começou este ano com 110 alunos. Aluna, professora e gestora, hoje Thais usa o conhecimento que obteve nas três áreas para gerir a escola que fatura cerca de R$38 mil por mês.


Advogada larga carreira e vende mais de 60 mil sapatilhas populares

(Divulgação)

O ano foi 2017. Lais Florêncio trabalhava em uma multinacional do segmento de seguros em Contagem, município de Minas Gerais, mas com o sonho de ter um negócio para chamar de seu. Além da jornada como funcionária contratada, era motorista de van para ajudar na empresa do namorado.

A dupla jornada despertou ainda mais a vontade de se tornar empreendedora. Apaixonada por sapatos, a advogada viu a oportunidade de aliar a paixão e de ser empresária ao conhecer a Mil e Uma Sapatilhas. Com três unidades em três anos, a jovem comercializou mais de 60 mil pares de sapatilhas em 2019.

“Meu primeiro contato com o segmento foi por meio de um contrato para abertura de uma franquia. Aquilo despertou meu interesse pelo setor e pensei que poderia ser uma alternativa para que eu realizasse meu sonho de empreender. A oportunidade de abrir um negócio e ainda vender produtos que sempre fui fã foi o empurrão que precisava”, conta Lais, que junto com Sérgio Rodrigues, seu companheiro, abriram a primeira unidade da rede de sapatilhas em Contagem.

Mas o começo não foi fácil. O preconceito por largar uma carreira promissora e um emprego estável foram alguns dos desafios que a jovem teve que ultrapassar.

“Muitos me falavam: ‘Vai abrir uma lojinha para vender sapatilha?’ Ouvi isso de dentro da minha família e por incrível que pareça, eles foram os primeiros clientes e se surpreenderam com a dimensão do sucesso da loja”, relembra.

As mulheres da cidade vieram em peso para abertura da unidade. Com fila na porta, foram vendidos 3 mil pares de sapatilhas no primeiro final de semana de funcionamento. O sucesso foi tanto que a empresária buscou pela expansão do seu negócio na região. Lais abriu mais duas lojas em Minas Gerais em menos de dois anos.

“É preciso muita dedicação e empenho para cuidar de três lojas. O apoio e conhecimento do Sérgio, o suporte dos franqueadores e acreditar no produto da Mil e Uma Sapatilhas contribuiu muito para todo o sucesso que venho fazendo pela região mineira”, finaliza a empresária que está no ranking das franquias que mais faturam em Minas Gerais.

Ex-enfermeira fatura R$ 1,5 milhão com escola de oratória

Rafaela é franqueada da rede (Divulgação)

Nascida em Ribeirão Preto, Rafaela Justino era enfermeira em uma das grandes redes hospitalares, em 2018. Após ser demitida, decidiu que seria dona do próprio negócio e, com ajuda do namorado, Rafael Firmiano, investiu na Vox2you, franquia de escolas de oratória.

A franqueada conta que se interessou pela marca enquanto ainda era enfermeira, durante um curso de qualificação profissional.

“Meses de curso foram o suficiente para eu me apaixonar pela metodologia da rede. Sempre tive o sonho de ser dona do meu próprio negócio”, explica Rafaela Justino.

A franquia, presente em 12 estados e com 41 unidades, oferece desde serviços que auxiliam a controlar ansiedade e nervosismo em situações de estresse, até aulas de oratória e cursos com metodologias de ensino baseada na história de vida de artistas, como Zezé Di Camargo.

“Tão importante quanto ter um segundo idioma é saber se comunicar e controlar seus sentimentos, em qualquer situação”, afirma a empresária.

O negócio tem se mostrado interessante por ter metodologia exclusiva, além de ser um mercado não muito explorado no franchising.

“Completamos um ano de funcionamento, em 2020, e contamos com mais de 300 alunos na unidade. A franquia mostrou ser tão rentável que consegui recuperar meu investimento, e até mesmo faturar, antes do prazo estipulado”, conta Rafaela, que faturou R$ 1.5 milhão, em 2019.

Para ser um franqueado é necessário investir em média R$ 230 mil, com um prazo de retorno de 15 meses e faturamento de até R$ 120 mil.