Tartaruga com mordida mais forte que leão é encontrada em estrada

Tartaruga foi entregue aos policiais militares (Polícia Militar/via TV Cultura)

Uma tartaruga-aligátor, originário da América do Norte e Central, foi encontrada em um acostamento próximo à represa do Rio Santo Anastásio, em Presidente Prudente, cidade do interior de São Paulo. Uma pessoa viu o animal e o levou até a Polícia Militar Ambiental.

Segundo a polícia, não há registro da presença do réptil no Oeste Paulista. Por conta dessa informação, tudo indica que o animal foi abandonado.

Outro fato que chamou atenção foi a força do animal. Segundo pesquisas, sua mordida pode ultrapassar 600 quilos, enquanto a de um leão gira em torno dos 400 quilos. Além disso, é uma das maiores e mais agressivas tartarugas do mundo, podendo pesar até 159 quilos, segundo a corporação.

A tartaruga foi levada para o Zoológico da Cidade da Criança, onde estará aos cuidados dos profissionais que trabalham no parque ecológico.

A Polícia informa que esse tipo de prática é considerado crime e, se alguém tiver alguma informação sobre quem teria abandonado a tartaruga-aligátor, deve entrar em contato com a corporação pelo telefone (18) 3906-9200.

Por TV Cultura

Casal é autuado por manter Veado em cativeiro

(Polícia Militar/Reprodução)

Uma denúncia anônima levou policiais militares ambientais até uma casa, em Pedro de Toledo, no Vale do Ribeira, onde um Veado-campeiro era mantido em cativeiro. A denúncia indicava que a intenção do casal, morador da casa, era vender o animal silvestre.

O animal era mantido em “uma gaiola de grande porte, em local arejado e abrigado, porém sem água e alimentação”, segundo a PM.

Segundo o registro policial, o casal teria dito que o Veado havia sido atacado por cachorros quatro dias antes “e que estavam cuidando por conta própria, sem o auxílio de um médico veterinário, e que o alimentavam por meio de mamadeira”.

Segundo a PM, dois Autos de Infração Ambiental foram registrados. O homem por ter em cativeiro animal nativo, sem autorização, e à mulher por guardar animal nativo sem autorização, com multa de R$ 1 mil para cada.

Após a apreensão, o animal foi destinado ao Instituto Rio Itariri, de Pedro de Toledo, para cuidados médicos veterinários.

O caso aconteceu no fim de semana, mas só foi divulgado hoje (21) pela Polícia Militar.

Caiçaras e quilombolas denunciam agressões e ameaças da PM

Pescadores relatam abordagens truculentas em Ubatuba, no litoral de SP, e pedem que Ministério Público investigue policiais; “racismo ambiental”, define biólogo

Para biólogo, perseguição a pescadores autônomos é “racismo ambiental” | Divulgação: PM Ambiental de SP

Roberto* relata que nunca passou tanta humilhação como na tarde de 5 de junho, quando retornava do mar após ter pescado camarão em Ubatuba, no litoral norte paulista. Enquanto transportava a carga do barco para um carro, após um dia inteiro de trabalho, ouviu a sirene e viu uma viatura da Polícia Militar Ambiental. “Ele [PM] chegou de arma na mão, gritando pra gente sair da Kombi, mandando colocar a mão na cabeça. Eu só dizia que não era bandido e que ele não podia falar assim comigo”, lembra.

O homem afirma que o policial o agrediu enquanto o revistava. “Eu estava com uma ferida na perna e ele bateu tão forte na minha perna na hora que me revistava, que a ferida piorou”, afirma. Após pedir a documentação do barco, que estava em dia, o policial deixou local.

César*, que pesca há mais de 30 anos, conta que no dia 6 de maio, por volta das 8h30, cinco PMs entraram no seu rancho de pesca, uma espécie de tenda de bambu e lona para guardar canoa e equipamentos. “Eles ameaçaram tacar fogo em tudo, me levar preso, dizendo que eu tinha montado o rancho na APA (Área de Proteção Ambiental), mas eu não desmatei nada”, disse à Ponte.

Esses são alguns dos relatos de pescadores artesanais (são assim chamados porque são autônomos) de comunidades quilombolas e caiçaras durante abordagens policiais na cidade. Desde o ano passado, ele dizem que os PMs têm intensificado as abordagens e agido com truculência, especialmente o 3º sargento Amadeu Alves Neto, que teria agredido Roberto* e é citado em outros casos.

Há pescadores que também narram que estão sendo sendo multados e tendo a carga apreendida mesmo com a documentação regularizada. Desde 2015, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as emissões de licenças de Pescador Profissional Artesanal estão suspensas após uma auditoria ter identificado problemas nas inserções dos documentos. Com isso, a pasta determinou, em portaria redigida em 2019 e prorrogada neste ano, a apresentação de protocolo de requerimento de licença como comprovação da atividade de pesca.

Os pescadores, no entanto, afirmam que os PMs não aceitam o documento. “Eu tô esperando a minha carteirinha para renovar já tem sete anos, aí eu mostro o protocolo, mas a polícia não aceita e isso já vira motivo para ser multado, de perder sua pescaria, é muito abusivo”, conta Luís*. “A gente está no sufoco tentando sobreviver e não enxergam a gente como trabalhador”, prossegue.

Após uma reunião com os caiçaras e quilombolas, membros da Renap (Rede Nacional de Advogados e Advogadas Populares) entraram com uma representação ao Ministério Público Estadual solicitando a investigação dos policiais. “A questão principal que estamos trabalhando é o abuso de autoridade, porque coloca a vida deles em risco. Tem pescador que nem está pescando mais em Ubatuba, está indo para Paraty [no Rio de Janeiro] para pescar, com medo da polícia”, explica Pedro Camilo de Fernandes, um dos advogados que escreveu a representação.

De acordo com ele, há também denúncias de que mesmo havendo algum tipo de infração cometida pelos pescadores, como o tamanho da rede ou da embarcação estar em desacordo com a legislação, as abordagens acontecem de forma truculenta e as apreensões das cargas não estariam sendo feitas corretamente, com pesagem adequada e armazenamento, tendo em vista o que decreto 6514/2008, que trata das infrações ambientais, determina a doação dos produtos perecíveis apreendidos. Essa apreensão incorreta poderia configurar improbidade administrativa, na avaliação do advogado.

Para o biólogo e coordenador do Fórum de Comunidades Tradicionais em Ubatuba Santiago Bernardes, a atuação do Estado tem criminalizado os pescadores. “Isso se classifica como racismo ambiental porque, além da pesca industrial, também se tem várias intromissões e invasões de mansões e resorts em áreas que estão diretamente ligadas à pesca, como, por exemplo, no manguezal, que é um berçário de espécies, e não se tem o mesmo rigor da fiscalização. E quando acontece, são processos morosos, que se protelam por anos”, critica.

Bernardes também aponta a dificuldade de formalizar as denúncias dos pescadores pelo receio de perseguição. “Uma abordagem na rua, você tem pessoas ali que podem estar filmando, há uma contenção muitas vezes. Mas no mar, essa truculência prevalece porque é mais difícil para o pescador filmar, se ele tenta, é impedido, embora isso seja um direito”, argumenta.

O que diz o Ministério Público

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa do órgão declarou que a Promotoria de Justiça de Ubatuba “constatou que se tratava de matéria afeta à Justiça Militar” e encaminhou o procedimento para apurar abuso de autoridade ao Ministério Público Militar.

O procedimento para apurar improbidade administrativa está no Conselho Superior do Ministério Público aguardando deliberação, já que o órgão indeferiu a solicitação dos advogados para apurar esse suposto crime e eles entraram com recurso. Segundo o advogado Pedro Camilo de Fernandes, a negativa se deu pelo fato de os pescadores solicitarem anonimato.

Já a Promotoria de Justiça Militar informou que recebeu o caso de abuso de poder no dia 13 de julho e que “por trata-se de protocolo recente, o presente expediente ainda aguarda distribuição a algum dos Promotores de Justiça que atuam nesta Especializada para análise”.

O que diz a PM

Ponte solicitou à corporação entrevista com o sargento Amadeu, porém, a InPress, assessoria de imprensa terceirizada da Secretaria de Segurança Pública, respondeu por nota informando que a PM abriu procedimento para apurar o caso e que “constatada qualquer irregularidade, as providências cabíveis serão adotadas”.

O que diz o Ministério da Agricultura

Questionamos a respeito do Registro Geral de Pesca e a pasta confirmou a paralisação das emissões das carteirinhas, destacando a vigência das portarias que asseguram a apresentação dos protocolos de requerimento de licença como documento comprobatório da atividade de pesca. “Assim sendo, qualquer pescador que porta seu protocolo devidamente identificado poderá apresentá-lo como documento regular para poder realizar a atividade de pesca”, garantiu em nota.

A assessoria do ministério também declarou que não é de conhecimento oficial que os órgãos de fiscalização estejam rejeitando os protocolos. Nesses casos, a pasta solicita que as denúncias sejam formalizadas pelo e-mail [email protected], com o nome completo e o nº CPF da pessoa, “a fim de que sejam dados os encaminhamentos necessários para evitar quaisquer tipos de prejuízos aos pescadores profissionais artesanais”. 

*Os nomes foram trocados a pedido dos entrevistados que temem sofrer represálias.

Por Jeniffer Mendonça – Repórter da Ponte

Barragem deixa 50 famílias isoladas após rompimento em Rondônia

Por André Richter

(Polícia Ambiental de Rondônia/Divulgação)

O governo de Rondônia confirmou o rompimento de uma barragem no município de Ariquemes. Segundo as informações preliminares da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental do estado, uma tromba d’água atingiu ontem (29) a estrutura de uma barragem localizada no distrito de Novo Oriente e provocou a ruptura. Uma força-tarefa composta por funcionários do governo local e servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) foi mobilizada para avaliar os impactos do rompimento.

De acordo com informações oficiais, o local atingido também é destinado às atividades de pesca e de mineração e ainda não é possível identificar qual tipo de barragem foi atingida. A Policia Ambiental informou que não há vítimas, mas cerca de 50 famílias estão isoladas.

Segundo a secretaria, a barragem de rejeitos de mineração é composta de areia e argila e não há risco de contaminação dos moradores locais por metais pesados.

Ambiental apreende 50 quilos de pescado e doa a entidade

Redes apreendidas pela Polícia Ambiental (PMESP/Reprodução)

A Polícia Ambiental apreendeu em Iguape, no litoral sul de São Paulo, 50 quilos de Manjuba. Segundo os policiais, dois homens foram flagrados no momento em que retiravam o pescado da rede.

Os suspeitos conseguiram fugira à nado e depois para dentro de um mangue. Além da Manjuba, também foram apreendidos um barco de alumínio de cinco metros de comprimento, de cor predominante verde; um motor de popa; duas redes, totalizando 19 panos de rede, tipo corrico manjubeiro, com um total de, aproximadamente, 900 metros de comprimento; duas bicicletas; uma carreta para embarcação e um tanque de combustível completo para motor de popa.



Defeso

Pescado foi encaminhado para entidade que cuida de crianças e adolescentes (PMESP/Reprodução)

A pesca da manjuba está proibida desde ontem (26) até o dia 25 de janeiro, período considerado defeso, quando os peixes se reproduzem. Os 50 quilos apreendidos foram doados ao Serviço de Acolhimento Institucional para Criança e Adolescente, em Iguape.

Caçadores são presos com animal silvestre abatido

Na madrugada deste domingo (01), equipe especializada do 1º Batalhão de Policia Ambiental (1ºBPAmb) deteve duas pessoas armadas com um animal silvestre abatido.

O fato ocorreu nas imediações do Rio Pardo, na divisa entre Botucatu e Avaré, quando os policiais realizavam o patrulhamento rural noturno com vistas à caça e outros crimes e localizaram um Fiat Uno em meio ao matagal.

Ao iniciar a incursão na mata, seguindo pela trilha, os policiais encontraram duas pessoas que tentaram empreender fuga, mas foram presos.

Com os caçadores foram encontrados: 01 Paca recém-abatida, 01 espingarda calibre 28, 01 espingarda calibre 36, diversas munições, 01 revólver calibre 22 com 07 cartuchos e 02 facas de caça.

A ocorrência foi encaminhada para a Delegacia Seccional de Botucatu, onde a autoridade de Policia Judiciária ratificou a voz de prisão em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo pelos artigos 12 e 14 da Lei 10826/2003, e pelo crime de caça artigo 29 da Lei 9605/98.

 Participaram da Ocorrência: Sargento Martins, Cabo Airton e Soldado Bark.

A Polícia Ambiental informa que a Paca é um animal silvestre que está em estado de alerta na lista de espécies em risco de extinção.

 

Animal silvestre abatido por caçadores (Foto: AJ Reinoso)

 

Armas e caça apreendidos pela Policia Ambiental (Foto: AJ Reinoso)

Calibre 28 Apreendida Pela Polícia Ambiental

Na tarde desta terça-feira (05), policiais da equipe especializada do 1º Batalhão de Policia Ambiental (1ºBPAmb), ao realizar o patrulhamento e a fiscalização pela cidade de Mairinque, abordou uma pessoa conhecida por Roque, em frente à sua residência.

Após a abordagem, foi constatado que Roque mantinha em sua residência 20 pássaros nativos dispostos em gaiolas individuais, pendurados na varanda e nos fundos da casa.

Foi encontrado também uma espingarda calibre .28 sem marca e numeração.

O infrator foi conduzido à Delegacia de Mairinque, onde o Delegado elaborou o Boletim de Ocorrência (BO) ratificando a voz de prisão e arbitrando fiança.

A equipe do Policiamento Ambiental, composta pela Cabo Vivian, Cabo Edinaldo e Cabo Diego, elaborou ainda o Auto de Infração Ambiental (AIA) no valor de R$ 10 mil por manter em cativeiro os 20 pássaros da fauna nativa, que foram apreendidos em estado bravio, características de recém captura.

Os pássaros foram soltos em seu habitat natural.

 

Arma e pássaros apreendidos pela Polícia Ambiental (Foto: AJ Reinoso)

 

Espingarda apreendida pela Polícia Ambiental (Foto: AJ Reinoso)

Policia Ambiental encontra Tamanduá Bandeira na área urbana de Tatuí

Na manhã desta terça-feira (29), a equipe do policiamento especializado do Primeiro Batalhão de Policiamento Ambiental (1BPAmb) ao deslocar para a Cidade de Cesário Lange para atendimento de uma ocorrência, deparou com um Tamanduá Bandeira.

O Tamanduá Bandeira (Myrmecophaga tridactyla) estava andando tranquilamente pelas margens da rodovia SP 141 no quilômetro 31, Vila Ângélica, já na área urbana do município de Tatuí.

Os policiais disseram que não é comum esse tipo de animal estar em área urbana.

Diante do grande porte do animal, foi acionado o Corpo de Bombeiros que juntos dos policiais da ambiental, realizaram as técnicas de contenção e manejo evitando o estresse do animal.

Após examinar as condições de saúde e verificar que não havia ferimentos, o tamanduá foi solto na fazenda Santa Rita, onde o proprietário autorizou a entrada, pois na fazenda existe um fragmento do Bioma Mata Atlântica com três grandes tanques, local que o animal foi reintroduzido ao habitat natural.

A equipe do Corpo de Bombeiros estava composta por Sargento Roadli, Cabo Adum e Soldado Ghiraldi e a equipe do Policiamento Ambiental estava composta por Cabo Fabiano e Cabo Arthur.

A polícia ambiental esclarece que na região sul, esse animal não são mais encontrados e está classificado como espécie vulnerável.

 

Tamanduá Bandeira encontrado em Tatuí (Foto: AJ Reinoso)

 

Tamanduá solto na fazenda Santa Rita em Tatuí (Foto: AJ Reinoso)

 

Bombeiros auxiliam na captura do Tamanduá (Foto: AJ Reinoso)

Polícia Ambiental apreende grande quantidade de palmito Jussara em Guapiara/SP

Na madrugada desta quinta-feira (17) a equipe do Policiamento Especializado do 1º Batalhão de Policiamento Ambiental (BPAmb) receberam uma denúncia por meio dos funcionários da Administração dos Parques Intervales e do Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) sobre possível transporte irregular de palmitos Jussara no município de Guapiara/SP.

A equipe formada pelo Sargento Lucas, Cabo Teles e Soldado Marcos, com apoio do Guarda Parque Assis do PETAR foram até os Bairros Araçoeiro, Empoçados e Fazendinha onde conseguiram localizar o veículo da marca Kia modelo Besta trafegando em baixa velocidade.

O veículo foi abordado e estava carregado com 19 feixes de palmito Jussara “in natura” totalizando 952 unidades.

Havia somente o motorista que foi preso em flagrante e conduzido a Delegacia de Polícia de Capão Bonito onde o Delegado de Plantão elaborou o Boletim de Ocorrência (BO) determinando a apreensão do veículo, do palmito e demais pertences relacionados a ocorrência.

O infrator foi liberado, porém recebeu o Auto de Infração Ambiental (AIA) com base no parágrafo 1º do Artigo 48 da Resolução 48/14, valorado em R$ 571.200,00.

A Polícia Ambiental adverte para a compra e consumo dos palmitos extraídos irregularmente, pois o manuseio, cozimento e embalagem irregular trás sérios problemas a saúde, principalmente o botulismo.

 

Apreensão de palmitos Jussara (Foto: AJ Reinoso)

 

Veículo apreendido no transporte dos palmitos (Foto: AJ Reinoso)

Polícia Ambiental na Operação Dia do Trabalho

Nesta terça-feira (01) policiais militares do 1º Batalhão de Policiamento Ambiental (1ºBPAmb) realizaram  a operação Dia do Trabalho  na Represa San Juan no Rio Sorocaba, município de Cerquilho, intensificando a fiscalização voltada a prevenir e reprimir a pesca predatória.

Os policiais Cabo Fabiano e Cabo Arthur detiveram 02 pessoas que estavam pescando em desacordo a Instrução Normativa (IN) IBAMA 26, em local proibido, com uso de petrecho proibido (tarrafa) e com o pescado capturado.

Os infratores foram conduzidos a Delegacia de Polícia de Tatuí onde a autoridade de Polícia Judiciária ratificou a prisão em flagrante e elaborando os respectivos termos de prisão e apreensão.

Foram apreendidos 11.145 quilos de pescado, 01 tarrafa e lavrados 04 Autuações por Infração Ambiental.

Mesmo com a intensa fiscalização, muitos pescadores ainda insiste m na pesca predatória.

 

Policia Ambiental apresenta a ocorrência em Tatuí. Foto: Divulgação

 

Pescado apreendido. Foto: Divulgação