Polícia Civil faz operação contra furto e roubo de celular na Capital

A Polícia Civil faz hoje (28) uma ação envolvendo mais de mil agentes contra o roubo de celulares na cidade de São Paulo. São 460 viaturas de oito delegacias seccionais e de grupos especiais, como o Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) e o Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope).

Os agentes fazem diligências em estabelecimentos que atuam na compra, venda, revenda e desmonte de aparelhos de telefone celular. A operação tem ainda o apoio da Guarda Civil Metropolitana (GCM).

De acordo com os dados divulgados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo, os aparelhos de telecomunicação representam 26% dos objetos roubados no estado.

Por Agência Brasil

Cracolândia: quatro são presos em operação

As polícias Civil e Militar realizam uma operação para cumprir 23 mandados de prisão temporária hoje (24) na Cracolândia, região central de São Paulo. Segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), até o momento quatro pessoas foram detidas, duas delas eram procuradas pela Justiça.

Também foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão. A ação é o terceiro desdobramento da chamada Operação Caronte, que desde junho realiza prisões de pessoas suspeitas de atuarem no tráfico de drogas na região, conhecida pela grande concentração de pessoas em situação de rua e com uso abusivo de drogas.

De acordo com a SSP, a operação acontece com apoio da Guarda Civil Metropolitana e com o uso de dois veículos blindados da Polícia Civil. Estão envolvidos ainda 160 policiais civis e 90 policiais militares.

Por Agência Brasil

Polícia prende suspeito de matar Lucas do Valle

Lucas do Valle tinha 29 anos (Reprodução)

A Polícia prendeu um dos suspeitos no caso da morte de Lucas do Valle, neto do narrador esportivo Luciano do Valle, que aconteceu após um assalto no último dia 15 de setembro. O homem que foi preso é apontado como o dono da moto usada no crime, que foi encontrada durante uma operação em Heliópolis, comunidade na capital paulista.

Em seu primeiro depoimento na delegacia, o suspeito afirmou que tinha vendido o veículo, mas não falou o nome do comprador. Devido as incongruências na fala, a polícia pediu a prisão temporária.

A morte de Lucas foi confirmada no último dia 17. O corpo dele foi enterrado neste final de semana, na zona sul de São Paulo.

De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu por volta das 6h30 na rua Gama Lobo, bairro Ipiranga, zona sul de São Paulo. Policiais militares foram acionados e, ao chegarem, encontraram a vítima baleada e caída na calçada. Após ser socorrido, ele foi conduzido ao Hospital São Paulo.

Segundo testemunhas, Lucas chegava para trabalhar quando dois homens em uma moto anunciaram o assalto, atiraram e fugiram, um na moto e o outro no carro em que a vítima estava.

Por TV Cultura

Polícia prende mais dois envolvidos em mega assalto de Araçatuba

A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (3) dois suspeitos de participarem do ataque a três agências bancárias no Centro de Araçatuba, no interior de São Paulo. Os dois homens foram presos durante operação contra o tráfico de drogas em São Pedro, na região de Piracicaba. Sete pessoas suspeitas de envolvimento na ação realizada na madrugada desta segunda-feira (30) foram presas.

De acordo com a polícia, um dos homens era foragido por homicídio e chegou a apresentar um documento falsificado após ser encontrado em um sítio. Foram apreendidas e encaminhadas para perícia roupas táticas, coletes balísticos, lanternas, binóculos, máquina para contar dinheiro, munições, carros, e cerca de R$ 3 mil.

Os suspeitos foram enviados para a sede do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), em São Paulo, para prestar depoimentos. Os dois devem ser transferidos para o Centro de Detenção Provisória (CDP) do Belém.

Por TV Cultura

Deputados endurecem punição aos que matam policial

(Polícia Militar RJ/Reprodução)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (19) projeto de lei que prevê a prisão em regime disciplinar diferenciado de condenados por crime de assassinato de policiais ou militares no exercício da função ou em decorrência dela. A matéria segue para o Senado. Segundo a Lei de Execução Penal, o regime disciplinar diferenciado tem duração máxima de 360 dias e consiste na permanência do presidiário em cela individual, com limitações ao direito de visita e do direito de saída da cela.

O projeto inclui crimes praticados ou tentados, inclusive contra cônjuge ou parente consanguíneo até o terceiro grau e em razão dessa condição. A regra se aplica mesmo a presos provisórios. A pena qualificada para esse tipo de crime é de reclusão de 12 a 30 anos.

“É parte da estratégia do crime organizado de minar a resistência do Estado e, entre os bandidos, é motivo de comemoração e ascensão na liderança da organização criminosa. Por isto a legislação precisa instrumentalizar o Estado de forma a neutralizar estes criminosos e as ações por eles praticadas”, afirmou o relator, deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG).

O texto determina ainda que esses presos sejam preferencialmente encaminhados para presídio federal. Nesses casos, o juiz da execução ou da decretação da prisão provisória deverá solicitar ao Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça a reserva de vaga em estabelecimento federal.

A matéria prevê também que durante o tempo de cumprimento da pena sob esse regime, o preso não poderá progredir de regime ou obter o livramento condicional.

“Não raras vezes, esses criminosos continuam a agir dentro do cárcere para que mais vidas policiais sejam perdidas. Ou seja, há um fortalecimento e, de certa forma, um estímulo à prática dessas infrações, pois o praticante desse crime ganha o respeito dentro da prisão e causa temos aos profissionais que temem por suas vidas”, argumentou Gonzaga. 

Para a líder do PSOL, deputada Talíria Petrone (RJ), a proposta deveria ser mais discutida e esclarecer os impactos da medida na lotação dos presídios federais. 

“Os presídios federais de segurança máxima foram criados para um fim, que é tirar criminosos, líderes de facções criminosas dos seus territórios, em especial por crimes interestaduais, e afastá-los do lugar do crime. Esses presídios têm um perfil específico”, argumentou. “Não há na matéria nada que fale do impacto que as transferências podem gerar, qual vai ser o fluxo das transferências, qual o volume de processo que vai ser gerado, se as penitenciárias federais, que são cinco, têm vagas suficientes, qual vai ser o perfil dessas penitenciárias, que vai mudar completamente”.

Por Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil 

Delegacia é alvo de investigação do Ministério Público

Fachada da Secretaria de Estado da Polícia Civil, no centro do Rio de Janeiro (Tomaz Silva/Agência Brasil)

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) cumpre hoje (30) oito mandados de prisão preventiva e 19 de busca e apreensão em uma operação que investiga um esquema de corrupção policial. O alvo da operação Carta de Corso é um grupo que atuou dentro da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), da Polícia Civil, de março de 2018 a março de 2021.

Seis pessoas haviam sido presas até as 7h20 de hoje, entre elas, um delegado da polícia e outros quatro policiais.

De acordo com o MPRJ, o grupo exigia pagamentos de lojistas da rua Teresa, um polo comercial têxtil de Petrópolis, na região serrana fluminense, para permitir que eles continuassem vendendo roupas falsificadas.

O grupo, segundo a investigação, seria formado por dois núcleos. Um atuava ameaçando lojistas e recolhendo a propina e outro usava ilegalmente a estrutura da Polícia Civil para reprimir os lojistas que se recusavam a pagar os valores exigidos. Nessas diligências, os policiais teriam forjado provas e produzido laudos falsos.

A Polícia Civil informou que sua corregedoria já possui procedimentos abertos sobre o caso e que solicitará informações ao MPRJ sobre a operação de hoje para juntar às investigações.

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil 

Polícia prende duas pessoas suspeitas de ajudar na fuga de Lázaro Barbosa

Lázaro Barbosa, foragido (Reprodução)

A força-tarefa montada entre a Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO) e a SSP-DF, com apoio das polícias Rodoviária Federal e Federal, prendeu nesta quinta-feira duas pessoas que estavam ajudando na fuga do foragido Lázaro Barbosa e, principalmente, a se esconder da ação policial.

Durante coletiva, o secretário de Segurança Pública de Goiás, Rodney Miranda, disse que os dois homens presos serviram de apoio para a fuga de Lázaro do cerco policial e que, junto com Lázaro, podem ser considerados uma quadrilha ou organização criminosa.

Os dois presos, que não tiveram as identidades reveladas, foram autuados em flagrante por porte ilegal de arma e facilitação de fuga de foragido. Com um deles foi encontrado uma garrucha calibre 22 com 50 munições. A arma foi furtada por Lázaro provavelmente em uma das residências que ele invadiu e o foragido foi visto em algumas propriedades com a garrucha na mão.
 
“Acreditamos que eles tenham envolvimento com outros crimes ou acobertam outros crimes do foragido”, disse Miranda. O secretário não quis detalhar a linha de investigação, mas disse que tem indícios e provas contundentes contra os dois detidos e que vão ser apresentadas à Justiça.

O secretário disse que a força-tarefa descobriu o último endereço utilizado por Lázaro para se esconder, uma casa cercada por ruínas na região do distrito de Girassol, no município de Cocalzinho de Goiás. O foragido andava pelos canais para se locomover, o que dificulta a sua localização.

“Quem facilita a vida de foragido, comete crime. Nós sabemos, nós desconfiamos, nós temos indícios, de que há outras pessoas ajudando e nós vamos chegar nelas. Nós temos alcançado nosso primeiro grande objetivo que é não deixar ele cometer mais crimes e agora estamos cada vez mais próximos dele e dessa rede criminosa que apoia absurdamente esse sujeito”, disse Miranda

Segundo o secretário Lázaro foi visto pela última vez por testemunhas nesta quinta-feira próximo ao distrito de Girassol.

Lázaro é acusado de assassinar quatro pessoas da mesma família no dia 9 numa chácara do DF. Uma quinta vítima teria sido morta em Goiás. Ele ainda é investigado de balear três pessoas no dia 12 no município de Cocalzinho de Goiás, onde se concentram as buscas. Ele já tem uma condenação por homicídio na Bahia e é também procurado no DF e em Goiás por crimes de roubo, estupro e porte ilegal de arma de fogo.

O secretário disse que Lázaro Barbosa é investigado por, pelo menos, sete outros crimes, principalmente latrocínios e assassinatos.

Por Agência Brasil

Festa com mais de 300 pessoas é interrompida na zona leste

Quatro pessoas foram encaminhadas para delegacia após encerramento de uma festa clandestina em um bar, na Cidade Patriarca, bairro da Zona Leste da capital paulista. No local foram apreendidos dois mixers, um receptor de som, um laptop e 42 máquinas de crédito e débito. Pelo menos 304 pessoas foram retiradas do local pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos, do Departamento de Operações Especiais de Polícia, em conjunto com a Polícia Militar e órgãos fiscalizadores do município.

O Comitê de Blitze do Governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo receberam uma denúncia anônima e o caso foi encaminhado para o Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania, onde foi registrado um boletim de ocorrência de descumprimento de medida sanitária e desacato, já que uma das pessoas desrespeitou um delegado que participava da fiscalização.

O Comitê de Blitze foi criado pelo governo estadual em parceria com a prefeitura de São Paulo para reforçar as fiscalizações e o cumprimento das medidas restritivas da fase emergencial e evitar a propagação do novo coronavírus. Integram o Comitê agentes da Guarda Civil Metropolitana e Coordenadoria da Vigilância Sanitária pela Prefeitura de São Paulo. Pelo Governo do Estado, atuam profissionais da Vigilância Sanitária, Procon e das Polícias Civil e Militar.

Para denunciar festas clandestinas e funcionamento irregular de serviços não essenciais basta ligar para o 0800-771-354, acessar o site ou enviar e-mail para [email protected], do Centro de Vigilância Sanitária. A denúncia pode ser anônima.

Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil 

Quadrilha usava cartões de vítimas para comprar bebida

A Polícia Civil do Rio de Janeiro faz operação, hoje (22), contra uma quadrilha que usava cartões de crédito desviados de terceiros e comprava bebidas alcoólicas para abastecer bailes clandestinos em comunidades da cidade. 

Até agora, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão em diversos endereços. Os presos e as apreensões, que incluem veículos de luxo, foram levados para a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, na zona norte da capital.

De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), as investigações que levaram à Operação Fomentus, deflagrada hoje por policiais  da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) com apoio de delegacias do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), indicam que as bebidas eram fornecidas a crianças e adolescentes que frequentam bailes clandestinos.

No inquérito policial, os investigadores identificaram que o grupo utilizou um cartão de crédito corporativo desviado de uma empresa para fazer 25 compras em uma loja atacadista, somando um prejuízo de R$ 713 mil. “Após uma série de diligências realizadas por policiais da DPCA, foi possível identificar os líderes do grupo criminoso”, informou a secretaria.

Receptação de carga

Os estabelecimentos onde ocorria a receptação da carga adquirida de forma ilícita também foram identificados. Entre eles, um galpão em Madureira, na zona norte, na entrada da comunidade do Cajueiro, e um outro depósito de bebidas, na Estrada do Campinho, em Campo Grande, na zona oeste.

Além das prisões e das buscas e apreensões, a justiça determinou medidas cautelares de sequestro de 18 veículos, incluindo caminhões e carros de luxo, e ainda o bloqueio judicial de contas bancárias vinculadas aos investigados. A intenção é garantir o ressarcimento futuro dos danos causados pela prática dos crimes.

Depois que terminarem as diligências, o inquérito policial seguirá para identificação de outros integrantes do grupo criminoso, incluindo os responsáveis pelos eventos onde bebidas alcoólicas são oferecidas a menores, a recuperação de outros bens adquiridos de forma fraudulenta e a localização de demais vítimas.

“Além da investigação de provável ocultação de patrimônio de origem ilícita, lavagem de dinheiro e demais crimes conexos”, completou a Polícia Civil.

Por Cristina Índio do Brasil – Repórter da Agência Brasil