Presos mais sete suspeitos de participar de assalto a banco em Araçatuba

(Polícia Federal/via Agência Brasil)

A Polícia Federal prendeu hoje (14) sete pessoas suspeitas de participação no assalto ocorrido na cidade de Araçatuba, no interior do estado, em agosto. Segundo o órgão, as buscas continuam para a captura de um oitavo suspeito.

Na operação de hoje, a Polícia Federal também cumpriu 24 mandados de busca e apreensão no estado de São Paulo, sendo seis na capital, um em Campinas, um em Águas de Santa Bárbara, três em Mairiporã, três em Osasco, cinco em Guarulhos, dois em Cotia, um em Itapecerica da Serra e dois em Itapevi.

A ação envolveu mais de 100 policiais federais e contou com o apoio da Polícia Militar de São Paulo e do Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar (Baep) de Campinas.

Até o momento, segundo a Polícia Federal, 15 pessoas envolvidas no crime já foram presas e 51 mandados de buscas e apreensões já foram cumpridos desde o assalto. “A Polícia Federal segue empenhada na identificação completa da organização criminosa e seguindo todas as linhas de investigação possíveis”, diz o órgão, em nota.

O assalto

Na madrugada do dia 30 de agosto, um grupo atacou com explosivos duas agências bancárias – uma do Banco do Brasil e outra da Caixa Econômica Federal – em Araçatuba, no interior paulista. Os ladrões também espalharam explosivos por diversos pontos da cidade.

Na fuga, houve troca de tiros com a polícia e reféns foram usados como escudo, colocados sobre o capô dos carros da quadrilha. Na ação, três pessoas morreram e pelo menos outras três ficaram feridas.

Por Agência Brasil

PF desarticula quadrilha especializada em lavagem de dinheiro

A repressão de organização criminosa envolvida na prática de crimes de corrupção e lavagem de dinheiro é o objetivo da 3ª fase da Operação Alcatraz, batizada de Operação Obstrução, da Polícia Federal e do Ministério Público Federal. 

Na ação a Justiça Federal de Florianópolis expediu cinco mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, dentre outras medidas cautelares. Os mandados foram cumpridos nesta quinta-feira (14) em Florianópolis e no município catarinense de São José.

O inquérito policial começou após a apreensão de bens, documentos e equipamentos eletrônicos na casa de um dos investigados por outra operação, a Hemorragia. Foram identificados fortes indícios de que o investigado continuava envolvido em crimes, especialmente lavagem de dinheiro. 

Ainda segundo a Polícia Federal, durante as investigações, foi constatado que, apesar de preso desde a primeira fase da operação, o indiciado, com auxílio de sua esposa, teria quitado de forma suspeita despesas elevadas em dinheiro e por meio de cheque de terceiro.

Ele também teria ocultado a propriedade de um carro que estava registrado no nome do pai dele. Também foram apontadas evidências de que o indiciado, que não teve a identidade revelada, havia descumprido condição estabelecida para o cumprimento temporário da prisão em sua residência, vindo a manter contato com outro investigado.

“Em exames periciais realizados em aparelhos telefônicos apreendidos, foram localizadas conversas que demonstram que os investigados contavam com o auxílio externo para busca de valores com terceiros para quitação de dívidas, inclusive citando-se a prática de atos de constrangimento na tentativa de levantamento de valores”, detalhou a PF em nota.

Os investigados poderão responder, dentre outros, por crimes previstos na Lei de Lavagem de Dinheiro e na Lei de Organizações Criminosas.

Por Agência Brasil

Operação da PF apura roubo a banco de Araçatuba

Equipe da PF em um dos endereços alvos da operação (PF/Reprodução)

A Polícia Federal (PF) cumpriu hoje (1º) quatro mandados de busca e apreensão como parte da investigação de assaltos a agências bancárias em Araçatuba (SP) no último dia 30 de agosto. A polícia informou que já foram cumpridos 32 mandados relativos ao crime, sendo cinco prisões temporárias e 27 ordens de busca e apreensão.

Ainda de acordo com a PF, estão sendo colhidos elementos que vão permitir a identificação e prisão de mais integrantes da organização criminosa responsável pelos assaltos. Já foram presas oito pessoas acusadas de envolvimento no roubo.

Ataque com explosivos

Na madrugada do dia 30 de agosto, um grupo atacou com explosivos duas agências bancárias – uma do Banco do Brasil e outra da Caixa Econômica Federal – em Araçatuba, no interior paulista. Os ladrões também espalharam explosivos por diversos pontos da cidade.

Na fuga, houve troca de tiros com a polícia e reféns foram usados como escudo, colocados sobre o capô dos carros da quadrilha. Três pessoas, incluindo dois assaltantes, morreram na ação, e pelo menos outras três ficaram feridas.

Por Agência Brasil

Presa controladora de voo envolvida em acidente com Chapecoense

Celia Castedo Monasterio será extraditada por ordem do STF (Reprodução)

A Polícia Federal (PF) prendeu, na última quinta-feira (23), a responsável pela análise e aprovação do plano de voo que vitimou 71 pessoas no desastre com a equipe da Chapecoense em 2016.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a extradição de Celia Castedo Monasterio pois a controladora é procurada pela Justiça boliviana. Ela deve responder pelo crime de atentado contra a segurança do espaço aéreo.

Ela tinha a responsabilidade de analisar e aprovar a rota do avião, que caiu próximo de Medelin, na Colômbia. O acidente ocorreu no dia 29 de novembro de 2016, e apenas três jogadores da equipe catarinense que estavam a caminho do jogo sobreviveram.

Desde o acontecimento, a suspeita estava em Corumbá (MS). Na ocasião, a boliviana teria deixado de observar procedimentos mínimos e necessários para o funcionamento da operação.

Por TV Cultura

Precisa medicamentos é alvo de ação da Polícia Federal

A Polícia Federal realiza, hoje (17), operação de busca e apreensão na sede da Precisa Medicamentos, nas cidades de Barueri e Itapevi, no estado de São Paulo.

“A operação é cumprimento de solicitação realizada pela Comissão Parlamentar de Inquérito do Senado Federal para apurar ações e omissões no enfrentamento da pandemia da covid-19 no Brasil (CPI da Pandemia), sob decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal, através de sua Excelência, o Ministro Dias Toffoli”, diz nota divulgada pelo presidente, vice-presidente e relator da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), Randolfe Rodrigues ( Rede- AP) e Renan Calheiros (MDB-AL), respectivamente.

Ainda segundo a cúpula da CPI, a operação tem como objetivo a busca e apreensão de informações relativas ao contrato entre a Precisa Medicamentos e a empresa indiana Bharat Biotech, assim como todos os documentos relacionados ao contrato.

“A CPI buscou de todas as formas obtenção dessas informações junto à empresa e ao Ministério da Saúde, não obtendo êxito. Devido a isso, se fez necessária a utilização deste instrumento judicial”, justificaram os senadores.

Histórico

A Precisa foi a empresa que intermediou o contrato entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica Bharat Biotech para a compra de 20 milhões de doses da vacina Covaxin ao custo de R$1,6 bilhão. A empresa entrou na mira da CPI após a comissão ter recebido denúncias de irregularidades no contrato. O acordo foi cancelado em agosto pelo Ministério da Saúde.

Por meio de nota assinada pelos advogados Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, a Precisa Medicamentos classificou como “inadmissível, num estado que se diz democrático de direito, uma operação como essa de hoje”. Ao contrário do que diz a cúpula da comissão de inquérito, a empresa ressalta que entregou “todos os documentos à CPI”, além de três representantes da empresa terem prestado depoimento ao colegiado.

Segundo os advogados, sempre que intimados, os representantes da Precisa prestaram depoimentos à PF, à Controladoria-Geral da União (CGU), além de ter entregue toda documentação ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Tribunal de Contas da União (TCU).

“A operação de hoje é a prova mais clara dos abusos que a CPI vem cometendo, ao quebrar sigilo de testemunhas, ameaçar com prisões arbitrárias quem não responder às perguntas conforme os interesses de alguns senadores com ambições eleitorais e, agora, até ocupa o Judiciário com questões claramente políticas para provocar operações espalhafatosas e desnecessárias”, argumentam os advogados. A defesa diz ainda que a “CPI, assim, repete o modus operandi da Lava Jato, com ações agressivas e midiáticas”. “E essa busca e apreensão deixará claro que a Precisa Medicamentos jamais ocultou qualquer documento”, afirmam.

Por Agência Brasil

PF apreende 329 kg de cocaína em exportadora no Paraná

A Polícia Federal (PF) apreendeu, na madrugada desta quinta-feira (16), uma carga de 329 quilos de cocaína em empresa exportadora de cargas, no município de Paranaguá, no Paraná. A droga estava embalada em tabletes agrupados em 20 fardos.  

Segundo a PF, a cocaína teria sido colocada clandestinamente por criminosos em um contêiner armazenado no pátio da empresa, em meio a uma carga de gergelim cujo destino era o Porto de Rotterdam, na Holanda.

Todo o material foi encaminhado para a Delegacia da PF em Paranaguá, que abriu inquérito para investigar os responsáveis pelo tráfico internacional de cocaína.

por Agência Brasil

Prefeito de Guarujá é preso por suspeita de desvio de dinheiro

Válter Suman, prefeito de Guarujá (Reprodução)

O prefeito de Guarujá, Válter Suman (PSDB), foi preso em flagrante nesta quarta-feira (15) em operação da Polícia Federal que apura esquema de desvio de dinheiro na rede pública de saúde.

Além do prefeito, o secretário de Educação, Marcelo Nicolau, também foi alvo da operação e, assim como Suman, preso em flagrante.

A PF encontrou grande quantia de dinheiro nas residências de ambos. Eles foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal para prestarem depoimentos e devem ser levados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Vicente.

Ao todo, a operação cumpriu pelo menos dez mandados de busca e apreensão.

Por TV Cultura

PF investiga fraude no pagamento do seguro-defeso

Fraudes em benefícios do seguro-defeso estão na mira da Operação Retomada da Polícia Federal nesta terça-feira (14). Na ação, cerca de 60 policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal em Goiás, Minas Gerais e no Distrito Federal.

As investigações, realizadas em parceria com a Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista do Ministério do Trabalho e Previdência, identificaram uma associação criminosa – com participação de representantes de Colônias de Pescadores – fraudava requerimentos de seguro-defeso há mais de cinco anos.

“Até o momento já foi identificado o pagamento indevido de 35 benefícios a falsos pescadores, totalizando um prejuízo de cerca de R$ 850 mil, no entanto, a expectativa é de que a fraude possa atingir o valor de R$ 34 milhões e envolver aproximadamente 1500 pessoas”, disse a PF em nota.

A fraude no benefício consistia na utilização de documentos falsos para a concessão de seguro-defeso a falsos pescadores, sendo constatado que alguns beneficiários possuem endereços de residências diferentes dos endereços declarados nos pedidos do seguro, outros recebem outro benefício social, como o bolsa-família, ou possuem outra atividade como meio de subsistência, o que é proibido pela lei.

Os envolvidos responderão pelos crimes de estelionato majorado e associação criminosa, com penas que podem variar de três a oito anos de reclusão.

Seguro-defeso

O benefício é pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) aos pescadores profissionais artesanais, durante o período de defeso, em que são paralisadas temporariamente as atividades de pesca, em razão da necessidade de preservação de determinadas espécies de peixes.

Por Agência Brasil

Polícia Federal prende suspeito de planejar ataques terroristas

A Polícia Federal informou que prendeu na manhã de hoje (2), em Maringá (PR), um homem suspeito de planejar ataques terroristas. O suspeito foi detido após a PF deflagrar a Operação Trastejo, que investiga possíveis atos preparatórios de terrorismo. Também foram apreendidos uma espingarda calibre 32 e muitos simulacros de arma.

De acordo com a PF, as investigações apontam para o recrutamento e radicalização por meio virtual de um jovem, que passou a assumir uma visão religiosa extremista e violenta, com potencial para provocar atos definidos em lei como terrorismo.

A PF disse ainda que o indivíduo vinha mantendo contato direto com radicais islâmicos no exterior, manifestando intenção de viajar para outros países, como o Iraque, e incorporar-se a organizações terroristas.

“A investigação constatou que o preso possui treinamento para o manuseio e emprego de armas, além de motivação (radicalismo religioso) e meios (armas e munições), podendo a qualquer momento ou oportunidade fechar o ciclo para a consumação de ato terrorista”, informou a polícia.

Segundo a PF, o preso possui extenso histórico de registros criminais, incluindo posse de entorpecente, ação penal pela prática do crime de homicídio qualificado e condenação por posse irregular de arma de fogo e outra por tentativa de roubo.

A polícia disse ainda o investigado chegou a circular vídeos em grupos na internet, em que exibia, encapuzado, armas, munição, rádio comunicador, cédulas de dólares americanos, dentre outros itens, proferindo conteúdo extremista e manifestando desejo de executar mortes de inocentes em uma ação suicida.

A PF disse que o suspeito foi detido com base na previsão da Lei de Enfrentamento ao Terrorismo sobre a prática de atos preparatórios ao terrorismo com o propósito inequívoco de consumar tal delito. As penas previstas na lei chegam a 30 anos de reclusão.

A Operação Trastejo é uma referência a um defeito no braço do instrumento de corda que provoca problemas na emissão do som. O nome foi dado devido ao investigado se apresentar nas redes sociais como professor de música.

 Por Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil