Guindaste posiciona casa pré-montada enquanto operários auxiliam na operação escorando as paredes.

Capital recebe casas para moradores em situação de rua

As 350 unidades modulares que vão abrigar moradores em situação de rua na Vila Reencontro, na região do Bom Retiro, começaram a ser entregues à prefeitura de São Paulo. As unidades estão sendo instaladas em uma área de 16 mil metros quadrados (m²), reservada para a primeira fase de implantação do projeto.

Inspirada no modelo conhecido como Housing First (Moradia Primeiro), criado em países da Europa e nos Estados Unidos, a iniciativa tem como princípio garantir que a população em situação de rua tenha acesso imediato à moradia.

Cada unidade tem área de 18 m², com quarto, cozinha e banheiro. As casas entregues na primeira fase serão destinadas prioritariamente a famílias (com ou sem crianças) e idosos que estejam vivendo na rua há pelo menos dois anos.

Guindaste posiciona casa pré-montada enquanto operários auxiliam na operação escorando as paredes.
(Pref. de São Paulo)

Cada família poderá permanecer nas moradias transitórias por um período entre 12 e 18 meses.

“Com ações integradas de outras pastas, como Saúde e Emprego, o trabalho será intensificado para garantir autonomia às pessoas atendidas pelo serviço neste período”, diz a prefeitura.

Segundo o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, na primeira etapa, será possível acolher, “com bastante qualidade”, 1.400 pessoas – quatro em cada uma das residências modulares. “Além das residências, também estamos tratando para ter aqui na Vila Reencontro toda a infraestrutura para que os moradores possam fazer cursos profissionalizantes e uma horta comunitária.”

A Vila Reencontro também contará com uma unidade do Bom Prato, programa do governo estadual, que servirá 2 mil refeições por dia, e uma unidade básica de saúde (UBS).

Terminal de ônibus em São Paulo praticamente vazio.

Greve de ônibus: Capital quer antecipar julgamento no TRT

A prefeitura de São Paulo pediu à Justiça do Trabalho que antecipe para hoje (14) o julgamento das reivindicações dos trabalhadores do transporte público municipal que entraram em greve no início da manhã. O prefeito Ricardo Nunes, disse que a greve é abusiva porque não cumpre a determinação da Justiça de que 80% da frota esteja na rua.

“Há dois sistemas de transporte na cidade: o local, que vai dos bairros até os terminais, e o estrutural que faz a ligação com o centro. Como parou 100% do estrutural, tecnicamente consideramos que eles não cumpriram a determinação de que deveria ter 80% funcionando”, explicou o prefeito.



Segundo Nunes, não é correto dizer que houve atendimento de 42%, uma vez que nada foi cumprido da determinação judicial. “Temos que 100% do estrutural não circulou e 100% do local, sim”, afirmou.

Terminal de ônibus em São Paulo praticamente vazio.
Terminal Bandeira quase vazio hoje (Rovena Rosa/Agência Brasil)

O prefeito informou que 24 empresas operam 32 lotes do sistema de transporte municipal, e elas se dividem em 11 operando o sistema local, que tem 5.100 ônibus, circulando com 487 linhas, e 13 ,o estrutural, com 6.500 ônibus, circulando em 713 linhas. Para amenizar os efeitos da greve, a prefeitura liberou o rodízio municipal e a circulação dos veículos nas faixas de ônibus.

“A negociação é feita entre a empresa e os funcionários; a prefeitura monitora, uma vez que é serviço concedido, mas a negociação é entre eles. Vamos fazer uma cobrança junto às empresas, que precisam ter seu diálogo com seus funcionários de forma mais contínua. É possível que todo ano sejamos pegos de surpresa e [que] acabe sobrando para a prefeitura e para os usuários”, ressaltou.

A paralisação foi aprovada ontem (13) por motoristas após a audiência de conciliação entre o Sindicato dos Motoristas e Cobradores e as empresas de transporte coletivo terminar sem acordo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo.

Os trabalhadores pedem aumento salarial baseado no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que é de 12,47% (retroativo a maio), e a aplicação do mesmo valor no vale-refeição e na participação nos lucros e resultados. Eles reivindicam também o fim da hora de almoço não remunerada.

Dependentes químicos passam por exames pulmonares

Dependentes químicos da região da Cracolândia, região central de São Paulo, passaram por exames pulmonares no último fim de semana. A “ação inédita”, segundo a Prefeitura da Capital, identificou, logo nas primeiras horas, cinco casos de pacientes com problemas, sendo quatro graves.

“O que mostra que a situação no local é preocupante e precisa de ações, além de segurança, de saúde e assistência social também”, disse Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo. Os pacientes com problemas mais graves foram encaminhados para hospitais da região.

No último mês, ações na região da cracolândia espalhou medo pela região central. Um homem foi morto por tiro, supostamente disparado por policial civil. O caso é investigado.

A prefeitura sustenta que realiza diversas iniciativas na região central onde se concentram os dependentes químicos com conexão de várias áreas.

“A polícia na parte de investigação, inteligência e combate aos traficantes. Na assistência social, temos 40 agentes diariamente, 24 horas no território, fazendo 100 abordagens diárias e tem crescido a adesão aos tratamentos”, informou o secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Carlos Bezerra, por meio de nota.

O município diz que a ação na região fez crescer em 28% a procura por tratamento, além da prisão de 100 pessoas suspeitas de tráfico de drogas.

Uso de máscara não é mais obrigatório em táxi e transporte por aplicativos

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), publicou no último sábado (14) um decreto que dispensa a obrigatoriedade do uso de máscaras em transportes de aplicativo e táxis na capital paulista. O uso da máscara na cidade continua a ser exigido apenas no transporte coletivo e nas unidades de saúde.

A nova medida da Prefeitura chega dois meses depois que o governo de São Paulo retirou a obrigatoriedade do uso da máscara em espaços fechados, em 17 de março.

Uso de máscara segue obrigatório no transporte coletivo (Rovena Rosa/Agência Brasil)

Pelo menos 16 capitais brasileiras já deixaram de exigir ou marcaram uma data para abandonar a exigência do uso de máscaras em espaços abertos.

Dessas, seis também decidiram abolir a obrigatoriedade em ambientes fechados: São Paulo, Maceió, Florianópolis, Natal, Rio de Janeiro e Brasília.

Rua alternativa aberta pela Prefeitura para receber veículos da pista local, no trecho em que houve acidente com a obra do metrô. Mostra cones espalhados a via ao lado de imóveis da região.

Marginal terá desvio para fluir trânsito da pista local

O trecho da Marginal Tietê, afetado pelo desmoronamento em uma obra do Metrô, terá uma via alternativa para quem segue pela pista local em direção à Rodovia Ayrton Senna. Desde o dia do acidente, o trânsito da local está bloqueado.

A prefeitura informou que está sendo feito um desvio que fará a conexão da Rua Aquinos, que corre paralela à Marginal, à Av. Embaixador Macedo Soares (pista local Marginal Tietê).

“Na segunda-feira (07) de manhã o desvio já estará pronto. Os ônibus já estarão com os itinerários desviados para essa nova via e os motociclistas também poderão utilizar”, explicou o prefeito Ricardo Nunes.

Rua alternativa aberta pela Prefeitura para receber veículos da pista local, no trecho em que houve acidente com a obra do metrô. Mostra cones espalhados a via ao lado de imóveis da região.
(Pref. de São Paulo)

A pista de rolamento, realizada pela empresa Acciona com projeto de desvio de tráfego da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), terá dez (10) metros de largura e receberá todos os veículos e motos que trafegam pela pista local usualmente, ainda sem data estimada para a sua liberação.

Será uma via temporária, segundo a Prefeitura. “Com a liberação da pista local da Marginal Tietê, ainda sem data definida, os imóveis utilizados poderão ser devolvidos aos seus proprietários. Enquanto isso, o trânsito na região do acidente continuará sendo monitorado 24 horas”, informou em nota.

Ônibus

A nova pista de rolamento, segundo a Prefeitura, tem o objetivo de facilitar o trânsito de linhas de ônibus da região, que transportam quase 40 mil pessoas. Também serão beneficiados os motociclistas, que utilizavam a pista local por questões de segurança, e motoristas de veículos que estão na Marginal Tietê e são impedidos de seguir pela via.

“Além de auxiliar o tráfego na região da Marginal Tietê, a nova via irá contribuir para desafogar o tráfego intenso da Avenida Ermano Marchetti e Marquês de São Vicente, oferecendo mais uma opção para todos que precisam passar pela região”, informa.

Serviço

9047/10 Jd. Paulistano – Lapa
Ida: sem alteração.
Volta: Rua William Speers, Rua Aristides Viadana, Pça. Jácomo Zanella, Av. Ermano Marchetti (sentido centro), Pça. Dr. Pedro Corazza, Av. Com. Martinelli, Ponte da Freguesia do Ó, prosseguindo normal.

Vereadora Erika Hilton, mulher negra, com brincos pequenos, colar rende ao pescoço sobre o tecido do vestido, com máscara protetora sobre a boca e o nariz, enquanto discursa na Câmara Municipal de São Paulo. Ela usa um vestido preto, com listras vermelha e verde. Ao fundo, um homem acompanha o discurso.

Nunes sanciona projeto que cria fundo de combate à fome

No aniversário de 468 anos da cidade de São Paulo, foi sancionado um projeto de lei que institui um fundo municipal de combate à fome.

De autoria da vereadora Erika Hilton (PSOL) e sancionado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) nesta terça-feira (25), a Lei 17.752/2022 estabelece que dotações orçamentárias específicas; doações, auxílios, subvenções e legados, bem como outras receitas a serem definidas em regulamento, devem ser empregadas para o combate à fome “com o objetivo de viabilizar à população do município de São Paulo o acesso a níveis dignos de subsistência, nutrição e segurança alimentar”.

Vereadora Erika Hilton, mulher negra, com brincos pequenos, colar rende ao pescoço sobre o tecido do vestido, com máscara protetora sobre a boca e o nariz, enquanto discursa na Câmara Municipal de São Paulo. Ela usa um vestido preto, com listras vermelha e verde. Ao fundo, um homem acompanha o discurso.
Erika Hilton (PSOL), vereadora de São Paulo e autora do projeto (Afonso Braga/Câmara de SP)

“Os recursos do Fundo Municipal de Combate à Fome devem ser aplicados única e exclusivamente em programas e ações de garantia à nutrição e à segurança alimentar, dirigidas para melhoria da qualidade de vida, incluindo ações de proteção à criança e ao adolescente e ações de incentivo à agricultura familiar”, diz a Lei.

A vereadora que elaborou o projeto chamou atenção para a pesquisa do PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) que apontou que a insegurança alimentar moderada afeta 11,5% das famílias, enquanto a grave está presente em 9% dos lares.

“Conjuga-se como ação impreterível do município garantir o direito à alimentação e a segurança alimentar nutricional, de forma que haja a autonomia e soberania das famílias na produção, escolha e consumo dos alimentos. Nesse sentido, para combater a fome, as políticas públicas, estratégias e subsídios governamentais de enfrentamento à pobreza e a miséria devem considerar a distribuição e consumo de alimentos para toda a população, respeitando características culturais das regiões e a demanda após a grave crise de insegurança alimentar aprofundada pela crise sanitária de Covid-19”, menciona a Lei.

Área atingida pelo fogo. Pedaços de madeiras usados para montar barracos ainda fincadas no solo. Ao fundo a cidade de São Paulo, com casas de alvenaria.

Prefeito visita comunidade destruída por incêndio e anuncia auxílio aluguel

Cerca de 300 famílias da Comunidade Pernilongo, região do Boi Malhado, na Vila Nova Cachoeirinha, serão inseridas no auxílio aluguel pela Prefeitura de São Paulo. O prefeito Ricardo Nunes vistoriou a área na manhã desta sexta-feira (19).

O município ofertará o benefício de forma definitiva até que todos os moradores sejam contemplados com unidades habitacionais. A área, localizada na Zona Norte, foi atingida por um incêndio no último dia 8 e deixou aproximadamente 140 famílias desabrigadas.

Área atingida pelo fogo. Pedaços de madeiras usados para montar barracos ainda fincadas no solo. Ao fundo a cidade de São Paulo, com casas de alvenaria.
(Marcelo Pereira/Pref. de São Paulo)

“Na visita eu percebi que todo o serviço da Assistência Social e da Habitação funcionaram plenamente. Ou seja, aquele primeiro atendimento às famílias que tiveram a perda da sua habitação por conta do incêndio com o fornecimento da cesta básica e itens de higiene para eles poderem suportar esse momento de tanta dor”, afirmou o prefeito.

Durante a vistoria o prefeito anunciou a construção de habitações populares no terreno onde a comunidade está localizada, por meio do programa Pode Entrar.

“Vamos fazer habitação. Eles já estavam construindo os barracos novamente. A comunidade concordou com a gente. Eles vão parar de fazer os barracos e nós vamos dar o auxílio aluguel para essas pessoas e vamos rapidamente iniciar às obras. Vai ser possível construir entre 300 e 350 unidades habitacionais num sistema de muita agilidade e rapidez para entregar o quanto antes”, disse o prefeito Ricardo Nunes.

Parte de um barraco que não foi queimada pelo fogo. Ao fundo, integrantes da prefeitura vistoriam a área enquanto mulher com criança no colo passa pelo local.
(Marcelo Pereira/Pref. de São Paulo)

Na tarde de ontem (18), a equipe técnica do Departamento Social da Secretaria Municipal de Habitação iniciou o processo de cadastro das famílias que tiveram suas casas destruídas pelo incêndio e das famílias que ainda permanecem no local. Ao fim dos trabalhos, previsto para a segunda-feira (22), a Prefeitura vai ter o número total de famílias que serão atendidas com o auxílio aluguel. 

Bombeiros durante o incêndio na comunidade
(Corpo de Bombeiros)

Programa Pode Entrar

Sancionado em setembro, o novo Programa Habitacional da cidade de São Paulo vai impulsionar a aquisição de moradias para população de baixa renda da capital. O objetivo é diminuir o déficit habitacional por meio de ferramentas importantes como a Carta de Crédito, que funciona como um subsídio para a aquisição do imóvel e a Conta garantidora, que permite a Prefeitura de São Paulo garantir crédito aquele que não consegue comprovar renda ou que não tenha acesso ao sistema bancário.

O ‘Pode Entrar’ também possibilita que a Prefeitura adquira imóveis privados para fins de habitação de interesse social, garantindo menor custo e menos tempo de espera. 

Unidades Entregues

De janeiro até o início de outubro desse ano, foram entregues 2.500 unidades habitacionais. Até dezembro, está prevista a entrega de mais de 1.400 novas moradias e outras 7 mil novas unidades habitacionais estão em obras. De 2017 até outubro deste ano, mais de 31 mil unidades já foram entregues à população paulistana em parceria da Prefeitura com os governos Estadual, Federal e iniciativa privada.

Para a construção dessas unidades habitacionais e obras de infraestrutura em toda a cidade, de 2017 até o momento, foram investidos pelo município cerca de R$ 1,5 bilhão.

Plano de Metas

O Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo (2021– 2024) estipula a viabilização de 49 mil moradias de interesse social, por meio de SEHAB, entre unidades entregues diretamente pelo município e unidades contratadas.

Catraca de cobrança de bilhete único dentro do ônibus

“É praticamente impossível” não aumentar a tarifa de ônibus em 2022, diz prefeito

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), disse que a tarifa de ônibus do transporte coletivo da cidade podem ficar mais cara em 2022. Nunes fez a afirmação durante entrevista à rádio Eldorado, nesta quinta-feira (4).

“A tendência é que você feche o ano com o diesel aumentando 60%”, previu o prefeito. “É praticamente impossível você não ter isso refletido na tarifa”.

Ricardo Nunes também afirmou que a única forma de conter o aumento da tarifa de ônibus seria aumentar o subsídio que a prefeitura paga às empresas para manter o sistema funcionando. Segundo ele, em números aproximados, este subsídio era de R$ 960 milhões em 2012 e saltou R$ 3,3 bilhões no ano passado. O sistema como um todo custa cerca de R$ 8 bilhões e maior parte dos recursos, cerca de R$ 5 bi, vem das tarifas pagas pelos usuários.

Na mesma entrevista, o prefeito diz que deve repetir o subsídio de R$ 3,3 bi, reforçando a ideia de que o preço da tarifa de ônibus pode mesmo subir. Questionado sobre qual “mágica” iria permitir a manutenção desta quantia, Nunes respondeu argumentando que haverá concessão de terminais à iniciativa privada para arrecadar recursos.

Capital pode ampliar parcelas do auxílio aluguel para famílias de Paraisópolis

Bombeiros mobilizaram 54 agentes para socorrer vítimas (Corpo de Bombeiros/Reprodução)

A prefeitura de São Paulo quer aumentar as parcelas do auxílio aluguel para remover 1,5 mil famílias que vivem em uma área de risco na comunidade de Paraisópolis, zona sul paulistana. No último sábado (16) uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas em um desabamento na região.

A administração municipal avalia a possibilidade de pagar R$ 800 por mês durante um ano a título de auxílio aluguel. Atualmente, o benefício é de R$ 400 mensais durante 24 meses. Ainda está sendo avaliada a viabilidade legal da mudança. O objetivo da prefeitura é facilitar a remoção de famílias da área de risco para início das obras na região. 

Reurbanização

Desde abril de 2020, a comunidade está recebendo obras de reurbanização. Após reunião com os moradores, a prefeitura pretende antecipar as obras de canalização do Córrego Antonico, que fica na área de risco onde houve o desabamento do sobrado no fim de semana. Mas isso só é possível com a saída das famílias do local. 

Está prevista a demolição das construções irregulares, transferência dos residentes na área, canalização do córrego e reurbanização. O investimento é de cerca de R$ 100 milhões.

No desabamento do sábado, 15 famílias foram diretamente atingidas e estão sendo atendidas pelas secretarias municipais de Habitação e de Desenvolvimento Social. Elas receberam colchões, cobertores e kits de higiene. As pessoas foram acolhidas nas casas de parentes.

Por Agência Brasil

Justiça determina prisão de assaltante que tentou roubar escolta do prefeito de SP

Continua foragido o suspeito de participar de uma tentativa de assalto em frente à casa do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, em Interlagos, zona Sul da cidade, no início da manhã de ontem (1).

Segundo informações da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), a Justiça emitiu ordem de prisão temporária do foragido e as buscas para localizá-lo continuam. Ele foi identificado como um estudante de 22 anos.

Conforme mostram imagens de uma câmera de segurança, o foragido estava dirigindo uma moto com um homem na garupa. Eles param em frente a um veículo da escolta do prefeito. Nesse momento há um policial dentro do carro e uma policial em pé na calçada.

O homem que está na garupa da moto anuncia o assalto apontando uma arma e a policial atira. O motorista da moto foge e o garupa, que foi atingido, corre, sendo perseguido pelo policial. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu.

A moto usada na ação foi localizada na casa do suspeito foragido horas depois na Cidade Dutra, na Zona Sul da capital paulista e foi encaminhada para perícia.

A SSP informou ainda que o caso foi registrado na 11ª DP como tentativa de roubo e homicídio. A morte decorrente de intervenção policial é investigada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil.

*Com Agência Brasil