Rota prende motorista com mais 150 quilos de cocaína

A Polícia Militar prendeu um motorista e apreendeu  grande quantidade de cocaína no município de Guarulhos, região metropolitana da Capital paulista.
 
No início da noite desta segunda-feira, uma equipe da ROTA recebeu chamado via Copom para averiguar possível situação de transbordo de carga roubada.
 
No local indicado, na Vila Fátima, os policiais se depararam com um homem que transferia algumas caixas entre dois carros.
 
Com a aproximação da viatura, o suspeito tentou fugir correndo, mas foi alcançado e preso.
 
Nas caixas, os Pms encontraram 164 tabletes de cocaína pura, totalizando cerca de 160 quilos da droga.
 
O motorista, com idade entre 25 e 30 anos, e que não tinha passagens na Polícia, disse apenas que receberia mil reais pelo transporte, mas não indicou a origem ou destino dos entorpecentes.
 
Ele foi encaminhado, juntamente com a cocaína e os veículos apreendidos, ao 1° Distrito Policial de Guarulhos, onde o flagrante foi registrado.
*Com informações do repórter Paulo Édson Fiore, da rádio Jovem Pan. 
Veja esta e outras notícias no canal do YouTube do repórter Paulo Édson Fiore, da rádio Jovem Pan.

‘Padaria’ do PCC embalava até 900 papelotes por minuto

A Polícia Militar encontrou um galpão usado para produção e comercialização de drogas na zona sul da cidade de SP

Galpão clandestino era usado para produzir 900 papelotes de cocaína por minuto| Foto: Arquivo Ponte

Um maquinário avaliado em R$ 3,7 milhões, capaz de embalar 900 papelotes de cocaína por minuto, foi um dos maiores e mais modernos investimentos feitos pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) para produzir e comercializar a droga em São Paulo.

O sofisticado equipamento industrial foi descoberto na quinta-feira (16/4) pela Polícia Militar em um galpão clandestino na rua Engenheiro Artur de Miranda, 171, no Jardim Juçara, nas proximidades da Favela Paraisópolis, na zona sul da cidade.

Policiais militares da Rocam (Rondas Ostensivas com Apoio de Moto), do 2º Batalhão de Choque prenderam três pessoas e apreenderam 712 kg de cocaína refinada, além de 60 kg de pasta base.

No local foram encontradas também seis máquinas industriais de produção em larga escala da droga, cada uma avaliada em R$ 450 mil, e outra no valor de R$ 1 milhão. Os equipamentos estavam funcionando “em pleno vapor” quando os policiais chegaram.

Segundo a Polícia Militar, a droga produzida na “padaria” (nome dado por traficantes ao local onde a droga é preparada e embalada) do PCC era distribuída em toda a zona sul.

O oficial afirmou que os “padeiros” do PCC produziam, diariamente, R$ 300 mil em papelotes com a droga. Ainda de acordo com a PM, os policiais faziam patrulhamento na região e suspeitaram de um homem saindo do galpão, que se assustou quando viu os policiais e tentou entrar em um carro, mas acabou abordado.

Os outros dois traficantes foram presos dentro do galpão. Os PMs informaram que os três homens ofereceram R$ 163 mil aos policiais para não serem presos.

O dinheiro também foi apreendido. Os traficantes foram levados para o 34° DP (Morumbi) e autuados em flagrante por tráfico de drogas, associação à organização criminosa e corrupção ativa.

Eles foram identificados como Renaldo Ribeiro Moreno, Raphael Francisco da Silva e Paulo Henrique Rodrigues de Oliveira. A Ponte não conseguiu localizar os advogados dos acusados.

A mulher de um dos presos também foi detida para averiguação. O dinheiro que os traficantes queriam utilizar para corromper os PMs foi encontrado na casa dela, de acordo com um dos policiais que participou da ação. “As apreensões e as prisões representaram, sem dúvida, um duro golpe para essa facção criminosa”, comentou.

Por Josmar Jozino – Repórter da Ponte

Rota prende casal e apreende drogas e armas do PCC

Todo o material apreendido estava sendo transportado pelos suspeitos em uma veículo e foi apreendido graças a uma denúncia anônima.
A ação ocorreu no início da noite desta segunda-feira na região de Ermelino Matarazzo.
Policiais militares da ROTA, Rondas Ostensivas Tobias Aguiar, grupo de elite da PM paulista, receberam a informação de que traficantes estariam usando um determinado carro que contava com um compartimento secreto para transportar drogas e armas.
Os militares foram até o endereço fornecido, na Rua Barnabé Alves, na Favela Dani, Parque Boturussu, e, na garagem do imóvel,  encontraram um Chevrolet Corsa Classic prata estacionado.
No automóvel, os policiais realmente encontraram um compartimento secreto, entre o banco traseiro e a tampa do porta-malas, e, em seu interior, 25 quilos de drogas, entre cocaína, maconha e crack.
Também havia material usado para embalar os entorpecente, anotações com a contabilidade do tráfico e 125 mil reais em dinheiro, quantia proveniente da venda das drogas.
Foram apreendidos ainda dois revólveres, munições de fuzil calibre 7,62, e celulares, que haviam sido recobertos com grafite em pó e envoltos em um plástico a fim de serem entregues e criminosos que se encontram em presídios.
Os proprietários da residência – um casal, ambos com cerca de 40 anos de idade – foram detidos.
De acordo com a Polícia Militar, ambos já contavam com passagens por tráfico de drogas, homicídio e furto.
Eles foram conduzidos ao 24° Distrito Policial, da Ponte Rasa, e autuados em flagrante por porte ilegal de arma e de munição de uso restrito e, novamente, por tráfico de entorpecentes.

Estado quer cobrar PMs por sumiço de armas da Rota

As 31 pistolas foram furtadas dentro do quartel em 2013, mas ninguém foi responsabilizado; armas foram parar no arsenal do PCC

Fachada da Rota localizada na Luz, região central de SP | Foto: Mike Peel/Wikipedia

Há quatro anos, a Procuradoria Geral do Estado de São Paulo tenta recuperar na Justiça o valor de 31 pistolas automáticas furtadas de dentro do setor de armas da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), a tropa mais letal da Polícia Militar de São Paulo.

Ninguém foi responsabilizado pelo furto, ocorrido em 2013. Três anos depois, em 26 de agosto de 2016, a 9ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça instaurou um processo, a pedido da procuradora do Estado Martina Luísa Kollender, contra 11 PMs e um hoje ex-policial que eram responsáveis pelo funcionamento da Reserva de Armas do quartel.

Se a Justiça concluir que os 12 réus foram omissos ao não adotar as cautelas adequadas para evitar os furtos, eles serão condenados a pagar ao Estado, em valores atualizados, um total de R$ 57.970,86. Como o processo está em andamento, o valor ainda pode aumentar.

Segundo policiais do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pesso), as armas da Rota foram vendidas para criminosos e reforçaram o arsenal da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

Um Inquérito Policial Militar apontou que o armeiro e soldado da PM Emerson Washington Gomes teria vendido as armas, mas ele foi absolvido. Gomes pediu baixa da corporação e é ex-PM. Os outros 11 policiais militares foram investigados por falta disciplinar.

O destino das armas da Rota



Uma das armas furtadas, uma pistola modelo 24/7, número SDM 115558, foi utilizada por Everaldo Severino da Silva Félix, o Sem Fronteira, líder do PCC na favela de Paraisópolis, na zona sul da cidade de São Paulo, para matar o soldado da PM Genivaldo Carvalho Pereira, em 21 de março de 2013. Ele tinha uma namorada em Paraisópolis. À época, o irmão dela estava preso no CDP (Centro de Detenção Provisória) de Jundiaí (Grande SP).

As investigações da 3ª Delegacia de Homicídios do DHPP apontaram que Sem Fronteira descobriu que Pereira era policial militar e desconfiou que ele frequentava a favela para investigar o tráfico de drogas.

Os investigadores apuraram que Sem Fronteira abordou, dominou e agrediu o soldado. Depois mandou que os três parceiros que estavam com ele algemassem o policial militar.

O líder do PCC na Paraisópolis, então, exigiu que o soldado Pereira se ajoelhasse. Em seguida ordenou que cada um de seus parceiros atirasse na cabeça de Pereira. O corpo do policial e a farda dele foram colocados no porta-malas de um carro que o soldado havia emprestado de um amigo, também policial militar. O veículo foi abandonado na rua Luciano Silva, na Vila das Belezas. 

Sem Fronteira acabou preso por tráfico de drogas em maio de 2014 e saiu da prisão, em liberdade condicional, em novembro de 2016. Em agosto de 2018, voltou a ser preso, dessa vez acusado de ter ordenado a morte da policial militar Juliane dos Santos Duarte, em agosto de 2018, também em Paraisópolis. Ele está recolhido na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau.

O presídio é dominado pelo PCC desde 2006 e, até fevereiro do ano passado, abrigava os principais líderes da facção criminosa, hoje cumprindo pena em presídios federais.

Das 31 pistolas automáticas furtadas do quartel da Rota, até hoje apenas uma foi apreendida: aquela utilizada pela quadrilha de Sem Fronteira para matar o soldado Pereira. As demais foram parar nas mãos de outros criminosos do PCC, segundo policiais do DHPP.

Por Josmar Jozino – Repórter da Ponte

Rota prende suspeito de roubo de carga e liberta reféns

Denúncia anônima ajudou policiais a identificarem o local (Polícia Militar/Reprodução)


Policiais militares da Rota prenderam hoje (20), na zona sul de São Paulo, um homem suspeito de participar de um roubo de carga e de manter duas vítimas reféns. Uma denúncia ao 190 levou os policiais até a Rua Monforte de Lemos, no bairro Campo Limpo.

No local, segundo a PM, o motorista do caminhão e o ajudante foram libertados. Os dois eram mantidos reféns, amarrados, dentro do veículo.

O suspeito que estava no local acabou preso em flagrante. O caso está sendo registrado no Distrito Policial do Campo Limpo.

https://spagora.com.br/arrastao-na-avenida-paulista-reune-100-ladroes-diz-tv/policia/

Veja o caso de tortura que acirrou conflito entre Rota e PCC

Por Josmar Jozino



Policiais da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) – a tropa mais letal da Polícia Militar de São Paulo – seriam capazes de enfiar um cabo de vassoura no ânus de um suspeito para obter uma confissão?

Em depoimento durante audiência judicial, A.G., detido por tráfico de drogas, disse ter sofrido esse tipo de tortura no dia de sua prisão, em 9 de setembro de 2011.

Segundo A., policiais da Rota invadiram sua casa, colocaram sacos plásticos em sua boca, passaram óleo no cabo de uma vassoura e o introduziram no ânus dele, causando sangramento, muita dor e bastante constrangimento.

A. afirmou que um dos policiais dizia que ele iria morrer, caso não confessasse onde escondia drogas e armas. Ele contou ainda que foi espancado com socos e torturado com choques elétricos. A investigação feita pela Polícia Civil, contudo, concluiu que não havia indícios de crime.

A Rota na linha de frente

A suposta tortura feita contra A. teria sido uma das várias violências praticadas pela Rota durante a gestão de Antonio Ferreira Pinto, que foi secretário de Segurança Pública entre 2009 e 2012, na gestão Geraldo Alckmin (PSDB). Pinto sempre afirmou que todas as ações foram feitas dentro da lei.

Quando ocupou a cadeira da SSP, Pinto colocou a Rota na linha de frente da atuação do Estado contra o PCC. A atuação envolvia uma dobradinha entre as pastas da Segurança Pública e Administração Penitenciária para vigiar e combater o PCC, com a participação do Ministério Público. A base eram escutas feitas nos celulares dos presos – sempre a partir de pedidos feitos pelo MP e com autorização da Justiça, segundo Pinto. O conteúdo das escutas era repassado à Rota, que tinha a missão de investigá-las. Várias dessas operações da Rota resultaram em violência, como uma incursão em Várzea Paulista, no interior do estado, em que os PMs mataram nove pessoas.

A atuação da Rota gerou uma forte reação por parte do PCC, que passou a executar policiais como forma de vingança. O auge dos conflitos entre a tropa e a facção foi em 2012, mas nunca deixou de ocorrer.

Em e abril e maio deste ano, num espaço de uma semana, dois cabos da Rota foram executados, sendo o primeiro na Baixada Santista e o outro em Interlagos, na zona sul paulistana.

Carro ficou cheio de marcas de tiros (Reprodução)

A Polícia Civil investiga se esses dois assassinatos foram praticados a mando do PCC em represália a eventuais maus-tratos cometidos por homens da tropa de elite contra integrantes da facção criminosa.

A Corregedoria da Polícia Militar, porém, informou que as investigações sobre as mortes dos cabos da Rota estão em andamento e que ainda não foram apuradas as motivações dos crimes.

O caminho de uma denúncia

Em 9 de setembro de 2011, os policiais entraram na casa de A.G. por volta de 12h30, mas ele só foi levado para um departamento da Polícia Civil, na capital paulista, em torno das 19h, ou seja, quase sete horas após ser preso.

Os policiais disseram ter encontrado 2,5 quilos de drogas, uma pistola .380 com numeração raspada e um carregador de pistola, além de munição.

Os PMs disseram que foram ao endereço de A.G. porque o 1º Batalhão de Choque, da Rota, havia recebido denúncia anônima informando o endereço dele e mencionando que ele traficava drogas na região.

Na realidade, A.G. já era monitorado pela Rota e, a exemplo de outras ocorrências realizadas pela tropa, envolvendo integrantes do PCC, dois PMs à paisana do serviço reservado do batalhão foram os primeiros a entrar na casa do acusado. Logo em seguida chegaram os policiais fardados.

Uma advogada de A.G. foi avisada sobre a prisão dele e seguiu para a delegacia, onde encontrou o cliente se queixando de fortes dores.

Segundo a advogada, A. foi obrigado pelos PMs a trocar de roupa antes de ser conduzido pelos militares. Porém, a cueca que ele usava quando disse ter sido torturado foi entregue no plantão policial e depois sumiu.

Apenas na madrugada do dia seguinte A. foi levado por dois policiais civis ao Pronto-Socorro de Santana, na zona norte, para ser submetido a exames. Segundo A.G., policiais da Rota foram juntos e pressionaram os médicos para que ele não fosse atendido.

Às 3h33 do dia 10 de setembro de 2011, A.G. foi atendido por um médico no Hospital do Mandaqui, também na zona norte.

O médico fez exame de toque retal no presidiário e constatou pequenas gotas de sangue no local do ferimento. E observou que havia a necessidade de levar  A.G. para o IML (Instituto Médico Legal) para apurar se houve ou não um possível abuso.

A.G. também foi encaminhado para o IML, onde um legista o examinou e afirmou que não havia observado lacerações, sangramento ou outras lesões de origem externa em região anal. Ainda segundo a advogada do preso, as autoridades policiais pareciam querer esconder seu cliente para impedir a investigação de possível tortura e o transferiram várias vezes de prisão.

Primeiro ele foi mandado para o 2º DP (Bom Retiro). Depois para o CDP IV (Centro de Detenção Provisória) de Pinheiros, zona oeste, e posteriormente para a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau.

Em Presidente Venceslau, A.G. foi avaliado por um médico legista uma semana após ter sido preso. O exame constatou que A.G. tinha uma lesão, do tipo fissura anal, mas que poderia ser de origem patológica.

No laudo, o legista fez a seguinte observação: “não tenho elementos periciais suficientes para afirmar categoricamente que a lesão observada (fissura anal) seja secundária a ocorrência de possível ato libidinoso pregresso ao nível de ânus periciado”.

Da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, A.G foi removido para a Penitenciária 1 de Avaré.

Com base nos laudos do IML da Capital e do IML de Presidente Venceslau, a Justiça e autoridades policiais entenderam que o preso não havia sofrido qualquer tipo de tortura ou agressão por parte dos policiais.

*Reportagem publicado originalmente neste link: https://ponte.org/um-caso-de-tortura-que-acirrou-a-guerra-entre-rota-e-pcc/

Vídeo: Policial da Rota é morto a tiros na porta de casa

Carro ficou cheio de marcas de tiros (Reprodução)

Bandidos fortemente armados, utilizando um veículo de cor prata, atiraram pelo menos 30 vezes contra o carro de um policial da Rota, a Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar, grupo de elite da PM. O PM Fernando Flávio Flores estava saindo da casa dele, em Interlagos, na zona sul de São Paulo.

O médico da unidade de socorro que atendeu o policial constatou a morte no local, afirmando que ele foi atingido por vários disparos de fuzil, na cabeça e no tórax.

Polícia investiga a morte do policial. Carro passou por perícia (Reprodução)

O carro usado pelos criminosos foi abandonado queimado. O veículo passou por perícia e a Polícia Civil investiga o caso. A corregedoria da PM também abriu investigação.



Fernando Flávio Flores estava a caminho do trabalho (Reprodução)

Uma câmera de segurança da rua gravou o ataque dos bandidos armados com fuzil contra o policial.

Há menos de 10 dias, um outro policial da Rota, o cabo Daniel Gonçalves Correa, de 43 anos, foi morto em Santos, litoral de São Paulo. Ele estava de folga e teria sido atingido por cinco disparos. Há dois suspeitos do crime. Imagens de câmeras de segurança, mostraram um homem armado se aproximando pelas costas do policial e atirando contra ele.

O policial Daniel tinha participado, um dia antes, de uma audiência judicial no Tribunal do Júri de Osasco, na Grande São Paulo.

Ele respondia a um processo por homicídio doloso (quando há intenção de matar) de um suposto integrante de uma facção que atua no país. No dia do enterro dele, a Rota matou três homens na Baixada Santista, em um conflito, segundo a polícia.

Guararema: Sobe para 11 número de mortos em ataque a banco

Por Ludmilla Souza 

(Nivaldo Lima/SP AGORA)

Subiu para 11 o número de criminosos mortos na tentativa de assalto a duas agências bancárias em Guararema, na região metropolitana de São Paulo, na madrugada. Segunda nota enviada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), até o momento, foram apreendidos sete fuzis, quatro pistolas, sendo duas calibre 12, além de explosivos, coletes balísticos e três veículos – dois deles blindados.

A secretaria informa que 11 criminosos baleados durante o trabalho policial não resistiram aos ferimentos. Um foi preso por equipes do Comando e Operações Especiais (COE). A Superintendência da Polícia Técnico-Científica reforçou as equipes de peritos para atender à ocorrência, que será investigada pela Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), da Polícia Civil.

Ação dos criminosos

Segundo a polícia, os criminosos tentavam explodir caixas eletrônicos quando foram surpreendidos por policiais militares. Na tentativa de fuga, os bandidos atiraram contra as equipes policiais. Houve perseguição e troca de tiros em diferentes pontos do município. Parte dos criminosos chegou a fazer reféns em uma residência, mas as vítimas foram libertadas.

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Mortos em ataque a banco de Guararema são criminosos, diz Estado


Por Fernanda Cruz

Carros usados pela quadrilha, em Guararema (Nivaldo Lima/SP AGORA)

A tentativa de assalto a duas agências bancárias no município de Guararema, na região metropolitana de São Paulo, terminou com dez pessoas mortas na madrugada de hoje (4). De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, todas as vítimas eram criminosos envolvidos na ação.

Segundo a polícia, cerca de 25 criminosos tentavam explodir caixas eletrônicos quando foram surpreendidos por policiais militares. Na tentativa de fuga, os bandidos atiraram contra as equipes policiais. Houve perseguição e troca de tiros em diferentes pontos do município. Parte dos criminosos chegou a fazer reféns em uma residência, mas as vítimas foram libertadas.

As buscas continuam na manhã de hoje. Equipes do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e do Centro de Operações Especiais (Coe) auxiliam o policiamento local. Foram apreendidos sete fuzis, quatro pistolas, explosivos e coletes balísticos, utilizados pelos bandidos.

A Superintendência da Polícia Técnico-Científica informou que vai reforçar as equipes de peritos para atender à ocorrência, que será investigada pela Polícia Civil.

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