6 em cada 10 pequenos empresários pretendem investir

(Arquivo/Band/Reprodução)

Pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que 63% dos donos de micro e pequenas empresas pretendem investir no próprio negócio em 2021. As entrevistas foram realizadas entre os dias 20 e 24 de novembro, com 6.138 donos de pequenos negócios de todos os estados e do Distrito Federal.   

Segundo o levantamento, os empresários têm intenção de aplicar recursos, principalmente, em divulgação, modernização de produtos e processos, ampliação da oferta de produtos, serviços, atendimento e capacidade produtiva.

Apesar de a maioria dos micro e pequenos empresários pretenderem aplicar recursos no negócio em 2021, 27% deles afirmaram não ter condições de fazer investimentos em 2021, e 10% disseram que tem intenção de guardar dinheiro para uma emergência. 

“A pandemia trouxe o censo da necessidade da precaução para a rotina dos empresários, uma postura que passa a fazer parte do dia a dia dessas empresas. Acreditamos que esta foi uma lição que veio para ficar”, destacou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Queda de faturamento

A pesquisa do Sebrae mostrou ainda que, em novembro, houve uma quebra no ritmo de recuperação do faturamento das micro e pequenas empresas. Pela primeira vez, depois de seis meses de  diminuição da queda de faturamento, a baixa no faturamento médio registrou nova aceleração (passou de uma queda de 36% em setembro, em relação ao mesmo mês de 2019, para uma baixa de 39% em novembro). 

Segundo o levantamento, houve ainda um crescimento da proporção de empresários que disseram estar com muitas dificuldades para manter o negócio em operação (de 43%, em setembro, para 47%, em novembro). 

Inovações e pandemia

A pesquisa do Sebrae confirmou também o comportamento dos empresários em implementar inovações em seus negócios como forma de superar os problemas gerados pela pandemia de covid-19. Segundo o levantamento, entre setembro e novembro, cresceu de 39% para 43% a proporção de empresas que passaram a oferecer novos produtos ou serviços em razão da pandemia. 

O estudo apontou também o aumento, nesse período, de 67% para 70%, de empresas que vendem utilizando a internet. De acordo com os entrevistados, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (84%), seguida pelo Instagram (54%) e Facebook (51%). O uso de sites de e-commerce próprios cresceu de 18% para 23%, entre junho e novembro.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil 

Sebrae: 7% dos bares e restaurantes fecharam devido à pandemia

Levantamento elaborado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que 6,7% dos donos de bares e restaurantes decidiram encerrar o negócio permanentemente por causa da crise causada pela pandemia da covid-19. A pesquisa, divulgada hoje (28), foi feita pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e pelo Sebrae.

Foram entrevistados 1.191 empresários de bares, restaurantes, cafeterias, lanchonetes, padarias, pizzarias e sorveterias dos 26 estados e do Distrito Federal. Entre as pessoas ouvidas, 39% são microempreendedores Individuais (MEI); 58%, micro e pequenos empresários; e 3%, donos de médias ou grandes empresas.

De acordo com o levantamento, 92% das empresas do setor tiveram queda no faturamento. Apenas 4,5% dos donos de bares e restaurantes afirmaram ter aumentado seus rendimentos no período da pandemia.

“Os dados são importantes norteadores que apontam as dificuldades enfrentadas pelos negócios de alimentação fora do lar. Sem dúvida é um dos setores mais impactados pela pandemia e com grandes obstáculos para a retomada”, destacou o superintendente do Sebrae, Afonso Maria Rocha.

Segundo a pesquisa, 18,5% dos donos de bares e restaurantes entrevistados tiveram que demitir funcionários de carteira assinada na pandemia. O levantamento mostra que 50,8% dos empresários ouvidos têm dívidas em atraso; 25,5% têm dívidas, mas estão em dia; e 23,7%, não têm dívidas.

Por Bruno Bocchini – Repórter da Agência Brasil

Petrobras e Sebrae selecionam 30 startups

Trinta startups foram selecionadas para a fase final da segunda edição do Programa Petrobras Conexões para Inovação – módulo startups realizado em parceria pela Petrobras e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A lista com as selecionadas está disponível na internet. Ao todo, foram 363 propostas inscritas. 

Na próxima etapa da disputa, as startups submetem as propostas ao sistema de Gestão de Projetos da Petrobras, para melhor detalhamento. A partir de agosto, haverá interação técnica com profissionais da companhia e do Sebrae para refinamento do plano de trabalho e do modelo de negócios. As candidatas receberão assessoria e treinamento para as apresentações finais. A última fase com a seleção das vencedoras está prevista para outubro. 

O programa é voltado para startups, microempresas e empresas de pequeno porte, que devem desenvolver soluções com potencial de implantação no curto prazo e de alto impacto para o mercado de óleo e gás. As empresas devem propor soluções para desafios nas seguintes áreas:

» Tecnologias digitais
» Robótica
» Eficiência energética
» Catalisadores
» Corrosão
» Redução de emissões de carbono
» Modelagem geológica
» Tecnologias de inspeção e tratamento de água

O que são startups?

De acordo com as regras do programa, startups são empresas emergentes inovadoras com potencial de crescimento rápido e contínuo, em busca de viabilizar um produto, serviço ou modelo de negócios inovador. Nessa chamada pública, a startup deve estar enquadrada como microempresa ou empresa de pequeno porte.

Premiação

Nesta edição, serão destinados até R$ 10 milhões para o programa. O valor por projeto poderá chegar a R$ 1 milhão, dependendo do benefício para o negócio da Petrobras a ser demonstrado durante o processo seletivo.

Os vencedores contarão com a assessoria da Petrobras e do Sebrae para que as soluções tenham os benefícios comprovados e modelos de negócios que garantam a geração de valor no curto prazo. Os projetos bem-sucedidos poderão ser testados em campo. 

O Programa Petrobras Conexões para Inovação prevê o lançamento contínuo de editais de chamada pública de projetos e desafios de inovação, com recursos oriundos na cláusula de investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil 

Com baixo custo, aplicativo de delivery é opção na Feira do Empreendedor

(Divulgação)


Com foco nas periferias e cidades do interior, o aplicativo de delivery gastronômico Ceofood realiza uma ação de desconto para atrair franqueados durante a Feira do Empreendedor 2019, que ocorre de 05 a 08 de outubro, no Parque Anhembi. A marca é associada da ABF – Associação Brasileira de Franchising, está presente em 21 Estados, 210 municípios e já tem 215 operações espalhadas pelo país, vai oferecer desconto de R$2.990 na taxa de franquia para 100 candidatos dispostos a se dedicar de forma exclusiva ao negócio.

“Esse subsídio é uma forma de incentivar o novo franqueado, já que o empenho dele lá na ponta, apresentando o aplicativo para os comerciantes do bairro, é o que vai garantir o sucesso da operação”, comenta Kawell Lotti, fundador da Ceofood.

Com o modelo ‘home based’, os franqueados Ceofood atuam na prospecção de novos estabelecimentos para o aplicativo e recebem um percentual em cima do valor pago pelos restaurantes. Diferentemente de outros aplicativos concorrentes, o Ceofood não cobra nenhuma taxa sobre compras realizadas por consumidores. O comerciante paga, apenas, uma mensalidade fixa que varia de R$99 a R$ 149.

“O aplicativo é muito democrático e se tornou acessível aos pequenos negócios, estimulando as vendas por meio da tecnologia”, diz.

A plataforma de gastronomia atua no franchising desde 2018 e está disponível gratuitamente para Android e iOS. O investimento inicial é de R$5.990, com prazo de retorno de até 12 meses e lucratividade de 50%.

Feira do Empreendedor: Empresária fala de diversidade e lucro

Danyelle Van Straten, da Depyl Action (Vinny Andrade/Divulgação)

Com o tema “Respeito às diferenças e a maximização dos lucros”, a empresária Danyelle Van Straten vai mostrar como ter um negócio para um público plural faz bem aos negócios. Sócia-fundadora da Depyl Action, rede de cuidados com o pelo, com 110 unidades no Brasil e duas no exterior, vai palestrar durante a Feira do Empreendedor 2019, em São Paulo. 

Organizado pelo Sebrae, este é o maior evento de empreendedorismo do Brasil e deve reunir mais de 150 mil visitantes. 

“A Feira terá como principais norteadores a geração de negócios para os pequenos empreendedores e oportunidades para quem pensa em abrir o próprio negócio, demonstrando que empreender é para todos”, afirma o gerente de relacionamento do Sebrae-SP, Alexandre Robazza.

Durante o evento, 150 palestrantes vão compartilhar conteúdo com os visitantes. Danyelle diz que vai usar a experiência aplicada na própria marca para falar sobre o tema escolhido.

“Em 23 anos de mercado, a empresa cresceu porque conseguimos evoluir junto com a marca, entre erros e acertos e muito trabalho e dedicação”, comenta.

Este ano, a franquia, que nasceu em 1996, fez uma mudança de conceito e incluiu no portfólio novos serviços. A estratégia de mercado incluiu investimento de mais de R$ 1,5 milhão na construção de uma nova ‘flagship’ da marca.

Com sede em Belo Horizonte, em Minas Gerais, a loja conceito passou por uma mudança de identidade visual de marketing, disposta a comunicar a acessibilidade da marca à todos os públicos. Essa mudança vai da identidade visual, passa pela estrutura física, para dar mais liberdade e tornar o atendimento menos formal,  e vai até as novas opções de serviços. “Antes, a Depyl Action era uma casa de depilação. Hoje, somos um negócio que trabalha todas os cuidados na hora de tratar o pelo”, explica. “Se a pessoa quer aparar, alongar ou colorir os pelos, temos as melhores soluções”. 

Serviço

  • Feira do Empreendedor do Sebrae
  • De 5 a 8 de Outubro, das 10h às 20h
  • Pavilhão de Exposições Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1029, São Paulo, SP
  • Mais informações em https:// feiradoempreendedor.sebraesp. com.br ou 0800 570 0800

Veja quais empresas geraram mais empregos em agosto

Por Agência Sebrae

(José Cruz/Agência Brasil)

De cada 10 empregos gerados no país em agosto deste ano, oito foram nos pequenos negócios. Esse é o dado revelado em análise feita pelo Sebrae, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. De acordo com o levantamento, as micro e pequenas empresas (MPE) criaram 95.587 vagas de trabalho formais celetistas no país, no mês passado, enquanto as médias e grandes corporações geraram um quarto desse saldo.

Incorporando ao total de contratações feitas pela administração pública, o número de novos postos de trabalho foi de 121.387, com os pequenos negócios respondendo por quase 80% desse total, o melhor saldo do mês de agosto dos últimos cinco anos.

“Os pequenos negócios, que hoje representam 99% das empresas do país, mostram que o segmento é o futuro do Brasil, já que estão gerando empregos e renda a todo mês, como demonstra os últimos levantamentos do Ministério da Economia. Empreender está na alma do brasileiro”, afirma o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

No acumulado de janeiro a agosto, os pequenos negócios geraram 541,7 mil empregos, saldo 15 vezes maior que o registrado pelas médias e grandes empresas, tendo superado, ainda, em 6% o registrado pelos pequenos negócios no mesmo período do ano passado. Já o saldo de vagas nas corporações de maior porte foi de 35,1 mil contratações com carteira assinada, nesse mesmo período.

O resultado é 58% menor do que elas haviam registrado em 2018. O volume de postos de trabalho gerados pelas MPE no mês passado superou em 117% o saldo de julho e em 14,5% o resultado do mesmo mês em 2018.

Serviços

Os pequenos negócios da área de Serviços continuam liderando a geração de empregos no país, tendo sido responsáveis por 48,1 mil novos postos de trabalho, em agosto deste ano. Isso corresponde à metade de todas as vagas criadas por esse nicho de empresas no oitavo mês de 2019.

Destacaram-se nesse setor, as micro e pequenas empresas que atuam no ramo imobiliário (na comercialização e administração de imóveis), com a criação de 17,8 mil novas vagas, e as empresas do ramo de ensino, com mais 9,8 mil empregos. As MPE desse setor também estão à frente das contratações com carteira assinada realizadas no acumulado de 2019, com 325 mil pessoas empregadas, seguidas pela Construção civil, com mais de 90 mil. Isso sinaliza, também, uma retomada do crescimento econômico, uma vez que o setor da construção está diretamente relacionado a investimentos em infraestrutura.

As micro e pequenas empresas de São Paulo lideraram a geração de empregos em agosto, com a criação de mais de 30 mil postos de trabalho, sendo seguidas pelas MPE do Rio de Janeiro, que responderam pela geração de 10 mil vagas no país. Com isso, a região Sudeste se destacou no mês passado, com a contratação de 45,5 mil trabalhadores, seguida pela região Nordeste, que gerou mais de 16,8 mil empregos.

5 dicas para tornar seu negócio mais sustentável

Uma pesquisa feita pelo Sebrae, em 2013, já observava que a sustentabilidade havia entrado de vez na pauta dos pequenos negócios. Naquele ano, grande parte dos entrevistados admitiram que o comprometimento com o tema abria oportunidades de ganhos maiores. Entre os benefícios observados pelos empresários estavam a redução de custos por causa da melhor gestão ambiental, valorização da empresa diante do poder público e da sociedade, aumento da possibilidade de contratos com grandes corporações, entre outros fatores.

O comprometimento do micro e pequeno negócio foi confirmado novamente em 2018, por uma nova pesquisa feita pelo Centro de Sebrae de Sustentabilidade (CSS), localizado em Cuiabá. O levantamento realizado com mais de 1,8 mil empresários do segmento, indicou quais os motivos que os levam a adotarem práticas sustentáveis – eficiência energética, uso eficiente de água, gestão de resíduos, apoio à comunidade local, entre outras. O primeiro deles foi a preservação ambiental (67%), redução de custos (20%), marketing e propaganda (4%) e cumprimento da legislação (2%). Conforme a pesquisa, 97% dos entrevistados substituíram lâmpadas incandescentes por fluorescentes econômicas e LED, enquanto que 74% possuem horários definidos para ligar e desligar equipamentos e 68% trocaram equipamentos ou maquinários por outros mais eficientes. Quanto ao uso da água, os donos de pequenos negócio também já estão se conscientizando sobre o seu uso, sendo que 60% dos entrevistados declararam ter alguma prática para economizar esse recurso, 48% instalaram vasos sanitários acoplados com descarga de duplo acionamento, 45% fazem reaproveitamento de água (pias, chuveiro) para fins não potáveis (lavar pisos, regar plantas e jardins, lavar automóveis), e 29% fazem captação de água da chuva.

A mesma evolução foi observada quanto aos resíduos sólidos, sendo que 81% dos entrevistados na pesquisa do CSS adotaram alguma iniciativa para separação e destinação correta dos resíduos. Outros 87% separam resíduos não recicláveis (úmidos) dos recicláveis (secos) para encaminhar à reciclagem e 71% separam resíduos perigosos (lâmpadas, óleo, pilhas e baterias, eletrônicos) para coleta por empresa especializada.

Com a proximidade da semana Mundial do Meio Ambiente, o Sebrae preparou cinco dicas para quem quer tornar seu negócio ambientalmente sustentável.

Confira essas e outras dicas no Canal do Sebrae no Youtube.

1 – Planejamento estratégico
Adote a sustentabilidade no coração da sua empresa, estando presente em todas a suas atividades, pois a sustentabilidade não é apenas um departamento da empresa. Procure saber quais são os aspectos da sustentabilidade mais importantes no seu segmento. Utiliza muita energia ou água? Onde estão os desperdícios? As matérias primas para fabricação ou prestação de serviços são poluentes? Existem alternativas para produzir como menor impacto e de maneira mais econômica? Se não, como sua empresa irá mitigar estes impactos? Além disso, quais são as condições de vida das pessoas que estão ligadas à sua empresa? O impacto social é positivo ou negativo?

2 – Gestão ambiental
• Economia Circular – verifique o ciclo de vida de seus produtos ou serviços (saiba todas as etapas do processo de fabricação ou criação até entregar o produto/serviço nas mãos de seu cliente e onde poderá reduzir, reutilizar, recuperar e reciclar materiais e energia.)
• Planejamento (compra de insumos de procedência sustentável)
• Logística reversa (viabilize a coleta e a restituição dos resíduos sólidos, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada)
• Matéria-prima confiável (ver o histórico do seu fornecedor, o que está comprando se vem de fonte renovável, baixo impacto ambiental e mão de obra responsável) 
• Design sustentável (produtos e serviços com sintonia nas questões ambientais, na sua produção, utilização e descarte)
• Neutralização de carbono (compra crédito de carbono ou cotas de reflorestamento em empresas certificadas)
• Licenciamento ambiental (obtenha o licenciamento para as atividades que exigirem)

3 – Uso eficiente da água
Fique atento a vazamentos e desperdícios no dia a dia da empresa. Instale novas tecnologias, como arejadores nas torneiras, e analise o modo de fabricação de seu produto ou prestação de serviço para encontrar novas formas de reduzir o consumo de água. Procure utilizar produtos de limpeza biodegradáveis e antes de lavar o estabelecimento, use a vassoura para retirar a sujeira pesada e utilize um balde com sabão e outro com água limpa, que deve ser reutilizada sempre que possível. Faça campanhas estimulando a economia de água por seus clientes e funcionários.

4 – Gerenciamento de resíduos sólidos
Analise o método de fabricação de seu produto ou prestação de serviço para encontrar formas de reduzir a geração de resíduos, como sobras e aparas. Muitas vezes é possível produzir mais, gastando menos matéria-prima e gerando menos resíduo. Os produtos recicláveis podem ser encaminhados para cooperativas de catadores, enquanto que o orgânico, para a compostagem e os perigosos (pilha, baterias, óleos, pneus), para empresas especializadas. Outros tipos de resíduos podem ser vendidos e gerar renda, como metais e óleo de cozinha. Além disso, atentar às regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos, lei nº 12305/10.

5 – Uso eficiente de energia 
Prefira sempre a iluminação natural, por isso abra janelas e deixe a luz do sol entrar. Pinte as paredes com cores claras, pois elas refletem os raios solares e deixam o ambiente mais fresco, gastando menos com ar condicionado. Instale equipamentos que consumam menos energia e use aparelhos elétricos de maneira correta como está indicado no manual. Limpe os filtros do ar-condicionado, já que a sujeira impede a livre circulação do ar e força o aparelho a trabalhar mais. Tenha cuidado com os fios mal emendados, desencapados e mal isolados, pois eles podem causar fuga de energia e originar incêndios. Troque lâmpadas comuns por lâmpadas fluorescentes ou de LED e desligue o computador quando não estiver em uso, evitando as proteções de tela. Estude a possibilidade de adotar energias alternativas no seu negócio, como solar fotovoltaica ou eólica.

*Conteúdo Agência Sebrae

Em quatro meses, pequenos negócios criam quase 300 mil empregos

Os pequenos negócios voltaram a responder pela geração de novos empregos no mês de abril. Segundo levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae), baseado nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, esse segmento gerou, no mês passado, 93,7 mil postos de trabalho formais. O saldo foi quase três vezes maior que o gerado pelas média e grandes empresas e representou 72,3% do total de empregos gerados no país no mesmo período, que foi de 129,6 mil.

No acumulado dos primeiros quatro meses do ano, os pequenos negócios abriram quase 300 mil novos empregos. As médias e grandes empresas (MGE) criaram apenas 20,3 mil novas vagas. Entretanto, o saldo de postos de trabalho gerados pelas micro e pequenas empresas (MPE), no primeiro quadrimestre deste ano, ainda está 14,4% abaixo do saldo gerado por elas no mesmo período do ano passado.

“A recuperação do emprego passa pela retomada da economia, que depende diretamente da retomada da confiança de investidores, da aprovação das reformas no Congresso Nacional”, analisa o presidente do Sebrae, Carlos Melles. “Os números mostram que o empreendedorismo está no sangue do povo brasileiro. Foram os pequenos negócios os grandes responsáveis pelo grande número de abertura de vagas no mercado de trabalho. E isso mesmo em tempos difíceis economicamente”, acrescenta.

Serviços

O levantamento do Sebrae apontou ainda que nos primeiros quatro meses do ano, as MPEs do setor de Serviços capitanearam a geração de empregos, com um saldo de 193 mil novos postos de trabalho, 69% do total de empregos gerados no período de 2019. As MPEs que atuam no comércio, porém, ainda continuam a registrar saldos negativos de vagas de trabalho no acumulado de 2019, o que significa que demitiram mais do que contrataram. Mesmo assim, ainda geraram 10,6 mil postos no mês passado.

Em todos os setores, as MPEs registraram saldos positivos de empregos gerados no mês de abril de 2019, mas foram os pequenos negócios do setor de Serviços que puxaram a geração de empregos, criando mais de 55 mil postos de trabalho, 3,6 vezes mais do que as MPEs da construção civil, segundo setor em que as micro e pequenas empresas mais empregaram nesse mês. Pelo levantamento, as médias e grandes empresas tiveram uma queda de 1.057 postos de trabalho neste segmento, enquanto os pequenos negócios abriram 15,1 mil vagas.

Estados

As micro e pequenas empresas do estado de São Paulo lideraram a geração de empregos no país em abril deste ano, respondendo pela criação de 29,3 mil postos de trabalho e foram acompanhadas pelas MPEs de Minas Gerais, com 14,7 mil empregos. Com isso, as MPEs da região Sudeste foram as que mais geraram postos de trabalho neste mês no país (52,9 mil empregos), seguidas pelos pequenos negócios da região Nordeste, que responderam pela geração de 17,8 mil empregos. Praticamente todos os estados do país tiveram saldo positivo, com exceção ao Rio Grande do Sul, que registrou mais demissões que contratações no segmento.

Malwee busca startups para inserir varejo de rua no mundo digital

O Grupo Malwee, uma das principais empresas no segmento de moda do Brasil e uma das mais modernas do mundo, lançou chamada no Edital de Inovação para a Indústria a fim de selecionar projetos inovadores apresentados por startups. Serão escolhidas até cinco propostas que utilizem ferramentas destinadas a oferecer uma experiência de compra diferenciada e inovadora, como a inserção de lojistas multimarcas no mundo digital. As inscrições podem ser feitas aqui.

Cada projeto aprovado terá orçamento de R$ 150 mil e deverá ser desenvolvido em até oito meses na rede de 26 Institutos SENAI de Inovação e 58 Institutos SENAI de Tecnologia. O público-alvo são micro e pequenas empresas (MPE) e startups, incluindo microempreendedores individuais (MEI).

No desafio “Experiência do usuário: Inovação no processo de compra”, o objetivo é que a proposta explore novas experiências de aquisição e modelos de negócio inovadores, como delivery de roupas, customização de produto, provadores inteligentes, autoatendimento ágil e interativo, entre outras possibilidades. A avaliação é que o consumidor está cada vez mais exigente, por isso é importante criar soluções que “encantem e gerem conveniência e agilidade dentro e fora da loja”.

Já no desafio “New Retail: Novas tecnologias para otimização e digitalização de lojas multimarcas”, a ideia é selecionar projetos que melhorem a operação da loja, com redução de custos e aumento de produtividade. Isso pode ser feito com uso de automação de processos, integração com novos canais digitais, entre outras ferramentas. De acordo com o regulamento do Edital, a intenção é transformar a loja em um ambiente que una o melhor dos dois mundos, desde o contato direto com o produto e o relacionamento com o consumidor, até a capacidade de gerar dados e analisá-los de forma inteligente para proporcionar uma experiência única e eficiente.

Transformação 

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De acordo com o gestor de Inovação do Grupo Malwee, Illan Sztejnman, o futuro do varejo de moda multimarca está além do desafio de levar o lojista do off-line para o online. “Entendemos que, de forma geral, o varejo de moda vem passando por um momento de transformação que impacta, desde a maneira de gerir os negócios de modo mais eficiente e rentável, até as diferentes formas de proporcionar uma experiência única para o consumidor final”, destaca o executivo. “Um dos principais mantras do Grupo Malwee é ser o melhor parceiro do canal multimarca, o chamado varejo de rua. Por isso, nossa intenção com o Edital de Inovação para a Indústria é atuar como uma ponte entre nossos lojistas e as oportunidades que o mundo digital traz, gerando valor para todo o ecossistema, inclusive para as startups”, complementa.

O Edital de Inovação para a Indústria é uma iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Social da Indústria (SESI). Os projetos são selecionados com base em critérios como potencial de inovação e de venda do produto ou do processo. A iniciativa possui cinco categorias, entre as quais Empreendedorismo Industrial, que busca estimular a conexão entre grandes indústrias e startups, micro e pequenas empresas.

“O Edital de Inovação para a Indústria é a porta de entrada para grandes empresas e startups criarem soluções conjuntamente e, principalmente, estabelecerem uma relação de confiança, que pode resultar em novas parcerias”, explica o gerente-executivo de Inovação e Tecnologia do SENAI, Marcelo Prim.

“O Sebrae tem focado recentemente em ações de aproximação entre grandes empresas e pequenos negócios com vistas a promoção da inovação aberta, de modo a viabilizar inovações que aumentam a produtividade das grandes empresas e, ao mesmo tempo, aumentam a competitividade dos pequenos negócios, que passam a ter acesso às melhores práticas e mercado das grandes empresas. Essas ações promovem uma inserção de inovações no mercado de forma mais assertiva, com resultados mais efetivos para as partes envolvidas”, afirma o gerente de inovação do Sebrae, Célio Cabral. “Esta chamada de projetos da Malwee é mais um exemplo desse tipo de ação e esperamos que pequenos negócios inovadores de todo o país participem da chamada e façam uma excelente parceira com essa grande indústria, tão relevante para o varejo brasileiro”, completa.

Sobre o Grupo Malwee

O Grupo Malwee é uma das principais empresas de moda do Brasil e proprietária de oito marcas reconhecidas no mercado nacional: Malwee, Malwee Kids, Carinhoso, Scene, Enfim, Wee!, Malwee Liberta e Zig Zig Zaa. A empresa destaca-se pelo pioneirismo e notória atuação no campo da sustentabilidade, incorporando tecnologias e processos inovadores que vão do uso de matérias-primas sustentáveis à preservação de 4,2 milhões de metros quadrados de área verde. Pela sua atuação, em 2018, passou a figurar entre as 10 marcas de moda mais transparentes do mundo, segundo Índice de Transparência da Moda (ITM). O Grupo Malwee possui 4 unidades fabris, 5,5 mil funcionários e está presente em mais de 25 mil lojas em todo o Brasil.

*Conteúdo da Agência Sebrae

‘Minas Franquias’ atinge a marca de 100 empresas no franchising

Danyelle Van Straten será palestrante no evento (Leca Novo/Divulgação)

O Programa Minas Franquias, uma parceria da Associação Brasileira de Franchising em Minas Gerais com o Sebrae, atingiu a marca de 100 empresas que se transformaram em franquia. Dedicado a empresários interessados em franquiar seus negócios, a iniciativa existe desde 2010 e vai celebrar quatro novas marcas no universo do franchising nesta terça-feira (20), em Belo Horizonte.



“Esse programa faz um estudo da viabilidade e qual o potencial da empresa para se tornar uma franqueadora e ajuda a transformar esse negócio em uma rede”,

Danyelle Van Straten, diretora da ABF Minas e fundadora da Depyl Action, que fará uma palestra no evento de lançamento das novas franquias.

Outros eventos

Fundadora da Depyl Action, rede com 107 unidades no Brasil e na Venezuela, Danyelle vai participar no dia 27 de novembro do segundo Fórum de Negócios de Congonhas, também em Minas Gerais. Ao lado de outros dois empresários, a diretora da ABF Minas irá abordar a importância da inovação em negócios tradicionais.

A Depyl Action atua desde 1996 e é referência em estética do pelo, com mais de 140 mil atendimentos por mês. Ao longo de 22 anos de mercado, a rede evoluiu, incorporou novos serviços e se modernizou para melhor atender o cliente.

A empresária vai levar essa experiência para outra palestra, em Juiz de Fora, interior de Minas, no dia 29.

Serviço

  • Lançamento de quatro novas franquias
  • Sebrae Minas
  • Av. Barão Homem de Melo, 329 – Nova Granada
  • Belo Horizonte – MG  
  • 20/11
  • 19h