Felipe Neto acusa Twitter de omissão sobre negacionistas na plataforma

Felipe Neto, youtuber (Reprodução)

Felipe Neto recorreu ao seu perfil no Twitter para criticar a plataforma, por omissão em relação aos usuários negacionistas que usam os perfis para disseminar mensagens que atrapalham o combate a pandemia de covid-19. O empresário e youtuber disse que a “paciência” acabou.

“Ou eles tomam vergonha na cara e tiram esses negacionistas de merda q tão MATANDO PESSOAS no país, ou vai rolar uma mobilização fudida”, publicou.

Felipe Neto não detalhou que tipo de mobilização será feita caso a plataforma não se posicione. Ele encerrou a publicação dizendo que a rede social teria prometido, há meses, atitudes nos bastidores, mas que “nada muda”.

“Vai pro inferno, Twitter”, escreveu.

CEO do Twitter defende banimento de Trump da rede social

O CEO da rede social Twitter, Jack Dorsey, defendeu a decisão de sua empresa de banir um de seus mais populares usuários, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Trump é acusado de insuflar seus apoiadores a invadirem o Capitólio na semana passada, naquilo que muitos consideram como uma “insurreição” ou tentativa de golpe de Estado por parte do presidente. O republicano, inclusive, se tornou o primeiro ocupante da Casa Branca a sofrer dois impeachments durante seu mandato, pela Câmara dos Representantes.

Após o ataque à sede do Congresso, Trump continuou a postar conteúdos potencialmente inflamatórios no Twitter, que, segundo afirmou Dorsey, representavam um risco à segurança pública  e criaram “circunstâncias extraordinárias e inadmissíveis” para a rede social. 

Depois de suspender temporariamente o perfil do presidente logo após a invasão do Capitólio, a plataforma decidiu na última sexta-feira bani-lo de forma permanente, além de derrubar suas tentativas de driblar a proibição ao utilizar outras contas na rede social. 

“Não comemoro e tampouco sinto orgulho de banir Donald Trump do Twitter”, afirmou Dorsey, ao expressar o posicionamento da empresa em uma série de postagens na plataforma nesta quinta-feira (14/01).

“Depois de um claro alerta de que nós iriamos agir, tomamos a decisão”, disse, antes de acrescentar que “injúrias offline como resultado de discursos online são comprovadamente reais, e é isso que orienta a nossa política”.

“Fracasso em promover diálogo saudável”

“Sinto que essa proibição resulta do nosso fracasso em promover o diálogo saudável. É hora de refletirmos sobre nossas operações e o ambiente que nos cerca”, afirmou.

Dorsey admitiu que o banimento de Trump abre um precedente perigoso, no que diz respeito ao que chamou de “poder que um indivíduo ou corporação possui sobre parte da conversa global pública”.

“Ter de adotar essa ações é algo que fragmenta o diálogo público. Elas nos dividem. Limitam o potencial para esclarecimento, redenção e aprendizado.”

“A verificação e prestação de contas sobre esse poder sempre foi o fato de que um serviço como Twitter é uma pequena parte de uma conversação pública maior que acontece na internet. Se as pessoas não concordarem com nossas regras e suas aplicações, elas podem simplesmente buscar outros serviços na internet,”, disse o CEO.

O acesso de Trump às mídias sociais, que ele utilizou como seu principal meio de comunicação durante sua presidência – com uma clara predileção pelo Twitter – foi, na maior parte, cortado após os distúrbios em Washington.

Outras plataformas como o Facebook, Instagram, Twitch e Snapchat  também o baniram, enquanto o Youtube suspendeu temporariamente a sua conta. As empresas afirmam que o presidente em fim de mandato poderia utilizá-las para incitar novos atos de violência até a posse do presidente eleito Joe Biden, no da 20 de janeiro.

Apoiadores de Trump abandonam Twitter

Nesta segunda-feira, o Twitter foi ainda mais longe e anunciou a suspensão de mais de 70 mil perfis ligados à teoria da conspiração Qanon, seguida por apoiadores de Trump. O movimento de extrema direita baseado numa teoria da conspiração segundo a qual o presidente combate secretamente uma seita mundial composta por pedófilos satanistas, a maioria deles democratas.

Desde o banimento de Trump, cada vez mais seguidores do presidente abandonam o Twitter e tentam boicotar outras gigantes da internet, como a Apple, Google e Amazon. Essas empresas fecharam o acesso à plataforma Parler. As empresas acusam a rede social utilizada por apoiadores de Trump  e grupos de direita de ser leniente demais com conteúdos de incitação à violência.

Marco Verweij, professor de Ciência Política da Universidade Jacobs, de Bremen, observa que as pessoas que acreditam na existência de um “Estado oculto” que atua contra Trump se sentem agora empoderadas pelas suspensões e banimentos.

Ele afirma que a debandada do Twitter e outros meios deve fortalecer plataformas alternativas como o Rumble, concorrente do Youtube, ou o Gab, uma rede social semelhante ao Twitter utilizada por conservadores, entre estes, o senador republicano Ted Cruz.

Por Deutsche Welle

RC/ap/afp/dw

Facebook e Twitter bloqueiam artigo controverso sobre Biden

Joe Biden com a candidata a vice-presidente, senadora Kamala Harris
(Fotos Públicas/Reprodução)

As redes sociais Facebook e Twitter decidiram nesta quarta-feira (14/10) limitar o compartilhamento de um artigo crítico ao candidato presidencial democrata americano Joe Biden, publicado pelo tabloide New York Post. O presidente Donald Trump e outros políticos conservadores condenaram a iniciativa como “censura”.

Num artigo intitulado “E-mail comprometedor revela como Hunter Biden apresentou empresário ucraniano a pai vice-presidente”, o periódico afirma ter obtido um computador abandonado pelo filho de Biden, conectando o ex-vice-presidente à companhia ucraniana de energia Burisma, cuja diretoria Hunter integrava.

“Tão terrível que o Facebook e Twitter retiraram a história dos e-mails ‘Espingarda Fumegante’ relacionados ao Dorminhoco Joe Biden e seu filho Hunter. É só o começo para eles. Não há nada pior do que um político corrupto”, escreveu Trump no Twitter.

Em comunicado, a campanha do presidente afirmou que as mensagens seriam prova de que o veterano democrata “mentiu para o povo americano” sobre os negócios do filho.

Fontes questionadas

A matéria se baseia num suposto e-mail de abril de 2015, em que o consultor da diretoria da Burisma, Vadym Pozharskyi, agradece a Hunter por convidá-lo a Washington para se reunir com seu pai, então vice do presidente Barack Obama. No entanto, não há qualquer indicação de que o encontro tenha ocorrido ou sequer sido agendado. Especialistas indicam que as alegações são falsas, e as fontes do artigo estão sendo questionadas.

Joe Biden nega qualquer envolvimento. Os responsáveis por sua campanha eleitoral confirmam que ele nunca se encontrou com o empresário em questão: “Revimos as programações oficiais de Joe Biden da época e não se realizou nenhum encontro como o alegado pelo New York Post.”

Ao restringir os links para o artigo, ambas as redes sociais evocaram dúvidas quanto a sua veracidade.

Segundo o porta-voz do Facebook Andy Stone, “isso é parte de nosso processo-padrão para reduzir a propagação de desinformação”. A matéria “é elegível para ter seus fatos checados pelos parceiros independentes” da plataforma, a qual está “reduzindo sua distribuição”, nesse meio tempo.

O Twitter, por sua vez, justificou a medida com as questões abertas quanto às “origens dos materiais” incluídos no artigo. Os usuários que tentam compartilhar o artigo recebem uma advertência de que seu pedido não pode ser completado “porque este link foi identificado pelo Twitter ou nossos parceiros como potencialmente danoso”. Quem tenta clicar num link para o artigo é igualmente advertido.

“Máquinas de propaganda”

Posteriormente, o New York Post informou que sua conta primária do Twitter fora trancada porque seus artigos sobre Biden violavam as normas da rede contra “distribuição de material hackeado”. Num editorial, o tabloide tachou as redes sociais de “máquinas de propaganda”.

A conta pessoal da secretária de imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany, também foi trancada depois de ela compartilhar um link para a matéria. Na conta do governo no Twitter, ela reagiu: “Censura deve ser condenada.”

Em carta ao codiretor executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, o senador republicano Josh Hawley afirmou que o bloqueio “aparentemente seletivo” sugere “parcialidade por parte do Facebook”. Como “prova”, alegou que os funcionários da rede e outras cinco companhias de tecnologia doaram quase 5 milhões de dólares para a campanha de Biden, e apenas 239 mil dólares para Trump.

AV/afp,rtr,dpa

Por Deutsche Welle

Facebook e Twitter vão recorrer de decisão sobre bloqueio de contas

O Facebook e o Twitter informaram hoje (31) que vão recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes que determinou o bloqueio internacional dos perfis de usuários investigados pela Corte pela suposta divulgação de notícias falsas (fake news) e ameaças aos ministros.

A manifestação da empresas foi divulgada após a decisão proferida pelo ministro, que estendeu o bloqueio nacional determinado por ele na semana passada. Segundo Moraes, o Facebook e o Twitter não fizeram o bloqueio internacional da visualização dos perfis, permitindo que as páginas sejam vistas fora do país e por usuários que estão no Brasil, por meio redes privadas de VPN, contornando a proibição.

“Respeitamos as leis dos países em que atuamos. Estamos recorrendo ao STF contra a decisão de bloqueio global de contas, considerando que a lei brasileira reconhece limites à sua jurisdição e a legitimidade de outras jurisdições”, declarou o Facebook.

Em nota, o Twitter também afirmou que vai recorrer da decisão e disse que a medida é “desproporcional”.

“O Twitter bloqueou as contas para atender a uma ordem judicial proveniente de inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF). Embora não caiba ao Twitter defender a legalidade do conteúdo postado ou a conduta das pessoas impactadas pela referida ordem, a empresa considera a determinação desproporcional sob a ótica do regime de liberdade de expressão vigente no Brasil e, por isso, irá recorrer da decisão de bloqueio”.

Entre os usuários que tiveram as contas suspensas estão os jornalistas Allan dos Santos e Bernardo Kuster, os empresários Edgar Corona e Luciano Hang, o ex-deputado Roberto Jefferson e a ativista Sara Giromini, conhecida como Sara Winter.

 Por Andre Richter – Repórter da Agência Brasil

Twitter vai proibir propaganda política a partir de novembro

Por NHK

(Reprodução)


O microblog Twitter anunciou que vai passar a proibir todos os tipos de propaganda política em todo o mundo a partir de novembro.

A decisão foi tuitada pelo diretor Jack Dorsey. Ele disse que a proibição de todos os tipos de propaganda política paga passará a valer do dia 22 de novembro em diante, mas algumas exceções, como, por exemplo, anúncios em apoio ao recenseamento eleitoral, ainda serão permitidas.

Twitter adotou a medida em meio às crescentes críticas de que anúncios pagos em redes sociais provocam campanhas de difamação e que muitos deles contêm equívocos ou informações falsas.

A medida contrasta com o Facebook, que afirmou que não vai proibir propagandas políticas e nem vai verificar o conteúdo de anúncios de políticos.

Divergência política gerou 2,7 milhões de posts no Twitter

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Letycia Bond/Agência Brasil

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(Reprodução)

Entre as 19h de domingo (7) e as 15h de quinta-feira (11), usuários do Twitter movimentaram a rede com 2,7 milhões de postagens relacionadas a ataques motivados por divergências político-ideológicas, no contexto das eleições, e relatos de pessoas que temem se tornar alvo desse tipo de agressão. De acordo com a Diretoria de Análise de Políticas Públicas (Dapp), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que produziu o mapeamento, a parcela populacional que mais manifestou apreensão diante das ocorrências foram pessoas LGBTI+, negros e mulheres.

O pico de publicações veiculadas com esse teor foi identificado já na primeira hora de análise, período em que se registrou uma média de 3,2 mil tweets – como são chamadas as micropostagens do Twitter – por minuto. Nesse momento, informou o Dapp, houve predominância de tweets de usuários que faziam menção ao medo diante dos resultados do primeiro turno.  

No dia seguinte, o assunto mais comentado no Twitter foi a morte do capoeirista Mestre Moa, citado em 112 mil postagens. Um grande volume de denúncias sobre outros casos e compartilhamentos de conteúdos que noticiavam agressões a jornalistas e eleitores do Partido dos Trabalhadores (PT) também foi identificado, segundo a Dapp.

Na data, postagens repercutindo incidentes de violência psicológica e moral, como ofensas virtuais e ameaças também se multiplicaram na rede, evidenciando que as vítimas têm sido agredidas nas ruas e nos mais diversos locais, incluindo o transporte público e seu próprio local de trabalho. Ao mesmo tempo, usuários da rede divulgaram campanhas e iniciativas como forma de encorajá-las a denunciar formalmente os agressores.

Violência

Ainda conforme levantamento da Dapp, na quarta-feira (10), os posicionamentos oficiais do candidato Jair Bolsonaro (PSL) e seu adversário, Fernando Haddad (PT) mobilizaram significativamente o debate em torno das violências cometidas após o primeiro turno do pleito. Os candidatos assinavam dois dos cinco tweets de maior impacto no período. 

Junto às declarações de ambos os candidatos, informaram os pesquisadores da Dapp, prevaleceram as menções ao caso da jovem agredida e marcada com uma suástica, no Rio Grande Sul. Ao todo, foram identificadas 329 mil referências ao fato.

“Tanto perfis contrários a Bolsonaro quanto favoráveis discutiram sobre o ataque, com críticas à volta de situações violentas associadas ao nazismo, à quantidade de ataques a minorias (em especial homossexuais) e à falta de posicionamento das autoridades. Perfis pró-Bolsonaro, com base em entrevistas com a equipe que investiga o crime, questionaram se foi, de fato, um crime de ódio, e argumentaram que nem todos os ataques são de apoiadores do deputado federal, mas sim de opositores que desejam prejudicá-lo na eleição”, destacou a Dapp em seu relatório.

Histórico

Números da Dapp mostram ainda que, no mês que antecedeu o debate eleitoral, a cada dia uma média de 35,9 mil tweets fazia menção a agressões e casos de violência associados ao contexto político das eleições, excluídas as referências ao ataque a Bolsonaro, em Juiz de Fora (MG). Nessa fase, esse tipo de conteúdo foi veiculado tanto pelo eleitorado de Bolsonaro como o de Haddad e dos demais candidatos à Presidência da República. De 7 de setembro a 7 de outubro, foram publicados 1,1 milhão de tweets sobre agressões. 

Descubra se você teve seu Twitter hackeado e saiba o que fazer

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Aprenda a identificar se o seu perfil na rede social foi invadido e o que é preciso fazer para recuperar o acesso à sua conta

 

O Twitter vem ganhando cada vez mais espaço entre os internautas. Segundo dados divulgados pela empresa, só no primeiro trimestre de 2018 a rede social atingiu a marca de 336 milhões de usuários no Brasil e no mundo. E, apesar de não divulgar números específicos de países, sabemos que o Twitter é utilizado por muitos brasileiros.

O fluxo de informações que circula nessa rede tende a ser grande. Muitos conteúdos viralizam rapidamente e é aí que entra a facilidade dos hackers de se infiltrar, hackear contas e disseminar links maliciosos e golpes entre os usuários.

 


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Como descobrir se meu Twitter foi hackeado

 

Quando você tem o Twitter hackeado, algumas movimentações suspeitas começam a aparecer. A principal delas é alteração dos dados de acesso, então tente entrar no seu perfil usando o seu nome de usuário e senha atual. Caso apareça alguma mensagem de login inválido, provavelmente sua conta foi invadida.

Mas se você conseguir acessar, siga as orientações abaixo:

– Verifique nos seus Tweets se algo foi publicado com a sua conta sem a sua permissão;
– Fique atento a caixa de Mensagens e veja se não estão se passando por você para espalhar links maliciosos para outros usuários;
– Na sua lista de Seguidores, confira se há algum perfil novo que provavelmente não foi você que começou a seguir;
– Em Configurações, na parte de Contas Bloqueadas, procure por contas que provavelmente você também não bloqueou;
– Acesse o e-mail que você usa para fazer login e verifique na caixa de entrada ou spam se você recebeu alguma notificação oficial do Twitter dizendo que sua conta e informações podem estar comprometidas.

 

Como recuperar um Twitter hackeado

 

Se você consegue acessar seu perfil usando a senha atual, o primeiro passo é alterar a senha. Para isso, toque na sua foto de perfil, selecione Configurações e Privacidade e depois a opção Senha.

Caso não consiga acessar seu perfil usando os dados de acesso atual, você vai precisar redefinir sua senha. Acesse aqui a página redefinição de senha do Twitter, digite um dos dados solicitados e siga o passo a passo de acordo com a orientação da rede social.

O segundo passo é desativar o acesso de dispositivos, aplicativos e sites à sua conta. Ainda em Configurações e Privacidade, selecione Aplicativos e toque em todas as opções de Revogar acesso.

Depois, ative a Verificação de acesso. Nas configurações, selecione Conta e toque em Configurar verificação de acesso.

Segundo Emilio Simoni, Diretor do dfndr lab – laboratório especializado em segurança digital – essa verificação funciona como uma camada adicional de proteção além da senha, em que o Twitter envia um código via SMS ao número de telefone cadastrado pelo usuário e é necessário utilizá-lo para fazer login na conta. Com isso, fica mais difícil para um intruso invadir ou ter acesso ao seu perfil sem a sua permissão. Além da verificação de acesso, é importante ficar atento à uma outra: a de segurança do dispositivo, principalmente se você acessa seu perfil pelo celular.

“Muitos links falsos e golpes disseminados por hackers no Twitter servem para roubar dados e infectar smartphones. Para que os usuários de redes sociais reforcem a segurança dos seus aparelhos, o ideal é usar um antivírus com tecnologia antiphishing. O dfndr security, por exemplo, possui um mecanismo de segurança avançada que atua em tempo real detectando e alertando sobre tentativas de ataques de hackers por meio de aplicativos de mensagens, SMS e sites. Antes mesmo da pessoa pensar em acessar um link, o dfndr já envia um alerta de segurança informando que existem riscos”, explica Emilio.

Você pode baixar o dfndr security gratuitamente para Android clicando aqui.

 

Fonte: PSafe