Capital inicia repescagem da vacinação para pessoas entre 42 e 46 anos nesta sexta-feira (2)

Nesta sexta-feira (2), a cidade de São Paulo inicia a repescagem para imunizar pessoas entre 42 e 46 anos contra a Covid-19. Para a vacinação, estarão abertas as 468 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e 82 Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs)/UBSs Integradas.

De segunda(5) a quarta-feira (7) da próxima semana, a capital abrirá a vacinação para a população de 41 anos, estimada em 132 mil pessoas.

No sábado (3), as 82 AMAs/UBSs Integradas irão aplicar exclusivamente a segunda dose da vacina antiCovid-19.

O munícipe que fizer parte dos públicos elegíveis abertos anteriormente também poderá se vacinar.

Cabe ressaltar que todas as vacinas disponíveis foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e são eficazes e seguras contra a Covid-19. Não há necessidade nem possibilidade de escolher um imunizante específico.

Documentos necessários e pré-cadastro

Para garantir as doses à população do município de São Paulo, a SMS reforça a obrigatoriedade de o cidadão apresentar no ato da vacinação um comprovante de residência na capital, juntamente com os documentos pessoais, preferencialmente Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

O comprovante de endereço no município de São Paulo pode ser apresentado de forma física ou digital. Se não houver no próprio nome do munícipe, serão aceitos comprovantes em nome do cônjuge, companheiro, pais e filhos, desde que apresentado também um documento que comprove o parentesco ou estado civil, como Registro Geral (RG), certidão de nascimento, certidão de casamento ou escritura de união estável.

Vale lembrar que o preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já (www.vacinaja.sp.gov.br) agiliza o tempo de atendimento nos postos de vacinação. Basta inserir dados como nome completo, CPF, endereço, telefone e data de nascimento.

Mais informações, como o calendário atualizado de vacinação da gestão municipal, os públicos elegíveis no momento e a lista completa de postos abertos na capital, podem ser conferidas na página Vacina Sampa.

Onde se vacinar:

A lista completa de postos pode ser encontrada no Vacina Sampa clicando aqui

*Com informações da Secretaria Municipal da Saúde

Capital implanta novos megapostos e postos volantes para vacinação contra a Covid-19

Vacinação de grávidas, deficientes e pessoas com comorbidades começa na próxima semana em São Paulo

A cidade de São Paulo implanta cinco novos postos para a vacinação contra a Covid-19 na capital. O objetivo é agilizar e dar mais opções aos munícipes na hora da vacinação. Nesta quinta-feira (1), a cidade vacina as pessoas com 42 e 43 anos.

A partir de agora, o paulistano também pode ser vacinado nos megapostos CEU Parelheiros (rua José Pedro de Borba, 20, entrada pelo portão 3, Lar Center (av. Otto Baumgart, 500, em frente ao Fast Shop), Shopping Ksquare (Rua Guarani, 266, Bom Retiro), e Buffet Colonial (av. Indianópolis, 300, Indianópolis). Também está disponível um posto volante na Escola Estadual Prof. Ennio Voss (av. Portugal, 1.220, Brooklin).

A Pasta informa que os munícipes podem acompanhar em tempo real qual o melhor momento para se deslocarem até os postos de vacinação da capital por meio do portal “De Olho na Fila”. Na plataforma, é possível monitorar a quantidade de pessoas em cada posto de vacinação e, assim, escolher o melhor horário para se imunizar.

Na sexta-feira (2) haverá uma repescagem do público de 42 a 46 anos. Então, aqueles que ainda não tiverem se vacinado, podem procurar qualquer uma das 468 UBS da capital.

No sábado (3) as 82 Unidades Básicas de Saúde (UBSs)/Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs) Integradas irão aplicar exclusivamente a segunda dose da vacina antiCovid-19.

De segunda-feira (5) a quarta-feira (7), da próxima semana, a capital abrirá a vacinação para a população de 41 anos, estimada em 132 mil pessoas.

O munícipe que fizer parte dos públicos elegíveis abertos anteriormente também poderá se vacinar.

Cabe ressaltar que todas as vacinas disponíveis foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e são eficazes e seguras contra a Covid-19. Não há necessidade nem possibilidade de escolher um imunizante específico.

Documentos necessários e pré-cadastro

Para garantir as doses à população do município de São Paulo, a SMS reforça a obrigatoriedade de o cidadão apresentar no ato da vacinação um comprovante de residência na capital, juntamente com os documentos pessoais, preferencialmente Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) e cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

O comprovante de endereço no município de São Paulo pode ser apresentado de forma física ou digital. Se não houver no próprio nome do munícipe, serão aceitos comprovantes em nome do cônjuge, companheiro, pais e filhos, desde que apresentado também um documento que comprove o parentesco ou estado civil, como Registro Geral (RG), certidão de nascimento, certidão de casamento ou escritura de união estável.

Vale lembrar que o preenchimento do pré-cadastro no site Vacina Já (www.vacinaja.sp.gov.br ) agiliza o tempo de atendimento nos postos de vacinação. Basta inserir dados como nome completo, CPF, endereço, telefone e data de nascimento.

Mais informações, como o calendário atualizado de vacinação da gestão municipal, os públicos elegíveis no momento e a lista completa de postos abertos na capital, podem ser conferidas na página Vacina Sampa.

Onde se vacinar:

A lista completa de postos pode ser encontrada no Vacina Sampa clicando aqui.

*Com informações da Secretaria Municipal de Saúde

Terceira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe começa hoje

A terceira e última etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começou hoje (9) e vai até 9 de julho. Esta fase abrangerá cerca de 22 milhões de pessoas.

Neste período, serão imunizados integrantes das forças de segurança e salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; e adolescentes em medidas socioeducativas.

Até o fim da campanha, a expectativa do Ministério da Saúde é distribuir 80 milhões de doses da vacina influenza trivalente, produzida pelo Instituto Butantan, para imunizar um público-alvo de 79,7 milhões de pessoas. Desse total, até agora, foram alcançados 29,5% do público.

Balanço
Segundo o Ministério da Saúde, até as 11h26 de hoje (9), foram aplicadas 23,6 milhões de doses das 58,3 milhões distribuídas para as unidades da federação. Os dados são do Painel Influenza 2021. Os estados que receberam os maiores números de doses são, pela ordem, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e Bahia.

*Com informações da Agência Brasil

Vacinação de grávidas, deficientes e pessoas com comorbidades começa na próxima semana em São Paulo

Vacinação de grávidas, deficientes e pessoas com comorbidades começa na próxima semana em São Paulo
Vacinação de grávidas, deficientes e pessoas com comorbidades começa na próxima semana em São Paulo
Calendário para grupos com comorbidade começa na semana que vem(Foto: Agamenon Gomes/SP AGORA)

A vacinação de gestantes, pessoas com deficiência e com comorbidades a partir da próxima semana foi anunciada pelo governador João Doria. O anúncio foi feito hoje (5) pelo governador João Doria em coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

Vacinação

A vacinação de gestantes e puérperas com comorbidades, acima dos 18 anos, terá início a partir do dia 11 de maio. O governo paulista estima que 100 mil mulheres componham esse grupo.

As gestantes com comorbidades poderão ser vacinadas em qualquer idade gestacional. Já as puérperas serão vacinadas com o prazo de até 45 dias após o parto.

Para que sejam vacinadas, as grávidas e puérperas vão precisar comprovar o estado gestacional, apresentando a carteira de acompanhamento, o pré-natal ou laudo médico, além do atestado de nascimento da criança, no caso das puérperas. Também vai ser preciso comprovar a condição de risco por meio de exames, receitas, relatórios médicos ou prescrição médica.

No mesmo dia, 11 de maio, começam a ser vacinadas as pessoas com deficiência permanente e que tenham entre 55 e 59 anos de idade e recebam o benefício de prestação continuada de assistência social (BPC). Desse grupo, fazem parte cerca de 30 mil pessoas e elas precisarão comprovar o recebimento do benefício.

No dia 12 de maio terá início a vacinação de pessoas entre 55 e 59 anos que possuem uma ou mais comorbidades definidas pelo Ministério da Saúde (cuja lista se encontra abaixo). Para serem vacinadas, estas pessoas precisam comprovar a condição de risco por meio de exames, relatório médico ou prescrição médica. Os cadastros já existentes nas Unidades Básicas de Saúde poderão ser utilizados para a comprovação. O governo de São Paulo espera vacinar 900 mil pessoas dessa faixa etária.

Já amanhã (6) começa em todo o estado a vacinação dos idosos com 60, 61 e 62 anos. Na segunda-feira (10), serão imunizadas pessoas com síndrome de Down, pacientes em tratamento de hemodiálise (Terapia Renal Substitutiva) e transplantados que utilizam imunossupressores.

Confira a relação de comorbidades definidas pelo Ministério da Saúde:

• Doenças Cardiovasculares
• Insuficiência cardíaca (IC)
• Cor-pulmonale (alteração no ventrículo direito) e Hipertensão pulmonar
• Cardiopatia hipertensiva
• Síndromes coronarianas
• Valvopatias
• Miocardiopatias e Pericardiopatias
• Doença da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas
• Arritmias cardíacas
• Cardiopatias congênitas no adulto
• Próteses valvares e dispositivos cardíacos implantados
• Diabetes mellitus
• Pneumopatias crônicas graves
• Hipertensão arterial resistente (HAR)
• Hipertensão arterial – estágio 3
• Hipertensão arterial – estágios 1 e 2 com lesão e órgão-alvo e/ou comorbidade
• Doença Cerebrovascular
• Doença renal crônica
• Imunossuprimidos (transplantados; pessoas vivendo com HIV; doenças reumáticas em uso de corticoides; pessoas com câncer).
• Anemia falciforme e talassemia maior (hemoglobinopatias graves)
• Obesidade mórbida
• Cirrose hepática

*Com informações da Agência Brasil

Grávidas são incluídas no grupo prioritário de vacinação

O Ministério da Saúde decidiu incluir as grávidas e puérperas (mulheres no período pós-parto) no grupo prioritário para receber a vacina contra a covid-19, informou hoje (27) a coordenadora do Programa Nacional de Imunização (PNI) do ministério, Franciele Francinato.

Em audiência na Câmara dos Deputados para debater a situação das vacinas no país, a coordenadora disse que a medida foi tomada em razão da situação preocupante da pandemia no Brasil e visto que grávidas e puérperas têm risco maior de hospitalização por covid-19. “A vacinação deve começar a partir do dia 13 de maio”, informou.

Em 15 de março, o governo já tinha incluído as gestantes com comorbidades. De acordo com Franciele, uma nota técnica foi encaminhada ontem (26) aos secretários estaduais de Saúde, com as novas orientações.

“Nossa indicação é que, nesse momento, vamos alterar um pouco a recomendação da OMS [Organização Mundial de Saúde] que hoje indica a vacinação, de acordo com o custo x benefício. Mas, hoje, o risco de não vacinar gestantes no país já justifica a inclusão desse grupo para se tornar um grupo de vacinação nesse momento”, afirmou.

Apesar da mudança, de acordo com a pasta, em um primeiro momento, devem ser vacinadas as grávidas com doenças pré-existentes. De acordo com a coordenadora, serão usados as vacinas Coronavac, AstraZeneca e da Pfizer. Neste caso, o primeiro lote de entregas do imunizante deve chegar na próxima quinta-feira (29) e 1,3 milhão de doses serão distribuídos para utilização nas capitais.

Franciele disse que a medida foi tomada devido a necessidade de armazenagem das vacinas. Para manter a estabilidade do material, a vacina precisa ficar armazenada em temperaturas de -90° a -60°, por até seis meses.

No caso das capitais, as doses serão encaminhados aos centros que podem manter o imunizante em temperaturas de -20° pelo período de sete dias.

“Para a aplicação, a vacina pode ficar em temperatura de geladeira, de até 8°, por até cinco dias”, afirmou.

*Com informações da Agência Brasil

Cidade do Rio vai vacinar pessoas com comorbidades

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou hoje (30) que após a vacinação da covid-19 terminar para quem tem mais de 60 anos, a campanha de imunização vai contemplar pessoas com comorbidades, profissionais da saúde com faixa etária mais baixa, professores e agentes da área de segurança e da limpeza pública.

Pelo atual calendário, pessoas com mais de 60 anos serão vacinadas até o dia 24 de abril na capital fluminense.

“A gente vai continuar vacinando também por faixa etária, mas na hora que você atinge a população acima de 60 anos, você diminui muito o risco de as pessoas virem a óbito. A ideia, a partir do dia 24, é ampliar a vacinação”, disse Paes, após participar da inauguração de mais um ponto de vacinação no Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário, no centro do Rio.

Nesta semana, a Secretaria Municipal de Saúde abriu novos pontos de vacinação, como os do Jockey Club Brasileiro e do Hotel Fairmont Copacabana, ambos na zona sul, e, hoje, o do Museu da Justiça, que funciona de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h. Além desses, os postos no sistema drive-thru do Sambódromo e do Engenhão, que antes só atendiam aos sábados, agora também funcionam durante a semana.

Nesta quarta-feira (31), mais um ponto de vacinação será inaugurado na Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, na zona oeste.

“Vacina é a solução. Estamos em um momento de restrição, pedindo para as pessoas se cuidarem e ficarem em casa. Sabemos das dificuldades, entendo o que está acontecendo, mas esses dez dias vão permitir que se consiga diminuir o número de internações e de mortes, que é algo muito importante”, disse o prefeito, em alusão ao dez dias de medidas mais restritivas de isolamento social para enfrentar a pandemia da covid-19 entre a sexta-feira (26) e o próximo domingo (4).

Novos leitos

O governo do Rio de Janeiro informou hoje que 397 novos leitos entraram na Central de Regulação Estadual, na última semana, sendo 224 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ainda esta semana, a Secretaria Estadual de Saúde entregará mais leitos, sendo 26 na rede federal e, de forma gradativa, 150 no Hospital Modular de Nova Iguaçu, que será inaugurado no dia 3 de abril.

A pasta também informou que contratou 54 leitos de UTI e 19 de enfermaria em unidades privadas, por meio de chamamento público. O chamamento, entretanto, segue aberto para ampliar ainda mais o número de leitos.

*Com informação da Agência Brasil

Governo inicia distribuição de mais 5 milhões de doses de vacina

O Ministério da Saúde vai distribuir mais de 5 milhões de doses de vacinas contra covid-19, de forma proporcional e igualitária a todos os estados e ao Distrito Federal. A previsão é de que as entregas comecem ainda hoje (20) e sigam neste domingo (21).

Do total de doses, pouco mais de 1 milhão correspondem à primeira remessa de vacinas da AstraZeneca/Oxford (Covishield), produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Outras 3,9 milhões são referentes a mais um lote da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan.

De acordo a pasta, em seu 7º Informe Técnico da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), a nova remessa da CoronaVac vai atender aos profissionais de saúde e idosos de 70 a 74 anos, enquanto os imunizantes da AstraZeneca contemplarão comunidades ribeirinhas e quilombolas.

A estratégia foi definida pelo Ministério da Saúde considerando as possíveis dificuldades logísticas para o atendimento a essas comunidades e o prazo maior para a aplicação da segunda dose da vacina produzida pela Fiocruz. Como o intervalo entre as doses é de 12 semanas, isso deve facilitar o cumprimento do esquema vacinal em locais de difícil acesso. No caso da vacina do Butantan, o intervalo máximo entre as doses é de quatro semanas.

“A expectativa é que essa distribuição contemple 100% dos moradores de comunidades ribeirinhas e 63% da população em comunidades quilombolas em todo o país”, informou a pasta. A previsão é que as doses pendentes para os povos quilombolas sejam entregues na próxima etapa de distribuição, o que deve acontecer na próxima semana, entre os dias 22 e 26 de março.

Garantia da segunda dose

Ainda segundo o informe, nesta etapa de distribuição, todas as doses da CoronaVac deverão ser usadas pelos estados como primeira dose. “A recomendação vem após a garantia da estabilidade de entregas semanais das remessas de vacinas com produção nacional e matéria-prima (IFA) importada. Essa estratégia vai possibilitar a aceleração da vacinação dos grupos prioritários no Brasil e redução dos casos graves de covid-19”, informou o Ministério da Saúde

O insumo farmacêutico ativo (IFA) da CoronaVac é produzido no laboratório chinês Sinovac, desenvolvedor da vacina e parceiro do Instituto Butantan.

De acordo com o Ministério da Saúde, até o momento, essa recomendação era destinada apenas para as doses da Covishield, devido ao intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda aplicação. A pasta ressalta que aplicação das duas doses de cada imunizante deve seguir o intervalo estipulado, para completar o esquema vacinal e consequente imunização.

Cronograma

O Ministério da Saúde informou ainda que já coordenou nove pautas de distribuição de vacinas desde o dia 18 de janeiro, início da campanha de vacinação contra covid-19. Até o momento, foram enviadas aos estados e Distrito Federal cerca de 25 milhões de doses de imunizantes, com mais de 13 milhões de pessoas vacinadas.

Para o mês de março, há a previsão de entrega de um total de 30 milhões de doses: 23,3 milhões da CoronaVac, enviados pelo Butantan em remessas semanais e distribuídas na mesma periodicidade; 3,8 milhões da AstraZeneca/Oxford, vindas da Fiocruz; e mais 2,9 milhões de doses do mesmo imunizante adquiridos via Covax Facility, a aliança internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS).

O Ministério da Saúde tem ainda contratos finalizados para receber 100 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech e 38 milhões de doses da Jonhson & Jonhson (produzida pela Janssen), até o fim do ano. A vacina Sputnik V também já entrou no cronograma da pasta, após contrato celebrado com a União Química, e já tem entregas previstas para abril, maio e junho.

*Com informações da Agência Brasil

Rio vacinará pessoas com 79 anos na próxima semana

O município do Rio de Janeiro vacinará pessoas com 79 anos ou mais na próxima semana contra a covid-19. O anúncio foi feito na manhã de hoje (27) pelo prefeito Eduardo Paes, em seu perfil no Twitter. Segundo o calendário anunciado pelo prefeito, os postos de saúde aplicarão a vacina entre a segunda (1º) e a quarta-feira (3).

Na segunda-feira, os postos de saúde e clínicas da família funcionarão de meio-dia às 17h. Na terça e quarta, o horário será das 8h às 17h. As vacinas também poderão ser aplicadas no Planetário da Gávea, no Museu da República (no Catete), no Tijuca Tênis Clube e na Igreja Nossa Senhora do Rosário, no Leme.

Também poderão se vacinar, na terça e quarta-feira, os profissionais de saúde com mais de 60 anos que ainda não tenham se vacinado.

Vacinação hoje
A prefeitura do Rio começou a vacinar a população em geral no início de fevereiro, de forma escalonada, de acordo com a idade. Hoje, por exemplo, estão sendo vacinados os idosos com 80 anos e aqueles com mais de 80 anos que ainda não haviam sido vacinados.

O prefeito participou hoje de um evento no Parque Madureira que contou com a vacinação de Tia Surica, um ícone da escola de samba Portela. “Que bom que chegou o dia dela [Tia Surica]. Tomara que chegue o dia de todos nós, mas principalmente das pessoas mais velhas”, disse Paes.

*Com informações da Agência Brasil

Após plano de vacinação sem data, Pazuello diz que aplicação pode começar em fevereiro

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, voltou a afirmar hoje (16) que, no Brasil, a campanha de vacinação contra o novo coronavírus poderá começar em fevereiro de 2021 caso os laboratórios farmacêuticos cujas vacinas estão em fase adiantada de produção cumpram todas as etapas burocráticas até o fim deste ano.

“Se mantido o que o Instituto Butantan e a Fiocruz previam, ou seja, se a fase 3 dos estudos e toda a documentação das fases 1 e 2 forem apresentados e os registros das vacinas forem solicitados à Anvisa ainda em dezembro, nós, possivelmente, teremos as vacinas em meados de fevereiro para dar início ao plano [de imunização]”, declarou Pazuello a jornalistas após participar do lançamento do Plano Nacional de Operacionalização da Vacina contra a Covid-19, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Pazuello lembrou que, além do habitual trâmite de aprovação de medicamento, no qual a Anvisa precisa atestar a integral eficácia e segurança dos produtos a partir da análise minuciosa dos resultados de testes relatados pelos fabricantes, os laboratórios também podem pedir uma autorização para o uso emergencial, o que, se aprovado, lhes permitirá atender a um reduzido grupo de pessoas, conforme autorizado.

“O normal é o [processo de] registro em que, no caso de uma vacina produzida no Brasil, a Anvisa tem de avaliar toda a documentação e dar garantias da segurança do imunizante. Mas precisamos compreender que, dentro da pandemia, dada a velocidade de desenvolvimento de vacina, estamos diante de um outro modelo, que é o de uma autorização de uso emergencial que permita aos laboratórios distribuir vacinas a grupos específicos mesmo sem a conclusão dos testes clínicos e da avaliação de completa eficácia e de [possíveis] efeitos colaterais”, acrescentou o ministro, enfatizando que, nos Estados Unidos e no Reino Unido, o uso da vacina desenvolvida pela Pfizer foi autorizado em regime emergencial, antes que a empresa obtivesse o registro definitivo do produto.

O ministro enfatizou que não há registro de vacina contra a covid-19 em nenhuma agência reguladora no mundo todo. “E, no Brasil, não há nem solicitação de registro, nem pedido de uso emergencial. Se um laboratório nacional ou estrangeiro solicitar e obtiver da Anvisa a autorização de uso emergencial, estudaremos que grupos poderão receber a vacina em quantidades limitadas”, assegurou Pazuello, explicando que somente em um eventual caso de uso emergencial poderá ser exigida a assinatura de um termo de responsabilidade.

“Durante as campanhas de vacinação as pessoas não chegam a um posto de vacinação e assinam um termo de consentimento para tomar a vacina. Já o uso emergencial não é como uma campanha. Ele fica limitado a grupos específicos, que são voluntários. Logo, se um laboratório solicitar e a Anvisa autorizar o uso emergencial de alguma vacina [antes que ela tenha cumprido todas as etapas burocráticas prévias ao registro], as pessoas que participarem terão sim que assinar o termo de consentimento. E somente nestes casos”, explicou o ministro, voltando a dizer que, no que depender do Ministério da Saúde, a vacinação não será obrigatória.

“Não haverá obrigatoriedade por parte do governo federal em hipótese alguma, e sim campanhas que apresentem a todos o melhor a ser feito. A garantia [de eficácia e segurança] é o que vai fazer com que as pessoas sejam voluntárias”, ponderou o ministro, garantindo que, graças a capilaridade do Sistema Único de Saúde (SUS) e a estrutura do Programa Nacional de Imunização, em vigor desde 1973, o governo federal tem condições de distribuir as vacinas para os estados em um prazo de cinco dias após receber as primeiras doses.

“Precisamos ter a capacidade de controlar a ansiedade e a angústia para passarmos estes 45, 60 dias a partir de agora, que serão fundamentais para que se concluam os processos, sejam feitos os registros, produzidas as vacinas e iniciemos a grande campanha de vacinação”, disse o ministro.

*Com informação da Agência Brasil.
Assista na íntegra a coletiva

Estação Corinthians-Itaquera terá vacinação nesta quarta

Nesta quarta-feira (14), das 9h às 17h, será realizada a campanha de vacinação tríplice viral (Sarampo, Caxumba e Rubéola) na área livre da estação do Metrô Corinthians-Itaquera, da Linha 3-Vermelha.

Todas as pessoas na faixa etária de 6 meses a 49 anos poderão receber as doses. É importante levar e apresentar a carteira de vacinação.

A campanha é realizada pela Secretaria Municipal de Saúde em parceria com o Metrô de São Paulo.

SERVIÇO

Vacinação contra Sarampo, Caxumba e Rubéola – SCR
Data: 14 de outubro de 2020 (quarta-feira)
Horário: das 9h às 17h
Local: Estação Corinthians-Itaquera, da Linha 3-Vermelha do Metrô, na área livre