Casa da Mulher Brasileira vai atender vítimas de violência

- Pesquisa Quaest: 62% rejeitam reeleição de Lula em 2026; apoio cai para 35%Desaprovação ao governo Lula atinge 56%, enquanto apoio à sua continuidade na presidência encolhe, segundo levantamento da Quaest
- Crédito consignado do trabalhador: quais os impactos?Com uso do app da CTPS Digital e integração entre órgãos públicos, novas regras visam evitar abusos e melhorar o controle sobre empréstimos consignados
- STF impõe regras rigorosas para operações policiais no Rio e mira redução da violência nas favelasMedidas incluem câmeras em viaturas, presença de ambulâncias e atuação da PF contra milícias e tráfico
- INSS antecipa 13º salário e injeta R$ 73,3 bilhões na economia; confira o calendárioPagamentos começam em abril para mais de 30 milhões de beneficiários; medida busca aquecer a economia e auxiliar aposentados e pensionistas
- Lula reage à queda de popularidade com campanha regionalizada e crítica a TrumpCom aprovação em baixa, governo aposta em novo slogan, comparação com Bolsonaro e discurso firme contra tarifas dos EUA para reconquistar apoio popular
Foi inaugurada hoje (11) uma unidade da Casa da Mulher Brasileira na região central da capital paulista. O programa do governo federal busca reunir em uma mesma estrutura diversos serviços de atendimento às mulheres vítimas de violência.
O governo estadual transferiu para o prédio uma Delegacia de Defesa da Mulher e a prefeitura vai ofertar serviços de assistência social e psicológica às pessoas que procurarem atendimento. O Tribunal de Justiça de São Paulo também instalou um anexo judiciário no local para dar mais agilidade nos pedidos de medidas protetivas prevista na Lei Maria da Penha.
O projeto inicial da Casa é de 2013. No entanto, segundo a secretária Municipal de Desenvolvimento Social, Berenice Giannella, devido a problemas no contrato com a empreiteira responsável pela obra, os trabalhos foram paralisados, só sendo retomados no ano passado.
“Nesse meio tempo, a parte interna se deteriorou e foi necessário fazer uma reforma”, explicou sobre a retomada do projeto que contou com o apoio de empresas privadas.
O Instituto Avon fez doações de equipamentos para o projeto e capacitou as atendentes. A empresa de cosméticos se comprometeu ainda, de acordo com o governador de São Paulo, João Doria, a ajudar na manutenção do espaço.
De acordo com a secretária Berenice, o governo federal disponibilizou R$ 12 milhões para a manutenção das atividades e da infraestrutura durante dois anos. Depois desse período, os custos deverão ser pagos pela prefeitura.

*Com informações da Agência Brasil