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Lula oferece ajuda ao Equador no combate ao crime organizado

O presidente brasileiro conversou com o presidente equatoriano e se dispôs a cooperar nas áreas de inteligência e segurança.

O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, ofereceu ajuda ao Equador para enfrentar as organizações criminosas que atuam no país. Em uma conversa telefônica com o presidente equatoriano, Daniel Noboa, na segunda-feira (22), Lula manifestou a sua solidariedade e indicou a possibilidade de cooperação nas áreas de inteligência e segurança.

O presidente brasileiro conversou com o presidente equatoriano e se dispôs a cooperar nas áreas de inteligência e segurança(Ricardo Stuckert – PR)

Lula disse que o Brasil também enfrenta o desafio de combater o crime organizado, que é agravado pela extensão e porosidade das fronteiras terrestres e marítimas. Ele afirmou que os países sul-americanos devem estar unidos nessa luta, e que o fortalecimento da integração regional é fundamental para superar o problema. Ele também destacou que o combate ao narcotráfico requer uma coordenação entre os países consumidores de drogas.

O presidente brasileiro lembrou que o Brasil ocupa atualmente a Secretaria Geral da Ameripol, uma organização regional que reúne 30 países e se dedica à cooperação e ao intercâmbio de informações policiais. Ele disse que o Brasil está envolvido em ações de coordenação geral e que pode auxiliar o Equador nesse sentido.

O Equador vive uma crise de segurança pública desde o início do ano, quando uma onda de violência provocada por grupos criminosos ligados ao narcotráfico deixou dezenas de mortos e feridos. O país também registrou a invasão de uma emissora de TV por homens armados e a fuga de presos de várias penitenciárias. O governo equatoriano declarou estado de emergência e mobilizou as forças armadas para conter a situação.

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O presidente Noboa agradeceu a oferta de ajuda de Lula e disse que o Equador está empenhado em combater o crime organizado com firmeza e determinação. Ele disse que o Equador conta com o apoio e a solidariedade dos países vizinhos e da comunidade internacional para enfrentar essa ameaça à democracia e à paz.

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