Óleo nas praias pode ter vindo da Venezuela, sugere Governo
Por Ana Cristina Campos

- Desenvolve SP injeta R$ 1 bilhão na economia em 2024 e projeta novas frentes para crédito sustentável em 2025Com saldo de crédito de R$ 2,7 bilhões e foco em inovação, sustentabilidade e inclusão, a agência de fomento paulista destaca impacto positivo no desenvolvimento regional e metas alinhadas à Agenda 2030
- Aprovação do governo Lula sobe para 29%, mas desaprovação ainda é maior, aponta DatafolhaLevantamento mostra leve recuperação na imagem do governo em relação à pesquisa anterior; reprovação continua acima da aprovação
- como ser um empreendedor de sucessoDescubra como ser um empreendedor de sucesso e descubra os segredos que podem mudar sua vida. Oportunidades esperam por você!
- Avião de pequeno porte faz pouso forçado na BR-101 em SC após pane no motorPiloto manobra entre veículos e evita tragédia na rodovia em Garuva; ninguém ficou ferido
- Chuvas intensas deixam mais de 300 desalojados e levam Angra dos Reis a decretar emergênciaCom mais de 320 mm de chuva em 24h, cidade do litoral sul do Rio enfrenta deslizamentos, alagamentos e acionamento de sirenes
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse hoje (9) que o óleo que vazou e que atinge diversas praias no litoral do Nordeste vem “muito provavelmente” da Venezuela. O ministro citou estudo da Petrobras, ao participar de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados.
“Esse petróleo que está vindo, muito provavelmente da Venezuela, como disse o estudo da Petrobras, é um petróleo que veio por um navio estrangeiro, ao que tudo indica, navegando próximo à costa brasileira, com derramamento acidental ou não, e que nós estamos tendo enorme dificuldade de conter”, disse.
Segundo o balanço mais recente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a mancha de óleo atingiu 138 localidades em 62 cidades de nove estados da Região Nordeste.
O ministro salientou a dificuldade em solucionar o problema, uma vez que a origem do vazamento é indeterminada e desconhecida.
Até esta segunda-feira (7), a Petrobras já havia recolhido 133 toneladas de resíduos. Segundo o Ibama, o material oleoso é petróleo cru e, desde o dia 2 de setembro, se espalhou pelo litoral de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Ontem (8), ao participar de uma audiência pública realizada pela Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse que análises laboratoriais confirmaram que a substância não provém da produção da estatal brasileira.